História The Sound of Silence - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens James Buchanan "Bucky" Barnes, Pantera Negra (T'Challa), Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers
Tags Bucky, Bucky Disputado, Bucky É Carinhoso, Confusão De Sentimentos, Hurt/comfort, Love&hate, Medo De Perder, Primeiro Beijo, Romance, Sam É Ciumento, Sam É Protetor, Sam Está Em Negação, Sambucky, Stony, T'chucky, Tw: Perda De Consciência, Winterfalcon
Exibições 86
Palavras 2.871
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Super Power, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, queridos! Capítulo novo chegou para alegrar o finalzinho desse domingo :)

Tem um longo diálogo neste aqui. Aliás, um diálogo bem esquisitinho pra falar a verdade rsrs!

Enjoy yourselves!

"Capítulo inspirado na música The Sound of Silence - Simon & Garfunkel

Capítulo 2 - O Som do Silêncio


Fanfic / Fanfiction The Sound of Silence - Capítulo 2 - O Som do Silêncio

Capítulo II – O Som do Silêncio

 

Eu jurava que eu não seria bem vindo em Wakanda. Mas aqui estou, recebido com muita educação e hospitalidade pelos primeiros súditos do Rei dos Gatinhos Esquivos.  

Quando Steve me falou sobre fazer uma “visitinha” ao Bucky, confesso que passei a noite em claro, cogitando realmente ir vê-lo. É claro que naquele momento estávamos em fuga, voando num jato misterioso do qual o Capitão não quisera revelar a origem.

Tampouco o seu destino.

Ainda assim, era um quinjet pequeno e, por isso, nem todos nós (ex-Vingadores e agora fugitivos), poderíamos passar a noite deitados. Ou seja, de qualquer forma, seria difícil conseguir dormir.

Então a insônia veio a calhar, principalmente quando comecei a pensar em tudo o que havia acontecido no último mês. Como bom cavalheiro, eu havia cedido meu assento à Wanda e fui para um vão, ao fundo da aeronave, me largando bem ao lado de Steve.

“Eu ainda não acredito que o Cabeça de Lata foi tão impulsivo.” – falei, em voz moderada para não incomodar quem havia conseguido dormir. – “Quer dizer... Até o cérebro de formiga do Scott conseguiu entender que a Hidra transformou o cara numa arma humana, e que aquilo que o Bucky fazia não era culpa dele. É o mesmo que querer destruir o revólver, mas não fazer o atirador pagar pelos seus atos, sabe?”

“É, Sam.” – Steve me respondeu no mesmo volume. – “Ainda assim, acho que não podemos julgar o que se passou na cabeça do Tony lá, na hora. Estava tudo escancarado diante dos nossos olhos. Toda a tragédia com seus pais, filmada por uma câmera.”

“Ah, e então ele atacou Bucky pra matar. Porque, nossa, isso não é nada legal.”

“Não. Foi só que...”

“Tá, já sei. Você vai sair em defesa dele agora.” – eu disse, erguendo as mãos.

“Na verdade...” – Steve respondeu, calmo. – “Ele atacou a mim primeiro, talvez para me tirar do caminho. Eu menti para ele, Sam. O seu olhar de decepção... Dava quase para ouvir o coração do Tony se partindo inteiro. Foi uma bagunça. Uma bagunça das grandes...”

Eu suspirei, encostando a cabeça na parede, tentando imaginar como deveria ser terrível uma luta entre duas pessoas que se gostam tanto. Duas pessoas que são mais do que apenas amigos, que são... ou eram, namorados.

“Escrevi uma carta para o Tony e a enviei antes de ir libertar vocês. Eu tinha esse dever para conosco...” – disse Steve. – “Sei que ele só não saiu ferido fisicamente dessa.”

“Como assim?”

“Se tivesse mais alguém assistindo à nossa luta iria dizer que não estou dizendo a verdade, mas eu segurei a minha força, Sam. Eu só bati o suficiente para impedir o Tony de se tornar um assassino. Eu não podia deixar meu namorado se tornar este tipo de pessoa... Ele é um Vingador, é um herói, por mais razão que ele tivesse e, Deus, sejamos francos, ele tinha. Felizmente suas armaduras são uma ótima proteção. Ele não se machucou muito, pois jamais tive a intenção de tirar a vida dele ou qualquer outra coisa. Como eu poderia fazer isso com o homem que eu escolhi para...”

Steve se interrompeu dando uma longa pausa. Ergueu o rosto para o teto tentando conter as lágrimas e respirou fundo antes de continuar:

“Eu ainda o amo, Sam.” – seus olhos claros brilhavam úmidos. – “Mas não posso perdoá-lo tão cedo. Não por ter tentado matar o meu irmão sem ao menos um julgamento justo. O Tony pode ser alguém melhor do que apenas se render ao calor do momento. Ele não precisa desse tipo de coisa. Eu sempre repito que ele é um super-herói... O homem mais inteligente e incrível que eu já conheci.”

