História .the tutor - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang, DEAN
Personagens DEAN, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Bigbang, Romance, Top
Visualizações 9
Palavras 2.707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi nenês!

Mais um capitulo para vocês. hihi

Enjoy it! <3

Capítulo 23 - .the beast and the bland


 

— Estou deprimida

 

Ye-Jin disse, se jogando junto com a mochila e as sacolas de frutas em seu grande e estofado sofá, sentindo como se o peso do mundo havia lhe caído sobre as costas. Já eram praticamente umas onze horas da noite, tinha passado na casa de Yo-Seob e Mark para estudar e dar os últimos retoques na edição do jornal.

O assunto do seu namoro tinha causado burburinho entre os dois amigos, dividindo opiniões positivas e negativas. E nem mesmo depois de todas aquelas latinhas de cerveja preta, na qual adorava tomar, Ye-Jin não conseguia decifrar o sentimento ruim que sentiu quando Seunghyun a viu com Dean.

Não que lhe devesse explicações, ou devia?

Bufou, deixando a mochila no sofá, indo atrás da gata Lila

— Lila. Mamãe chegou e te trouxe umas coisinhas gostosas!

Disse sem animação, indo á cozinha. Um estrondo de trovão agitou-se perto da janela, causando um susto em Ye-Jin

— Vai chover, olha que maravilha — disse para si mesma com tédio, caminhando lentamente até a janela para fechar as cortinas. Logo, as pequenas gotículas que caiam sobre o vidro espelhado da sacada, começaram a tomar intensidade.

Ye-Jin correu para o quarto e viu a gata dormindo confortavelmente em sua cama. Deu um beijinho nela, indo em direção ao banheiro.

Mesmo com aqueles relâmpagos, Ye-Jin tomou um banho (suicida) rápido, se enrolando na toalha rapidamente, pisando em passos contatos na pantufa amarela. Noites chuvosas como daquela noite, eram geladas e assustadoras para Ye-Jin, que nunca gostou de chuva tão quanto de relâmpagos e trovões. Sentia-se desconfortável por um motivo não tão aparente, quase que um pânico.

Na mente não era tão expressivo, mas mesmo assim, conseguia se recordar de noites chuvosas de quando era pequena. De como tremia, suava e chorava muito e só se acalmava com Ji-Yong indo a sua cama deitar-se com ela, cantando aquela sua canção de ninar favorita. Muitas daquelas noites, ela tinha pesadelos específicos com uma mulher de cabelos longos e avermelhados perto de uma macieira, e como era de costume, neste pesadelo ela desaparecia, deixando Ye-Jin sozinha

Conversara varias vezes com Kyungsoo sobre este pesadelo, mas a única interpretação que ele conseguia expressar era sobre seu medo constante de solidão e separações. Ye-Jin acreditava que isso tinha sido uma seqüela pela morte da Mãe. Ela e Yoji eram próximas e com sua morte, seu pai a mandou para longe da família, no momento onde mais precisava de afeto

Vestida naquela blusa de alcinha rosa e shorts curtos do qual ela achava confortável, Ye-Jin se abraçou ao travesseiro, se abraçando o mais forte possível dele enquanto as luzes dos relâmpagos faziam reflexo na sua janela.

— Não queria ficar sozinha esta noite — murmurou, se amaldiçoando por ter dispensado o convite de Dean, apesar de quê, não se sentia confortável em dormir na casa dele. Tinha idéias sobre como lidaria quando chegasse a hora aonde eles iriam mais longe do que um simples beijo. Parecia boba, mas só de pensar naquilo o estômago revirava de nervoso

No meio daquela chuva impetuosa, quase caindo em um calmo cochilo a capainha tocou estridente da sala. Ye-Jin não esperava ninguém àquela hora da noite em casa, e o mais estranho é que o interfone não tinha anunciado ninguém. Descartou a idéia de que Dean poderia estar na porta já que ele não sabia onde ela morava e descartou a idéia de que fosse o pai, pois ele estava em uma viagem, quem poderia ser?

Abriu a porta lentamente, tomando um susto com a figura completamente molhada do outro lado da porta

— Me desculpa, mas eu posso entrar?

Aquela voz rouca e embargada ecoou de forma linear sobre o espaço, coçando a nuca de forma acanhada. Ye-Jin engoliu seco, ele seria a última pessoa que ela esperaria aquele horário em sua casa, mas de certa forma sentiu-se segura

— Pode sim. Entre — disse, dando espaço para que ele entrasse, fechando a porta atrás dela, sentindo o coração na mão. Ye-Jin correu até o quarto, pegando uma toalha limpa e seca, voltando em passos calmos à sala

— Não devia estar aqui há esta hora, é só que...

