História The Supernatural Curse - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ação, Romance, Sobrenatural, Suspense
Exibições 3
Palavras 2.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Shounen, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa leitura

Capítulo 1 - Capítulo 1


Em um terreno afastado de New York há uma pequena cidade, e essa cidade é conhecida por ter seres sobrenaturais. Nenhum dos relatos sobre esses seres eram verdadeiros.

 Poucos moradores acreditavam na lenda, e outros, tentavam evitar conversar sobre o assunto. O nome da cidade é Supernatural City. Na verdade, esse não era o seu verdadeiro nome, porém, nenhum morador da vila o revelava.

  Três jovens moças chamavam a atenção de todos na cidade. Devido a sua beleza. Irmãs, com um pai rígido, sedento por riqueza. Faz de tudo para suas filhas se casarem com homens ricos e com luxúria. Os nomes de suas filhas são Ayano, Annie e Yui.           

                                                              

_~_~_~_~_~_SINOPSE_~_~_~_~_~_

 

  Já era de manhã em Sobrenatural City, como esperado, as três irmãs acordaram e se arrumam para o trabalho diário. E depois de prontas, foram para o ponto de ônibus e aguardaram o transporte.

- £ Ayano – Sou aquela que “caiu do céu”, aquela que era um sobrenatural bom, mas agora, não posso dizer o mesmo £ -

 

 Como de rotina, aguardava o ônibus com as minhas irmãs. Trabalhávamos em uma empresa de telefonia e recebíamos um pouco menos que um salario mínimo. O bastante para sustentar o nosso pai, porém, não sobra um real para nossos caprichos, sendo roupas, acessórios, e coisas para nos embelezar.

 Fico refletindo dia pós dia, se em algum momento de nossa trajetória vamos ser livres para seguir o nosso próprio caminho. Minha mãe, antes de falecer no parto da minha irmã mais nova, Yui, sempre me dissera que eu deveria me espelhar em homens e mulheres com poder, por terem dinheiro e grandes mansões e que um dia eu teria que ser como eles, mas meu conceito nunca mudou.   

  Acho que devo seguir o meu próprio caminho, me espelhar em meu próprio eu, não servir de fantoche para o governo ou para a minha família. Mas meu pai pensa diferente, como a minha mãe.

  Isso nunca mudou, nunca mudará, meu pai não liga para a nossa saúde, se pudesse, vendia meu corpo e o das minhas irmãs para lucrar um bom dinheiro.

    “Você acredita que a sua pequena cidade é sobrenatural?”

 Puff... Hahaha, não me faça rir. Não acredito em contos de fada. Ou pelo menos, não acreditava. Mas antes, para mim nunca houve esse negócio de rainha má, príncipes em cavalos brancos, princesas presas em torres enormes, bruxos amaldiçoando reinos, vampiros mordendo pescoços ou pior, ceifeiros roubando almas, juntamente com demônios.

  “Você sabe o nome de sua cidade? Revelará para o público?”

 Sim, sei o nome de minha cidade. Com o nome se tem segredos obscuros que apenas os moradores sabem. Ao decorrer de nossa história, tu saberás por que guardamos conosco o verdadeiro nome da cidade. E não, não revelarei para ninguém no momento, a não ser que você descubra sozinho, por si só. Mas se descobrir deverá manter em segredo, ou será torturado... Brincadeirinha...!

 Bom, espero que goste de nossa história! É complicado explicar isso por palavras, mas acredite, tudo que aconteceu, é verdade.

       

_~_~_~_~_~_COMEÇO DE TUDO _~_~_~_~_~_

>Autora: Pega a pipoca, o refrigerante e a nutella de

adicional, se acomode, por que lá vem história<

 

- £ Annie – Sou aquela que vive nas chamas, aquela que defende o mal. Alguém que você deve temer. Sou o ser maligno que vive nas profundezas do subsolo £ -

 

  O ônibus vinha em nossa direção. Sinalizei parada com o dedo indicador e peguei nossos vales transporte.

 Dou os vales para o cobrador e passo na roleta com minhas irmãs. Como de costume, sento-me próxima a janela e encosto a minha cabeça no banco.

  Após 20 minutos no transporte, chegamos a nossa empresa. Entramos juntas e fomos até o banheiro vestir o uniforme e colocar o crachá com nossa identificação.

