História The Sound Of Love - (Imagine Park Chanyeol - EXO) - Capítulo 1


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Exibições 295
Palavras 1.791
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


-LE GRITA- HOJE EH ANIVERSARIO DESSE DUMBO FOFO E GATINEOOOOO, E MESMO SENDO ANIVERSARIO DELE, EU PARABENIZO MINHA UNNIE/IRMA/AMORZIM/NENEMZONA <3 Obrigada Park Chanyeol, Por colocar um sorriso nesse rosto lindo da minha Unnie. Feliz Aniversario, E que voce acabe crescendo mais e mais.
Unnie, Obrigada por tudo. Esse imagina eh dedicado á voce. Meu nenemzao <3 Eu te adoro muito, Bjs e boooa leituraaaa <3

Capítulo 1 - "Sempre Sorria, Yeol."


Fanfic / Fanfiction The Sound Of Love - (Imagine Park Chanyeol - EXO) - Capítulo 1 - "Sempre Sorria, Yeol."

  Os pés pequenos tocavam o chão, E à medida que sua risada preenchia a amargura daquela rua, Chanyeol pôs-se a sorrir abertamente, A saudade ansiava em seu coração, Enchendo os olhos de lagrimas, E o garoto, Corria euforicamente, Feliz por novamente, poder rever a mãe. Aquela quem lhe dera a luz, Uma vez que choramingava nos braços do pai.

_Papai... Papai... –O garoto lhe puxava o casaco grande e grosso, Que lhe caia bem ao aspecto rígido de Chanyeol, O maior sorriu com o desajeito de seu filho, E o segurou em braços.- Qual seria a flor que a mamãe quer desta vez?

_Não sei... –Bagunçou os fios castanhos do garoto, E pôs-se a segura-lo ao lado, Sorrindo novamente como um bobo apaixonado, E a velha angustia da saudade, Batia em sua respiração, À medida que de longe, Podia-se ouvir o riso de sua amada.- Que tal tulipas? Ela gosta de tulipas...

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______ PV’on:

  Quem me dera poder guardar o frio em um pote. As folhas mortas forravam o chão com um degrade exuberante, Constatando por fim as novas folhas que punham-se a nascer na grande arvore. Caminhei pela brecha entre o espaço, E meus velhos coturnos sujos batucavam contra o chão daquela avenida, Os risos altos, Conversas privadas sendo ouvidas, Eu permitia-me caminhar ate o objetivo naquela manha. Os trabalhos cessavam aos poucos, E eu choramingava entre a madrugada, Me perguntando do que sobreviverei após perder o cargo barato de uma assassina de aluguel. Matando a frieza, Sem ao menos sentir o remorso corroer a alma, Eu já havia deixado de viver, Uma vez que tocara no gélido objeto, Arrancando por fim a vida da vitima selecionada. Deslizei os dedos entre os fios, E inalando entre ofegos, O frio desviava meu descompasso entre as narinas, Os passos tornaram-se intensos, E logo permitia-me vislumbrar o grande espaço de encontro. Tateei o relógio de pulso, Os pontilhados erguiam-se exatamente as oito e quinze, Estaria eu novamente adiantada em meu oficio ruim. Ressaltei o incomodo entre os pulmões, Que clamavam novamente pela fumaça que inalara há dois anos, Retirei o pacote dentre o bolso, E permiti-me fumar naquele ambiente. A fragrância carregava a morte interna de uma alma que jamais existira, E eu ergui uma sobrancelha notando o poema ridículo que brotava em meus devaneios.

_É proibido fumar aqui... –O timbre forte soou entre as paredes recaídas daquele mofo, E eu ergui os olhos ate a figura extremamente grande que aproximava-se.-

_Não dou a mínima para o que é ou não, proibido... –Traguei novamente a fragrância única, E em questão de segundos, Meus pulmões reatavam com seu sacrifício em manter-se regulado.-

_Respondona como sempre, Algum dia alguém dará um tiro nesse seu rostinho lindo, Sabia?! –Riu nasalado, E meu coturno velho deslizou entre o cigarro, Amassando aquele velho papel quase que moído.- O dessa vez será Mikael Khelin, Quero-o morto, A cabeça em minha mesa, E boa parte do sangue em um frasco.

_Eu não trabalho com esquartejo, Terá de pagar outro, Eu apenas o mato. O sangue ou a cabeça, Não me importam, Se o quer morto, Chamou a pessoa certa... Não me una a suas vinganças baratas ou fetiches loucos, Não tenho nada haver com essa guerra infantil... –Ergui meus pulsos á mala, Recebendo adiantado a quantia certeira para o assassinato. O homem fitou-me desconfiado, E eu sorri nasal em ironia.- Tenha uma ótima tarde...

