História The Truth - Capítulo 3


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Andromeda Tonks, Charlus Potter, Colin Creevey, Daphne Greengrass, Dênis Creevey, Dorea Black, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Ronald Weasley, Sirius Black
Visualizações 143
Palavras 1.421
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Magia, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Família


A explosão viera de algum lugar dentro do prédio. Harry e Sirius imediatamente correram para o orfanato, arrombando a porta e vendo a destruição causada pela explosão. Todas as paredes tinham sido derrubadas, havia entulhos por todo lado. As crianças estavam levemente machucadas, espalhadas pelo primeiro andar. Sirius foi ajudar as crianças, enquanto Harry subiu as escadas para o segundo andar, de onde a explosão parecia ter vindo. Quanto mais ele se aproximava do final do longo corredor, mais destruídas as coisas pareciam. Até que ele viu. No último quarto, dois garotos e uma garota estavam desmaiados, gravemente feridos.

Harry correu até os garotos desmaiados. A garota e um dos garotos pareciam muito pequenos e subnutridos, enquanto o maior parecia até ter sido imaculado.

Harry se ajoelhou e verificou se os garotos estavam vivos. Os dois menores tinham uma fraca pulsação, mas o valentão estava claramente morto, pois havia uma enorme ferida em seu peito, e era praticamente possível ver o coração. Harry gritou por Sirius, pois diferente do animago, ele não sabia nenhum feitiço de cura.

Sirius apareceu na porta rapidamente, mas assim que viu as crianças, arregalou os olhos e ficou parado na porta, olhando.

- SIRIUS – berrou Harry, fazendo o mais velho acordar do transe e começar a curar as crianças.

- Nós precisamos leva-los para o hospital. Eu só consigo evitar a morte deles temporariamente.

Sirius aparatou com Harry e as duas crianças para o St. Mungus. Chegando lá, Harry agradeceu que já estivessem em um hospital, pois lhe deu uma ânsia de vômito forte.

- O que aconteceu – uma mulher de uns 30 e poucos anos perguntou, se ajoelhando ao lado das duas crianças e fazendo diversos feitiços de diagnóstico.

- Eu e meu filho caminhávamos pela Londres trouxa quando ouvimos uma explosão vinda de um prédio. Nós corremos para dentro e chegando lá ficaram claros os indícios de magia acidental. Nós achamos as crianças em uma sala. Consegui fazer feitiços para estancar o sangramento e ajuda-las a sobreviver, mas meu conhecimento de cura é básico, então só consegui evitar a morte delas temporariamente – Harry olhou surpreso para o padrinho, pelo modo como ele conseguiu pensar em uma desculpa tão rápido e em uma situação tão crítica.

A médica levou as crianças para uma sala separada e deixou Harry e Sirius na recepção. Harry queria ir embora, com medo de serem reconhecidos de algum modo, mas Sirius insistiu em aguardar uma atualização do estado das duas crianças.

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- Com licença, senhor White? Nós conseguimos salvar ambas as crianças. Gostaria de vê-las – a curandeira perguntou a Sirius, que recusou e logo ele e Harry foram embora.

Sirius aparatou-os direto no Largo Grimmauld 12. Assim que se recuperou da tontura Harry perguntou:

- Por que você travou lá no orfanato? E por que você insistiu tanto em ficar lá para saber delas, sendo que os feitiços de disfarce talvez falhassem?

  Sirius não respondeu. Em vez disso subiu para o andar de cima, onde entrou numa porta grande. Harry seguiu-o, obviamente, mas assim que entrou pela porta travou. Uma tapeçaria enorme estava lá, mostrando uma espécie de árvore genealógica. Sirius estava olhando uma prateleira cheia do que pareciam ser álbuns de fotos, até que pegou um que parecia mais novo que a maioria e abriu, passando as páginas rapidamente, até parar numa e olhar uma foto maior que as outras. Nela cinco crianças estavam abraçadas e sorrindo para a câmera. Harry observou a foto e quatro crianças lhe chamaram a atenção. Os dois meninos, que pareciam gêmeos, mesmo um sendo menor e mais magro que o outro e as duas garotas mais velhas, que também se pareciam bastante, não só entre si, mas com a garota que os dois resgataram mais cedo.

- Sirius... quem são essas crianças – Harry perguntou ao ver uma lágrima sair pelo olho do padrinho, que fungou.

- Eu, meu irmão e minhas primas em primeiro grau. Esse sou – disse apontando para o menino maior – meu irmão, Regulus – disse indicando o menino menor – minha prima, Narcisa – a única loira na foto – atualmente ela é conhecida como Narcisa Malfoy – Harry se surpreendeu com isso, mas deixou o padrinho continuar – minha prima favorita, Andrômeda – era a menor das que se pareciam com a garota – atualmente Andrômeda Tonks, e por fim Bellatrix – era obviamente a mais velha, e a que mais se parecia com a garota de mais cedo – atualmente Lestrange.

