História The Truth - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Andromeda Tonks, Charlus Potter, Colin Creevey, Daphne Greengrass, Dênis Creevey, Dorea Black, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Ronald Weasley, Sirius Black
Visualizações 159
Palavras 2.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Magia, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Gringotes


A cabeça de Harry girava. Não era para menos, afinal o garoto descobriu que tinha um padrinho que fora preso injustamente, que sua família era importante para a história do mundo bruxo e que no futuro ele faria parte de uma espécie de jure do mundo bruxo.

Sirius falou que ambos iriam ao Gringotes o mais rápido possível para ver sobre a família de Harry, afinal o garoto tinha o direito de saber tudo sobre ela.

Era incrível como ambos se aproximaram rápido. Em uma noite, ambos conversaram sobre a vida de Harry, enquanto comiam o jantar feito por Monstro, o elfo doméstico dos Black. Sirius quase foi até os Dursley os amaldiçoar quando Harry contou sobre sua infância, mas Harry o impediu, dizendo que se ele fosse não teria jeito de ser inocentado. Harry descobriu uns 5 xingamentos novo quando contou para Sirius sobre seus dois primeiros anos, mas Sirius lhe deu o que pensar. Como um bando de crianças conseguiu fazer o que devia dar dificuldade para os adultos? Como Dumbledore nunca investigou mais aprofundada mente a morte da Murta? Se ele tivesse investigado o cenário da morte da Murta, eles poderiam ter descoberto muito mais cedo onde ficava a câmera e impedir alguns ataques de acontecerem. Com essas dúvidas martelando sua mente, Harry teve um sono agitado, onde vários cenários, um pior do que o outro, mostravam o que aconteceria se Harry e seus amigos não se envolvessem.

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Na manhã seguinte, Sirius e Harry acordaram cedo para que quando eles fossem ao Gringotes, o Beco Diagonal estivesse vazio. Sirius alterou a aparência deles, para que ambos ficassem irreconhecíveis. A cicatriz de Harry custara a desaparecer completamente, então eles arranjaram um boné e colocaram por cima da cicatriz.

Quando chegaram no banco, foram atendidos por um duende que parecia ser mais novo que o resto, que os levou para a sala do gerente da conta da família Potter quando eles pediram, sem fazer mais perguntas. Harry imaginou que os duendes sabiam sempre quem entrava em seu banco, por isso ficou receoso que eles chamassem os aurores por causa de Sirius ou coisa do gênero. A sala do gerente era grande, com estantes cheias de livros e mesas com objetos estranhos estavam espalhadas pela sala. O gerente propriamente dito estava esperando por eles sentado numa mesa, uma expressão furiosa no rosto.

- Então finalmente o senhor Potter decidiu dar as caras, não? Depois de ignorar as dezenas de cartas que mandamos para discutir sobre sua conta e só vir ao Gringotes em dias em que eu não estou. E tirem esse disfarce ridículo, gosto de encarar a verdadeira face das pessoas.

Isso deixou Harry confuso. Ele nunca recebera nenhuma carta do Gringotes, na verdade, as únicas cartas que já recebera foram as de Hogwarts, de Rony e de Hermione. Enquanto Sirius retirava os feitiços, Harry encarou confuso o duende, perguntando:

- Cartas? Lamento informar-lhe, senhor...?

- Baknog – disse o duende, ainda raivoso.

- Baknog, nunca recebi uma carta sequer do Gringotes, as únicas cartas que já recebi foram de Hogwarts, e dos meus amigos. Oh e uma do ministério por causa de um elfo doméstico fazendo magia lá em casa. Mas tirando essas cartas nunca recebi nada – o duende estudou-o antes de abrir uma gaveta de sua mesa e tirar de lá uma faca (Harry se encolheu ligeiramente, achando que o duende ia atira-la nele) e um pedaço de pergaminho.

- Preciso que você confirme quem você é. Por favor, faça um corte no braço – disse o duende lhe oferecendo a faca – e deixe três gotas de sangue caírem neste pedaço de pergaminho.

