História The two sides of the game - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dajan, Kentin, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Priya, Rosalya
Tags Amor Doce, Armin, Hentai, Romance
Visualizações 114
Palavras 2.145
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Cap.13


O silêncio foi quebrado com o barulho da campainha tocando. Armin se levantou e vestiu somente a bermuda e foi atender a porta.

Neste instante a única coisa que eu conseguia pensar era como isso tudo foi acontecer tão der repente, foi como se uma atração fora do normal puxasse o meu corpo pro Armin impedindo que o meu cérebro funcionasse adequadamente.

Armin entrou no quarto com uma mesa farta com comida me tirando dos meus pensamentos. A mesa estava linda cheia de frutas, pães, suco e café, tinha até tulipas amarelas.

 

Armin: Espero que você esteja com fome. Eu pedi um café reforçado pra gente. - ele colocava uma torrada na boca.

Angel: Sim, eu estou faminta. Linda mesa de café. - eu apontei pra mesma.

Armin: Sim, eu pedi para que fizessem na padaria aqui em frente.

 

Nós começamos a comer em silêncio e assim foi durante todo tempo. Eu acabei de comer primeiro e fui me levantando e pegando o meu celular ao lado da cabeceira da cama, quando olhei as horas na tela do celular eu quase cair pra trás de susto, já se passava das 11:00 horas da manhã.

 

Angel: Meu Deus! Eu estou super atrasada. - eu sou formada em administração de empresas e trabalho na empresa dos meus pais, mas por mais que eu tenha esse mérito eu não me aproveitava disso.

Armin: Atrasada pra exatamente o que? -ele ainda comia deitado de lado na cama enquanto me olhava andando enrolada na toalha que usava mais cedo.

Angel: Pro meu trabalho. Onde está minhas roupas Armin?

Armin: Estão penduradas na mesa de café, eu mandei para a lavanderia mais cedo enquanto você dormia, e chegou junto com a mesa de café.

 

Eu o deixei no quarto e fui pro banheiro me trocar e já chamei um táxi que iria estar a minha espera em mais ou menos cinco minutos. Com certeza eu teria que passar em casa para me trocar, aquelas não eram roupas para o ambiente de trabalho. Já vestida voltei pro quarto pra calçar a minhas botas. Armin já tinha terminado de tomar café e estava deitado esperando que eu saísse do banheiro.

 

Armin: Qual é a graça de ter um pai milionário se você tem trabalhar?

Angel: Eu não trabalho por obrigação, mas porque eu gosto.

Armin: Então pelo menos se dar ao luxo de chegar atrasada de vez enquanto.

Angel: Não é porque o meu pai é o dono da empresa em que eu trabalho, que eu vou me aproveitar disso. Eu tenho alguns princípios e não me atrasar pro meu trabalho é um deles.

 

Ele me olhou curioso e surpreso, ele não esperava uma resposta assim vindo de mim, claramente ele me via como uma patricinha, filha de mamãe e papai, mas não o culpo é o que todos pensam de mim, quando não me conhecem.

 

Angel: Bom eu vou indo.

Armin: Deixa que eu te levo, eu só vou me…

Angel: Não precisa. - eu o interrompi - tem um táxi lá embaixo me esperando. - eu fui andando em direção a saída e Armin veio me seguindo. - Obrigada pelo o que você por mim ontem a noite, e pra sua informação, eu tomo anticoncepcional. - ele riu, e em instante algum demontou que estava preocupado com isso - Nos vemos em breve Armin.

Armin: Com certeza. - ele sorriu pra mim.

 

Eu fechei a porta e fui pro elevador. Do lado de fora do prédio o táxi que eu tinha chamado já estava a minha espera, eu o adentrei e dei o endereço de minha casa para o motorista que saiu pelas ruas.Depois de algum tempo, eu estava parada em frente a minha casa, logo desci do táxi e paguei pela corrida. Quando eu abria a porta eu escutei barulhos bem baixos que eu presumir ser da TV, logo pensei ser o Alexy, mas quando eu entrei me deparei com a Rosa sentada com os pés pro alto no sofá, quando ela me viu colocou a televisão no mudo.

 

Rosa: Meu bebê cresceu! - ela veio até a mim correndo e me abraçou forte.

Angel: O que é isso Rosa? Ficou louca de vez?

