História The son of my mother's boyfriend. { Imagine Byun BaekHyun} - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chen, D.O, Kai, Lu Han, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Baekhyun, Exo
Visualizações 217
Palavras 3.600
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Olhares mortais.


Fanfic / Fanfiction The son of my mother's boyfriend. { Imagine Byun BaekHyun} - Capítulo 5 - Olhares mortais.

— Vamos levar esse também?— Byun apontou para uma bebida com o frasco escrito "vodka". Eu nunca bebi nada que não deveria, então não sei se é realmente uma boa deixar adolescentes juntos a algo alcoólico.

— Não sei Baek… Isso tem álcool?— Entortei os lábios e vi ele me olhar. Fez que sim com a cabeça e esperou minha reação. Ele já devia saber que não seria boa. — Acho… Melhor não. Já estamos levando bastante bebida e os meninos podem…— Ele pos a mão na minha boca, me surpreendendo.

— Calma, vai ficar tudo bem.— Ele pegou a bebida e colocou no carrinho, sem tirar a mão da minha boca. — Ninguém vai ficar bêbado. — Ele soltou a mão e voltou a andar com o carrinho. Dei de ombros e comecei a segui-lo.

— Tudo bem. Se você diz.— Peguei alguns refrigerantes e coloquei no carrinho. Pegamos alguns petiscos e algo pra comer hoje. Não fizemos (nem ao menos tentamos fazer) o almoço. — Você vai chamar… O kai?!— Ele parou de andar com o carrinho e me encarou. Ele parecia sério.

— Vou, por que?!— Ele ainda me encarava. Nós estávamos no corredor de biscoitos e salgadinhos, então tratei de desviar a atenção.

— Nada. Só queria saber.— Acho que seria ruim se Byun descobrisse que seu melhor amigo meio que se "aproveitou" da sua "irmã mais nova".— Quer levar biscoito de chocolate ou só pegamos de morango?!

— Coloca tudo no carrinho. — Ele deu de ombros, ainda meio sério. Suspirei baixo e deixei tudo lá. Voltamos a andar pra terminar a lista de coisas pra festa.

(…)

Voltamos pra casa pouco tempo depois, pra comer. Estávamos faltando as aulas, mas Baek deu uma boa desculpa ao diretor, dizendo que eu havia ficado doente e ele estava cuidando de mim. Eu sei que é errado mentir (ainda mais pra mim, que nunca fui disso) mas como disse Byun: "É por uma boa causa".

Depois de tomar banho, desci pra preparar as lasanhas que compramos. Decidimos por comida pronta porque é mais fácil de preparar e não suja muito. Quando Baek sair do banho, já vai estar tudo pronto. Lady me acompanhou até a cozinha, na intenção de ficar comigo, porém no meio do caminho ela acabou se distraindo com as cortinas balançando pelos ventos do temporal que estava por vir. Decidi fechar as janelas, para não trazer folhas pra dentro de casa e porque já havia começado a chuviscar.

— Começou a chover. — Me assustei quando Byun cutucou minhas costas. Pus a mão no coração indicando o pequeno susto e fiz bico de choro. Ele viu e veio até mim, me abraçar. — Desculpa! Não achei que ia se assustar tanto.— Acabei rindo um pouco. Depois disso nós fomos comer e resolver a lista de convidados.

— Não quero chamar Hyuna.— Fiz bico. Baek suspirou. Eu já tinha notado que os dois tem certa aproximação e isso me incomodou um pouco, mesmo sem eu saber o porquê. Ciúmes de irmão? Sei lá!

— Ok…— Ele fez um biquinho e mesmo me incomodando os dois tão próximos, eu resolvi deixar. Não seria tão justo com ele.

— Tudo bem, Baek. Ela pode vir. Mas se ela chegar perto de mim, eu não prometo ficar quieta!— Cruzei os braços. Ele apertou minhas bochechas e começou a balança-las de um lado ao outro.— Baek, isso dói!

