História The sound of the heart - Capítulo 10


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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Alice Cullen, Billy Black, Edward Cullen, Embry Call, Emily Young, Jacob Black, Leah Clearwater, Paul Lahote, Personagens Originais, Quil Ateara, Renesmee Cullen, Sam Uley, Seth Clearwater, Sue Clearwater
Exibições 199
Palavras 1.214
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha quem apareceu em um quinta,quatro dias depois da ultima postagem? A tia mais linda do brasil(bem menos Helen haha)
Gente resolvi postar, porque eu tenho os melhores leitores do mundo, né non?
Espero que curtem o capítulo, e comentem muito, e pretendo voltar mais rápido ainda, ;) Estou sendo boazinha u.u
Corrigir, se tiver erros, já sabem né, perdão
tradução do capítulo: Quem será esse alfa

Ps: Me perguntaram se terá pov do Nolan, terá somente quando eu achar extremamente necessário, então serão poucos

Capítulo 10 - Who will be this alpha?


Fanfic / Fanfiction The sound of the heart - Capítulo 10 - Who will be this alpha?

Pov Leah Clearwater

Levo o copo descartável até minha boca, apesar de não gostar muito de café, nunca o rejeitei, a mulher ao meu lado permanece calada o que aumenta minha ansiedade, engulo o líquido preto e tenho certeza que faço uma careta, apesar de o sentir adoçado não agrada meu paladar, por isso sempre preferi os chás, fecho meus olhos sentindo a paz, a serenidade da minha loba que descansa, meu corpo não dói em nenhum local, a caminhada da madrugada me fez ficar bem, eu estou bem, agora entendo perfeitamente o que Billy Black pai do Jacob disse certa vez que nós, somos como  pássaros, temos que ser livres, e voar é o que faz se sentir assim, livre, o que o faz soltar o mais lindo canto, nós lobos somos assim, se não nos transformamos é como enjaular o grande lobo que habita em nós, é estar renegando o sangue quileute, e minha loba se sentiu renegada, ela me provocou dor para me lembrar quem eu sou, de onde vim, sei que estou fazendo de tudo para não me transformar, e não é o certo e agora entendo, eu tenho que me  aceitar, simples assim, então por que é tão difícil?
-Não faça mais isso Leah, uma vez na semana deixe o que faz parte de você vir à tona, você tem o sangue quileute e nunca se envergonhe disso -Safira falou pela primeira vez depois que voltei e me sentei ao seu lado, eu não tenho vergonha do que sou, apenas me considero amaldiçoada, fecho meus olhos, passado é apenas meu passado, agora tenho uma nova vida, do que adianta ficar martirizando e remoendo algo que foi, e que não posso mudar? De nada me adiantaria, serviria somente para atrasar a cicatrização das feridas que tenho abertas em meu peito, que não doem mais, apenas estão ali, incomoda as vezes lembrando-me que tenho que ir um passo de cada vez, pego um capim na grama e fico o analisando.

 -Não tenho vergonha, eu só não sei como lidar, por mais que sou, bem, a senhora sabe- Me perco nas palavras, nunca consegui pronunciar de voz alta o meu fatídico destino, somente em minha mente admitia que sou uma quileute.

- Por mais que lutei em uma guerra contra vampiros, por mais que sou assim a tantos anos, uns cinco na verdade, não consigo aceitar- Confesso e a vejo suspirar
-Você não pode renegar sua natureza menina, somos quem podemos ser.
Talvez para muitos o que ela diz não faz sentindo, para mim foi como um coice, nada sutil, me viro um pouco para que meus olhos encontram com os de Safira, sua sobrancelha se ergue, sabendo exatamente o que quero saber.

-Como sabe? - Prefiro não me arriscar e ela fugir do assunto, sou mais objetiva-  Como sabe que sou uma Quileute?

-É complicado Leah, existem certas regras, como você, tenho minha matilha, e devo obediência- Olho para ela de cima a baixo, ela também se transforma? Não fico satisfeita com a resposta, porém me levanto, nunca fui de implorar, ou fui curiosa, sei que quando menos espero tomo uma porrada, então porque vou correr atrás de respostas, se algum dia ela virá até mim, sem que eu peça.