Rosa: Ainda não mas vou ficar se vc não me contar logo o motivo de não ter dormido em casa e ter chegado aqui a essa hora, você nunca foi de dormir fora de casa. - ela se sentou novamente no sofá e bateu com mão no espaço ao seu lado pra eu me sentasse.

Angel: Talvez mais tarde amiga, agora eu tenho que me trocar e ir…

Rosa: Sua secretária me ligou perguntando por você e disse que você não vai trabalhar e ela disse que cancelaria toda a sua agenda de hoje.

Angel: Rosalya! Você não tinha o direito de fazer isso! É meu trabalho sua louca.

Rosa: Sei, sei, depois você pode me agradecer. Agora pode me contar o que você aprontou?

 

Uma coisa que eu aprendi com tantos anos de amizade é que se Rosa quer alguma coisa, ela consegue independente do que seja, então me rendi e decidir abrir o jogo com ela. Eu me sentei ao seu lado.

 

Angel: Eu saí com o Castiel ontem e acabei bebendo e como sou fraca pra bebidas logo fiquei bêbada,  mas antes que eu fizesse algo vergonhoso o Armin apareceu lá e me levou pro apartamento que fica perto da boate onde estávamos eu dormir lá. - Rosa me olhou com um brilho no olhar. - A gente não transou. - ela fez cara de decepcionada. - Ontem não, mas hoje sim.

 

A Rosa ficou super animada começou a pular feito criança enquanto eu a olhava segurando o riso, minha amiga vibra com as coisas mais bobas.

 

Rosa: Nós vamos comemorar.

Angel: Não! Nós não vamos, amanhã eu tenho que ir trabalhar já faltei hoje.

Rosa: Por favor por favor por favor amiga. Só hoje não seja careta, a gente não vai sair tarde para chegarmos mais cedo.

 

Se tem uma coisa nessa vida que eu não consigo tirar da cabeça da Rosa é quando essa coisa é relacionado a uma comemoração, ou pelo menos na cabeça dela transar com o Armin é um motivo para se comemorar.

 

Angel: Ok, eu vou mas só se vc me prometer que vamos voltar bem cedo.

Rosa: Siiiiiim. - ela me abraçou - Mas agora vai se trocar e vem se sentar comigo.


E assim eu fiz fui para o meu quarto me trocar.

O silêncio foi quebrado com o barulho da campainha tocando. Armin se levantou e vestiu somente a bermuda e foi atender a porta.

Neste instante a única coisa que eu conseguia pensar era como isso tudo foi acontecer tão der repente, foi como se uma atração fora do normal puxasse o meu corpo pro Armin impedindo que o meu cérebro funcionasse adequadamente.

Armin entrou no quarto com uma mesa farta com comida me tirando dos meus pensamentos. A mesa estava linda cheia de frutas, pães, suco e café, tinha até tulipas amarelas.

 

Armin: Espero que você esteja com fome. Eu pedi um café reforçado pra gente. - ele colocava uma torrada na boca.

Angel: Sim, eu estou faminta. Linda mesa de café. - eu apontei pra mesma.

Armin: Sim, eu pedi para que fizessem na padaria aqui em frente.

 

Nós começamos a comer em silêncio e assim foi durante todo tempo. Eu acabei de comer primeiro e fui me levantando e pegando o meu celular ao lado da cabeceira da cama, quando olhei as horas na tela do celular eu quase cair pra trás de susto, já se passava das 11:00 horas da manhã.

 

Angel: Meu Deus! Eu estou super atrasada. - eu sou formada em administração de empresas e trabalho na empresa dos meus pais, mas por mais que eu tenha esse mérito eu não me aproveitava disso.

Armin: Atrasada pra exatamente o que? -ele ainda comia deitado de lado na cama enquanto me olhava andando enrolada na toalha que usava mais cedo.

Angel: Pro meu trabalho. Onde está minhas roupas Armin?

Armin: Estão penduradas na mesa de café, eu mandei para a lavanderia mais cedo enquanto você dormia, e chegou junto com a mesa de café.

 

Eu o deixei no quarto e fui pro banheiro me trocar e já chamei um táxi que iria estar a minha espera em mais ou menos cinco minutos. Com certeza eu teria que passar em casa para me trocar, aquelas não eram roupas para o ambiente de trabalho. Já vestida voltei pro quarto pra calçar a minhas botas. Armin já tinha terminado de tomar café e estava deitado esperando que eu saísse do banheiro.

