História The Teacher - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Percy Jackson
Tags Aluna, Clichê, Colegial, Percabeth, Percy Jackson, Professor
Exibições 126
Palavras 2.891
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLHA KEM VOLTOU!
Bem gente eu sei que demorei, mas primeiro eu vou contar tudo o que se passou. Nesta sexta feira (dia 4 de Novembro) eu sofri um "Colapso Mental". Devido ao estresse, nervos, falta de descanso o meu cérebro sofreu um bug, enfim eu fikei passando mal e tudo ficou pior por causa do problema de coração que tenho. A coisa ficou feia ao ponto de eu ir parar no hospital e ter de seguir uma dieta rigorosa e tomar varios comprimidos. Os medicos falaram para a minha mãe - depois ela me contou - que eu tive um Colapso Nervoso - Que devido ao stresse e os nervos da faculdade somado ás poucas horas de sono dos ultimos 2 meses (devido ás provas e ao medo de reprovar) fizeram com que o meu sistema nervoso entrasse em parafuso. Eu sofro de um problema cardiaco - Uma Coarctação da aorta na Aorta (pesquisa sobre isso se não entender) .
O meu sistema nervoso fez com que a minha pressão arterial subisse mais de 180, fazendo o meu coração entrar em Hipertensao grave, quando nós entramos em hipertensão, o nosso cérebro diminiu a pressão cerebral sanguinea, para que caso ocorra algum traumatismo, o nosso cerebro não sofra sequelas. Porem quando a minha pressão cerebral baixou, a Cardiaca continuou aumentando. Os medicos falaram que foi por sorte que a minha artéria Aortica nao estourou - o que eh fatal. MAS GRAÇAS A ALGUEM, SEJA LA QUEM FOR EU TOU BEM E MELHOREI.

Duas semanas depois, como eu tenho muita mas muita sorte msm (#sqn) eu tive uma otite no ouvido e tb nao foi das boas... deitei mais sangue da orelha direta de que menina na mestruação. Tudo isso devido ao Inverno que começou aki em Portugal.
Quando FINALMENTE EU MELHOREI eu entrei semana de prova e ai [email protected] tudo.
POREEEEMMMMM MEUS AMORES hj eh feriado aki, e pra proxima quinta feira- dia 8 - tb. E as ferias começam dia 14!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Logo vou ter tempo de escrever, e postar tudo akilo k kero postar.

ME PERDOEM E TEM AKI CAP GRANDE.

Capítulo 28 - Swetty


– Eu juro que falarei com Thália – resmungou a loira se ajustando no sofá – Que mania que ela tem de resolver as coisas dos outros.

– Pois mas se não fosse ela, talvez eu tivesse demorado mais esclarecendo as coisas com você – Percy sorriu pondo um braço em volta dos seus ombros dobrando o pequeno lençol em volta da sua cintura.

Olhou para a loira que vestia a sua camisa branca fechando os pequenos botões. As vezes parecia que nunca iria se cansar de ver aquela imagem.

– Volte a esconder coisas de mim Mr. Jackson – ela olhou fixamente para ele, porém uma fina ponta de humor debruçava sobre os seus lábios – Que o senhor irá se arrepender viu?

– Me considere avisado menina Chase – ele gargalhou, beijando o topo da sua testa.

– Nossa – gemeu ela se ajustando mais uma vez sobre o estofo do sofá – Acho que dei um mau jeito nas costas.

– Eu falei para irmos para a cama, você resmungou que não que queria aqui– ele acusou com um pequeno sorriso triunfante – Agora aguente

– Não resmungue comigo, você também não insistiu – contrapôs a Chase rodando o pescoço – Nossa me doi o pescoço.

– Vem cá – ele pediu. Se sentou  atrás dela tocando com cuidado sobre a curva dos ombros. Os seus dedos iniciaram vários movimentos, massajando cuidadosamente cada centímetro da sua coluna.

– Nossa – ele sorriu fechando os olhos – Se eu soubesse que você tinha esse jeitinho com as mãos teria pedido mais cedo.

Um sorriso relampejou sobre o rosto. Os seus lábios beijaram a pele da sua nuca, e por fim se aproximou do seu ouvido – Eu tenho muitos jeitinhos garota.

– Nada convencido!

– Realista docinho.

Ela riu continuando a apreciar as mãos do moreno que trabalhavam sobre a sua pele.