— Eu sei, mas você é tão fofa!— Senti minhas bochechas vermelhas. Tirei as mãos dele do meu rosto e desviei o olhar. — Quer falar com o Sehun? Ele pode vir antes.— Voltei a atenção pra Byun.

— Podemos chamar o Soo também?!— Senti minhas bochechas corarem. Parece que BaekHyun percebeu, e me encarou firme. — Q-Quer dizer, ele também é nosso amigo, neh?— Ele bufou irritado e concordou.

— Então, amanhã já resolvemos tudo e fazemos a festa.— Ele pegou o celular irritado e digitou algo. Colocou o telefone na orelha e se levantou, subindo as escadas. Dei de ombros com um pouco de dúvida e fui jogar as embalagens da lasanha fora. Depois subi pro meu quarto, mas no caminho eu ouvi Baek conversando no telefone e ele parecia bravo. Parei na minha porta, já que da mesma era possível escutar toda conversa.

— Eu já sei que você tentou alguma coisa com ela naquele cinema! — Byun exclamava irritado. Parecia que o telefone estava no viva voz e isso facilitava minha vida. Não que eu seja curiosa a esse ponto, mas eu tenho certeza que ele ficou irritado assim por minha culpa.

— Relaxa, Byun. A gente só se beijou. Não é como se eu tivesse tirado a virgindade dela.— A voz era de JongIn. Arregalei tanto os olhos que eu quase os senti saltarem. Byun descobriu, isso se já não tivesse descobrido antes.

— Cara! Você é um babaca, sabia?— Baek parecia realmente irritado. Ele bateu a mão de maneira forte na escrivaninha, causando um barulho enorme. — Você se lembra do que eu te disse? De como está sendo difícil conviver com ela?— Nesse momento meu coração doeu. Foi como uma facada.

— Byun, aceite! Ela é sua irmã agora! Vocês não podem ter nada a mais!— Essa fala de Kai (que também estava nervoso) me deixou confusa. Como assim "ter algo a mais"?

— Eu não ligo! Ela não é minha irmã de sangue!— Os dois quase gritavam ao telefone. — Cara, eu não quero brigar com você por causa disso. Amanhã nos falamos. E tem festa, não esqueça. — Baek desligou a ligação, batendo novamente na escrivaninha. Me assutei entrando no quarto e fechando a porta. Tudo passava pela minha cabeça de um jeito estranho. O que se passa? Decidi esquecer isso por hora e ir tomar um banho, então me despi.— S/N?!— Ele bateu na minha porta , antes de abri-la. O garoto me encarou por alguns segundos antes de ruborizar e fechar a porta. Meu rosto estava quente e eu queria gritar!

≠ Pov Byun ≠

O que foi que eu vi? Ela estava sem roupa? Ah, maldita hora em que eu decidi chama-la! Eu nem ao menos sei o porquê fui até lá. Talvez eu só quisesse vê-la. É difícil ter que encarar como irmã a garota que eu sou apaixonado. Ela nem ao menos pode sonhar nisso. Seria ruim pra ambos. Considerado incesto e seria mal visto.

Sempre que eu tento me distrair, sendo com Hyuna ou qualquer outra, eu acabo pensando nela. Por que eu sou tão idiota?!

Agora, tenho uma ereção enorme pra resolver. Por que fui vê-la daquele jeito?

≠ Pov S/N ≠

— S/N! Eu vou sair.— Byun gritou do andar de baixo. Não deu tempo de responde-lo e ele já havia saido. Fiquei meio confusa. Aliás, mais do que já estava. Meu celular tocou logo depois da saída do meu irmão.— Alô?

— S/N, cadê o Bacon? — Ela JongIn. Entortei a cabeça, pelo apelido engraçado e acabei soltando uma risada baixa.