  Saímos do banheiro sem falar nada, paramos na recepção e deixamos nossas bolsas com a recepcionista. Depois fomos em direção ao escritório.

  Quando estava por passar na porta, o gerente da empresa me chama para a vossa sala. Já sabia do que se tratava, era um dos homens que meu pai queria que eu me casasse. Entrei no escritório com a expressão facial satisfatória, apenas para começar o meu “teatrinho”.

  - O que o senhor deseja? – Perguntei, sendo direta, mas não tirando o sorriso forçado do rosto.

  - Bom, vamos direto ao ponto. Quero me encontrar com você, hoje a noite no mesmo motel de sempre – Ele disse pegando uma quantia de dinheiro da carteira – Se fizer o serviço completo, lhe pago algo a mais... – Sorriu malicioso colocando o dinheiro sobre a mesa

  Antes de qualquer coisa, eu costumo a transar com esse cara em dias que ele me deseja, pois meu pai é um grande amigo dele, e esse resto de aborto se interessou em minha pessoa, fazendo com que meu pai me venda para este homem, e em troca, ele me oferece a quantia de dinheiro que equivale a uma noite comigo.

  Talvez, um dia, meu me case com este homem cheio de luxuria, por ser um capricho de meu pai.

  - Tudo bem... – Falei aumentando o tom de voz – Mas desta vez, eu quero que coloque 10.000 em meu valor. – Disse o olhando fixamente – Serei sua por duas noites...

  - Fechado! – Ele disse se levantando de sua cadeira – Passo em sua casa para lhe buscar no mesmo horário de sempre – Pegou uma de minhas mãos e a beijou... Terei que lavar com água oxigenada depois...

  Saí do escritório a passos pesados, e fui para a sala dos funcionários, onde os computadores ficavam. Sentei-me ao lado de minhas irmãs e o interrogatório estava próximo.

  - E aí? O que ele queria? – Ayano perguntou e quando eu ia responder a mesma me interrompe – Nem responda, ele queria transar com você de novo! Esse homem é um doente pervertido mesmo. – Ela disse folheado umas das pastas de sua mesa.

  - Não posso fazer nada, se eu não aceitar o velho morre e nos ficamos no olho da rua. – Disse me sentando e apoiando a minha cabeça sobre as mãos

  - Estou pouco me fodendo para aquele velho nojento, por mim que morra – Yui disse arrumando a papelada e grampeando alguns papeis.

  - Você não vai transar com aquele animal de novo! Você vai fugir conosco hoje à noite, iremos para a ferroviária finalmente ter nossa liberdade.

 - Há boatos de que não tem como sair da cidade, se você entrou não sairá mais... – Disse fazendo-as fixarem os olhares em mim, até começarmos a rir.

 - Certo, vamos continuar o trabalho antes que o gerente venha. – Yui disse bebendo uma xicara de café e ligando o computador

  Ficamos assim durante horas, até o nosso horário de almoço finalmente chegar. Almoçamos e logo após voltamos novamente para a empresa.

 

_~_~_~_~_~_HORAS DEPOIS _~_~_~_~_~_

 

 - £ Yui – Por mais que me mate, eu posso voltar à vida, não esqueça, eu sou a pessoa que leva as almas para o inferno. £ -

 

  Depois de um tempo, chegou finalmente o fim de nosso turno. Fomos para casa, ansiosas. Arrumamos nossas mochilas e fomos até a sala. Comecei a escutar o ronco de meu pai e ao mesmo tempo, gemidos do filme pornô que ele estava vendo.

  Ayano pegou o controle da televisão e jogou pela janela mais próxima que havia. Abro a porta devagar, evitando fazer barulhos e passo a passos leves e curtos. Logo atrás, elas me seguem de devagar.

  Fomos andando rapidamente até a ferroviária. No caminho, ouço passos logo atrás de nos. Parei por um momento para me virar, mas não vi ninguém. Continuei a caminhada com minhas irmãs até chegarmos finalmente na estação.

  Estava deserto, mas ignoramos e fomos para o trem desesperadamente. Não pagamos a passagem, não tínhamos dinheiro o suficiente, então usamos o vazio da ferroviária a nosso favor.

