História The Spectacular Now - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Jack & Jack, Magcon, Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes
Personagens Nash Grier, Shawn Mendes
Tags Colegial, Drama, High School, Magcon, Nash Grier, Romance, Shawn Mendes
Visualizações 27
Palavras 1.733
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


To viva amoresss,

Queria explicar a demora para postar: eu escrevo os capítulos no meu celular, e o touch dele tá horrível, o que já atrasada bastante o processo de escrita, mas não foi só isso, ele também deletou o capitulo umas duas vezes!!!

Mas enfim, espero que vocês gostem do que temos pra hoje!! Favoritem e comentem, o feedback de vocês é extremamente importante!!

PS: eu estava pensando em começar uma fanfic com o Gilinsky ou o Shawn, inspirada na minha música preferida, o que acham?

Beijos e Queijos,
Ella.

Capítulo 4 - Hamilton.


Eu encarava o fundo do meu armário ofegante, todo o som que o colégio poderia produzir não chegava aos meus ouvidos, eu ainda estava em choque. Pela primeira vez eu havia o enfrentado, e eu me sentia bem. Muito bem.

- Ella, o que aconteceu? - Samantha chegou, interrompendo meus pensamentos e encostando o ombro no armário ao lado do meu.

- Nada demais. - Menti. Sam sabia que meu padrasto bebia um pouco e se alterava, mas não sabia que, na realidade, ele era um alcoólatra. Não era algo que eu queria que as pessoas soubessem. - Kenzie não estava se sentindo bem e minha mãe pediu pra eu cuidar dela. - Disse, fechando a porta do armário e evitando coçar a cabeça, que era algo que eu fazia toda vez que não estava falando a verdade.

- Ah, sim. - Ela disse e olhou para o casaco vinho que eu passara por cima da bolsa mensageiro, por preguiça de segurar. - Que casaco é esse aí?

- Longa história, eu te conto no caminho da secretaria. - Disse, fechando o armário depois de jogar o moletom dentro do mesmo e puxando sua mão. -

Que? Mas por que nós vamos pra secretaria? - Perguntou confusa.

- Temos que descobrir o número do armário do dono do casaco.

- Quem? - Perguntou novamente, enquanto era carregada por mim.

- Blue eyes. - E logo ali ela entendeu, e riu.

 

Acontece que o armário de Nash era muito próximo do de Josh, então tudo ficou muito mais simples. Eu estava apoiada na porta do armário 345, fingindo esperar por alguém enquanto mexia no celular. Pude avistar o dono dos olhos azuis chegando e parando no armário 348, abrindo o mesmo e guardando alguma coisa no seu interior. Não consegui deixar de notar que o mesmo me olhava de rabo de olho, como quem se perguntasse o que diabos eu estava fazendo ali.

- Hey, you! - Disse, fechando o armário e vindo em minha direção.

- Oi. - Respondi, e sorri de leve, virando meu corpo em sua direção e apoiando meu ombro no armário de Josh. - Não sabia que seu armário era por aqui, tava vendo se achava meu amigo. - Disse, apontando levemente com o polegar para o objeto de metal no qual eu me apoiava.

- Chegou em casa bem ontem? - Tentou puxar assunto.

- Cheguei sim, e você?

- Também. - Respondeu, e mexeu nos cabelos, jogando os mesmos para trás.

- Por falar em ontem - Comecei. - Eu tenho que te entregar o casaco, mas eu achei melhor lavar primeiro.- Sorri sem graça.

- Não precisa. - Ele riu levemente.

- Precisa sim. - Afirmei. - Eu andei com ele pela chuva, não vou te entregar o casaco sujo. - Protestei. Na verdade eu ia sim, tanto que eu trouxe o moletom vinho comigo para a escola, mas foi tudo culpa do estresse que eu tive antes de sair de casa. Não estava pensando direito.

- Não, o que eu queria dizer era que não precisa devolver. - Olhei pro mesmo juntando minhas sobrancelhas. - Ele ficou bem melhor em você.

- Como assim? Óbvio que eu vou te devolver. - Respondi, eu estava realmente confusa. - Não posso aceitar.

- Tá bom então, Cinderela. - Ele disse, rindo, como quando você está em uma discussão e diz um "tá bom" que na realidade quer dizer "vai achando", e fez menção de seguir seu caminho.

- Vai desistir assim, Hamilton? - Falei, segurando o riso. Nash olhou pra mim com os olhos arregalados e confuso, mas com um pouco de graça em sua expressão.

- Então você tem uma resposta para Cinderela, não é mesmo?

- Exatamente. - Sorri vitoriosa.

- Bom saber que você anda pesquisando sobre mim. - E essa foi a vez dele sorrir vitorioso.

- Eu não estava pesquisando nada, amore. - Me fiz de sonsa e dei dois tapinhas em seu ombro. - Foi um passarinho que me contou. - Sorri e saí andando.

- Esqueci que você é a Cinderela e que os bichinhos são seus amigos, princesa. - Ele disse ao fundo, me fazendo sorrir.

- Agora você entende quem me contou. - Falei, virando de costas, sem parar de andar.

O que aconteceu foi que, quando eu e Samantha fomos na secretária tentar descobrir o número do armário do Nash, acabamos descobrindo que Nash era seu nome do meio. Eu tinha uma carta na manga, e deveria usá-la.