{...}

  Eu poderia citar-lhe uma lista das demais coisas pelo qual eu vivi. Entretanto, Uma delas jamais encaixaria-se no bom resumo: Salvar alguém. O oficio pelo qual eu optara, Não era lá a melhor profissão a se ter, Ainda mais quando a causa de tal serviço era um ganha pão ridículo, Eu ainda mantinha-me erguida a ponto de seguir os Liebe’s Essenzen’s. Nada mais nada menos eram nove garotos, Cujo seu gênero musical era grunge, Claro que nada comparado ao bom e velho Alice in chains, Ou Nirvana, Mas relevemos o fato de seus desfeches musicais serem incríveis, Além do mais, Dentre suas musicas, A inicial era especialmente minha. Contava-lhe a historia da pobre garota americana, Largada no final do século dezenove, As portas de uma residência pobre, Ergueu-se nas piores escolas, Acompanhando o decair da família que sequer a amou, E assim por fim, Tornou-se usuária e assassina de aluguel. Incrível como boa parte do velho som que ouvimos, No fim, Carregava a pitada de nossas vidas ou sentimentos, Entretanto, os L.E’s, não retratavam apenas a busca ilusória de meu oficio, Havia a mais pura e infantil letra de um amor entre a garota e o rebelde deslocado. Claro que no ápice da juventude, Desvendamos casos incrivelmente aleatórios, Como um suicídio, Ou ate mesmo retratos da realidade e cotidiano, Nas letras de nove jovens de dezenove e vinte e três anos. Hoje era quarta. L.E’s cantaria na América Bar News, E eu, Como a stalker louca dos nove, Jamais deixaria de seguir seus ídolos imaginários, Quem sabe permitia-me acreditar de um deles, Fossem o rebelde herói de uma historia barata.

  Tateei as chaves no bolso, E adentrei a residência ruim e aos mofos. Embora meu sexo fosse o feminino, O velho ditado de ordem entre origens, Não cabia-me a mim, Ainda mais quando relevado ao dever de precisão entre a fumaça noturna que preenchia aquele cômodo, Ou quando o sangue escorria entre as paredes, Eu jamais notara no quão sombria e odiada eu havia tornado-me após receber o cargo. Calcei o velho all sob a meia calça escura, E caminhei em lentos passos rumo à avenida, Desatando lentamente, O nó feito entre os fios de meu fone. Contornei em deliberação de rapidez, E adentrei o feixe da seleção, Entregando o ingresso escuro, Que sequer carregava o nome da banda inicial daquela boate barata. Varri meus olhos em busca de uma das cadeiras vazias, E sentei-me. Em lentos passos, Eu pude vê-lo entrar em sincronia aos demais. Park Chanyeol, O garoto rebelde da banda local, Cujo mesmo, Escrevera a musica de minha vida, Sem ao menos, Conhecer-me. E assim, Seus olhos encontraram-se com os meus, O olhar curioso, Parcialmente surpreso, Como quem diria talvez, Já conhecer-me de uma espécie de passado nublado. Eu sorri irônica com tais pensamentos, Ate ter a total certeza, De que seus olhos, Mantinham-se fixos aos meus, Sem ao menos, Quebra-lo durante alguns segundos, Para manter a conexão com sua plateia ruim. Eu tremi, Uma vez que o fraco coração dera sinais de vida entre anos após frieza drástica.

  Os aplausos anunciaram o final de suas apresentações. E aos poucos, Cessavam os cochichos de sequer atenção nas vozes. Caminhei á saída, Me perguntando o que diabos eu comeria esta noite. Os dedos pulsantes e trêmulos alcançaram meu pulso, E num sobressalto eu virei-me, Dando cara a cara com o rosto fino, O suor recém-formado entre a testa franzida, E os lábios rosados sugando minha atenção da mais bela arte que ousasse interromper-me.

_Me desculpe agir assim... Mas não nos conhecemos? –Indagou em sopro, E eu franzi o cenho indecisa. Ressaltei seu aperto e ele o desfez de ligeiro.- Ah, Perdão, Eu sou Chanyeol.