  Entramos no trem e sentamos em um banco que estavam no fundo. Esperamos o trem da partida sem falar nada, apenas escutando o som da ferrovia que estava em baixo de nós, e por sinal, bem enferrujada.

  - Estranho... – Ayano disse olhando para os lados – Não há ninguém no trem, apenas nós. Além de não ter ninguém na ferroviária também!

  - Será que a ferrovia está fecha... – Annie estava para completar a frase, mas o trem deu partida em alta velocidade, me fazendo ficar no automático e segurar em uma das barras de ferro que tinha do meu lado.

  - O que está acontecendo? – Perguntei apavorada – Vamos sair daqui!

  - Como? Nessa velocidade? Vamos nos quebrar pulando dessa joça – Ayano disse firme. Levantei-me e fui me apoiando nos bancos até a porta do trem, mas ela estava trancada.

  - Merda! Está trancada, estamos presas aqu... – Disse, mas sem conseguir terminar, pois o trem parou e me fez cair no chão – O que foi isso?!

  - Quem está no controle do trem?! Não é possível! – Annie disse pegando a sua mochila e a abrindo, logo tirou uma arma de dentro da mesma.

  - Desde quando você anda com uma arma na mão? – Ayano perguntou assustada.

  - Desde sempre. Agora vamos sair! Vocês duas, quebrem o vidro da janela para fugirmos, eu fico de guarda – Annie deu a ordem e eu e Ayano obedecemos.

  - Droga! Do que é feito essa porra! – Ayano gritou desesperada, pois o vidro não quebrava, fazendo o nosso esforço ser em vão.

  - Annie, atira na janela, AGORA! – Gritei quando uma neblina preta começou a tomar conta do trem. Annie atirou na janela e finalmente pulamos, mas, eu saí com um corte profundo no braço – Merda!

  - Tinha que ser, pega o meu cinto – Ayano disse tirando o cinto de sua calça – Coloca no braço, só para segurar o sangramento. Mas não aperte! – Ela me deu o cinto e eu coloquei o mesmo no braço

  - Vamos logo, eu não estou a fim de morrer justo hoje – Annie disse colocando a sua arma na mochila novamente.

  Corremos poucos quilômetros de distancia do trem. Já estávamos longe o suficiente para parar e ir em busca de água, pois não tínhamos força o suficiente para continuar.

  Andamos um pouco até encontramos um rio próximo, bebemos um pouco de água e eu limpei o corte, peguei um de meus panos de costura e coloquei no lugar onde se localizava o corte. Annie me deu um barbante para segurar o pano. Ela carrega vários objetos desse tipo, para fazer seus artesanatos, um hobby que tinha.

  Sentamos no chão e ficamos nos encarando, eu estava com algum tipo de receio, algo de ruim ainda estava por vir.

  Levantei-me e fui olhar em volta, pois algo ainda não estava certo. Depois da ronda, vi que não havia ninguém e voltei para perto de minhas irmãs. Que por sinal, estavam brigando.

  - Eu preferia transar com aquele ridículo. Você colocou nossas vidas em risco! – Gritou Annie com a voz firme, sem rodeios, foi bem direta.

  - Que se foda. Mesmo se você fosse foder com o cara, você ainda estaria com aquele velho nojento que diz ser nosso p... – Ayano terminava a frase, mas algumas pessoas com uma capa preta e mascara tampou nossas bocas.

  Resmungávamos, mas não tínhamos sucesso, as pessoas mascaradas ainda tampavam nossas bocas.

  Ayano, com coragem, deu um chute na pessoa que tapava a sua boca, em seguida Annie deu uma cotovelada no mascarado. Ela abriu sua mochila e pegou a arma que lá havia, apontou para todos, que começaram a rir.

  - Hahaha, não tenho medo arminhas com bala de ferro, a não ser que seja de prata – Um dos mascarados disse rindo.

  - Como assim, de prata? Que você pensa que é, essa arma pode te matar! – Ayano disse assustada. O mascarado que me segurava me soltou, e ao mesmo tempo, as pessoas que nos seguravam tiraram suas capas e mascaras.

  Eram três rapazes, dois com olhos vermelhos e presas afiadas, e outro com um olho azul que estava em chamas por dentro.