— Ele não está em casa, Kai.— Olhei pra janela, vendo que já estava quase escurecendo. Onde carambolas Byun havia se metido. Eu deveria estar preocupada? Afinal, ele já é maior de idade. Pode muito bem sair sozinho.

— Então você está sozinha?!— Seu tom era malicioso. Não seria certo falar que eu estou só. Ainda mais com JongIn. Resolvi inventar uma desculpa instantânea.

—N-Não. O Hun já está vindo pra cá. — Inventei uma desculpa. Ok, poderia dar errado, mas vale a penas arriscar.

— Ok…— Seu tom era de decepção. — Quando Baek chegar, avise a ele que preciso falar com ele. Bacon não atende o telefone. — Eu disse que sim e desliguei. Baek provavelmente esqueceu o telefone. Não é de se estranhar, já que ele saiu apressado.

— Onde ele se meteu? — Olhei pra janela, vendo a lua que já se levantava no céu. O tempo está passando rápido de mais ou é impressão minha?

(…)

Byun voltou quase uma hora depois. Não quis conversar, nem nada do tipo. Apenas foi para seu quarto e se trancou lá dentro. Já notei que Baek é meio bipolar, mas acho que ele ainda está se acostumando a me ter como irmã. Não trocamos uma se quer palavra, até agora.

Já de manhã, ele não desceu para o café, como de costume. Combinamos que iriamos à aula hoje, então é melhor eu acorda-lo. Subi nas ponta dos pés e fui até seu quarto. Ele dormia sereno, era até fofo. Cheguei perto de sua cama, o cutucando na bochecha. Ele se mexeu um pouco, depois abriu os olhinhos e sorriu pra mim.

— Bom dia, S/A.— Ruborizei ao perceber que ele me chamou pelo apelido. Ele riu de mim e eu acabei desviando o olhar. O maior se sentou na cama coçando um dos olhos.

— B-Bom dia, Baek. Ainda vamos à aula hoje, não é?— Ele concordou, fazendo um cafuné rápido no meu cabelo. Depois se levantou e foi até o banheiro do seu quarto. Suspirei pesado, indo até a cozinha novamente. Passou-se certo tempo e ele desceu, pra tomar café. O problema é que ele estava sonolento e lento de mais. — Vamos nos atrasar, Oppa!— Ele arregalou os olhos, seguido por mim. Apenas depois de alguns segundos eu percebi do que eu o chamei.

— V-Você me chamou de O-Oppa?— Ele parecia surpreso. Eu corei desviando o olhar. Ele ainda me encarava firmemente, com um leve sorriso no canto dos lábios. Ele também estava corado.

— D-Desculpa, Baek. Eu falei sem pensar e…— Ele me interrompeu, fazendo gestos negativos. Tombei a cabeça, olhando pra ele sem entender o que aqueles gestos todos significavam.

— Não precisa se desculpar. Me chame assim mais vezes.— Ele sorria cada vez mais. Apenas concordei, abaixando a cabeça e me sentido cada vez mais quente. — Então vamos pra aula! — Ele parecia mais animado. Fico feliz que Byun esteja feliz, ao menos agora.

Fomos juntos até a escola, o que causou certa estranheza por parte das pessoas. Era simplesmente a fantasma junto do popular. Não sou excluída, mas também não sou popular. Sou daquele grupo que só anda com alguns amigos e não mexe com ninguém e ninguém mexe comigo. O melhor foi ver a cara feia que Hyuna fez ao nos ver chegando.

— Minha irmã quer te matar!— KyungSoo chegou me abraçando. Corei levemente, mas correspondi ao abraço. Já Sehun foi mais "escandaloso". Ele me levantou e rodopiou comigo.

— Bom dia, minha princesa! — Ri dele. Só Hun pra acordar animado dessa maneira. Conversamos um pouco mais, até Soo ficar meio aéreo e olhar em direção a Kai.

