História The Things We Keep Inside - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fall Out Boy, Originais, Panic! At The Disco, The Academy Is
Personagens Brendon Urie, Dallon Weekes, Jon Walker, Patrick Stump, Personagens Originais, Pete Wentz, Ryan Ross, Spencer Smith, William Beckett
Tags Ryden
Visualizações 13
Palavras 3.214
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


GENTE CHEIROSAAAAA

Aqui estou. Boa leitura :3

Capítulo 13 - Minha Armadilha


Finalmente a hora de dormir tinha chegado, meu Deus.

Ryan tinha subido antes de mim por que ele sempre caia no sono do nada e depois que a gente transou parece que ele ficou ainda mais obcecado com disfarçar nosso relacionamento.

Fechei a porta do quarto e vi ele dormindo no colchão roncando baixinho como ele sempre fazia.

Deitei no meio dele, e ele se mexeu acordando e se ajeitado em mim. Seus lábios quase tocavam meu ombro

-Não trouxe seu pijama? - pergunto enquanto sinto a sua pele contra a minha.

-Não… esqueci.

-Ainda bem que vou dormir com você não é…

-Tem certeza Brenny?

-Por que não teria?

-Sei lá… trancou a porta?

-Tranquei, relaxa. - Minha mão fazia carinho na sua cintura.

-Seus pais e seus irmãos pegam pesado com você Brenny…

-Não acho tanto assim.

-Mas eles pegam… poxa, aquela hora lá que sua mãe gritou com você por que não tinha terminado de lavar a frigideira ainda e aquela hora que seu pai disse que se você pegasse DP na faculdade você ia apanhar?... Caralho, eu ficaria tão putão… não conseguiria viver assim não.

-Acho que eu acostumei mas… foi por isso que eu saí de casa.

-Eles são meio abusivos de certa forma.

-Acho que eu não perceberia.

-Não mesmo mas… poxa, até eu fiquei ofendido por você.

-Eu falei que vir aqui não tinha muita coisa de legal. ‘Tá sendo meio chato né

-Não ‘tá não. Eu ‘tô gostando. Falando nisso, você realmente arranhou meu quadril dessa vez… - ele se deitou no meio de mim - é... muito bom.

- Também acho - eu o beijei.

- Sério Bren… aquela hora você disse que eu sou perfeito, mas você quem é. Pelo menos para mim. Você se tornou minha vida… te amo tá?

-Eu sei como é baby - fiz carinho nas suas costas - e eu realmente te amo também.

-Não me deixa sozinho.

-Não vou não.

E fiz ele se abaixar me dando um abraço.

Não sei bem o por que Ryan ficou sentimental do nada. Não estava reclamando, era só que às vezes eu me perguntava o que se passava na cabeça dele.

Não sei quanto foi fiquei lá acariciando seu cabelo e dando beijinhos aqui e ali em sua cabeça, mas ele dormiu de novo.  

Acordei no outro dia e Ryan ainda estava dormindo.

Afasto a coberta por que já estava calor e o sol batia no colchão, e para óbvio que parei feito um bobo e fiquei observando o corpo do Ryan.

Seus lábios com uma cozinha de de pêssego, o volume na sua boxer, sua barriga magra mas extremamente sexy…

E eu sempre fico excitado de manhã. Sempre.

Meu lábio dói é só aí percebo que estava mordendo ele.

Não tem jeito mesmo... eu sou sempre tão vadio nas manhãs...

Continuo olhando para ele e começo a pensar em quando finalmente vamos usar as desculpa que precisamos ir na casa do Ryan para sair.

Quero pegar um hotel bem foda, com cama king size que nos vai fazer se sentir nas nuvens, uma comida que vai parecer feita pelos deuses e uma vista linda e meu Deus, pensar em transar nessa vibe já me deixa tão duro…

Ainda estava viajando quando Ryan começa a se mexer e abre os olhos.

- Bom dia - ele sorri.

- Bom dia baby - passo meu braço envolta de seu pescoço e deixo um selinho em seus lábios. O corpo de Ryan se junta mais ao meu, e percebo que ele sente minha ereção.

- Teve sonhos legais pelo jeito - ele ri da forma fofinha dele.