- Sirius, quem é aquela garota exatamente? Por que você está me mostrando isso?

- Bellatrix era uma comensal da morte, uma serva de Voldemort – Harry se surpreendeu com isso, ele não imaginava que seu padrinho tivesse relação com esse tipo de gente – na noite em que ela foi posta em Askaban, a colocaram na cela do lado da minha. Durante a noite, eu conseguia ouvir ela murmurar dois nomes, que agora fazem sentido. Harry, minha prima tem filhos!

- Isso não explica exatamente o porquê de você ter travado lá no orfanato.

- Bem – suspirou Sirius, sentindo algumas boas lembranças o invadirem – eu nunca acreditei que Bellatrix ou meu irmão realmente viraram comensais da morte. Meu irmão eu tenho quase certeza que entrou por causa da minha mãe, mas se arrependeu e tentou fazer algo para escapar ou impedir Voldemort e no final acabou morrendo. Mas Bellatrix, ela não queria virar uma comensal. Um mês antes dela virar nós nos encontramos e ela me disse isso. Mas então algo aconteceu. Não sei exatamente o que, mas ela deixou de ser a garota divertida e independente para se tornar uma serva cruel e louca de um louco. Isso em um mês.

- Você acha que ela foi enfeitiçada?

- Sim. Ela nunca foi muito ligada a esse negócio de puro-sangue, mesmo tendo, até certo nível, um leve preconceito. Ela sempre disse que queria se tornar uma inominável, mas aparentemente largou tudo para fazer coisas que ela sempre disse que nunca faria, como se tornar serva de alguém, matar pessoas sem necessidade e se casar sem amor. Se tivesse um intervalo de anos eu até entenderia, mas foi em um único mês.

- E se ela estivesse te enganando?

- Acredite Harry, eu pensei nisso. Mas, mesmo eu não sendo muito ligado a ditados Black, eu absorvi um. Família sempre merece uma segunda chance. E eu já ouvi minha prima brigar muito com meus tios por não querer ser comensal ou uma esposa puro-sangue “perfeita”.

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No dia seguinte, eles enviaram uma carta anônima a Amélia Bones, chefe do departamento de Departamento de Execução das leis da magia, dizendo que eles tinham uma pista de Sirius Black, e que se ela estivesse interessada, devia ir ao caldeirão furado, às duas e meia da tarde, sozinha, e que se ela levasse alguém, eles iriam embora.

Eles chegaram no caldeirão furado às uma e quarenta e cinco da tarde, reservaram um quarto privado e começaram a colocar feitiços para garantir que não seriam impedidos de aparatar caso ela viesse acompanhada. Eles também puseram diversos feitiços de privacidade, para garantir que ninguém os escutaria. Harry gostou dessa experiência, ainda mais porque aprendeu diversos feitiços que poderiam ser úteis no futuro.

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Exatamente às duas e meia da tarde, Amélia Bones entrou no Caldeirão Furado. Ela era uma mulher de aspecto severo, com profundos olhos azuis-marinhos, cabelos ruivos começando a ficar grisalhos e emanava uma aura de autoridade. Ela foi direto até Tom, o dono do lugar, e disse que possuía uma reunião marcada com um tal de White. Tom disse a ela que fosse ao quarto 8.

Ela foi até o quarto com confiança, mas segurava a varinha para o caso de um ataque. Ela bateu na porta do quarto 8 três vezes e menos de um segundo depois a porta se abriu, e dentro do quarto ela viu a última pessoa que esperaria naquele momento.

- Potter – ela se surpreendeu ao encontrar o menino-que-sobreviveu lá dentro. Até onde ela sabia, ele estava desaparecido. Bom, ele fora achado.

- Lady Bones – cumprimentou Potter e Amélia levantou as sobrancelhas. Pelo que sua sobrinha lhe dissera ele não sabia nada sobre as famílias antigas ou não ligava – você deve ter recebido minha carta sobre Sirius Black.

- Sim, por isso estou aqui. Agora me diga qual é a tal pista, não tenho o dia todo.

- A pista está aqui – disse uma voz conhecida atrás de Amélia. Embora estivesse mais rouca, ela reconheceu imediatamente. Ela se virou e apontou a varinha para Black, que não se intimidou – Bom te ver também Amy.


Notas Finais


deixem comentários, façam críticas construtivas (sem hate) e me deem ideias. Ah e se eu tiver errado algo gramaticalmente me avisem pf, gramática não é meu forte e as vezes o word não percebeu o erro


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