– Annabeth – a voz de Percy soou quase quando um murmúrio.

– Sim?

– Eu preciso conversar com você – ele falou.

– Nossa, você ficou sério – estranhou ela arqueando a fina sobrancelha – Vamos, me conte.

– Thália me falou algo que anda meio que… me preocupando.

– Seja mais especifico.

– Quem é o cara?

– Como é?

– Anda um cara atrás de você – ele afirmou – Quem é ele?

– Como assim? O que Thália contou para você?

– Me contou que anda alguém – ele deu um pequeno sorriso sarcástico – um garoto interessado em você.

– Ah o Luke.

– “Ah o Luke” – ele pronunciou como se cada letra fosse uma piada – Então é ele. Luke Castellan.

– Que se passa Percy? Ele é meu amigo.

– Amigo com interesse em você.

– Quer que eu faça oque? Que impeça ele de gostar de mim?

– Ah então ele gosta é isso?

– Percy nós vamos discutir mesmo por causa do Luke? – questionou ela agarrando o seu rosto com um pequeno sorriso.

O Jackson suspirou – Claro que não.

As mãos do professor percorreram-lhe a cintura adentrando por dentro da camisa. Os braços da Chase rodearam o seu pescoço enquanto os dedos deslizavam pela costas nuas do mais velho. Percy agarrou no seu rosto, beijando delicadamente os seus lábios.

– Annabeth?

– Sim – suspirou. Odiava quando ele a chamava com aquele tom de dúvida e hesitação.

– Eu devo me preocupar com ele? – os olhos verdes fixaram os da Loira com atenção.

Annabeth sorriu, dando um beijo rápido em seus lábios – Claro que não, é com você que eu estou não é?

Ele deu um sorriso orgulhoso, penteando os seus cabelos, os afastando do seu ombro. A boca beijou a curva do seu pescoço, subindo até ao maxilar – Você é a minha garota certo?

– Certíssimo. – ela riu, sentando no seu colo.

– Estamos bem não estamos?

– Você hoje está carente demais sabia? – comentou ela com uma gargalhada enquanto acariciava os pelos da nuca do Jackson – Eu adoro você okay?

– Eu também adoro você – sorriu depositando mais beijos pelo seu rosto – E tem razão eu tou sentimental demais.

– Hoje eu deixo – sussurrou ela sentindo a os finos lábios do namorado lhe percorrendo a face. A mão do Jackson subiu pelas costas até aos cabelos os puxando gentilmente para trás, enquanto a sua boca beijou ferozmente o seu pescoço.  – Hoje a minha mãe vai estar ocupada.

– Humm sério? – ele sussurrou continuando a beijar firmemente o seu queixo.

– Sim… por isso é melhor você arranjar um tempinho.

– Um tempinho então.  – ele sorriu. Penteou novamente os seus cabelos, sentindo o doce arome do seu perfume – Você é linda sabia?

– Você me lembra muitas vezes.

– Ai lembro é?

– Constantemente.

Ele a puxou ainda mais, encostando o corpo dela ao seu. – Que horas são?

– Uma 7 da noite talvez – ela respondeu, descansando o seu rosto sobre o ombro. – Estou com fome.

– Éh, também eu. – admitiu ele dando um pequeno beijo sobre a curva do seu maxilar – Mas não quero me levantar daqui.

– Nem eu. – concordou ela sorrindo – Tou com preguiça.

– Awn a minha garota está cansada é?

– Bastante.

– Quer saber? Se vista!

– Qual parte do “eu não quero me levantar” que tu não entendeu hein Percy?

– Pare de reclamar e se vista – repetiu ele se levantando, continuando a prender o pequeno cobertor na cintura – Vamos jantar fora.

– Jantar fora? – as sombracelhas da loira fizeram um arco perfeito – Alô Percy! Nós não podemos ir a lugar nenhum.

– Não aqui, mas podemos fora de Amherst. – afirmou ele lhe piscando o olho – Me diga, Prefere Gastronomia Europeia ou Japonesa?

– Oque? Mas Perc-

– ts ts ts O que eu falei menina Chase? Não reclama! Vá, Europeia ou Japonesa.

– Europeia claro… mas porque onde você que ir?

– WilliamBurg, tem um restaurante lá.

– Um restaurante?

– “Dolce”, a comida é bem gostosa lá.

– Dolce? Italiano? Uao você deve me adorar mesmo.

