História The Strange Teacher of Polis - HIATUS - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa, Octavia Blake, Personagens Originais, Raven Reyes
Tags Clexa
Visualizações 67
Palavras 1.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde

Capítulo 6 - Six


Clarke PVO

 

Estou abraçada com ao que parece ser a professora. Num ato de desespero eu envolvi meus braços nela. Sinto ela segurar meus braços levemente e me afastar dela. 

 

– Ficou maluca garota!? Ia entrar na droga dessa mata sabendo que poderia se perder? — fala exasperada e com arrogância. — Quer terminar igual ao tolo do seu amigo? — pergunta. Sem pensar levanto minha mão acertando um tapa em sua cara. Ela mexe o queixo e volta a me encarar, agora com fúria. Não me intimido e me aproximo de seu rosto; próxima o bastante para sentir sua respiração contra meu rosto.

 

– Você não tem o direito de falar do Mat! — digo entre dentes . — Você não o conhecia! — falo. Ela trinca o maxilar e eu viro as costas. Pego minha bicicleta e faço caminho de volta pra casa.

 

Fui o caminho todo despejando xingamentos sobre a professora. Minha cabeça estava uma confusão, e a presença dela deixava tudo mais confuso. Agora entendi porque o Mat fazia anotações de tudo para tentar entender. 

Entro em casa e subo as escadas sem ao menos avisar meus pais que cheguei. Precisava entender porque estava caminhando em direção a mata, eu não queria ir, parecia que algo me puxava. Como se fosse um imã.

Sento na cama com um caderno em mãos e começo a anotar os acontecimentos considerados anormais. No topo da lista estava o desaparecimento de Mat e posterior, sua morte. Não vi como ficou o estado do seu corpo e meu pai nunca me dizia ao certo. 

Mais abaixo estava a sensação de estar sendo seguida. A corrida da casa do Mat quando a professora...

 

– Ela sabia onde eu morava...— sussurro. Ela era novata aqui, apareceu após a morte do Mat. Meu coração acelera com a hipótese dela ter algo a ver. Balanço a cabeça espantando esses pensamentos. Estava montando teorias igual meu amigo.

Respiro fundo e recomeço meu "mapa".

 

"Mat havia visto algo estranho na floresta"

 

Eu também vi, quer dizer, não vi mais foi estranho o que aconteceu hoje. 

 

– Preciso pegar as anotações dele! — digo a mim mesma. 

 

– Esta conversando com quem Clarke!? — vejo Aiden me olhando confuso com a porta do quarto entre aberta. Sorrio fraco e aceno para que ele entre. 

 

– Ninguém, estava...lendo! — menti. Ele subiu na cama e deitou com a cabeça no meu colo.

Começo a fazer carinhos em seus cabelos e ele suspira.

 

– A cidade está estranha! — diz. Paro com o carinho e olho pra ele confusa. 

 

– Porque diz isso? — questiono. 

 

– As pessoas andam com medo! — fala. Sorrio e continuo mexendo nos seus cabelos. 

 

– Vai ficar tudo bem Aiden, você vai ver! — digo sincera. Estava disposta a descobrir o que fez meu amigo desaparecer e quem matou. 

 

 

 

**

Minha mãe agora me levava a escola, a cidade ficou em alerta pois o boato de que Mat poderia ter sido assassinado se espalhou. 

Não tínhamos aula todos os dias com a Alexandra, mas hoje, eu infelizmente teria. 

Desci do carro e entrei no pátio. Estava distraída tentando mudar a música do meu celular quando alguém esbarra em mim derrubando meu material. 

 

– Desculpa gracinha! — diz. Olho o autor da voz e vejo um rapaz de cabelos negros me olhando galante. Era bonito. 

 

– Não tem problema! — falo me agaixando para juntar minhas coisas quando ele me impede. 

 

– Eu pego! — ele junta o material e me entrega. Vestia uma camiseta preta e calça preta. Ele me fita sorrindo e eu sorrio fraco em resposta. 