Harry fez o que lhe foi pedido. Letras começaram a surgir no pergaminho, mas antes que ele ou Sirius pudessem ler alguma coisa, o duende puxou o papel e leu tudo velozmente, suas sobrancelhas se elevando cada vez mais.

- Bem senhor Potter, devo dizer que isso é surpreendente – disse o duende, estendendo o pergaminho para o garoto e seu padrinho.

Nome: Harry James Potter

Pai: James Charlus Potter (Morto)

Mãe: Lily Adele Potter (nascida Fairchild, adotada por Evans) (Morta)

Avô Paterno: Charlus Henry Potter (Morto)

Avó Paterna: Dorea Black Potter (nascida Black) (Morta)

Avô Materno: Jonathan Christopher Fairchild (Morto)

Avó Materna: Adele Lucy Fairchild (nascida Fawley) (Morta)

Tio Materno: Lord Louis Jonathan Fairchild (vive no Brasil atualmente)

Avô Materno Adotivo: Theodore Lucian Evans (Trouxa) (Morto)

Avó Materna Adotiva: Rosalie Dorothy Evans (nascida Lewis) (Trouxa) (Morta)

Tia Materna Adotiva: Petúnia Rosalie Dursley (nascida Evans) (Trouxa)

Padrinho: Lord Sirius Orion Black (Preso sem julgamento, atualmente foragido)

Madrinha: Alice Natalie Longbottom (nascida Fawley) (Insana, graças a exposição à maldição Cruciatus)

Guardião Mágico: Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore (ilegal)

Tipo sanguíneo: Sangue-Puro

Títulos: Herdeiro da Antiga e Nobre Família Potter, Herdeiro da Antiga e Nobre Família Peverell, Herdeiro da Antiga e Nobre Família Grynffindor e Herdeiro da Antiga e Nobre Família Black (enquanto Lord Black não tiver herdeiros próprios).

Talentos especiais: Transfiguração (parcialmente bloqueado por Albus Dumbledore), Feitiços (parcialmente bloqueado por Albus Dumbledore), Poções (completamente bloqueado por Albus Dumbledore) Ofidioglossia, Parselmagic (completamente bloqueado por Albus Dumbledore) Artes das Trevas (parcialmente bloqueado por Albus Dumbledore), Runas Antigas (completamente bloqueado) e Defesa Contra as Artes das Trevas.

Outros bloqueios:

Capacidade de aprendizado: 50% bloqueado por Albus Dumbledore.

Núcleo Mágico: 75% bloqueado por Albus Dumbledore.

Personalidade alterada:

Menos estudioso e mais corajoso (por Albus Dumbledore)

Menos autopreservação e mais lealdade (por Albus Dumbledore)

Menos astúcia e mais impulsividade (por Albus Dumbledore)

Menos ambição e mais honra (por Albus Dumbledore)

Menos interesse em romances, festas e diversão e mais interesse em salvar o mundo (por Albus Dumbledore)

Feitiços e Poções agindo no individuo:

Lealdade a Albus Dumbledore

Lealdade a família Weasley (especialmente Molly e Ronald Weasley)

Submissão a Albus Dumbledore

Horcrux de Tom Marvolo Riddle

Cofres:

Cofre 17 (Potter): 225.678.990 galeões e 37 milhões em livros, joias, móveis e outros artefatos e objetos (Inacessível até a maioridade ou emancipação).

Cofre 7 (Peverell): 97.864.500 galeões e 20 milhões em livros, joias, móveis e outros artefatos e objetos (Inacessível até a maioridade ou emancipação).

Cofre 4 (Gryffindor):  80 milhões galeões e 20 milhões em livros, joias, móveis e outros artefatos e objetos (Inacessível até assumir o posto de chefe da família).

Cofre 19 (Black): 378.526.385 galeões e 40 milhões em livros, joias, móveis e outros artefatos e objetos (Inacessível até a maioridade ou emancipação).

Cofre 687: Reabastecido anualmente com 1000000 de galeões. Atualmente 10 milhões de galeões.

