História The Twins - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Justin Bieber
Exibições 32
Palavras 1.345
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi galera, espero que gostem desse cap feito de todo coração.
Sem mais delongas, let's go!

Capítulo 1 - Piloto.


Um bom caçador precisa somente de um tiro e deve esforçar-se ao máximo para tornar o ato de matar o mais rápido e humano possível. A espera é parte da emoção e do drama de caçar. Se acertar a parte de trás da perna da frente, de 13 à 18 cm do peito, o tiro vai penetrar o coração e pulmões do animal. Se optar por atirar no pescoço através da coluna, vai paralisá-lo e será necessário um segundo tiro para terminar o serviço. O cérebro oferece morte instantânea. Ao definir o alvo, você precisa respirar, relaxar e garantir que o tiro será o mais preciso possível. O momento mais preciso e controlado para apertar o gatilho é aquele imediatamente após uma expiração. Respirar, relaxar, mirar, parar de respirar, apertar o gatilho. - Jensen Bieber

 

June 26th, 1999

Assim que a bala voou no ar tirando o silêncio da floresta os garotos explodiram de emoção saindo de trás do grande tronco de árvore e correndo em direção ao animal.

— Papai você acertou ele! — Justin apontou para o veado caído no chão agachando em sua frente analisando o tiro.

— Posso ficar com o chifre? — Jensen perguntou enquanto Jeremy se aproximava.

— Claro que pode. — ele deu um leve sorriso — Quando você matar seu próprio veado. — disse bagunçando o cabelo do menino; inspirou vitorioso. — Missão cumprida tropa, hora de voltar pra casa. — e os garotos saíram disparado entre as árvores como se conhecessem bem a floresta, aquilo já havia se tornado rotineiro, um hobbie, a parte ruim com certeza sobrava para Jeremy que tinha que se encarregar de levar o animal sozinho.

 

April 15th, 2001

— O Justin me atrapalhou, na hora que eu ia atirar ele mexeu e o veado foi embora, o papai ia deixar eu ficar com o chifre. — Jensen protestou se sentando na mesa falando sobre o último dia de caça.

— Não foi culpa minha, ele tinha de 1 à 3 segundos pra atirar até alguma coisa atrair o animal.

— Planejamento, camuflagem, observação e inteligência. É preciso saber se mover sem ser descoberto por entre as linhas inimigas, manter o seu território e reportar informações vitais para seus colegas. Os snipers não são apenas bons atiradores, são também uma força multiplicadora, que coleta informações valiosas e as compartilham. E vocês são uma equipe, a vitória de um é decorrência da cooperação do outro. — Jeremy interviu antes que se iniciasse uma discussão se colocando no seu lugar na mesa e eles apenas ouviram calados.

— Jensen se importa de fazer a oração para nós hoje? — Pattie se sentou na mesa após servir todos fazendo com que unissem as mãos e Jensen concordou com a cabeça iniciando a oração.

 

March 1th, 2004

— Jensen, acorda! — Justin falou sacudindo o irmão para tirá-lo da cama.

— Pra que você tá me... — ele retrucou esfregando os olhos ainda sonolento — É HOJE! —  disse dando um pulo da cama com os olhos brilhando tanto quanto os de Justin e os dois desceram disparados pelas escadas de casa com os pijamas amarrotados, os cabelos bagunçados e a higiene matinal por fazer.

Feliz aniversário!

Foram recebidos pelo coro de Jeremy e Pattie enquanto ela caminhava com o bolo em direção à eles que apagaram as velas em um único sopro.

— A minha parte favorita, cortar o bolo. — Jeremy falou esfregando as mãos uma na outra.

— O presente papai. — falaram em coro sem dar oportunidade para resposta.

— Ok, ok, vocês são apressados em. — Jeremy levantou as mãos para o alto em sinal de rendição e se direcionou até o pequeno armário em baixo das escadas; Pattie colocou o bolo sobre a mesa puxando os meninos para um abraço "Parabéns meus amores." ela sussurrou depositando um beijo na testa de cada um.

— Aqui está, ta na na, o que será? — Jeremy entonou com duas grandes caixas nos braços colocando nos pés dos meninos que logo ajoelharam e começaram a rasgar o embrulho parecendo disputar que abriria mais rápido.