— S/N, por que ele não para de te olhar.— Soo parecia querer rir da expressão séria de Kai. Ele realmente parecia irritado e isso é a alegria de D.O. Acabei dando de ombros.

— Fiquei sabendo de uns boatos… — Hunnie comentou, me cutucando e me abraçando. Isso fez com que JongIn fechasse os punhos, não muito diferente de Byun, que agora estava nos vendo também. Eu parecia a grande telona do cinema, já que muitas pessoas olhavam pra nós como se estivessem vendo um filme. O olhar das meninas eu até entendo, afinal estou ao lado de dois caras lindos, mas os olhares de Kai e Byun ainda são uma dúvida.

— Quês boatos? — Me aconcheguei no abraço de Hun. Ele me apertou e pos a cabeça na curvatura do meu pescoço. Pra resumir, ele estava me abraçando por trás, mas isso é normal entre a gente.

— Que alguém aqui pegou Kim JongIn no cinema… — Ele riu. KyungSoo olhou pra mim, como se fosse me matar. Eu sei que ele tem uma richa com Kai e não é nada legal sua melhor amiga ter ficado com seu inimigo.

— Q-Quem te contou? — Me separei de Hun, ficando de frente pra ele. O mais velho tentava segurar o riso pela minha cara de desespero. Ah, a escola inteirinha já deve estar sabendo! O que eu faço?!

— Relaxa, gatinha. Foi Byun quem me disse, e ele ainda me pediu pra não contar pra ninguém. — Ele olhou pra KyungSoo e depois pra mim.— Acho que alguém se sente traído. — Riu da cara do amigo. Fui até Soo e o abracei por trás, enfiando o rosto em suas costas.

— Soo Oppa, desculpa! Mas foi só um beijo! — Ouvi Soo rir. Ele me acha criança de mais pra beijar, e sempre diz que eu nunca beijei e só invento coisas. Ele literalmente me vê como aquela garota de onze anos que ele conheceu.

— Você não beija, S/N. Ainda é uma criança. — Ele se virou, me abraçando. Me enterrei no abraço quentinho. Ele fez cafuné em mim e eu ouvi um barulho de câmera e um flash em seguida. — Oh Sehun, apague essa foto agora!— Soo disse, rindo.

— Me obrigue, Do KyungSoo! — Hun devolveu a resposta no mesmo tom. Rimos um pouco e o sinal,

infelizmente, tocou.

(…)

Kai e Byun ficaram de cara feia o dia todo. Estou contando os segundos para o intervalo chegar e vê-los se matar com os olhares. Três minutos e eu estaria no meio de um tiroteio. Os alunos da minha sala me tratam como se eu fosse uma estranha. Não converso com ninguém e não conversam comigo, mas os olhares hoje estão totalmente voltados à mim. E isso, pelo simples fato de eu ter chegado na escola junto de Byun.

Finamente, o sinal!

Corri pra fora daquela sala abafada, indo até o refeitório. Fui a primeira a chegar então o local ainda estava quase vazio (tirando as cozinheiras). Me sentei na mesa de costume, esperando Hun, que não demorou muito pra chegar acompanhado de KyungSoo, Kai e Baek.

— Como vai minha princesinha? — Hunnie se sentou ao meu lado, passando o braço no meu pescoço. Dei um beijo em sua bochecha e ele riu. Quem não estava achando nada engraçado eram os dois caras de bunda. — Aguentou os olhares sobre você hoje, ou acabou batendo em alguém?

— Ignorei eles o dia todo.— Byun se sentou ao meu outro lado. Acho que tanto ele quanto eu nos sentimos incomodados com tais olhares insistentes sobre nós. É meio ridículo ganhar atenção apenas porque chegou acompanhada de alguém considerado importante. — Hunnie Oppa!— O chamei e ele me encarou com uma cara de "o que quer, dessa vez?". Mas acho que com esse comentário eu atraí os olhares furiosos de Kai e Byun pra mim. — Vai ter uma festa lá em casa. Você vai, neh?— Ele assentiu rindo.