- Eu não te disse que não contaria nada menina- Sua voz se torna firme- sente-se, só não posso contar tudo, e tem certas coisas que não entendemos, não ainda - Agora ela ganhou minha atenção e um pouco de minha curiosidade, a olho e vejo seus olhos mais azuis e cintilavam, dou um passo para trás

- Não tenha medo Leah, você é como eu, você é uma conselheira-  Meus pés congelam no chão, Jacob havia me dito algo assim, mas recusei-me acreditar na hora, logo uma amargurada como eu? Que deveria trazer paz, entendimento, somente vibrações boas para sua matilha, logo eu que foge de todos esses sentimentos bons! Pisco ainda atônita

 - Sente-se temos muito o que conversar- Me sento perto dela, ela se vira para mim, a olha com toda atenção que existe em mim, a tanto que entender o porquê ela ter certeza sobre mim.

- Cento e cinquenta anos atrás, um lobo, recusou ser alfa de sua matilha, isso não é certo, na sua matilha tem brechas, porque foi algo herdado de um espírito lobo, vocês se transformam quando algum perigo se aproxima, na minha matilha foi passado de geração a geração, nascemos com o gene, e nesse lobo recusar sua linhagem teve consequência, eu tive uma visão, a visão  de seu nascimento

– Arregalo meus olhos como nunca pensei que pudesse fazer, tenho certeza que estou pálida, como disse sempre tomo uma porrada da vida

-  Não entendemos o porquê disso, mas o dia que você chegou e nos encontramos por acaso no elevador, meu dom foi restabelecido depois de um século, eu tive outra visão, e vi que você é uma quileute, uma conselheira, e em suas mãos está o resgate do nosso alfa. - O quê? Foi o que minha mente gritou

- Sei que deve estar confusa, muitas perguntas, mas não posso responder Leah, isso será você que terá que descobrir sozinha e o encontrar sozinha, se eu te der todos os passos, corremos o risco de reescrever a história novamente, como disse não é algo comum, de uma matilha se ligar a outra, mas aconteceu, vocês dois sempre estiveram ligados, e juntos saberão o que tem que fazer.

-Eu? - Que tipo de pergunta era aquela, não consegui formular nada

- Vamos- Como assim vamos, não entendi nada, minha mente gritava, mas não conseguia proferir um simples A

- Eu te disse tudo que posso no momento, e não se preocupe, como eu, você saberá quando estiver certa-Ela falou com uma certeza, o que me amedronta

-Eu não entendi nada, para você, é como se me dissesse tudo, para mim foi um nada, um belo nada, está me deixando no escuro- Afirmo

-Acredite, você está mais perto do que pensa estar, e sei que não irá fugir Leah, porque não é de você fugir de seu destino, agora vamos

Entro em seu carro, o caminho foi silencioso, por mais que tenho mil perguntas, ela não irá me responder, tenho certeza, ao entrar no prédio, não a espero, entro no elevador e logo estou no sexto andar, corro para a porta de casa e entro, meu coração está acelerado, vejo Nolan sentado no sofá com mais uma garrafinha de cerveja em mãos, ele me olha atentamente, fixamente seria o correto dizer, nem se quer o encaro direito, o bom da nossa convivência é isso, não temos nenhum tipo de ligação, vou para meu quarto e me jogo na cama, por que sinto tanto medo? Porque meu coração bate descompassadamente? Porque estou ligada a uma pessoa que nem conheço? Quem é ele? Qual meu tipo de ligação com esse lobo? Porque justo eu? Tantas perguntas, devo eu conversar com o meu alfa e com os anciões? Ou isso é e meu destino? Esfrego minhas mãos uma na outra, completamente desnorteada, a única coisa que sei dele é que, como eu, ele renega sua existência

- Quem será esse alfa?

Me pergunto, e a resposta foi o absoluto e incômodo silêncio de meu quarto.



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