 

– Aluno novo? — questiono. Eu nunca havia visto ele por aqui. Ele passa as mãos no cabelo e sorri.

 

– Pode ser...Mas estou pagando materia, sabe como é! — diz. Apenas concordo. Ele estende a mão em minha direção. — Finn Collins, a seu dispor! — diz. Sorrio e o cumprimento. 

 

– Clarke Griffin! — respondo. Arrumo minha bolsa e olho para ele. — Preciso ir agora. Até mais! — falo e me retiro. Vou até o armário e guardo o que não vou utilizar na aula. Entro na sala e vejo o mesmo garoto sentado no fundo da mesma. Ele sorri para mim e eu apenas aceno me sentando perto dos meus amigos.

 

– Gente cada dia que passa eu amo mais essa escola!— comenta Octavia se referindo ao novato. Gargalhamos e o sinal toca. Não demora muito tempo Alexandra entra na sala. Hoje ela usava um coturno marron que combinava perfeitamente com a calça de coro da mesma cor. Uma blusa branca em gola "v" e mangas compridas, com um óculos aviador enroscado na mesma. Seus cabelos estavam soltos e ela... Estava linda. 

 

– Meu Deus...— escuto Octacia sussurrar atrás de mim. Ela vinha sentando no lugar que era do Mat. Não respondo seu comentário. Estava observando a professora, a sala inteira estava. Ela estava caminhando até sua mesa quando para no meio do caminho. Se vira vagarosamente e olha no fundo da sala. Trinca o maxilar e engole em seco. Olho por cima dos ombros para ver o motivo de seu irritamento e vejo o garoto de mais cedo a olhando enquanto assobiava. Ele pisca pra mim enquanto volto minha atenção a professora que agora me encara. 

Ela volta a caminhar para sua mesa resmungando algo como "aqui virou a casa da mãe Joana". 

Ela pega um giz e começa a escrever algo na lousa. 

 

– Quero se apresentem. Me digam seu nome, idade e...

 

– Vai querer meu telefone também? — escuto Edie gritar. Ela para de escrever e se vira para frente dando sei maldito sorriso presunçoso. Coloca as mãos para trás e encara Edie; sua expressão se torna fria e dura. 

 

– Não, não o seu! — diz. A sala inteira começa a vaiar o garoto. Ela sorri de lado e olha em minha direção. "Maldita", penso. — Vamos começar por você menina! – completa. 

 

Respiro fundo e começo a falar.

 

– Clarke Griffin, 18 anos! — falo.

 Ela arqueia uma sobrancelha com minha informação. 

 

– Atrasada imagino! — diz. Cerro os olhos e a encaro. Não estava atrasada, não exatamente. Houve uma época que meu pai fazia serviços comunitários em cidades carentes. Não tínhamos moradia fixa e isso desorganizou meus estudos. Com 12 anos nos mudamos para Polis onde permanecemos até hoje. Havia pessoas mais velhas do que eu na turma, por causa do histórico de reprovação. Dou de ombros fingindo pouca importância para o que ela achava. A vejo trincar o maxilar e apontar para outro aluno. Não prestei muito atenção no que o restante da turma dizia, já conheça todos. Após alguns minutos ela pergunta o nome do novato; sem muita animação. 

 

– Fin Collins! — ele diz animado.

Toda a sala tem atenção a ele nesse momento. 

 

– Idade!? — pergunta olhando o rapaz com cara de tédio. A animação dele se transforma em preocupação assim que ela pergunta a idade. Ele olha ao redor da sala e engole em seco. Volta a olhar a professora que agora estava com um sorriso presunçoso no rosto. Eles se olham enquanto a turma acompanha atenta. Em um determinado momento Alexandra muda a expressão e olha em direção a janela; olho no fundo e vejo o rapaz encarando a mesma direção. Ele sussurra um "droga" e se levanta apressado saindo da sala. 

Alexandra continua encarando a janela e isso faz toda turma sair de seus lugares e ir em direção a janela. Me levanto indo em direção a janela, não sem antes escutar Raven dizer :

 

– Mas que porra é essa!?


Notas Finais


Até


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