  - Não é possível...! – Annie disse olhando para os três rapazes – Vocês só podem estar nos zoando...

  - Hoje é que dia? Esqueci-me de me fantasiar para o dia das bruxas! – Ayano disse rindo dos rapazes que nos olhavam sérios.

  - Não estamos fantasiados, não seja rude! – Um dos rapazes disse olhando para Ayano

  - Que seja! – Annie disse se sentando no chão – Está tudo rodando, o que está acontecendo?! – Eu e Ayano corremos até ela e a deitamos no chão

  - Façam alguma coisa! – Disse checando a temperatura de Annie – Ela está quente!

  - ... Sim, sabia que a energia mística vinha dessas meninas. Provavelmente alguém da mesma espécie e da mesma família está por perto, por isso o desmaio. – Um dos rapazes que estava próximo de nós falava com seus companheiros. Acabei ouvindo a conversa e ficando mais confusa.

  - O que estão falando?! Energia mística? – Ayano perguntou confusa, se aproximando dos rapazes.

  - Sim, parece que você não sabe quem você realmente é. Não é mesmo?! Hahaha, patético – Um rapaz se aproximou de Ayano e sorriu – Seu cheiro é divino, normalmente as sobrenaturais não tem um cheiro tão bom quanto o seu.

  - S... Sobrenaturais?! – Annie disse se levantando com dificuldades – Não existem essas coisas. Lobisomens, Anjos caídos, Ceifeiros, Vampiros...

  - Quer que eu morda o seu pescoço demônio? – O outro rapaz de olhos vermelhos disse com um tom sarcástico

  - O QUE?! Isso está cada vez mais confuso – Disse me sentando no chão. – Alguém me fale o que realmente está acontecendo?!

  - Eu não vou me dar o trabalho de explicar... Entenda como quiser – Um dos rapazes me puxou pelo braço com força e me segurou

  - Ei! O que está fazendo – Perguntei assustada – Me solta infeliz!

  - Vamos levar vocês para um refugio, seres sobrenaturais não podem andar soltos por aí... – Ele disse – Peguem as outras! Vamos embora logo – Ordenou para seus amigos, que foram segurar minhas irmãs.

  - Você “ACHA” que vamos com vocês – Ayano chutou o membro de um dos rapazes que a segurava, logo depois ajudou Annie a se soltar, e logo me ajudaram também.

  Corremos sem olhar para trás, já estávamos sem fôlego, mas era nossa única chance de escapar.

  Já estávamos longe o suficiente para parar, mas para a nossa surpresa um lobo parou em nossa frente, estávamos indo para trás, mas alguém apareceu, parecia o mesmo rapaz que segurou Annie, olhos vermelhos e dentes afiados.

  Quando percebo, estava presa a um tipo de energia azul com minhas irmãs, que prendia nossos braços e pernas.

  O lobo que nos cercou virou um homem, e a energia que nos prendíamos nos soltou, fazendo-nos cair de joelhos no chão, outro homem apareceu nas sombras, com uma bola de fogo azul na mão.

  - O que é isso! – Ayano perguntou surpresa – Isso é algum tipo de pegadinha? Nosso pai está por trás disso não é?! - Ela se levantou assustada e encostou-se em uma pedra

  - Cansei de brincadeiras – O “lobisomem” pegou Ayano e colocou em suas costas, logo se transformou e foi correndo rapidamente, até sumir.

  - AYANO! – Annie gritou – O que ele fez com ela!

  - Quer ir atrás de sua irmã, princesa? – O rapaz de dentes afiados e olhos vermelhos disse se aproximando de nós.

  - AGORA! – Annie gritou fazendo o rapaz rir

 - Seu desejo é uma ordem – Ele a pegou no colo e correu rapidamente, sumindo no ar também. Quem esse cara pensa que é?

  - Vamos – O ultimo rapaz que sobrou falou algumas palavras em alguma língua diferente nos teleportando para um refugio, provavelmente o refugio que eles tanto falavam.

  - Quero vomitar... – Disse sonsa – Onde estou? Ayano...  Ann... – Essas foram minhas ultimas palavras, até eu cair em desmaio no chão.

M


Notas Finais


Espero que tenha gostado, até a próxima!


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