Transações mensais:

1 milhão para o cofre Dumbledore (desde novembro de 1981) (ilegalmente assinado por Albus Dumbledore)

1 milhão para Hogwarts (desde novembro de 1981) (ilegalmente assinado por Albus Dumbledore)

500 mil para a ordem da fênix (desde novembro de 1981) (ilegalmente assinado por Albus Dumbledore)

500 mil para Molly Weasley (desde janeiro de 1991) (ilegalmente assinado por Albus Dumbledore)

500 mil para Ronald Weasley (desde setembro de 1991) (ilegalmente assinado por Albus Dumbledore).

Harry olhou chocado para o resultado. Ele sabia que ele era rico, mas nunca imaginara tão rico. Na mente dele, o cofre 687 era o seu único cofre. Mas o que mais surpreendeu e magoou Harry foi o que Dumbledore e os Weasley aparentemente faziam com ele. Ele sabia que os Weasley eram pobres, mas ele emprestaria e até daria dinheiro a eles se eles pedissem. Mas nunca esperara que eles lhe roubassem ou o forçassem a ser leal a eles.

- O que quer dizer Horcrux – perguntou Harry ao duende curioso por causa da ligação com Voldemort.

- Horcrux é uma parte da alma de alguém que foi dividida e posta em algum objeto normalmente, mas também é possível se fazer uma horcrux em seres vivos – a voz de Sirius ao explicar demonstrava choque e incredulidade. Ele não conseguia acreditar que o filho seu amigo era uma horcrux do homem que o matou.

Harry demorou um pouco para processar a informação. Ele tinha uma parte da alma de Voldemort em si.

- Tem como tirar essa coisa de mim – o desespero era palpável na voz do garoto.

- Nós vamos ver isso depois. Eu conheço alguém que pode ajudar – Sirius acalmou o adolescente, mesmo ele mesmo estando desesperado, pois até onde ele sabia, todos os modos conhecidos para se destruir uma horcrux provavelmente matariam Harry.

Demoraram uns dez minutos para ambos se acalmarem completamente. Baknog respeitou a demora, pois o mesmo não sabia o que faria se descobrisse ter uma parte da alma do homem que matou seus pais dentro de si.

- Mas Baknog, uma última pergunta. Quem é exatamente esse meu tio – perguntou Harry após uma última fungada.

- Lord Louis Fairchild. A família Fairchild se mudou para o Brasil em fevereiro de 1961, após o desaparecimento da filha mais nova, Lily. Desde então, eles vivem em uma mansão no Rio de Janeiro, vindo para cá somente para reuniões da Suprema Corte. Jonathan morreu em 1980, durante uma visita à Grã-Bretanha para uma reunião da Suprema Corte, aproximadamente um mês antes de você nascer. Assassinado pelo próprio Voldemort pelo que se sabe, pois se recusou a apoia-lo. Já Adele morreu em fevereiro de 1982, vítima de Varíola de Dragão. Lord Louis Fairchild continua vivo. Trabalha como inominável no ministério brasileiro, mas se ausenta para vir para as reuniões da Suprema Corte, obviamente. Casou em 1977, logo após se formar em Castelobruxo, com Patrícia Castro, uma brasileira de descendência portuguesa. Eles têm dois filhos, Marina Fairchild, de 16 anos e Marcelo Fairchild, de 13. Até onde se sabe, ele não tem a menor ideia de o que aconteceu com a irmã mais nova.

- Dumbledore sabia que ele era seu tio, Harry. Lily descobriu a verdade um dia antes de morrer, e disse somente a mim e a ele pedindo que déssemos um jeito de falar com ele. Eu ia falar com ele na reunião da Suprema Corte, afinal meu avô já tinha se aposentado e me elevado a Lord Black. Quando eu fui preso, eu tentei exigir um julgamento ou pelo menos uma conversa com Lord Fairchild, mas Crouch me negou tudo e me prendeu direto, ainda quebrando leis, pois os membros das Família Antigas e Nobres tem direito a um julgamento independentemente do crime. Mas no final eu fiquei tranquilo, pois tinha certeza de que Dumbledore falaria com seu tio. Mas provavelmente você ser criado com seu tio seria ruim para os planos para o bem maior de Dumbledore – explicou Sirius, os olhos faiscando em fúria, assumindo um tom de cinza quase negro – bem Baknog, você poderia chamar o gerente dos Black, por favor? Eu gostaria de oficializar Harry como herdeiro das Família Potter, Peverell, Gryffindor e Black.