— Vai perguntar só pra ele, Park S/N?— A voz de KyungSoo surgiu atraindo olhares. Ri da cara emburrada e fofa dele. Que vontade enorme de aperta-lo!

— Soo Oppa, você vai? Sim ou claro?!— Ele sorriu convencido. Sehun estava segurando a risada, escondendo a boca com o copo de suco, horrível por sinal.

— Claro que vou. Não preciso levar minha irmã, neh?— Ele levantou a sobrancelha. Suspirei e olhei pra Baek, que se mantinha calado e com o olhar concentrado na pouco vista que se tinha do jardim. Olhei pra KyungSoo, que mantinha o olhar fixo em mim, esperando uma resposta.

— Infelizmente, sim. Baek quer que ela vá. — Quando ouviu seu nome, Byun olhou pra mim confuso. D.O bufou e JongIn riu, pela primeira vez. Ele estava se divertindo com a cara brava de Soo e qualquer um naquela mesa saberia disso. — Com todo respeito, Soo: Eu odeio sua irmã. — Comentei baixo, para que apenas ele pudesse ouvir. O maior concordou, dizendo que também odiava.

Ri baixo, e no mesmo momento a diretora ligou os auto-falantes do refeitório. Anunciou pelos mesmos que teríamos que sair mais cedo, por culpa de uma infestação de cupins. Uma grande comemoração veio da parte dos alunos na cantina. Segurei os ombros de Hun e o chacoalhei. Fiquei animada com a ideia de leva-lo lá em casa, agora.

— Hunnie! Vamos lá pra casa! O Soo disse que vem junto.— Sehun soltou a risada que estava guardando a alguns minutos. Acabei rindo da risada dele.

— Quem disse que eu vou?!— KyungSoo brincou. Olhei pra ele, rindo. Eram três idiotas e dois caras de bunda em uma mesma mesa, chamando atenção com risadas escandalosas. — De qualquer jeito, eu vou. Quanto menos tempo eu passar com a enjoada da minha irmã, melhor!— Até Kai riu de seu comentário, não muito diferente de Byun, que fingiu não rir.— S/N, vá na sua sala e pegue suas coisas. Estamos te esperando no portão.— Ele piscou. Assenti e corri até minha sala.

Apareci apressada, chamando a atenção de alguns alunos ali. Eu ouvia meu nome sendo mencionado nas conversas baixas que circulavam na sala. Apenas ignorei, começando a juntar minhas coisas e não me esquecendo, é claro, de tirar uma foto com o celular, das anotações extras no quadro. Corri esbarrando nas pessoas nos corredores. Não é como se eu corresse rápido o suficiente para arremessar alguém longe, é apenas o corredor que está cheio.

— Podemos ir!— Cheguei perto deles, feliz. Por que eu estava tão animada? Talvez, apenas saudades dos meninos. — Quando chegarmos em casa, eu tenho que mostrar meu quarto pra vocês! Ele é enorme!— Eu gesticulava o quão grande ele era. Por que meu subconsciente resolver agir como uma criança que vai à uma loja de brinquedos?

— Gente, podem ir na frente. Nós vamos alí, comprar algumas coisas.— Baek entregou a chave pra JongIn e me puxou pra longe dos meninos. Eu encarava Byun confusa. Sua mão apertava meu pulso e apenas me soltou quando chegamos ao mercado da esquina, de onde ainda dava pra ver os garotos andando em direção à nossa casa. — S/N, está doida? Quer mostrar seu quarto pra um GAROTO?! — Deu ênfase na última palavra. O encarei, duvidosa.

— Baek, são apenas Hun e o Soo. Eles não vão fazer nada.— Eu o vi me encarar incrédulo e tomar fôlego. Provavelmente me daria um sermão sobre responsabilidades. Mas, quem é ele pra isso? Byun é tanto quanto, se não mais irresponsável do que eu.

