História The union - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Mitologia Grega, Mitologia Romena, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Deuses, Jikook
Exibições 26
Palavras 1.575
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ecchi, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oiieee gentiii
desculpem a demora, mais tá ai o capitulo mesmo que esteja pequeno ^^


AGORA ERA PRA SER O JUNGKOOK, MAS EU SOU BIPOLAR, LIDEM COM ISSO shuahusa

boa leitura <3

Capítulo 2 - To attempt


Fanfic / Fanfiction The union - Capítulo 2 - To attempt

   

 

                            JIMIN ON~

 

 

Me solto de forma violenta e começo a correr para longe daquela mulher, afinal, ela era maluca. Não que eu fosse muito diferente. Comecei a cogitar de que aquilo que eu via era apenas uma miragem, algo que minha mente criou por culpa de algum trauma, não sei, simplesmente não sabia se queria que aquilo fosse verdade ou mentira, queria mesmo acreditar no talvez fato de que eu fosse um maluco lunático... poderia ser que assim fosse melhor e com menos problemas . Meus passos ecoavam cada vez que se tocavam com o chão lustrado, abria as portas com força causando um estrondo e simplesmente pulei para fora do ambiente rolando as escadas, empurrei tudo a minha frente porque aquilo sim era loucura, mas uma pergunta reinava minha mente "para onde ela me levaria?"...  comecei a correr na rua até minhas pernas não suportarem e amolecerem me fazendo cair próximo a uma praça qualquer. Minha respiração estava desigualada fazendo meu peito subir e descer de modo eficaz, olho em volta e as pessoas me encaravam como se eu fosse um ser desconhecido, como se eu tivesse fugido de um manicômio ou sei lá o que poderia passar em suas mentes, minha cabeça estava rodando e a todo canto em que direcionava meu olhar estava girando. Me encontrava extremamente perdido ou simplesmente tentando digerir tudo isso, afinal, que diabos significa uma quimera? ha! quer saber? dane-se! levanto-me do chão frio da calçada e começo a caminhar, de novo aquele medo prevalece, parecia que estava sendo observado e isso me deixava inquieto, balancei a cabeça negando os pensamento idiotas e desnecessários que surgiram e acelerei meu andar.

Passo a frente de um beco frio e umido, tinham barulhos de goteira e ruídos de ratos pelos cantos, apesar de estar sol, o lugar estava escuro pelas paredes que estavam ao seu redor e impediam a luz solar de adentrar o local, era iluminado apenas por uma lâmpada falha e fraca da qual piscava a cada milésimo de segundo. Vejo uma sombra passar, era grande e aparentava ser algum animal, poderia ser aquele que eu via todas as noites? não sei. Aquilo prendeu minha atenção, não sabia o porque, mas não conseguia correr, fiquei preso no lugar apenas olhando para dentro do beco. Ficaria mais tempo lá se não tivesse sentido algo se chocar contra mim, com o impacto meu corpo foi para frente me fazendo quase cair, viro meu tronco assim que ouço uma risada conhecida pelos meus ouvidos.

 

 

- Olha o que temos aqui... - era Chayer, um dos garotos que me importunam, ele estava com uma camisa social bege meio encardida e um shorts amarelo desbotado, em seus pés estavam umas sandálias presas com tiras de couro marrom escuro, o cabelo castanho meio claro desarrumado com marcas de sujeira tampando suas sardas, era mais alto que eu e  seus olhos num tom azul meio apagado me encaravam com ódio, apenas não sabia de onde aquilo vinha, não sabia o porque de me odiarem tanto...

 

 

- O que quer? - pergunto olhando para baixo e fechando os olhos já sabendo o que iria acontecer, ele me bateria, me xingaria e depois sairia correndo. Já estava acostumado, sim ... é triste, mas essa foi a vida que meus pais resolveram me dar.

 

 

- Olha como fala comigo tampinha! vou ter que lhe bater novamente? - ele pergunta com repugnância e eu nego com a cabeça - Muito bom... agora, porque está fora do orfanato novamente? não vai me dizer que está correndo dos monstros? - disse me empurrando com uma mão da qual tinha uma grande força me fazendo dar alguns passos para trás quase fazendo-me cair.

 

 

- Pra ser sincero, eu acho que tudo isso de ver coisas não passa de algo da minha cabeça - digo em tom triste, talvez quisesse que fosse tudo verdade... talvez quisesse que acreditassem em mim, aish! eu sou meio bipolar, mas... porque eu vi aquilo ainda no berço? porque lembro de sua face demoniaca me encarando? ou melhor... porque ainda o vejo? o garoto me olha debochado.

 

 

- Só agora você foi perceber que é um idiota dizendo que pode ver coisas? - ele diz e eu o olho . - Jimin isso é ridiculo. - o encaro desacreditado, mas se for parar pra pensar, isso é realmente besta.

 

 

- Quer saber? o que você tem a ver com a minha vida Chayer? você e nem ninguém pode garantir que foi tudo mentira - falo sem medo das consequências mesmo tendo em mente de que realmente poderia estar ficando louco.