– É um restaurante de comida vegetariana Annabeth, eu devo amar você.

– Percy eu não estou vestida pra restaurantes... - ela afirmou. 

– Você fica bonita com qualquer coisa – ele respondeu dando um beijo na testa da Chase – A Senhorita vai me devolver a camisa?

– Acho que não, me sinto bem confortável com ela. – respondeu ela dando um sorriso nada inocente. Percy não conseguiu evitar não rir.

– Você vai me devolver a camisa.

Ela gargalhou. Se levantou abraçando o seu pescoço – Venha tirar então.

– Você quer que eu tire? – desafiou ele roçando os dedos na barra da camisa branca.

– Você quer que eu queira que você tire?

– Você adora me provocar não adora? – questionou ele roçando as mãos por dentro da camisa branca. Sentiu a pele quente sobre os dedos, enquanto o seu corpo se enconstou ainda mais no dela

Ele mordeu o lábio. Desapertou os primeiros botões, observando a loira imóvel – Não vai me impedir?

– Não – respondeu sincera encolhendo os ombros – Tire.

– Você é tão safada sabia? – os dedos pararam no quarto botão. Os olhos cinzentos o observaram confusos ao observar um sorriso brincalhão nos lábios do moreno. – Sabe que mais? Pode ficar com ela, eu me vou vestir.

– Oque?

– Pensa que é a única que sabe provocar? – e com isso, abandonou a sala sem conter um pequeno sorriso ao observar o estado em que deixara a garota – Não se preocupe docinho, depois continuamos.

 

***

 

– Vá vamos pare de ter vergonha – sorriu ele puxando a namorado pelo portão – Começo a desconfiar que essa personalidade de “Thalia durona” é só pra fingir. Você um coração mole por dentro.

– Você sabe que eu sei esconder um cadáver não sabe? – ela sorriu – É a sua avó! Acredite em mim, muitos pais, tios, irmãos dos meus ex namorados não gostaram de mim.

– Não percebo porquê, você um amorzinho.

– Sou não sou? – ela riu sentindo a mão dele apertando a sua. O Garoto ajeitou a jaqueta preta agarrando a cintura da namorada

— Ela está acostumada a ver gente alternativa por aqui.

– Alternativa?

– Punk, Góticos, Rockeiros, acredite eu socializava muito com pessoas assim. – ele sorriu – Ah e Emos também, apesar de achar meio chato eles.

– Chatos?

– É tipo, sei lá, muito depressivos para mim.

– Mas você meio que é depressivo Nico – ela respondeu como se fosse óbvio.

– Sou um depressivo alegre.

– Isso não existe.

– Lá por eu ser o primeiro não quer dizer que não exista amorzinho – ele voltou a puxar a garota – Vamos vá.

– Nico estou com vergonha.

– Ah! – os olhos dele ganharam um brilho travesso – Afinal está com vergonha.

Thália assentiu com um sorriso corado. Olhou em volta. A casa não era muito grande, na verdade até era pequena, várias pedras decoravam a parede enquanto um jardim florido decorava a frente do alpendre. Pedras brancas de formato irregular cobriam a calçada enquanto uma roseira florida trepava pelo arco do portão.

– Bonita casa.

– Pequena, mas sim é bonita – concordou ele.  – Vamos?

– Você vai insistir não vai? – os olhos azuis olharam para o garoto bem na sua frente. Continuava o mesmo, não havia duvida. A pele escura e o cabelo negro lhe davam um ar misterioso, na qual somada a roupa preta e branca, característica do seu estilo alternativo.

– Você sabe que vou.

– Eu ainda posso fugir – afirmou ela com uma postura firme.

– Você não vai fugir – Garantiu Nico se aproximando da garota – Porque você gosta de mim e sabe que isso é importante pra mim.

– Você é muito bom nisso não é?

– Oque? Ser lindo?

– Não saber usar as frases certas.

– Muitos anos no psiquiatra – ele concordou sorrindo. A sua mão fria agarrou no rosto da garota aproximando a sua boca na dela, lhe dando um beijo profundo. O seu braço rodeou a sua cintura, acariciando a base das suas costas. – Vamos?

– Vamos lá – sorriu a Grace. Nico assentiu, a puxou até á porta abrindo a fechadura com chave que trazia no bolso.

– Vovó? – Chamou o garoto – Vó!

– Nico, estou aqui na estufa – uma voz profunda e femina respondeu do outro lado da casa.