- Não foram sonhos não.

- Caramba, você tá… bem animadinho para alguém que não está em casa, teoricamente.

- Eu sei mas… ah, tem esse cara sabe. Lindo, gostoso, beija bem, tem um corpo demais… dormir com ele pode me fazer.... ficar assim sem nem pensar duas vezes. E perigoso é mais divertido.

As bochechas dele ficaram vermelhas, e eu virei deitando em cima dele.

-Vamos embora?

-Que?

-Pro hotel.

-Por mim eu topo, mas não é muito cedo?

-Nah, vamos aproveitar e dizer que o acordo foi eu dormir na sua casa depois que você dormisse na minha.

-Pode ser .


 

***


 

-Queria que pudéssemos ficar sozinhos toda hora - Ryan diz.

-É eu também - termino de puxar sua boxer para baixo.

E eu não imaginei que íamos acabar nessa longa sessão de sexo.

Mas eu finalmente ia ter o Ryan como queria de novo. Finalmente meu Deus!

Não é a mesma coisa quando você tem que se preocupar com mais pessoas. Sem Spencer, sem meus pais… Deus, podíamos fazer o que quisermos tranquilos.

E Ryan gemi a mordia dos meus lábios no seu ombro.

Eu puxo ele para o meu colo, e ataco seus lábios.

Eu estava segurando esse tesao por muito tempo.

-Não consigo parar de pensar em como foi estar dentro de você Brenny. Caralho foi tão…

-É? - acaricio sua glade e beijo seu pescoço. Ele responde com um gemido - Você gostou?

-Poha você é tão… gostoso. E o jeito que você morde o lábio e seu corpo fica bonito daquele jeito...

Eu sabia que o Ryan gostava dessas coisas de usar a imaginação. Sem problema nenhum. É muito foda ver como os olhos dele mudavam e como ele se excitava só de pensar.

-Mas eu também adoro como você me fode todinho de quatro e de como suas unhas entram na pela da minha cintura ou como eu consigo sentir seu corpo todo tremendo, e seus músculos todos doidos quando sua testa tá encontrada na minha e você tá todo dentro de mim...

Poha.

Eu gemi. Isso era… um adicional que ia acabar me enlouquecendo.

-Você quer isso agora não quer?

- Quero.

- Quer que eu te foda?

- Com toda sua força Brenny.

A atmosfera do quarto do hotel estava envolvida por todo aquele tesão, e meu Deus… aquilo podia realmente me matar.

Ryan morde o meu lábio e eu seguro forte sua cintura, e nós dois parecíamos lobos famintos numa briga.

Eu masturbava Ryan no ritmo que ele preferia, e ele me excitava tanto quando ficava daquele jeito….

Ele tinha dois dos próprios dedos nele, e aquilo fazia ele cerrar os olhos, deixar a boca entreaberta…

Sua franja que agora não era tão grande estava grudada na testa pelo suor, e eu realmente não entendia o que naquilo me excitava tanto.

Ele geme, e sem querer meu membro contorna sua entrada.

Abaixo para o beijar, e ajuda ele a se levantar um pouco com minha mão nas suas costas .

Ele segura na cabeceira, e nós dois sabíamos que essa era nossa posição favorita.

Mordo seu ombro por trás dele, e eu amava os sons do Ryan. Meu Deus, nunca tínhamos nos dado chance de fazer as coisas sem ter que se policiar,  e eu estava ficando doido.

Percebi também que eu provavelmente estava falhando demais em me manter quieto.

Ryan leva sua mão até o meu membro, e sua cabeça vai um pouco para trás parando no meu ombro.

Eu deixo um gemido no ar por ele passa seu dedão pela minha glade e depois me força contra ele, fazendo nossos corpos ficarem ainda mais próximos.

Eu deixo um gemido escapar e mordo a orelha do Ryan sem querer.

Invisto sobre ele, e nossos dedos se entrelaçam.

Eu o acerto forte, o sentindo todo sobre mim, apertado, se contraindo e levemente relaxando, e meu Deus… amava aquilo.