 

Armin: Qual é a graça de ter um pai milionário se você tem trabalhar?

Angel: Eu não trabalho por obrigação, mas porque eu gosto.

Armin: Então pelo menos se dar ao luxo de chegar atrasada de vez enquanto.

Angel: Não é porque o meu pai é o dono da empresa em que eu trabalho, que eu vou me aproveitar disso. Eu tenho alguns princípios e não me atrasar pro meu trabalho é um deles.

 

Ele me olhou curioso e surpreso, ele não esperava uma resposta assim vindo de mim, claramente ele me via como uma patricinha, filha de mamãe e papai, mas não o culpo é o que todos pensam de mim, quando não me conhecem.

 

Angel: Bom eu vou indo.

Armin: Deixa que eu te levo, eu só vou me…

Angel: Não precisa. - eu o interrompi - tem um táxi lá embaixo me esperando. - eu fui andando em direção a saída e Armin veio me seguindo. - Obrigada pelo o que você por mim ontem a noite, nós vemos em breve Armin.

Armin: Com certeza. - ele sorria pra mim.

 

Eu fechei a porta e fui pro elevador. Do lado de fora do prédio o táxi que eu tinha chamado já estava a minha espera, eu o adentrei e dei o endereço de minha casa para o motorista que saiu pelas ruas.Depois de algum tempo, eu estava parada em frente a minha casa, logo desci do táxi e paguei pela corrida. Quando eu abria a porta eu escutei barulhos bem baixos que eu presumir ser da TV, logo pensei ser o Alexy, mas quando eu entrei me deparei com a Rosa sentada com os pés pro alto no sofá, quando ela me viu colocou a televisão no mudo.

 

Rosa: Meu bebê cresceu! - ela veio até a mim correndo e me abraçou forte.

Angel: O que é isso Rosa? Ficou louca de vez?

Rosa: Ainda não mas vou ficar se vc não me contar logo o motivo de não ter dormido em casa e ter chegado aqui a essa hora, você nunca foi de dormir fora de casa. - ela se sentou novamente no sofá e bateu com mão no espaço ao seu lado pra eu me sentasse.

Angel: Talvez mais tarde amiga, agora eu tenho que me trocar e ir…

Rosa: Sua secretária me ligou perguntando por você e disse que você não vai trabalhar e ela disse que cancelaria toda a sua agenda de hoje.

Angel: Rosalya! Você não tinha o direito de fazer isso! É meu trabalho sua louca.

Rosa: Sei, sei, depois você pode me agradecer. Agora pode me contar o que você aprontou?

 

Uma coisa que eu aprendi com tantos anos de amizade é que se Rosa quer alguma coisa, ela consegue independente do que seja, então me rendi e decidir abrir o jogo com ela. Eu me sentei ao seu lado.

 

Angel: Eu saí com o Castiel ontem e acabei bebendo e como sou fraca pra bebidas logo fiquei bêbada,  mas antes que eu fizesse algo vergonhoso o Armin apareceu lá e me levou pro apartamento que fica perto da boate onde estávamos eu dormir lá. - Rosa me olhou com um brilho no olhar. - A gente não transou. - ela fez cara de decepcionada. - Ontem não, mas hoje sim.

 

A Rosa ficou super animada começou a pular feito criança enquanto eu a olhava segurando o riso, minha amiga vibra com as coisas mais bobas.

 

Rosa: Nós vamos comemorar.

Angel: Não! Nós não vamos, amanhã eu tenho que ir trabalhar já faltei hoje.

Rosa: Por favor por favor por favor amiga. Só hoje não seja careta, a gente não vai sair tarde para chegarmos mais cedo.

 

Se tem uma coisa nessa vida que eu não consigo tirar da cabeça da Rosa é quando essa coisa é relacionado a uma comemoração, ou pelo menos na cabeça dela transar com o Armin é um motivo para se comemorar.

 

Angel: Ok, eu vou mas só se vc me prometer que vamos voltar bem cedo.

Rosa: Siiiiiim. - ela me abraçou - Mas agora vai se trocar e vem se sentar comigo.


E assim eu fiz fui para o meu quarto me trocar.


Notas Finais


Até amanhã.
Bjos


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