História The Strange Teacher of Polis - HIATUS - Capítulo 5


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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa, Octavia Blake, Personagens Originais, Raven Reyes
Tags Clexa
Visualizações 89
Palavras 890
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Um PVO da Lexa. Perdoem os erros.
Bom fim de semana e até semana que vem!

Capítulo 5 - Five


Lexa PVO

 

Deixei a garota petulante em sua casa e fui resolver uns assuntos pessoais. Andei pela cidade com minha moto para relembrar as origens. Parei frente a um salão antigo e desci da moto. 

 

Empurrei a porta e entrei no local. Estava escuro, o cheiro de livros velhos exalavam me fazendo torcer o nariz. Paro e fecho os olhos tentando perceber onde está a pessoa que procuro. Escuto seus passos caminhando lentamente em minha direção, me sento em uma cadeira colocando os pés na mesa que tinha ali.

 

– Quem está aí? — pergunta antes de me ver. Ele chega onde estou e congela ao ver. Levanto abruptamente e o jogo contra a parede segurando seu pescoço. Sua bengala cai ao chão e ele me olha assustado.

 

– Olá Jonás, sentiu minha falta!? — pergunto sorrindo de lado. Ele engole em seco e se esquiva de mim em um gesto não muito rápido. Dou um sorriso frouxo enquanto ele pega a bengala tentando me acertar. Seguro a mesma no alto e o encaro. — Esta ficando velho! — falo. 

 

– Posso ser velho, mais você é a rabugenta! — afirma com rancor. Retiro a bengala da sua mão e o entrego. Ele pega me olhando com raiva. 

 

– Assim que sou recebida!? Eu esperava fogos e um conhaque ...Afinal , o bom filho a casa torna! — ironizo. Ele resmunga e começa a andar mancando. 

 

– Disse bem, bom filho...— diz. Sorrio se lado e me sento novamente como estava. Ele começa a arrumar alguns livros que estavam esparramandos. — Não vou nem arriscar perguntar o que faz por aqui! — diz irritado. Dou de ombros.

 

– Vim resolver uns probleminhas...que inclusive era serviço seu! Não tem vergonha Jonás!? — questiono. Ele pega um dos livros e arremessa em direção ao meu rosto. Antes que o mesmo me acerta o seguro e me inclino de lado olhando para ele com o livro ainda na frente do meu rosto. — Estou adorando sua receptividade comigo! — falo e colo o livro sobre a mesa. Ele se vira e vem em minha direção.

 

–  Acho que você não sabe com quem está lidando! — afirma. Me levanto ficando rapidamente a sua frente. O encaro com o maxilar trincado e começo a andar o fazendo recuar.

 

– Ah não!? Então me diz, com quem estou lidando? Hein? VAI!!! — pergunto irritada. Ele se apóia na parede atrás de si e engole em seco. 

 

– Você precisa de ajuda! — afirma. Dou uma risada de deboche e cruzo os braços o encarando.

 

– Vou me lembrar disso! — respondo. 

 

– Vai se lembrar quando tiver com a cabeça fora do corpo. Ai será tarde! — afirma. Trinco o maxilar e seguro seu queixo o fazendo me encarar. 

 

– Você me parece bem informado..

Agora me pergunto, porque não fez nada!? PORQUE? — pergunto o encarando. Ele suspira e desvia o olhar. O solto e espero uma explicação.

 

– Olha pra mim Lexa, velho e manco. Eu não sirvo mais pra isso! Eu não consegui nem sentir a presença de algo diferente...— afirma sincero. Respiro fundo e coloco as mãos dentro do sobretudo. 

 

– Você se tornou uma vergonha para nossa linhagem! — afirmo ríspida. Ele me olha decepcionado.

 

– E você se tornou uma vergonha pra mim! Ser uma das melhores te deixou com uma arrogância sem tamanho Lexa! Agora se me dê licença, tenho mais o que fazer! — diz saindo para o fundo do salão e me deixando sozinha. 

Me retiro do local e volto para minha moto. Vou em direção a ponte da cidade e encosto minha moto em um local escondido. Desço da mesma e fico observando o sol se por. 

Fico um tempo ali e escuto passos, em um movimento rápido me coloco escondida. 

Observo uma garota chegar empurrando uma bicicleta. Cerro os olhos a encarando e vejo que se trata da mesma menina petulante de mais cedo. 

 

– Só pode ser brincadeira! — sussurro. — Esses jovens não sabem correr do perigo. Eles vão ao encontro. — afirmo. Embora eu também fosse uma jovem, um pouco diferenciada, tinha muita perspicácia e experiência. 

 

Ela encosta a bicicleta sobre a ponte e se senta sobre o suporte da mesma. Meu coração salta ao imaginar que ela pode cair dali. Me repreendo mentalmente. 

Ela observa o horizonte onde o sol terminava de se esconder. 

Em um determinado momento ela passa os dedos sobre o rosto; parecia estar chorando. Imagino ser por causa do garoto. Fico à observando quando ela se vira assustada olhando para o lado. Mais específicamente para dentro da floresta. Me concentro e sinto a presença de algo; ela desce do suporte e começa a caminhar devagar em direção a floresta. Parecia hipnotizada. Grunhi e sai do esconderijo indo em sua direção. 

 

– Garota!? — a chamo. Ela parece não me escutar e continua caminhando em direção a mata. — Mas que inferno! — falo irritada e caminho rápido em sua direção. A puxo pelo braço fazendo ela se virar para mim. Seus olhos estavam com a pupila dilatada. Seguro seu rosto com as duas mãos e ela parece voltar em si. Pisca várias vezes me encarando e me abraça. 

 

Fico estática enquanto ela chora assustada e agarrada em mim. Não sei retribuir nenhuma demostração de afeto, não fui treinada para isso. Ela me aperta forte enquanto eu permaneço com meus braços caídos. 

Olho em direção a mata e vejo um vulto adentrar a mesma, fugindo da minha vista. Dou um sorriso de lado. 

"Já estava sentindo falta disso". Pensei. 

 


Notas Finais


Deixem suas opiniões e até.


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