Ryan se inclinava um pouco, e eu deslizava tão fundo nele…

Eu investi e investi sobre ele, e estava realmente difícil segurar os barulhos sexuais e respirar. Nós beijávamos as vezes, mas não ter que se preocupar com nada era… maravilhoso.

Podíamos deixar nossos corpos serem livres, fazer e desejarem o que quiserem. Podíamos nos permitir apenas sentir aquilo, sem paranóia, sem nada.

Deixo uma mordida no ombro de Ryan, e ele geme.

Ele estava tão gostoso de sentir…

-Você é tão bom…

Eu percebo ele mais suado, mais… entregado a situação.

Aquilo me excitou tanto…

E era isso. Não tinha como eu aguentar muito mais tempo.

Quando penso nisso, sinto Ryan gozar na suas mãos e aquilo faz… eu simplesmente apagar.

Ele me comprimia dentro dele e gemia com orgasmo, e eu juro que achei que eu tinha me perdido.

Senti cada parte do meu corpo tomada por tudo aquilo e apenas… me deixei sentir.

Tive uma dificuldade gigante para deixar minha boca fechada, e acho que sem querer deixei o gemido mais longo da minha vida escapar.

Sinto as costas do Ryan em mim tentando acalmar a respiração.

Nossos corpos trocam calor, e eu só fecho olhos, sentindo a pele e o cabelo de Ryan na minha bochecha, pois ele descansava o pescoço sobre me ombro.

-Eu te amo Brenny.

-Também te amo baby.

Estávamos mais calmos depois de um tempo, é só aí percebi o quão gosto Ryan era ali.

Acariciei sua cintura e beijei sua nuca e seu pescoço.

Ele fechou os olhos e mordeu os lábios.

Empurrei ele sobre a cama e o beijei bem devagar, sentindo uma das suas pernas na encostadas no meu quadril.

-Precisamos fazer isso mais vezes - ele diz enquanto eu procuro seus dedos para entrelaça-los nos meus.

-Precisamos.

Ryan passa seus braços envolta de mim de uma forma protetora, e eu deito sobre o peito dele.

Será que existia depressão pós sexo?

-O que vamos fazer agora? - exatamente o que estava me perguntando.

-Pedir… uma pizza e sorvete como janta pro serviço de quarto do hotel?

Ele riu.

-‘Tá com fome?

-‘Tô baby

-A gente pede então Brenny… mas… o que eu quis dizer é… Depois…

-Você pode voltar para casa comigo.

-Eles vão suspeitar.

-Baby relaxa. Tudo bem. O gaydar deles é ruim demais, já disse.

Eu não tinha certeza disso mas… Ryan não precisava saber.

-Não acha melhor eu ficar aqui e você voltar? Daí quando for quarta, sei lá, eu volto como se fosse uma visita…

-Não queria te deixar sozinho.

-Tudo bem… vou ficar bem aqui.

Eu encaro os anéis nos nossos dedos entrelaçados, e me sinto… maravilhoso.

-Não acho certo por que Ryan Ross, eu te amo.

-Eu também te amo Brenny, mas… eu tenho medo por você. Eu não quero que você seja rejeitado por eles, e eu não sou a pessoa certa para te defender… Agora tudo parece tão… sério. Conheci sua família, sua casa…

-Eu queria que seja assim. Por que não pode ser igual um casal normal?

-Por que a gente não é… Mas eu entendi o que você quis dizer… é só que… me preocupo com o que isso pode trazer para você… quer dizer, você nunca nem… tinha olhado para caras antes de mim. Eu? Bem, meu armário nunca teve porta mesmo então…

Eu rio com o que ele diz, mas não estava gostando daquele papo. Não queria pensar disso.

Na verdade, tentava ignorar o que aconteceu a pouco tempo atrás, e essa conversa só me lembrava do que eu não queria…


 

*Flashback on*

 

Desço as escadas para terminar a louça já que o Ryan estava dormindo, e encontro minha mãe na cozinha fazendo o jantar.

-Bden!  Estava com tanta saudades filho...

-Eu também mamãe - mais ou menos.

Vou até a pia depois de pegar algumas coisas sujas em cima da mesa, e começo a lavar as coisas.

-Cadê o Ryan?

-Dormindo.

-Ele parece legal…

-Ele é sim.

-Como se conheceram?