 

Era aula de história, e lá estava eu, escutando sobre a guerra civil americana pela décima terceira vez. A cabeça apoiada em minha mão, e os olhos quase fechando, tentando olhar pro professor, mas minha atenção sempre acabava indo para as bandeiras penduradas na sala. A classe de história não era da melhores, não tinha ninguém que eu conhecesse nessa aula, só Shawn que era um mero conhecido e Gilinsky, meu novo vizinho. Um sentado em minha frente e outro na minha diagonal, respectivamente. Falhei ao tentar prestar atenção no professor, e agora meus olhos estavam parados na mesa de madeira falsa onde meu material estava.

Um pequeno pedaço de papel surgiu na ponta da mesa: Mendes. Abri o mesmo e ri com que estava escrito dentro:

" Cheguei a conclusão de que meu pássaro seria uma águia. "

Logo depois da palavra "Águia" era perceptível marcas de rabiscos apagados, ele tentara desenhar.

" Sério? Eu estava pensando em uma rolinha"

Respondi, desenhando um pequeno passarinho da espécie no canto da folha, e devolvendo o papel logo depois.

- Rolinha? Sério?- Disse ele virando pra trás, seguido do falatório vindo da sala de aula. Faltavam 10 minutos para acabar a mesma.

- Não sei, estou pensando ainda.- Falei, apoiando os braços na mesa e inclinando a cabeça levemente para o lado.

- Ei, vocês.- Indagou Gilinsky, que agora virava o corpo para nós, e apoiava os braços nos joelhos.- Vai ter uma festa amanhã, na casa do meu amigo Johnson, vocês estão convidados. - Terminou, soltando um sorriso.

- Amanhã é sexta, certo?- Perguntou Shawn.

- Sexta-feira, dia 8, sim.- Respondeu o moreno. - Espero vocês lá. - Falou por último, levantando e saindo, junto com parte da turma.

Por um momento eu parei, olhei de Shawn para a porta na qual Gilinsky passara alguns segundos antes e disse, apontando com o dedão para a mesma:

- Ele não nos deu o endereço. - Shawn deu uma leve risada e tirou seu livro e caderno da mesa, colocando o mesmo embaixo do braço. - Tá bom, então.

 

Estava na fila do almoço, eu tinha minha bandeja em mãos e ficava na ponta dos pés afim de saber o que tinha para comer hoje. - Oi. - Disse rapidamente uma voz vinda de trás de mim, me fazendo fixar os pés no chão.

- Oi. - Respondi para o garoto de cabelos escuros e sobrancelhas extremamente grossas. - Você vai, não é mesmo? - Perguntou, me olhando como uma pessoa olha para um cachorro de rua. Com pena. Não era explícito, mas estava lá.

- Por que você quer que eu vá? - Perguntei de volta, tirando a bandeja da bancada e andando com ela em mãos acompanhando a fila.

- Porque você é a minha vizinha, e eu achei que você podia usar uma festa. - Disse, andando atrás de mim, fazendo com que eu olhasse para ele com um olhar debochado.

 - Olha, deixa eu te explicar uma coisa. - Respondi séria, colocando a bandeja na bancada e virando pra olha-lo, irritada. - Eu não quero a sua pena. Eu não sei o que você escutou, ou pensa que escutou, mas as coisas que se passam na minha casa não dizem respeito a você, ou mais ninguém, além de mim e da minha família, então guarde esse seu olhar de pena e essa sua "compaixão" para alguém que realmente necessite dela. Pergunta para um morador de rua ou pra um cãozinho abandonado se eles podem "usar um pouco de diversão", porque eles tem problemas de verdade e faria bem pra eles destruírem a cabeça e se divertirem um pouco. Eu não tenho, por isso eu não preciso da sua dó.

Ele ficou chocado, sem graça e boquiaberto. Eu não posso culpa-lo, mas se tem uma coisa que eu aprendi com o tempo é que não vale a pena se cercar de pessoas que estão ali por simples pena ou interesse. Eu quero ao meu lado pessoas que gostem de mim pelo que eu sou e não pelo que se passa na minha vida. Eu não quero ser o cãozinho mau tratado que precisa de alguém para protege-lo. Dos meus problemas, lido eu. Segui em frente junto da fila, e obviamente Jack foi atrás, afinal ele estava ali para pegar o almoço.

- Olha,- Começou o moreno. - Não foi isso que eu quis dizer. Você tem razão, eu não queria trazer o que aconteceu ontem à tona, até porque não diz respeito à mim.- Olhei para o mesmo como quem diz "que bom que você sabe".- Mas eu realmente quero me enturmar, e por isso acho que você deveria ir para festa. Leva seus amigos, aquela loirinha de cabelo curto e batom vermelho. Qualquer pessoa é bem vinda. Além do mais, eu quero ter um relacionamento bom com a minha vizinha.- Riu de leve, me encostando com o cotovelo. - Eu podia te dar carona pra festa, tenho três lugares no carro, além de mim e da minha namorada. - Terminou de falar com um sorrisinho no rosto.

- Eu falo com você da carona depois. - Respondi, pegando um suco e colocando na bandeja. - Mas eu ainda preciso do endereço. - Falei, olhando pra ele. Logo depois que saímos da fila e pegamos nossos almoços, Gilinsky me mandou mensagem com o endereço da festa e eu segui para minha mesa, onde Josh, Charlie e Samantha estavam sentados, comendo batata-frita e rindo.

- Era exatamente disso que eu estava falando! - Exclamou Sam, colocando uma na boca.

- Gente.- Disse, com cara de enterro e me sentando à mesa. - Temos uma festa pra ir. - Terminei, bebendo meu suco emburrada enquanto Josh e Charlie comemoravam e começavam as apostas sobre quem pegaria mais meninas. No final de tudo, eu não sou uma grande fã de festas.



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