— Não se preocupe — estendeu a toalha a sua direção, passando a mão no seu ombro — É melhor se secar, se não vai ficar resfriado — disse atenciosa, percebendo que ele não estava em seu estado normal. Seus olhares se encontraram por um segundo, no meio daquele barulho impetuoso de chuva, causando uma estranha calmaria naquele caos. Ye-Jin abaixou o olhar se afastando um pouco, enquanto ele se secava

— Eu estava andando por ai, sem rumo e você foi a primeira pessoa que eu pensei... Quero dizer, você disse que nós podíamos ser amigos, não é? — Seunghyun tentava evitar o máximo trocar olhares com ele sem parecer indiscreto, apesar de estar levemente alterado e com suas emoções tocando no seu limite, era impossível seu olhar não se perder nos detalhes curvilíneos de seu corpo escondidos sobre a camada fina do pijama de seda

— É claro — Ye-Jin sorriu gentil — Já somos amigos, não é mesmo? — assentiu, de forma que falasse para si mesma que estava tudo bem. Ele sorriu, respirando fundo

— Ah, é melhor você tomar uma banho para não pegar uma gripe.

Ela disse quase em fio, sem querer parecer pretensiosa demais. Ele engoliu a seco, não achando a idéia inteligente. Na verdade, nem devia estar ali

— Quer saber, eu não devia estar aqui. Desculpe-me, de verdade — disse desculpando-se, com certa culpa. Ye-Jin segurou seu braço, parando em sua frente

— Não vá, de verdade. Já está tarde e você não parece bem para ir embora, vou-me sentir culpada se alguma coisa acontecer, além do mais chove muito lá fora — respondeu de um jeito envergonhada, sentindo as sardas minúsculas tomar uma coloração rosa — Além do mais, eu estou te devendo por aquele dia na festa. Considere isso como um acerto de contas

Mesmo com aquela bagunça em sua cabeça, ele só tinha um lugar que poderia encontrar paz, que era seu rosto ingênuo e aquecedor. Sentia saudades daqueles lábios docéis, mas pelo mínimo de sanidade e respeito que tinha por ela, deu um espaço entre eles, assentindo.

A chuva caia ainda do lado de fora, assim como Seunghyun olhava para seu reflexo se perguntando em que momento ele fora responsável pelas coisas irem errado. A roupa molhada em um canto daquele banheiro organizado e perfumado. Usava o moletom que ela havia se esquecido de devolver. Riu de si mesmo, era patética e perigosa a idéia de que estava na casa de uma aluna por mais intimidade que tivessem, era um erro de qualquer forma, mas ignorou os pensamentos, dando um passo calmo pelo quarto.

— Você gosta de chocolate quente? — Ye-Jin gritou da cozinha, animada. Ele deu um passo rápido, sorrindo

— Sim. Gosto, mas sou péssimo para fazer estas coisas para mim

Sentou-se na mesinha de frente a bancada da cozinha, vendo-a fazer as coisas com uma agilidade incrível. Sua casa era confortável e podia certamente falar que era a terceira vez que estava ali

— Espero que não esteja tão melado, já que sou péssima para medir coisas e uma delas é a quantidade de açúcar nas coisas — disse, colocando uma xícara azul com marshmallow em sua frente. O vapor quente e adocicado atingiu suas narinas, lhe causando uma nostalgia de infância

— Não se importe, faz tempo que não tomo algo doce como chocolate quente.

Disse, bebericando, se deliciando com o gosto cremoso e quentinho. Ye-Jin sentou-se ao seu lado, dando um gole na bebida quente.

Songsenim, que bom que você está aqui. Parece até coincidência, mas eu tenho que confessar que odeio ficar sozinha em noites assim — disse séria, causando espanto no mais velho, que logo deu um sorriso calmo

— Que bom. Eu também odeio noites chuvosas, na maioria delas, eu choro. Então, é bom não estar sozinho nestas noites e sim estar com alguém agradável como você

Ela ficou estática, sem saber o que responder, ele era gentil demais, via este lado dele constantemente, como se ele colocasse camadas em sua verdadeira personalidade

— Você não parece uma pessoa que chora — ela dedilhou os dedos na borda xícara — Quando te conheci, por momentos via duas pessoas diferentes habitando em um mesmo corpo: uma fera que domava o brando

Seunghyun surpreso parecia tentar raciocinar suas palavras. Durante toda sua vida nunca ninguém havia lhe observado com tamanha profundidade

— A fera que domava o brando? Ótimo pleonasmo — brincou, sentindo o vapor da bebida quente, aquecer a ponta do seu nariz — O que fez a fera ser domada então? —seu olhar se fixou no dela, viajando em suas irís esverdeadas por segundos

— A bela — disse simplória, não tendo noção do que havia falado, voltando seu olhar para ele, com um sorriso — Nunca escutou contos de fada, Sr. Choi?