“Entendo. O cara está muito ferido por dentro e você também. Só que isso passa, Steve.” – e estiquei a mão para segurar firme em seu ombro. – “Eu garanto pra você que passa”.

Porque eu já vivi coisa pior. E até aquele dia eu só havia contado ao Steve apenas dez por cento da terrível marca que a minha vida amorosa havia me deixado no passado. Contei a ele sobre o fato de eu também gostar de outros homens, mas omiti o meu relacionamento estável com Riley, o meu ex-companheiro de armas. Contudo, citei sua morte. A minha tragédia. Aquilo que até hoje estava me impedindo de seguir em frente e conseguir entrar em outros relacionamentos.

Porque curar a ferida é dar-se conta de que a vida continua apesar das ausências.

Mas há esperança.

E há os amigos que sobraram.

– Sr. Wilson... – sou despertado de meus devaneios por Okoye, a principal membro da Dora Milaje, As Guerreiras Reais de Wakanda. – Vossa majestade pergunta se o senhor está bem alojado em nosso complexo.

Viro-me para ela e sorrio:

– Oh, desculpe, não a tinha visto.

– Teve uma boa noite de sono, Sr. Wilson? O alojamento o agrada? – ela insiste.

– Bem... Eu diria que melhor estraga.

– Satisfeita em saber. – diz Okoye, fria, sem sequer retribuir o meu sorriso. – Por se sentir ainda em débito com o Capitão Rogers, Rei T’Challa está concedendo passagem livre aos convidados à toda Ala Nordeste do palácio. Não oferecemos aios ou qualquer outra pessoa na função de servir, todos em Wakanda são livres, mas ainda assim pode solicitar ajuda de qualquer um de nós, caso precise.

Dito isso, ela me oferece um cordão de couro muito fino, ornamentado com um pingente de vibranium em forma de uma garra de pantera. Há o meu nome completo gravado ali.

– Este é o passe, Sr. Wilson. Use-o em seu pescoço e esteja à vontade para apresentá-lo aos guardiões.

– Obrigado. – respondo.

E quando faço menção de fazer certa pergunta, ela parece ler a minha mente:

– Há um chamado para o senhor vindo do hospital na Ala Leste. – diz ela, solenemente, com seu notável sotaque. – Levando-se em conta de que nenhum convidado tem acesso liberado a este prédio, estou aqui encarregada de levá-lo até lá, sob a minha escolta.

 

 

Não que eu seja um frequentador assíduo de hospitais, mas, mal entrei aqui e já sinto falta de alguma coisa. Algo para caracterizar, digamos, a atmosfera de um hospital de verdade. Quer dizer, todo o aspecto impessoal e as paredes branquíssimas e o piso asséptico estão ao meu redor qualificando a função do prédio, no entanto...

Há este cheiro.

Um cheiro sem cheiro, algo que não faz parte. Não sinto éter ou qualquer outro odor de medicamentos. É um cheiro que tem cor no meu cérebro. Se é que isso é possível.

Talvez seja algo mágico... Wakanda realmente nunca foi conhecida por ser um lugar comum.

O cheiro é lilás. Nem roxo, nem cor de rosa: é lilás. E isso me faz querer parar de andar. Sinto-me serenado como uma fera selvagem que acaba de tomar uma dose de sedativos, mas, ao mesmo tempo, uma energia esquisita sobe pela minha espinha e aumenta o meu empenho, a minha ansiedade de chegar logo ao destino, no quarto em que Bucky está internado desde o início da semana.

Sem me dar conta, como acontecesse num clique no controle remoto de uma tevê, já me encontro diante de T’Challa que diz algo que não entendo – ou não ouço – e, no instante seguinte estou em um ambiente enorme, cheio de telas eletrônicas transparentes, dispositivos dourados, luzes pequeninas, piscantes e coloridas e... mais branco.

Vagamente percebo me aproximar da porta aberta do quarto. Estou sozinho ali e necessito respirar fundo, sinto como se me abatesse um leve mal-estar. Passo a mão na minha testa, ela está fria como azulejo e meus lábios e a ponta dos dedos parecem amortecidos. Dou um passo para frente: é como se não há qualquer chão sólido. Estico minhas mãos para me apoiar no nada e...

Só não despenco porque Bucky, surgido de algum lugar, me segura pelo braço.

– Que porra está acontecendo? – pergunto porque, desde que atravessei esse bendito corredor, não estou entendendo mais nada.

– Fica quieto.

– Hein?

– Ou vai sucumbir ao efeito do Composto de Tíria. – ele diz, já me puxando para dentro do quarto e fechando a porta em seguida.

– Composto de Tíria? – indago enquanto Bucky me deixa encostado no canto da parede fria e vai até um compartimento perto das janelas.