-Ele trabalhava na biblioteca da minha outra da faculdade… daí quando troquei, por sorte ele estudava onde eu estudo agora.

-Oh...por que você trocou de faculdade filho… que besteira!

-Mãe, já discutimos isso mil vezes...

-Você sempre faz tudo pela metade Brendon!

Eu ficaria triste caso não estivesse acostumado com isso... julgamento dos meus pais eram comuns.

Não iria responder. Já Passei dessa fase.

-Seu amigo… Bden… ela é gay?

E eu gelei. Não estava esperando essa pergunta.

-E-eu não sei. E não iria perguntar também por que não tem nada demais e...

Isso Brendon, bela forma de se entregar seu idiota.

-Eu sei que não tem mas… só me perguntei se talvez ele fosse… o que não tem problemas, aliás, ele parece ser realmente menino legal. Talvez ele… só tenha esse probleminha mesmo…

-Ele sendo gay ou não, para mim não faz a mínima diferença. Não vejo nada de errado...

-Você sabe que não é certo…

-Mãe… - E eu respiro fundo, já desistindo de discutir com ela sobre o assunto e levemente temendo por mim mesmo.

Por um momento, achei que tudo podia dar certo…

- Tudo bem, ele é uma pessoa legal.. só não quero que ele te influencie…assim… vocês… não tem… nada não é?

-Mãe, para. Eu nem disse que ele é gay!

-Mas se ele for não tem problema só não queria que…

-Somos só amigos mãe. E valeu por me chamar de gay! E mesmo se eu fosse? E daí?! Não é errado, são pessoas como qualquer outra! - Isso me destruia por dentro, e tudo que fazia isso, me arruinava, me deixava puto - Vou tomar um ar.

E eu largo as coisas e saio de uma forma um pouco dramática demais da cozinha.

Sim eu estava triste e com raiva. Poha, por um momento eu acreditei que estava tudo bem, que ia dar tudo certo.

Tinha trazido o Ryan aqui e na minha cabeça, isso era importante. Queria ser normal, queria deixar nosso relacionamento normal como qualquer outro.

Churrasco com a minha família no domingo, almoços e festas de aniversário… queria que o Ryan tivesse comigo em cada um desses momentos​. Por que não podia ser assim?! Tinha que ser assim!

Mas ao mesmo tempo, um medo incrível tomou  conta de mim. Eu não queria perder minha família. Eles eram… importantes para mim, por mais ruim que fossem para minha vida.

Não sei quanto tempo andei pelo quarteirão, mas eu realmente só precisava esfriar a cabeça. Queria disfarçar tudo, esconder o jeito meu e do Ryan… mas ao mesmo tempo isso era injusto. Não aceitaria fazer isso, por que era errado abaixar a cabeça para os outros quando eles estão errados.

Não sei quanto tempo eu vou conseguir segurar todas essas coisas…. Alguma delas ia acabar cedendo…

 

*Flashback off*

 

-Podemos parar de falar nisso? Para mim tudo ok se você quiser ficar aqui até amanhã. Eu acordo bem cedo e vou para lá, daí na quarta você aparece. Quem sabe eu não consigo dar uma saidinha para vir para cá.

-Desculpa se eu forço as coisas demais… é só que… eu fico preocupado. E dá para ver de longe como você se importa com eles e tudo mais….Mas tudo bem. Aliás, seu priminho é muito legal.

-Não acho tanto. E ele não gosta muito de mim por que eu sempre começo a brincar com ele e cinco minutos depois já não quero mais.

Ryan riu

-Também né, coitado Brenny.

-E ele gostou de você só por que você quis brincar com ele.

-Mas é só isso mesmo que as crianças querem seu bobo.

Logo depois nós comemos e cochilamos. Aquela cama era magnífica, meu Deus.

Acordei com o Ryan todo enrolado em mim, e fiz um esforço gigante para não acordá-lo. Fui tomar banho e quando sai, o observei dormir naquela cama que quase engolia ele.

Eu não queria sair. Queria ir até lá e deitar com ele. Puxar ele mim, sentir suas costas, suas nádegas contra o meu membro…

Mas… eu acho que eu tinha ir

-Baby - deixo um beijinho na testa dele e ele se mexe um pouco - tô indo ok? Vou tentar voltar…

-Ok…

-Vou sentir sua falta.

