História The Teacher - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Fifth Harmony
Visualizações 354
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vamos ao nosso primeiro capítulo amores

Capítulo 2 - Capítulo Um



Six Years Old…
CAMILA POV
- Você é completamente maluca - Dinah falou me encarando
- Pessoas que matam pessoas não merecem está vivas - falei colocando minhas luvas pretas e pegando minha arma
- Tudo isso por causa do trauma que você passou na sua infância?
- Ver seus pais sendo assasinados aos doze anos não é algo legal DJ. Desde então começei a adquirir um ódio por pessoas que machucam outras pessoas - falei - Onde ele está?
- Levei ele até o galpão
- Ótimo - dei um sorriso cruel - A brincadeira começou - fui até o galpão. Estava escuro e frio e no meio da escuridão tinha um homem de terno preto amarrado a uma cadeira. Patrick Williams, trinta e sete anos, chefe do tráfico de mulheres.
- Por favor, não me machuca - ele pediu assim que me viu
- Por que eu deveria ter compaixão de você? - perguntei o encarando
- Por favor moça, eu sou casado tenho três filhos para criar
- Interessante, você não pensou nele quando vendeu aquelas mulheres para casas de prostituição em outros países - falei dando um sorriso frio e ele engoliu em seco - Você não pensou neles, não pensou em como sua mulher se sentiria ao passar pela dor e sofrimento que aquelas mulheres passaram
- Eu não fiz nada, eu juro!
- Você fez, Patrick. Você fez sim! Ninguém vem pra cá sem ter feito nada - falei - Por que fez aquilo Patrick?
- Eu… eu precisava de dinheiro
- E esse era o melhor jeito de conseguir?
- Eu só queria dar uma vida melhor para meus filhos
- Não tinha um jeito honesto de fazer aquilo? - Patrick encarou o chão, peguei um belo alicate verde que estava em cima da mesa e voltei para perto do homem que ainda encarava o chão. Olhei sua aliança do casamento - Você não pensou nela Patrick! - falei encostando seu dedo no alicate
- Desculpa, por favor não faça isso
- Desculpa não basta! Desculpa não vai apagar o sofrimento daquelas garotas, desculpa não vai mudar o passado - falei então puxei seu dedo para fora de sua mão e ele gritou de dor assim que o dedo se desprendeu.
- Monstro! Monstro! - ele falou me olhando com nojo
- Falar isso não vai te ajudar em nada Patrick, não vai ajudar - peguei uma bacia vermelha que estava cheia de ácido sulfúrico. Isso vai ser legal. Me aproximei dele e empurrei seu rosto para dentro da bacia, ele tirou sua cabeça de dentro dela e começou a cuspir água misturada com ácido e sangue - Você consegue sentir a dor? Isso nem se compara ao que elas sentiram - falei empurrando seu rosto para bacia novamente e depois tirei de lá jogando a água com ácido em sua cabeça. O vazio do local foi preenchido por gritos e gemidos de dor. Mas aquilo não me estimulou a parar, peguei a maior faca que tinha na mesa. - Quais são suas últimas palavras Dr. Williams? - perguntei
- Vai se fuder - ele falou de uma forma meio confusa já que metade de sua língua estava dilacerada assim como seu rosto
- Com prazer - falei empurrando a faca em seu pescoço e assim que o sangue começou a escorrer cravei ela lá dentro. Patrick deu um grito gorgolejante de morte, mas ele ainda estava vivo. Ele morreria com agonia e sofrimento, o sangue descia pouco a pouco mas como sou muito bondosa peguei minha arma e apontei em sua cabeça. - 3, 2, 1… - apertei o gatilho fazendo um grande barulho - Descançe em paz - dei um sorriso cruel ao ver o corpo tombar no chão. Sai do galpão e Dinah me esperava do lado de fora.
- Como foi?
- Ele já era - falei
- Sobrou pra mim queimar o corpo e limpar o galpão não é? - Dinah perguntou mas ela sabia a resposta
- Obrigada - falei - Vou tomar banho, não posso buscar meu filho na escola com esse leve aroma de morte - Dinah deu um sorriso e eu fui imediatamente para o banheiro. Era quase onze horas, as crianças seriam liberadas daqui vinte minutos. Era o tempo perfeito para tomar um banho antes. Logo meu cheiro de ácido e sangue foi substituido por cheiro de sabonete. Peguei o carro e fui literalmente correndo para escola, devo ter passado uns dois ou três sinais fechados. As crianças já tinham sido liberadas, dessa vez eu tinha chegado na hora.
- Mami! - reconheçi a voz de Evan no meio da multidão de crianças
- Hey baby - falei o colocando no braço e o abraçando.
- Você é a mãe do Evan? - uma mulher loira e de cabelos cacheados perguntou
- Sim, por que?
- Eu estou precisando conversar com a senhora faz um tempo - ela disse
- Evan, vai pro carro. Eu já estou indo ok?
- Ok - ele disse indo em direção ao carro
- Oque precisa falar comigo?
- É sobre o Evan, eu sei que ele está apenas na primeira série mas a disciplina vem de cedo. Seu filho não copia nenhuma atividade e muito menos responde os deveres de casa
- Eu sou muito ocupada, deixo ele na casa das minhas amigas, não tenho tempo para pegar o caderno do meu filho
- Pois deveria, seu filho precisa de sua ajuda - ela disse - Ele não consegue ler e muito menos escrever. Ele declara que as letras ficam "dançando" - ela disse - Seu filho está me preocupado muito senhora Cabello. Eu já ensinei muitas crianças indisciplinadas mas seu filho é um caso sério de indisciplina. Ele não consegue ler e quando vai escrever as letras saem tortas e as palavras de forma errada. Seu filho tem algum problema senhora Cabello?
- Não, eu fiz todos os exames quando ele era bebê nunca constatou nada
- Alguns problemas não são mostrados quando a criança é somente um bebê, eu não posso afirmar que tenho certeza mas seu filho tem alguns indícios que pode ter essa doença
- Meu filho é completamente normal senhora
- Sim, claro que ele é. Mas existe pequenos problemas em seu cerébro, problemas de aprendizado. Eu não quero que seu filho repita de ano senhora Cabello mas antes de ajuda-lo a senhora precisa saber
- Preciso saber de quê? Oquê meu filho tem que é tão prejudicial aos seus estudos?


Notas Finais


Bem algo que eu quero esclarecer esse inicio da Camila justiçeira aí hehehe foi inspirado no filme Doce Vingança. Todo esse lado de vingar-se dos atos do filme e alguns jeitos de morte virão desse filme ok?


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