História The ten dreams - Capítulo 2


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Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Jorge


Fanfic / Fanfiction The ten dreams - Capítulo 2 - Jorge

O Sr.Jordan ofereceu água ao seu paciente, que aceitou sem excitar, então prosseguiu...

- Além dos fragmentos de memórias, desde que comecei a morar com o meu avô...estou tendo sonhos esquisitos...

- Como são esses sonhos?

- Esquisitos... incompletos...

- Quer falar sobre eles?

- Bom...antes de chegar na cidade, tive um sonho bem esquisito durante a viagem...

O psicólogo colocou as mãos em seu queixo, fazendo uma pose de interesse e de quem prestava totalmente atenção.

- Tinha um balão azul, amarrado em meu pulso...cada vez que meus pés se aproximavam da superfície ele me puxava para cima...tinha medo do que havia lá, o balão parecia vivo, como se quisesse me ajudar a não chegar na superfície.

- Mas...qual era o problema da superfície?

- Havia muitos indivíduos...eu não gosto de muitas pessoas em um lugar só.

- Como eram estás pessoas?

- Bom...na superfície tinha casas e pessoas com seus carros...e outras andando, correndo com pastas, bolsas em mãos...

- Então era a sociedade?

- Acho que sim...

- Bom...o balão pode significar o seu medo...mas no que a sociedade influencia no seu medo?

- Eu não gosto da sociedade...ela me julga por algum motivo.

- Como sabe disso?

- Todos me olham como se eu fosse algo errado, eles me julgam.

- Certo...mas por que eles te julgam?

- Eu não sei...

O Sr.Jordan já sabia o que o menino tanto temia, mas era um assunto delicado, ainda mais para uma pessoa que não tem tanta certeza que seu próprio nome é Jorge.

- Bom...estamos indo bem, tem mais alguma que queira dizer para mim?

- Sinto falta de alguém...

- Não se lembra?

- Não...eu sinto que ele está me olhando...que está próximo...

- Ele quem?

- Eu não sei...

- Bom talvez você consiga as respostas de parar de pensar nisso...o que acha?

- Vou tentar...

- Perfeito... nosso tempo infelizmente acabou, aceita uma bala?

- Sim, obrigado - Disse pegando uma bala de canela.

- Nos vemos amanhã, vai ser um prazer enorme em te ajudar Jorge.

- Obrigado Sr.Jordan, espero que possa me lembrar de você.

- Você irar se lembrar de tudo e algo a mais.

Jorge saiu do consultório pensativo... por que ele mesmo deveria lembrar das coisas? Por que o Sr. Jordan não o falava logo, quem era ele, quem foi seus pais, se eles estão mortos ou vivos? Essas perguntas atormentavam o pobre rapaz e por um extinto resolveu seguir o conselho do psicólogo e parou de pensar no assunto e foi tomar um sorvete de baunilha, ainda bem que tinha uma sorveteria bem a frente do consultório. Aliás ele só sabia até agora, aonde era o supermercado, a casa de sua avó, sua escola e o consultório, mas agora já sabia onde ficava uma sorveteria.

Pediu seu sorvete e pagou pelo mesmo, até que aquela estranha sensação de que estava sendo observado voltou de repente. Jorge olhava para todos os lados, tentado descobrir quem estava observando-o, mas nada achou, apenas atraiu risos e olhares para sua pessoa. Então resolveu voltar para casa, finalmente já era sábado, sem escola e sem nada pra fazer. Quando chegou em casa foi recebido pela sua avó. Como ele era menor de idade, não podia morar sozinho, o único parente mais próximo era a velhinha vovó e seu sábio avô.

- Olá meu neto como foi com o Dr.Jordan?

- Foi bom, ele disse que estamos indo bem.

- Saiba meu neto - Disse seu avô - Que nós vamos te aceitar do jeitinho que você é.

- Eu já sei disso.

Jorge não entendi seus avós, parecia que eles queriam lhe dizer alguma coisa, mas foram proibidos de contar, era realmente esquisito, mas o rapaz não ligou muito para aquilo e resolveu tomar um banho.

Encheu a banheira de água morna, quando terminou Jorge entrou e sentiu o conta da água com sua pele de repente surgiu um fragmento de memória em sua cabeça.

Jorge estava em uma banheira olhando para as costas de alguma pessoa, eles tocava suavemente a pele deste indivíduo.

Jorge estava confuso, mas sentia como se tivesse tocado naquele indivíduo neste exato momento, a lembrança era tão viva... estranho por que ele estava tomando banho com outra pessoa...será que tinha um relacionamento? Terminou seu banho, vestiu-se e caminhou para seu quarto, deu boa noite aos seus avós e foi dormir.

Mesmo deitado em sua cama ele não conseguia para de pensar na memória vista durante o banho...afinal quem era a pessoa que tocava? Será a mesma que lhe observa?

Ele passou um bom tempo pensando nisso até que seu próprio corpo não aguentou mais ficar acordado, fechou os olhos bem devagar, preparado para mais um sonho estranho e incompleto



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