— Uma Accuracy L115A3, servi no Iraque com essa, sem dúvidas é muito especial. — Jeremy se ajoelhou diante dos meninos mostrando o rifle na caixa de Justin. — Essa foi no Afeganistão, uma das minhas últimas missões. — ele direcionou o olhar para a arma de Jensen. — Accuracy AS50. Não tem nem o que falar. — e deu dois tapinhas no ombro de Jensen.

— Ótimo né garotos, só quando seu pai estiver junto. — Pattie chamou a atenção dos meninos que olhavam em estase as novas aquisições. — Agora vamos tomar o café, carregar as energias, o dia vai ser longo. — e indicou com a cabeça para que Jeremy guardasse os presentes e assim ele fez.

— Que irado, incrível! 1.000 metros de pura precisão, eu preciso testar aquela luneta a noite, sem dúvidas. — Justin falava entre uma garfada e outra realmente empolgado.

— O que o Johnny Gordo vai falar quando eu disser o que ganhei? Vai continuar se exibindo de caçar passarinho com espingarda da época da minha avó? — Jensen completou no mesmo entusiasmo entre risos.

— Quando estamos prestes a atirar é preciso ponderar muitas decisões em frações de segundo. É um momento solitário, não tem ninguém para nos ajudar e se cometermos um único erro ou se o inimigo disser que cometemos um erro, haverá muitas pessoas querendo mandar você para a prisão. Ou seja, aprendam a guardar esse movimento solitário para vocês, o inimigo não precisa saber das suas arte-manhas. — a voz de Jeremy saiu calma porém firme enquanto ele se servia de ovos mexidos no prato.

— Desculpa pai. — ambos abaixaram o olhar entendendo o recado.

— Eu amo vocês. — Jeremy lançou um breve sorriso reconfortante que foi retribuído.

 

November 26th, 2015

— Obrigado do John, feliz Ação de Graças. — Jeremy atravessou a porta do posto de conveniência com algumas sacolas na mão indo em direção a camionete na qual Jensen abastecia ao lado do tanque de gasolina.

— Justin foi no banheiro, acho que aqueles refrigerantes não fizeram muito bem. — ele direcionou o olhar para Jeremy colocando a mangueira no lugar.

— Já estamos atrasados, sua mãe vai ficar uma fera. — Jeremy guardou as coisas na cabine escorando na camionete e Jensen se pôs no banco do passageiro.

— E aí coroa, vai fazer uma caridade pra gente nessa Ação de Graças? — quatro rapazes se aproximaram atraindo o olhar de Jeremy; Jensen notou já dentro da camionete mas relutou em sair assim que viu um sinal de Jeremy para ficar no carro.

— Que tal vocês darem o fora? — Jeremy enrijeceu o corpo encarando os meninos que o cercaram.

— Só libera o carro pra e a gente dá o fora. — um deles falou soltando um riso sarcástico mostrando um dente de ouro no canto da boca.

Jeremy olhou em volta analisando rotas de fuga, ou uma maneira de impedir que aquilo se prolongasse mais, mas a única coisa que conseguiu raciocinar foi um soco no rosto do primeiro cara que apareceu em sua frente iniciando assim uma briga; Jensen desceu do carro e correu até o pai tentando tirar o bonde de cima dele que se virava entre golpes bem distribuído mas a eficiência de quatro contra um já fazia efeito no militar aposentado; e em questão de segundos o som do tiro abafou o socos e pontapés.

Justin saiu do banheiro ajeitando a calça e só se deu conta que já estava fora do mesmo quando um pivete esbarrou em você junto com mais alguns garotos, ele apenas ignorou a situação porque quando se deu por si eles já estavam longe; direcionou o olhar para onde o carro da família estava estacionado e seu corpo entrou em completo estado de choque.

— PAI! — o grito ensurdecedor saiu instantaneamente quando se deparou com a cena diante dos seus olhos, em menos de um minutos ele já estava ajoelhado diante de Jensen, quem em seus braços portava Jeremy ensanguentado; os dois se debulharam em lágrimas enquanto faziam de tudo para reverter aquela situação como se qualquer atitude fosse trazer seu pai de volta.

Justin encarou o céu tentado se conter em meio aos soluços, talvez fosse uma forma de buscar respostas, ou apenas constatar, uma bala muda para sempre.


Notas Finais


E aí, gostaram? Não deixe de colocar suas considerações finais sobre o cap se você chegou aqui, e muito obrigado mesmo se você chegou até aqui, qualquer coisa podemos conversar no meu twitter, @richxxgirl, bjs obrigado


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