– Parece que é um tipo de vapor muito sutil que as Dora Milaje espalham pelos corredores a fim de impedir que os visitantes se lembrem do caminho depois que voltam. – explica ele, enchendo um copo de algum tipo de líquido. – T’Challa me explicou, é normal ficar um pouco atordoado da primeira vez, mas se permanecer muito tempo exposto, a coisa complica.

– Uau. Então você acaba de me salvar. – sorrio com certa ironia nos lábios.

– Na verdade... Só se você beber isso. – ele me oferece o copo, sorrindo. – Eu já o tinha preparado antes de você chegar.

Recebo a bebida de sua mão e fico alguns segundos, hesitante, olhando para a bebida amarelada. Bucky vem e cobre com a sua mão a minha que segura o copo. A maciez e o calor da sua palma me causa um pequeno choque ao toque.

– Pode confiar, Sam.

Mas não confio. Em vez disso, lhe devolvo o copo e me volto para olhar o quarto em que ele está internado. Quando dou alguns passos, tudo começa a girar novamente. A sala escurece e ouço um som de vidro quebrando contra o piso. Quando me dou conta, estamos eu e Bucky no chão, ele me amparando sobre seu peito.

– Tem que beber o antídoto! – ele fala exasperado perto do meu rosto. – Todos fazem isso depois de atravessar o corredor, porque você quer ser diferente?

– Mas que droga, hein? – não consigo enxergar nada e nem me levantar. Maldito T’Challa com este maldito composto de Tíria.

Bucky me ergue como pode, ele está com apenas um braço agora. Tento lutar contra, mas meu corpo não me obedece. Ele me faz beber direto do gargalo de uma pequena garrafa:

– Um ou dois goles, Wilson. Pelo menos.

A garrafa é afastada da minha boca depois que eu o obedeço.

– Argh, isso é nojento. – vou cambaleando até a poltrona próxima.

– Essa substância que as Dora Milaje jogam...

– Bah, esquece. – abano uma mão. Essa loucura não importa mais, embora eu prometa que T’Challa não ficará sem o meu troco. – Como você está?

– Como você está? – Bucky se agacha para começar a catar os cacos de vidro espalhados pelo piso, usando um papel-toalha molhado. – Já se sente melhor?

Precipito-me até ele para ajudá-lo.

– Olha aqui, você foi ferido numa luta entre super-heróis. Não responda minha pergunta com outra pergunta porque ela não soa nada retórica.

Ele se detém no que está fazendo e se senta sobre as panturrilhas. Então suspira, me olhando fixo:

– Como responder isso para quem não confia em mim? – ele toca mais caquinhos com o papel e os mostra para mim.

Sei que não acreditei nele sobre o antídoto e por isso Bucky acabou deixando o copo cair para me segurar antes que eu desabasse no chão. Não encontro nenhuma resposta, pois o cara tem razão, por isso apenas meneio a cabeça, sem veemência.

– E também não tenho o direito de obrigá-lo a confiar em mim. – ele completa, a voz suave.

Mas eu vim te visitar mesmo assim. Diz o meu cérebro, mas não sei por que não o traduzo em palavras para que ele ouça. Continuo ajudando-lhe na limpeza do vidro espalhado pelo chão e, depois que terminamos, Bucky volta para o seu leito.

– Estou um pouco cansado apenas.

– Vai me dizer que o soro do super-soldado já está perdendo o efeito? – brinco, sentando-me ao pé de sua cama, cruzando os braços. – Porque é o que eu falo às vezes para o Steve, esse treco que injetaram em vocês parece uma bela de uma porcaria.

Bucky ri alto.

– Okay, Wilson, você venceu. – ele puxa o meu braço para pegar na minha mão. – Me sinto muito bem, pois recebo um ótimo tratamento por aqui. Jamais imaginei que eu voltaria a ter uma vida. T’Challa é...

Franzi o cenho. O “T’Challa é...”?

Bucky não continua. Em vez disso começa a acariciar a palma da minha mão com seu polegar, me fazendo estremecer de leve.

– Foi ideia dele de abrigar o time do Capitão América aqui em Wakanda, não é? – pergunto, observando nossas mãos unidas.

– T’Challa queria se redimir de alguma forma. Nos disse que mal consegue dormir pensando que, por muito pouco, agora poderia ter uma morte injusta nas costas.

– Puxa, como ele é bonzinho. – digo, revirando os olhos e puxando a minha mão para longe da de Bucky.

Não precisamos falar do Rei de Wakanda agora. Sim, estou com raiva ainda. Então fico olhando para ele, o modo como mantém o sorriso de lábios colados, furtivamente me observando. Tenho que admitir, os olhos desse cara têm um brilho espetacular e isso, mais uma vez, me faz pensar nas coisas em que Steve me contava sobre o Bucky. O modo como ele encantava todos à sua volta...