Seunghyun ia pronunciar alguma coisa, até um trovão escandaloso bater contra a janela, fazendo com que Ye-Jin se jogasse no seu colo, assustada

— Você está bem? — o corpo encolhido e trêmulo de Ye-Jin tinha lhe deixado aflito. Ele tocou seu rosto, voltando lhe um olhar calmo — Acalme-se, trovão já passou. Estou aqui

Ye-Jin levantou o olhar, se soltando dele, demasiadamente nervosa. Tentando controlar os batimentos, apoiando ambas as mãos na bancada

— Me desculpe, é que...

Ele pegou em suas mãos trêmulas, puxando-a até o sofá fazendo-a sentar-se. Depois de um tempo, ele apareceu com um cobertor, colocando sobre ela. Sentando-se no chão de pernas cruzadas, de frente ao sofá

— Já que ambos temos medo. Vamos nos fazer companhia — disse, pegando em suas mãos pequenas — Não vou soltar sua mão. Apenas durma

Ela assentiu, fechando os olhos vagarosamente, sentindo o sono velar pelo seu corpo. No final, eles só precisam da companhia um do outro.

*

Sozinha em seu apartamento, Hanna olhava para algumas fotos guardadas, na sua caixinha vermelha com uma mensagem mental de que elas nunca deveriam ser abertas.

Por mais que tentasse evitar, aquele passado que ela havia enfiado dentro de uma caixinha vermelha, era do qual sentia mais falta.

Não amava Jae-Joong, tão quanto amava a vida que vivia, mesmo que confortável, sentia falta do primeiro amor. Erroneamente queria juntar o amor com dinheiro, mas suas vias de ação tomaram caminhos impossíveis. Em um ato impassível, pegou o celular em mãos, digitando aquele número de celular no qual jurou nunca mais ligar. O telefone chamou, e depois de alguns segundos uma voz feminina atendeu, sonolenta

— Alô?

Hanna sentiu o coração palpitar por um momento

— Quem fala? — disse com frieza, com um tom de grosseria. A voz do outro lado ficou silêncio por uns segundos

— É Ye-Jin... — a linha ficou em silêncio novamente, e Hanna só pode ouvir duas risadas animadas — Me desculpe, peguei o telefone errado, vou passar para o Seunghyun

Hanna queria poder saber quem era aquela mulher ao telefone, mas o desejo de matar a saudade dele tinha virado em uma possível tentativa amarga de destruir seu dia, por aquilo que ela havia passado

— Alô?

Aquela voz continuava a mesma, e para ela tinha um tom mais maduro

— Oi querido — disse com certo deboche, imaginando sua cara de desgosto por ouvir tais palavras. A linha ficou em um silêncio entre cortada por uma respiração forte — Ficou nervoso, meu amor? Ou será que sua namoradinha esta perto do telefone e você esta aflito com isso?

— O que você quer. Diga logo, não tenho tempo para suas brincadeiras estúpidas — respondeu ríspido

— Nossa! Bebê. Eu estava com saudades. Vejo que você está tendo uma vida feliz, deve até ter se esquecido dos seus filhos. Viu, por isso que eu digo aos meus filhos todo dia como o pai deles é uma pessoa má

— Diga logo o que você quer sua infeliz! Não tenho tempo para suas brincadeiras.

Hanna riu sarcástica, adorando ouvi-lo furioso. Mesmo que fosse uma risada triste, tinha que admitir que sentia falta dele e que estava corroendo para saber quem era a mulher que atendeu o telefone

— Não vai perguntar dos seus filhos?

— Não. Até porque eu sei que você não vai dizer nada sobre eles. Tudo que eu fizer daqui para frente, vai ser de forma legal e em nome da lei, você irá ver

Seunghyun revirou os olhos, se encostando a porta do banheiro. Sentiu um frio na espinha só de pensar se Hanna tivesse dito algo a Ye-Jin

—Nossa, que medo! Quero ver você conseguir fazer alguma coisa, estou vendo que começou a ficar corajoso. Não se precipite, nem blefe

— Não estou precipitando, apenas dizendo um fato. Agora, se me der licença...