— Não foi isso que eu vi no dia do trabalho, na casa de Sehun. Vocês quase…— Engoliu em seco. — Transaram naquela sala. — O olhei incrédula. Como pôde?

— Byun BaekHyun! Não iriamos fazer nada naquele dia! Tudo não passou de uma brincadeira. — Dei um passo atrás, me encolhendo um pouco. Eu realmente me sentia brava e parece que Byun percebeu, já que o maior me abraçou.

— Desculpe, S/A. — Corei ao ouvir meu apelido ser pronunciado em voz alta. — Eu só quero que fique segura. Sinto que te proteger é meu dever, a partir de agora. Só me prometa que sempre ficará bem.— Ele se separou, sem soltar seus braços de mim. Assenti e sorri para o maior.

(…)

Chegamos em casa e os meninos já estavam lá dentro. Todos eles deitados na minha cama, pra ser mais específica. Só não me taco em cima dele, porque JongIn está no meio e mesmo tendo nos relacionado "intimamente", acho que ainda não somos próximos (ou idiotas) o suficiente pra isso.

— Saiam da minha cama logo. Preciso trocar de roupa.— Joguei meu blusão na cara de Sehun, que o pegou e jogou de volta em mim. Abri meu guarda roupa procurando algo adequado, até me lembrar que meu vestido preferido está na lavanderia. Coloca-lo e depois por uma blusa de frio por cima ficaria confortável e fofo. Corri até lá para pega-lo e subi ao meu quarto maia rápido que pude. Mas acabei achando três garotos mexendo em minhas gavetas. — Ya! O que estão fazendo?! — Senti minhas bochechas vermelhas ao perceber que era a gaveta de peças íntimas.

— S/N, como você usa isso?— D.O estendeu uma calcinha fio dental, que aliás eu nunca usei! É desconfortável. Ruborizei ainda mais, tomando a peça dele. — Minha irmagem de um S/N fofa foi toda embora.— Ele se jogou na cama de novo.

— Ua! Olha isso aqui. To super gostoso.— Sehun vestiu um de meus sutiãs. — Isso é enorme. — Ele riu e me olhou. — S/N é bem dotada.— Me olhou como se me elogiasse. Coloquei as mãos no rosto, com vergonha.

O que eu vou fazer agora será muito infantil. Mas é uma das vantagens de se ter um irmão.

— Baek! — Gritei, saindo do quarto e indo atrás dele. Ele apareceu no corredor me olhando preocupado por eu ter gritado. — O-Os meninos estão mexendo onde não devem…— Me encolhi com vergonha. Ele sorriu meigo e passou por mim, indo até meu quarto.

— Ya! Parem de mexer nas coisas dela! Seus pervertidos! — Byun entrou lá. Tudo ficou em silêncio por segundos, quando eu escutei passos vindo até a porta, vendo Baek com uma calcinha de renda minha em mãos e com o rosto mais vermelho do que a própria cor da peça em suas mãos. — V-Você usa isso?

— YA!— Gritei, arrancando o objeto da mão dele, entrando no quarto e o empurrando pra fora. — Saiam agora!— Apontei pra porta. Hun fechou a gaveta e puxou Kai, que parecia paralisar olhando pra gaveta. Quando eles saíram eu gritei no travesseiro, até tomar coragem pra me levantar e trocar a roupa. Quando eu ia descer, parando ao pé da escada, escuto uma voz conhecida, mas não sei de onde.

— E aí, Baek! — Eu já ouvi essa voz, mas onde?… No computador de Byun! — Aquela é sua irmã ?!— Quando notei, eu já estava na sala, perto da escada. Os meninos que estavam sentados no sofá olharam pra mim, após o garoto apontar em minha direção. Ele veio até mim, com um lindo sorriso no rosto.— Olá, meu nome é JongDae.



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