História The Time - Capítulo 1


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Categorias Originais
Exibições 5
Palavras 886
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Mistério
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Então, comecei essa historia a pouco tempo e já estou lançando aqui.
Espero que vocês gostem do conteúdo.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Infinito


Fanfic / Fanfiction The Time - Capítulo 1 - Infinito

Visto-me com um casaco preto, uma calça larga e um tênis comum, então, pra que isso tudo para apenas se alimentar? É, preciso de algo que eu desejo toda vez na madrugada.

Desço a escada e vou para a porta da frente e a abro. Não entendo o porquê das pessoas não saírem pra um banho lunar, sei la, elas se apegaram muito a esses celulares, TVs, computadores... Nenhum deles se liga mais em um belo rio, folhas secas do outono e nos pequenos orvalhos que aparecem pela manha nas plantas. Elas se esqueceram de apreciar os pequenos elementos que lhes foi dado, por isso suas únicas certezas são apenas a morte...

O que elas não sabem, é que já estamos todos no inferno, alguns tentando sair e outros nem sabem de sua existência, apenas se deixam levar pelo o que o "mundo" impõe sobre os humanos.

Estou aqui para tentar avisar, alertar, mas parece que ninguém acredita nas coisas... Humanos deveriam acreditar em tudo que fala sobre seres inexistentes na terra. Pois, eles realmente existem, só está longe do alcance das pessoas apenas por um breve limite de... Vida.

Fico pensando nisso por um breve tempo, ando distraído ultimamente que nem percebo que já estou no meio da estrada, uma ponte para ser exato. Está hora não deveria haver nenhum veiculo por aqui, mas à uma lambreta prateada parada perto do parapeito da ponte. Uma menina está sentada no parapeito do ponto, já é esperado o motivo dela ali.

- HEY. - Grito para ela e começo a correr em sua direção.

Ela olha para mim e apenas mexe em seu cabelo e olha para baixo.

- Não faça isso! É inútil.- Tento preveni-la de se jogar.

- Todos me dizem isso. - A garota grita e continua. - Mas é necessário.

- Merda. - Digo baixo. Corro com mais velocidade, mas a menina da um impulso e pula ponte abaixo...

Minha visão fica turva. Não enxergo nada por um segundo.

Fico pensando nisso por um breve tempo, ando distraído ultimamente que nem percebo que já estou no meio da estrada, uma ponte para ser exato. Está hora não deveria haver nenhum veiculo por aqui, mas à uma lambreta prateada parada perto do parapeito da ponte. Uma menina está sentada no parapeito do ponto, já é esperado o motivo dela ali. Vejo-me novamente tentando salvar pela segunda vez uma vida que já assisti sua morte.

Apenas corro em sua direção.

___________________________..._______________________________

Eu caio na água fria em que acabo de me jogar. Quero morrer, mas mesmo sabendo da minha decisão eu fico desesperada para conseguir oxigênio. Começo a me debater de baixo da correnteza que me arrasta para meu fim. Começo a abrir a boca e engolir água e respirando até que meus pulmões começam à arder a cada arfada que dou.

Imagens começam a passar em cabeça, do porque de minha própria morte, do meu próprio pai abusando de mim e de sua própria esposa... O monstro está a solta a minha procura, e minha mãe? Por essa hora deve está com suas irmãs que souberam dos casos cometidos por ele. Penso nisso a cada vez que pisco meus olhos, que agora estão ficando escuros. Precisava disso, uma liberdade espontânea.

Não enxergo mais nada...

Abro os olhos e fico por um tempo olhando para a grama que estou deitada. A cor do céu está diferente, um alaranjado com pontos pretos no lugar de estrelas fecha os olhos novamente e agora ouço vozes muito longe de onde estou. Estou no inferno por meus maus feitos na terra? Penso isso comigo mesmo, mas me sinto viva, cada pulsação do meu coração é uma respiração mais profunda que eu consigo dar.

Levanto-me lentamente, meus cabelos estão grudados em minha pele. Estou com a mesma roupa em que me joguei no rio da ponte. As lembranças dos acontecimentos de hoje ainda estão na minha mente, mas estou esquecendo-se de algo antes de me suicidar na ponte, o que é? Forço, mas não lembro o que ocorreu.

Pensei que quando as pessoas fossem tanto para o céu ou para o inferno suas mentes eram totalmente apagadas, mas isso não aconteceu... Cadê Lúcifer para me buscar dessa grama molhada? Fico rindo de mim mesma. - Nem o demônio quer uma garota como eu puta que pariu. - Digo em meus pensamentos.

Estou sozinha novamente como sempre estive, e pensando em inferno, logo estarei ao encontro do cara que me fodia a força. Que encontro perfeito.

Olho ao meu redor e percebo que não estou sozinha, tem uma mulher alta demais com um cetro na mão, seus cabelos são negros e sua pele é meio queimada de sol. Ela está de costas, mas acho que ja percebeu minha presença.

- Você é o demônio que vai jogar todos os pecados na minha cara. - Eu grito, ela apenas se vira e me observa. - Que lugar é esse? - Continuo.

- A terra, seu mundo. - Ela vem andando em minha direção. Ela mede mais de dois metros de altura. Usa uma roupa vermelha meio manchada. - E não, não sou o demônio.

- A terra? Eu não morri? - Pergunto confusa. Nem entendi um pouco direito.

- Você já estava morta. Apenas conseguiu sua salvação do inferno em que vivia.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, está no comecinho, então digam no que posso melhorar para melhor ser a leitura de vocês.
Agradeço por ter chegado até aqui e até o próximo capitulo.


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