– Vamos entra.

Thália o olhou com dúvida mas obedeceu. Os olhos percorreram a pequena casa. Uma sala se estendia á direta onde um sofá de pele marrom se virava para um Televisor enquanto vários moveis ocupavam os corredores e as divisões. Fotos de uma senhora de idade mas sorriso carinhoso decoravam as paredes. Uma era Paris mesmo em frente da Torre Eifell onde esta se encontrava acompanhada de um homem de cabelo grisalho e corpo avantajado. Um pequeno bigode branco se mantinha em baixo do nariz enquanto ele sorria alegre.

– É o meu avô – Nico falou – Morreu há 2 anos de AVC.

– Parece ser simpático.

– E era.

Os olhos azuis encontraram outra foto. De novo a mesma mulher sorria com energia, mas desta vez uma paisagem verde cobria o resto da imagem

– Matchu Pitchu? A sua avó esteve em Matchi pitchu?

– Matchu Pitchu, Alabama, Grecia… minha avó é viajada – ele gargalhou – Gosta de aventura.

– Nico! – uma voz se aproximou – Eu já falei para você não limpar a porcaria que seu cão faz, hein menino? Você nunca me escu- a mulher travou ao se deparar com a garota desconhecida – Nico Di Angelo você traz cá sua namorada e não me fala?

– Ai desculpa avó, esqueci de avisar – ele sorriu abraçando a mulher. – vovó essa aqui a Thália, a menina que eu te falei.

Ela era baixa, cabelo grisalho comprido e pele clara. Os olhos escuros da mulher observaram a garota de alto a baixo, como se estivesse procurando algum defeito. E por fim um sorriso se formou enquanto esta olhava para o teto, dando graças  – Ai Obrigada Meu Deus! Estranho como esse meu neto é, pensei que seria algum travesti!

– Vovó!!

– Quer dizer, quando você contou que tinha namorada eu pensei que seria alguma drogada, fumadora ou então que nem aquela louca da Califórnia que tu se deu ano passado. – os olhos escuros se voltaram pra garota – Prazer querida sou a Sherlie.

– Prazer em conhece a senhora.

– Senhora? Querida eu escalei Matchu Pitchu – ela falou num falso tom onfensivo – Acha que Senhoras escalam montanhas? Querida me chame Shery.

– Shery okay.

– Avó – Nico interrompeu – Eu e a Thália vamos lá para cima está bom?

– Juízo – ela falou apontando o dedo para o garoto de olhos dourados – Se comporte com ela.

– Eu sei vó, descansa.

– está na hora de ir para a igreja – ela falou, olhando para o relógio prateado que tinha no pulso – Thália, foi um prazer conhecer você querida, você é muito bonita.

– Obrigado Senh- quer dizer Shery.

– Isso – a mulher sorriu prendendo os cabelos brancos e compridos num rabo de cavalo - Bem vão indo, Nico se sua namorado estiver com fome está bolo de chocolate no forno.

– Obrigado vovó.

– Juízo – repetiu.

– Eu sei – a sua mão agarrou na da morena a puxando pelas escadas – Tchau vovó.

– Eu volto quando a missa acabar!

O Moreno sorriu guiando a garota até ao andar de cima. A puxou até á ultima porta e a abriu.

Previsível — Thalia pensou com um pequeno sorriso.

As paredes Pretas e Brancas eram cobridas com posters alternados. Michael Jackson e Frank Sinatra sobrepunham a parede da Esquerda, enquanto Pink Floid e Green Day ocupavam as restantes. Nico se sentou na cama estreita a observando divertido – Então não foi tão difícil foi?

– Travesti? – gargalhou ela.

– Minha avó pensa que sou um tarado sexual. Tudo isso porque me dei com uma galera da California que tinham tatuagens sexuais pelo corpo e se vestiam de forma estranha.

– Você é estranho neh?

– Um pouco – sorriu ele.

Thália observou o quarto de novo. Uma Secretária se mantinham no canto completamente desarrumada enquanto livros de Quadradinhos estavam espalhados pela Estante. Então a encontrou, a foto de uma adolescente familiar que ocupava as suas memorias.  – A garota.

– Quem?

– A garota – ela apontou para foto no criado mudo – A que estava acompanhando você naquele da no concerto.

– Oh sim – o seu maxilar travou.

– Nico, o que se passou?