Já estava com dedo perto do botão de desligar quando sua voz persuasiva e cínica atingiu seus ouvidos

— Ficou sabendo que eu estou noiva e vou me casar?

— Não fiquei sabendo e sinceramente, eu não ligo.

Ele respondeu com um desdém visível, já que atualmente, não a suportava

— Deveria bebê, se eu fosse você ficava esperto...

Ye-Jin havia gritado alguma coisa da coisa, algo inaudível que ele fora incapaz de ouvir

— Olha, tenho que desligar mesmo. Adeus

— Quanto tempo você e vadiazinha do telefone estão juntos?

Sua voz sarcástica tomou um tom evasivo. Hanna com ciúmes?

— O quê?

Sua risada abafada parecia de certa forma transtornada

— Quem é ela? Será que eu conheço? Será que eu devo fazer uma vista para ela, e dizer quem realmente você é Choi Seunghyun ou eu devo dizer: Choi Bon-Hwa?

Ele não pode suportar nenhum minuto a mais ouvindo aquela voz. Desligou o telefone, respirando fundo. Hanna ficou parada com o celular, ainda digerindo tudo. Sentiu-se em fúria, jogando o celular longe

  — Eu te prometo bebê, não vou descansar até conseguir ferrar sua vida inteira de vez

         *

   — Achei que as roupas não iam secar até hoje, mas veja, você parece novo em folha

 Ye-Jin sorriu, amarrando os cabelos em um coque no topo da cabeça, vendo uns cachos rebeldes saltarem do penteado

— Sim. Desculpe-me pelo telefonema, sabe como é, tem algumas pessoas que a gente deseja nunca ter conhecido

Disse sem jeito. Coçando a nuca. Ye-Jin balançou a cabeça, fechando o zíper da jaqueta até em cima

— Esta moça parecia bem brava, é sua conhecida ou talvez uma ex-namorada furiosa

Riu da própria piada, sem perceber que Seunghyun tinha ficado demasiadamente nervoso

— Quê? Claro que não. É apenas uma conhecida de minha mãe que fica me perturbando      

Mentiu, tentando pensar em mentiras rápidas e que fizessem sentido no contexto

  — Me ignore, estou te perturbando — ela riu animada, indo em direção a janela — O sábado parece que vai ser ensolarado — admirava os passarinhos pendurados na barra de ferro que prendiam as flores. Seunghyun botou as mãos no bolso, vendo uma mensagem do seu celular

[Suk-Ku]:

 1.Fiquei preocupado com você. Aonde você se enfiou cacete?

2.Estou realmente preocupado, por acaso você foi embora pelo o vaso sanitário?

3.Bastardo, nunca mais te chamo para beber! (emoji furioso)

4.Bong-Bong, estou na sua casa. O advogado vai ver-nos onze horas, venha logo, seja lá onde você estiver

— Ye-Jin, tenho de ir. Obrigada e desculpa por qualquer coisa — Seunghyun disse, passando  a mãos nos cabelos desgrenhados. Ye-Jin sorriu, correndo até o quarto e voltando com um boné azul em mãos

— Tome — entregou o boné em suas mãos — Vai ser bom para você se disfarçar e vai esconder o cabelo bagunçado — sorriu sem dentes. Ele agradeceu mentalmente por sua idéia genial

— Já vou indo — não sabia como se despedir sem que fosse estranho. Um abraço, um beijo na bochecha, ou um aperto de mão seria mais adequado. Ye-Jin repentinamente puxou-lhe para um abraço apertado e gostoso. Suas mãos deslizaram por suas costas, sentindo ela bem perto de si

— Obrigado por ter cuidado de mim e ter feito minha noite agradável — os olhos gentis tinham uma coloração de gratidão diferente de todas às vezes. Ele assentiu, dando de ombros

— Até — ele disse, acenando, antes de abrir a porta e fechar a mesma, só podendo ouvir o silêncio afetuoso daquele corredor vazio e a memória de uma noite maravilhosa

— Seunghyun? O que você está fazendo aqui? — Ouviu aquela voz masculina e conhecida atingindo seu ouvido. Virou-se em um ímpeto, só conseguindo engolir a seco

— Sr. Soo-Jong?

Disse perplexo, vendo seu rosto rígido, imaginando se caso Ye-Jin, ou até ele ficariam encrencados com isso

"O que faz está hora de manhã, na casa de minha filha, em pleno sábado, senhor Choi?"

 

 

           

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


<3


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