- Esse seria eu. Mas antes de fazer isso, eu acho que seria importante discutirmos um outro assunto importante – disse o duende, abrindo a gaveta novamente e tirando uma pasta branca de lá. Sirius arregalou os olhos quando reconheceu a pasta.

- A pasta de contratos de casamento? Por que você está pegando isso? Tenho certeza que nem no lado Potter nem no Black existe um contrato de casamento.

- Na verdade Lord Black, em 1825, a família Potter fechou um contrato com outra Família Antiga e Nobre, para garantir que os títulos não caíssem em mãos erradas – assim que Sirius ouviu isso seus olhos se arregalaram mais e seus punhos fecharam – Nesse contrato diz que se uma das duas famílias ficar sem herdeiro masculino, o herdeiro de uma e a herdeira da outra deveriam se casar, e ter um filho pelo menos, para que os títulos não caíssem em mãos erradas, entende? Afinal, naquela época uma mulher não podia herdar os títulos.

- Mas hoje em dia pode! Então o contrato devia ser anulado – berrou Sirius, entrando em desespero novamente.

- Sirius, pelo amor de Deus, me diz que esse contrato não o que eu estou pensando – a voz de Harry também mostrava desespero. Ele só perguntara por perguntar afinal o nome deixava claro o que aquilo era.

- Infelizmente, o contrato não deixou de valer, afinal a condição do contrato é a falta de herdeiros masculinos em uma das famílias. Os aspectos políticos são extraoficiais – Ambos os bruxos ficaram em silêncio por cinco minutos, digerindo isso.

- Com quem eu vou ter que me casar – a voz de Harry tremia levemente.

- O contrato foi feito com a família Greengrass. Sua noiva está no seu ano em Hogwarts, uma garota chamada Daphne Greengrass.

A princípio Harry não sabia quem era. Mas logo lhe veio a imagem de uma sonserina loira, muito bonita por sinal. Até onde ele sabia, a garota não era próxima dos Malfoy, mas ele ainda tinha seus preconceitos criados por causa de Rony e Hagrid principalmente.

- Não. Eu não vou me casar com uma sonserina – para a surpresa do garoto, tanto o duende como Sirius deram uma risadinha sarcástica.

- Acho que você não entendeu Harry. O contrato vai te forçar a casar com ela, a não ser que queira perder sua magia – a voz de Sirius parecia especialmente sem humor. Ele lia o contrato rapidamente, murmurando sob sua respiração.

- E senhor Potter, lamento lhe informar, mas você descende de Slytherin – a cara de Harry mostrava surpresa e choque com essa informação.

- Como?

- Os Fairchild descendem do próprio Salazar. Daí que vem os olhos verdes brilhantes – o duende e Sirius riram do horror no rosto de Harry.

- Bom Baknog, o senhor nos deu muito o que pensar. O que acha de oficializarmos logo Harry como herdeiro Potter, Peverell, Gryffindor e Black?

A cerimônia do herdeiro foi bem simples até. Harry teve que jurar no futuro assumir o manto de Lord Potter, mas Sirius lhe garantiu que no futuro ele teria que fazer essa cerimônia em frente à Suprema Corte e seria bem mais complicada e espalhafatosa.

- Bom Harry, já temos o que fazer agora – ao olhar confuso de Harry o Black completou – entrar em contato com um curandeiro confiável para retirar esses bloqueios, poções, feitiços e principalmente essa horcrux. E acho que já sei com quem vai ser.

- Quem?

- Seu futuro sogro – disse o animago rindo da careta de Harry.

Eles decidiram voltar para a casa de Sirius a pé, afinal era perto, eles não tinham pressa e estavam cheios de feitiços de disfarce. Mas no caminho, enquanto passavam por um prédio horrendo, ouviram uma explosão.


Notas Finais


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