– Não gosto de falar sobre isso.

– Ela se mudou? Era sua amiga?

– Era… minha irmã – ele sussurrou abandonando toda a alegria que sentia no momento. O seu sorriso sumiu, dando lugar a uma linha dura e inerte.

– Você não fala dela… ela.. bem-

– Morreu? – adivinhou num tom frio – Foi, morreu. Contente agora?

– Nico, desculpa… não devia ter pergun-

– Não – ele cortou – me desculpa… eu é que não gosto de falar sobre isso okay?

– …

– Vamos – ele incentivou – Pergunte, sei que quer.

– (…) Como ela morreu?

Nico suspirou. Apoiou os cotovelos nos joelhos, escondendo o rosto nas mãos. Thália hesitou, porem se sentou ao lado dele – Foi no festival de inverno, a nossa banda preferida ia tocar na cidade ao lado. Eu tinha 16 e como não tinha a carteira de motorista pedi á minha irmã que nos levasse, ela falou que não podia, porque tinha que estudar, mas eu tanto insisti que acabamos por ir.

Thália se manteve em silencio. O garoto procediu.

– Quando estávamos voltando… a estrada estava molhada e um carro se atravessou com o nosso. Ela morreu e eu sobrevivi.

– Lamento. – sussurrou ela apoiando o seu rosto sobre o seu ombro.

– Ela estava sorrindo – ele faliu com um pequeno sorriso triste – Ela estava sorrindo quando o carro esmagou ela…

– Não sei o que falar sabe?

– Ninguém sabe… Dão concelhos falando que o tempo cura tudo e isso mas, todos sabemos nem eles acreditam nisso.

– E você veio morar para aqui?

– Meus pais não são muitos presentes sabe? Minha avó pediu para que viesse morar para cá, era uma forma de me afastar de tudo e recomeçar sabe.

Os olhos da garota se fixaram nas dele, enquanto rapidamente o puxou para um beijo lento e sentido. – Eu estou aqui com você… se quiser desabafar.

– Você já me faz bem apenas por estar ao meu lado – ele sorriu tristemente.

– Você não se pode culpar Nico – ela sussurrou – Não faça isso.

– Já não me culpo, sei que de alguma forma, ninguém podia saber… mas custa entende?

– Eu entendo… Mas onde quer que ela esteja, está bem agora.

– Verdade…

Os braços do garoto a rodearam a fazendo deitar ao seu lado – Eu pensei muito em você sabe? Depois daquele dia.

– Eu também… - Thalia admitiu sorrindo – Fiquei me perguntando quem era o garoto que me beijou durante o show daquele ano.

– Acredita que eu te procurei no Facebook e No Twitter?

– Sério?

– Procurei fotos do show nas redes sociaos, vendo se você aparecia em alguma, vai que eu encontrava o seu nome em alguma identificação.

– Mas não encontrou.

– Nope… Ate que desisti, já tinha me acostumado com a ideia de nunca mais ver você.

– E mesmo assim não me reconheceu no primeiro dia de aula.

– Pois não, não sei como… você se destaca muito – ele sorriu – Muito mesmo.

– Você é t-

– Shiu!

– Oque?

– Pera – Nico olhou para o nada e do nada um sorriso cresceu nos seus lábios – Minha avó já saiu.

– Como sabe?

– O portão faz barulho – ele explicou com um pequeno sorriso.

–  Agora entendi! – ela quase gritou saltando da cama.

– Ahn?

– Você – ela acusou – Vocêm sabia que sua avó sairia essa hora!

– Não desminto – admitiu, encolhendo os ombros.

– Você queria me trazer aqui. – criticou a garota- Sabia que ela teria que ir para a igreja, por isso me trouxe hoje.

– Você me pegou – gargalhou se levantando. – Eu queria estar com você.

– Queria estar comigo? De que maneira?

Nico sorriu, despindo a jaqueta – você sabe de que maneira.

– Você planeou bem Di Angelo, não haja duvida. – sorriu Thália abraçando o seu pescoço.

– Que me diz – os olhos dourados se desviaram para os azuis – a Quebrar um pouco as regras?

Thália sorriu. A sua mão empurrou o corpo do Di Angelo que caiu sobre a cama. A Grace escalou o seu corpo despindo o casaco e por fim o molentom preto.

– Eu amo você garoto.

– Eu também amo você amorzinho – sorriu ele a puxando contra o colchão.



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