 

 

- Tem razão, não posso dizer se foi verdade ou não... mas isso é absurdamente abobado. E quanto ao o que eu tenho a ver com sua vida, exatamente nada, é por isso que vou te bater - sinto um impacto com minha bochecha e um gosto metalico de sangue tomar minha boca, coloco a mão no local acariciando a recém marca inchada e vermelha o olhando com raiva. - Era isso que queria Jiminzinho? - ele ri - você não tem jeito pirralho.-  sai do local a passos lentos como se nada tivesse acontecido, apoio minhas costas numa parede local e desco com as mesmas na região acalçando o chão e me sentando nele. Deixo algumas lágrimas cairem e rolarem pelas minhas bochechas molhando minha roupa assim que entravam em contato com o pano meio sujo.

 

Me pergunto o porque de nunca ter coragem de revidar, nunca ter coragem de levantar e soca-lo assim como ele faz comigo, mas de novo, eu paraliso... parece que isso é a unica coisa que eu sei fazer... exatamente nada. "chorar não vai te ajudar Jimin..." penso e me levanto do lugar duro, não tenho pra onde ir, não tenho o que fazer.. a não ser..."​o que era aquilo que eu vi?" viro meu olhar para o beco e começo a caminhar para dentro do mesmo, olho ao redor e me pergunto do porque eu estar fazendo aquilo, mas meu corpo tinha vontade própria, ele se movia conforme ele quisesse, minha mente queria gritar, mas isso foi completamente ignorado. Continuo o caminhar, os estralos das latas de lixo velhas faziam meu coração acelerar imaginando se algo não estivesse se escondendo por trás delas.

Continuo com os passos e vejo uma luz num tom azulado, ela estava escondida no final do beco atrás de algumas caixas de papelão rasgadas. Olho ao redor pensando que aquilo era algum tipo de pegadinha, mas não havia ninguém lá.. a não ser eu ... Poderia simplesmente virar as costas e ignorar aquela luz chamativa, mas minha curiosidade é maior me fazendo ir até o local. Paro assim que estava perto da luz, tiro as caixas que tampavam minha visão da frente e vejo uma poça... sim, uma poça. Era pequena mas sua água era limpa a ponto de transparência, ela emitia aquela luz no tom azul perolado, o que me fez imaginar em como isso aconteceu com uma poça... poderia ser alguma substancia tóxica talvez e eu morreria daqui a alguns segundo por inalar, ou um tipo diferente de corante, quem sabe até um cloro? Ignoro a luz e penso no quanto eu sou besta por achar que uma poça fosse algo importante, quer dizer... é uma poça.

Viro-me e começo a me afastar, mas conforme ando a claridade se intensifica, como se me chamasse, como se pedisse para que eu ficasse, como se disesse " ei! tem uma coisa aqui sim bastardo!", rio da minha própria cara por imaginar uma poça falante e vou até a mesma novamente. Chego perto e me agacho para ver melhor, olho no fundo da mesma tentando achar a fonte daquela luz que de certo modo, era deslumbrante. Avisto algo... talvez... um broche? era de um material parecido com couro e tinha um simbolo azul que julguei ser a cabeça de um tridente, com receio levei minha mão até o mesmo, o peguei como se fosse algum tipo de arma letal, ele era a fonte de luz, pois tinha a tonalidade a qual a poça reluzia. Assim que saiu de dentro da água a mesma parou de brilhar e voltou ao seu tom encardido e barrento, como um simples broche teria a capacidade de fazer isso?

Guardei o objeto no bolso do meu casaco e sai do beco como se fosse algum tipo de ladrão e tivesse acabado de roubar algo. Não sei porque guardei aquilo... mas senti que deveria... iria precisar dele no futuro, agora para que... eu não sei.

 

 

" o que eu não sabia, era que o broche que havia encontrado, podia fazer muito mais do que limpar uma simples poça... muito mais.. ​do que emitir uma inútil luz.... ele poderia mudar tudo."


                                                   

 

         JUNGKOOK ON~

 

 

Corri... corri como se minha vida dependesse daquilo, tropeçava em gravetos, batia em árvores, me cortava com as plantas que teimavam em ficar na frente... meu corpo queimava, meus olhos ardiam, minha cabeça rodava e tudo estava confuso... o veneno estava fezendo efeito.... tinha pouco tempo, eu teria que conseguir.... eu teria que alcançar, eu teria que tentar! , a dor que meus músculos exalavam era ignorada, os cortes abertos que sangravam ardiam como fogo, minha visão turva me deixava desnorteado, suor pingava do meu rosto, meus pés estavam me matando e tudo o que eu tinha que fazer era conseguir terminar essa droga! eu tinha que mostrar que era capaz...

[...]


Notas Finais


FIM!
EU SEI, EU SEI... PEQUENO..

desculpem se ficou meio merda sério ..
desculpem os erros, não sou a melhor em português ^^

até o próximo meus lindus <3


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