{...}

  Estar com Park era como voar. Era excitante e apavorante. As noites que viramos as garrafas de vodca, e devoramos pizzas, Era como o ápice da minha infância. Embora naquela certa idade eu jamais ousasse tragar a cocaína sem pudor, Com Park, Tudo era diferente. Dividíamos quase sempre as horas extras, Embora eu ousasse em certo período, Mentir sobre meu falso oficio, Não passara apenas de morte, Eu carregava a insegurança e o ganha pão sem pudor algum. Esperando ansiosamente pela fumaça que entrava em sua boca, E passava entre nossas línguas unidas, Enquanto fodiamos no chão desgastado de minha sala. Ora ou outra, Discutíamos. Entre Grunge, Ele gostava do velho som de Hole e Nirvana, E eu, Jamais abriria mão do bom e antiga Alice in chains. Claro que vez ou outra acabávamos por deitados sob a grama fria do quintal acabado entre os muros, Contando as estrelas de forma infantil, Enquanto dávamos nomes ás brilhantes sob o céu escuro.

_Para vai, Todo mundo sabe que Come As You Are era o hino da época... –Ressaltou o tom, E seus dedos uniam-se aos meus de forma simples, E eu o acompanhei nos risos.-

_Ate mesmo Danger Line é mais preferivel do que Come As You Are... –Brinquei com seus fios.-

_Acho que ainda não chegamos no Metalcore... –Relembrou aos delírios, E eu retirei o cigarro de seus lábios, Unindo-os aos meus.- Seria idiota eu dizer que te amo?

_É bom mudar o cotidiano um pouco... –Ri nasal, E seus dedos de imediato deslizaram minha cintura, Erguendo a saia escura e dedilhando a região de minhas nadegas.- Eu acho que te amo também...

   Seus olhos domaram o brilho intenso da luxuria, E naquele momento, Ele passou a erguer-me sob o colo. E pela primeira vez dentre todas, Fodemos na cama antiga do velho quarto á direita.

{...}

_Mas o que diabos estão fazendo? –As lagrimas escorriam entre meus olhos, E aos poucos eu podia ouvi-lo gemer dolorosamente contra o aparelho em minhas mãos.- Solta ele por favor...

_É o seguinte princesa... Queremos você morta, E se você não se der conta de que estamos esperando você, Quem morre, É o orelhudo aqui... Entendeu? –Gritou enfurecido, E eu senti os dedos formigarem.-

{...}

Me desculpe Chanyeol. Espero que tenhamos a oportunidade de nos ver novamente para assim, Quem sabe eu poder te dar a surpresa. Pelo que bem conheço de você, Já sinto suas lagrimas emocionadas manchando minha blusa, E você de forma infantil, Tentando ouvir de longe o coração pequeno de nosso fruto juntos. Será que seria um garotão como você? Ou uma rebelde mirim como eu? Preferiria o azul e rosa ou o velho preto que tanto usamos? Será que de alguma forma, Poderíamos unir nossos nomes para registrar? Eu espero que cuide de nosso projeto juntos, E jamais, Ouse deixa-lo sozinho. Mesmo que chore pelo primeiro amor. Mesmo que chore pela saudade materna. Mesmo que se pergunte como eram minhas características. Eu não quero, De forma alguma, Ver algum dos dois, Derramar lagrimas. Ah, E me desculpe dizer-lhe por aqui, Mas eu te amo, Como jamais amei alguém. E obrigada por conseguir ver talento em algo destorcido como eu. Essa bagunça de mulher.

  Com amor, Sua ___.

P.S: Eu amo esse dumbo grandalhão. Sempre sorria, Yeol.”

_Mamãe, Chegamos... –O garoto acariciou entre os dedos pequenos, O tumulo grande, E os joelhos pálidos, Tocaram o chão empoeirado. Retirando as velhas flores amarelas, E substituindo por graciosas tulipas.-

_Retornamos... Querida... –Chanyeol pôs-se a sorrir por sua amada. E as íris escuras, Encheram-se de lagrimas ao ler por notável, O sobrenome “Park” sobretudo, Registro de sua finada esposa.-


Notas Finais


O CHORO EH LIVRE PARA TODOS OS PUBLICOS <3 AUSHAUSHAUSHASU EUUU SEIIII EU SEIIII "MAS LWHOSEOK, VOCE SO ANDA ESCREVENDO DRAMA, CADE OS FINAL FELIZ?" DESCULPA GENTE :') EH MAIS FORTE QUE EU AUSHASUAHS <3 ENFIM, EU ESPERO QUE TODAS TENHAM GOSTADO, DEIXEM AI ESCRITO O QUE ACHARAM, PASSEM NO PERFIL PARA LER OUTRAS POTARIAS AUSHAUSHA A TIA AKI SO ESCREVER MELDA </3 ASUHAUSHA RELEVEM AS PALAVRAS RUINS, E OBRIGADA <3
P.S: UNNIE, ESPERO QUE TENHA GOSTADO. OBRIGADA POR LER, E BEIJAO <3 (DSCP A DEMORA, ESSE EH SEU PRESENTINHO -TCHARAAAAAAAAM- ASUHAUSHASUAH)


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