-Também vou sentir a sua Brenny.

E ele me dá um beijo quase preguiçoso, sem nem ter aberto os olhos direito.

Acho que agora que estava saindo do quarto, ele já estava dormindo de novo.

Seria estranho se eu dissesse que estava com raiva? Eu estava me sentindo impotente. Não queria abaixar a cabeça assim para sociedade.

Cheguei em casa puto com tudo, e ficar ali sem o Ryan agora parecia impossível.

-Bden, como foi tudo? - meu pai pergunta distraído com a TV

-Bem.

-Sua mãe está na cozinha tomando café com o pessoal.

E eu deixei minhas coisas no meu quarto e desci para ser torturado.

Brincava com meu copo de suco, e não tinha falado nada direito ainda. Tudo estava uma bagunça de gente como sempre, então ninguém pareceu perceber.

Ouvi uns xingos da minha mãe pelo outro dia, ter saido do nada, mas eu nem ligava mais mesmo.

Estava tirando a mesa sozinho, quando minha irmã mais velha, a Keily, aparece.

-Que susto Keily!

-Desculpa Brê’. Tá tirando as coisas?

-O que você acha?

-Você não mudou nada mesmo. Nunca muda.

-Olha… eu só… não estou de bom humor.

-Por que seu “amiguinho” não está aqui?

-O que?! - e eu quase derrubo a bandeja com pratos que estava na minha mão.

-Olha… tudo bem...mas… você sabe como é… isso é problema…

-Mas que merda você ‘tá falando?!

-Tem que ser muito idiota para não perceber. Mas acho que para sua sorte, só eu percebi.

-Percebeu o que meu Deus?!

E eu senti uma dor na minha mão, e olhei para baixo vendo que eu tinha me cortado com a ponta de uma faca sem querer.

-Droga! - eu disse.

-Você ainda continua lesado não é mesmo… MÃE!…

-O que você tá fazendo Keily? - eu a interrompi - Não tenho mais 7 anos. Não precisa gritar a mamãe por que eu cortei meu dedo. Meu Deus, eu tenho 20 já, não sou um bebê!

- Só queria ajudar Bden! Quer que eu faça um curativo?

E eu a ignorei, mas ela pegou a caixinha de primeiros socorros no armário.

-Então…

-Keily, não quero e não ‘tô afim de conversar ok? Já disse que acordei com o pé esquerdo.

- Eu só queria dizer… resolva isso. Não vou contar nada por que acho que não é necessário. Mas pense bem Brendon, você ‘tá fazendo besteira. Mude, é fácil. Volte a ser normal. Nada contra mas… na nossa família não podemos ter esse tipo de coisa…

-Do que é que você está falando?!

-Brendon, para de negar. Eu vi vocês pela janela enquanto tirava o lixo - Ah não, caralho. Puta que pariu - conserta isso. Não vou dizer nada por que eu conheço você e sei que você não é assim de verdade...

E eu estava preso numa armadilha. Estava… encurralado. Não sabia o que fazer ou dizer.

Mas percebi o quanto negar aquilo me deixava mal. Percebi o quão errado e mal me senti  por ter mentido para mim, para minha mãe e para Keily antes sobre isso. Parecia que eu estava negando a mim mesmo e isso era tão errado.

E eu não sei o que aconteceu comigo. Eu só fiquei quieto.

Queria discutir, queria tentar mudar alguma coisa. Mas eu estava tão chocado e preocupado que… simplesmente congelei.

-Não vai dizer nada?

E eu não respondi, deixando nós dois no silêncio novamente

Keily terminou o curativo e saiu, e eu voltei a tirar as coisas da mesa.

Droga, o que eu ia fazer?...

 


Notas Finais


E AEEEEE

Então, não sei bem o que pensar sobre esse capitulo. Ele era para ser dois, mas resolvi juntar. Se ficou bom ou deu merda, não consigo saber asudahsudhasdu então conversem comigo u.u

O que acharam? :3 desembuxem. Qualquer coisa <3

Beijos beijos e até a proxima :3


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