Isso é tão complicado.

Ergo-me inquieto da maca e caminho um pouco, observando essas máquinas moderníssimas em redor.

– Realmente espero que tudo isso aqui esteja ajudando. – digo, apontando para os aparelhos médicos que compõe a sua cabeceira.

– Sim, mas não me sinto nada confortável entre elas.

E quem se sentiria, não é mesmo? Os caras jogam veneno nos corredores para impedir que você memorize o mapa dos prédios!

– Hoje só me sinto confortável se estou perto de pelo menos um de vocês. – ele me diz.

Quero sorrir, mas temo parecer contraditório. É como se Bucky estivesse declarando em voz alta que confia em mim, mas...

E se ele estiver apenas tentando me constranger?

Não respondo. Mantenho o assunto propositalmente em suspensão.

Depois do silêncio delongado, é a vez de Bucky parecer desconcertado.

– Eu sempre repito ao Steve que não mereço um por cento de tudo o que estão fazendo por mim. Então... Obrigado por ter se dado ao trabalho de vir me visitar.

Eu compreendo porque ele se sente assim. Também concordo que Bucky é mais vítima do que vilão e, desde que sou um conselheiro veterano de guerra...

– Todos merecem uma chance para se redimir. – digo, e logo vejo uma faísca em seus olhos se apagar para dar lugar a uma gota de tristeza.

– Tem razão. E talvez seja obrigação dos heróis conceder essa chance, nem que seja para o pior dos homens, não é mesmo? – ele dá um sorriso forçado, sem jeito.

– Não é exatamente uma “obrigação”, cara. Senão o ato perde o valor.

Gostaria muito de dizer que acredito que ele seja um homem realmente bom, mas isso não seria verdade. Eu ainda desconfio.

Contudo, quanto mais observo Bucky em sua aparente sinceridade... – e também sua pureza –, menos consigo reconhecer a mim mesmo. Em um momento estou sentindo vontade de me lançar num abraço apertado com ele, de acariciá-lo até aliviar sua angústia, porém, no outro, só penso em sair correndo deste quarto porque ele é... ou tecnicamente não deixa de ser, aquele maldito Soldado Invernal, um assassino tão perigoso quanto imprevisível. Se eu estivesse em posse de minhas asas, era provável que eu já me preparasse para sair voando daqui.

Como eu não as tenho, fico para perguntar:

– Diga, Bucky, quanto de controle você acha que hoje tem sobre si mesmo?

Ele meneia a cabeça e torce os lábios deixando sair um sorriso cansado:

– Nenhum. Ou muito pouco.

Eu me abstenho. Sei que o livro vermelho das palavras-gatilho, mesmo que já apreendido pelo governo, ainda não está em mãos totalmente seguras. E ele também sabe disso.

– Mas Steve me ensinou que posso pedir ajuda àqueles em quem confio. – Bucky estica a mão em minha direção, como súplica.

E aqui está declarando aquilo de novo, bem na minha cara. Eu olho para sua mão pairando entre nós. A mão humana que lhe restou. Mas não a toco.

Vejo seu pomo-de-adão subir e descer enquanto ele engole em seco, relutando em recuar o braço. Bucky mantém-no suspenso no ar, assim como seu olhar perdido nos meus olhos, o celeste de seus orbes brilhantes, repletos de expectativa.

E silêncio.

O mesmo que eu também mantenho, sem muita luta.

Um silêncio pesado como uma grande pedra que você joga em um lago escuro. Faz um barulho surdo na superfície e então você não sabe para aonde o seu raciocínio foi afundar. Fico observando os seus lábios apartados. A respiração dele sutilmente perde o ritmo e os olhos parecem umedecer um pouco, mas não posso ser desonesto comigo mesmo. Não seria justo se algum dia eu também tiver de ser honesto com ele. Assumo minha covardia quando não suporto mais olhar a decepção no rosto de Bucky e me viro, dando-lhe as costas.

– Sinto muito pelo silêncio. – digo num murmúrio.

E, embora não esteja olhando diretamente, sei que, devagar, ele acaba recolhendo a mão que me era oferecida.

– Me avise quando alguém provar que o silêncio é algo ruim, Sam.

...

“Sam”, ele disse...

Volto um pouco meu rosto e sorrio de leve, com meus lábios colados.

Como um bom soldado, Bucky me responde num gesto de continência, o movimento sutil de tocar a testa com a ponta dos dedos.

O respeito faz parte do som do silêncio.

Retribuo sua saudação militar e finalmente saio.   

 

continua...


Notas Finais


Espero que vocês tenham entendido a essência deste capítulo. Essa breve conversa entre os dois é muito importante para o desenrolar dos próximos capítulos.

Não se esqueçam de continuar comigo e até lá!

Bjs!


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