História Brook 1 - Our destinies have traced our lives forever! - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Palavras 1.751
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eae pessoas lindas, mais um capítulo para vocês.

Capítulo 3 - Chapter Three!


Fanfic / Fanfiction Brook 1 - Our destinies have traced our lives forever! - Capítulo 3 - Chapter Three!

Katherine Liam Petrova Onn

Meu dia como sempre foi uma loucura, tive que andar de um lado a outro em hospital a outro hospital, não estou doente se e o que você imaginou mais sim minha irmã de três anos e minha mãe. Você deve estar tentando descobrir qual e minha participação nessa história correto? Minha vida nunca foi muito interessante, aos meus cinco anos presenciei uma briga horrível de meu pai e minha mãe.

 

Ele tinha descoberto finalmente em que minha mãe trabalhava, durante anos ele foi caindo nas mentiras de minha mãe sobre onde ela trabalhava. Quando minha avó veio conversar meu pai depois desse dia as brigas entre eles ficaram sendo todos santo dia, eu não ficava assustada ou com medo dos gritos de meu pai desferia contra minha mãe, sentia que ele estava fazendo o certo.

Mais aquele dia foi o decisivo para acabar com minha vida de uma vez por todas, meu pai deu uma bela surra em minha mãe que gritava implorando por socorro. Minha mãe era uma mulher da vida ou como algumas pessoas gostam de dizer, vadia, puta ou prostituta, meu pai descobriu esse seu cabeludo segredo após seguir ela. Ele descobriu que ela trabalhava nisso muito antes de se conhecerem, a policia e claro que bateu na porta de de casa a noite, vê meu pai ser preso e minha mãe ir para o hospital.

Naquela noite fui forçada a dormir no hospital enquanto minha mãe estava fazendo alguns exames, foi a noite em que descobrir como e ter as contas doendo por causa de uma cadeira. Minha mãe continuo no mesmo trabalho, o homem que eu chamava de pai continuou preso durante um tempo e descobrir que eu nunca fui filha dela e que nem mesmo minha mãe sabia quem era meu pai. Ela me explorava mais ainda, com dez anos de idade ela me forçou a vender doces na rua para sustentar seus vícios , depois de um tempo ela voltou a se casar.

Casou com um traficante muito famoso e perigoso, ela e ele teve mais dois filhos e também adotou os três filhos mais velhos deles com outras mulheres, um de doze anos e outro de quinze anos. Pode imaginar como minha vida foi um inferno desde os meus cinco anos para os dez anos, mais aos quatorze anos de idade arrumei um emprego em um bar onde minha mãe era dona, ela me colocou como garçonete.

Hoje aos dezoito anos continuo no mesmo emprego, mais ganho um pouco mais por cuidar de minha mãe que teve um ataque cardíaco, e logo depois juno minha irmã foi internada por estar com água nos pulmões.

Estou nesse momento dentro do meu velho carro voltando para o hospital onde juno esta, parece que ela teve mais um problema com o pulmão e que tiveram que levar ela as presas para sala de cirurgia. Também recebe a notícia que mais uma vez minha mãe fugiu do hospital e a mesma brotou no hospital onde Juno esta, me disseram que ela estava louca e gritando na portaria.

Paro na frente do hospital, desço do carro e pego minha bolsa e arrumo minha blusa para entrar no hospital, sou conhecida por ser a "Vadia!" Da cidade. Por culpa de minha mãe consegue esse apelido carinhoso na cidade, estava escutando os gritos da dona penelope ali de fora, reviro os meus olhos e entro correndo dentro do hospital.

- EU QUERO VÊ MINHA FILHA, DEIXE-ME VÊ-LA! - diz penelope gritando.

- MÃE! - Digo gritando enquanto andava ate ela. - Pelo amor de deus para de gritar!

Ela me olhou assustada e logo tratou de fechar a cara, e começo a escutar as piadinhas dos outros ali dentro do hospital mesmo, algo como " Olha a vadia, veio pegar a mamãe. Barraqueira! " ou " Ela e muito gostosa, será que faz programa junto com a mãe? ". Antes e claro que eu iria reclamar, gritar para todos ouvirem que não sou uma prostituta ou vadia, aprende a não ligar para o que dizem de mim, o que vem de baixo não me atinge.

- O que está fazendo aqui? - Pergunta penelope.

- Eu e que devia te perguntar isso, o que faz aqui? - Pergunto puxando ela para longe.

- Lucca me disse que ela estava mal e vim imediatamente ver como anda minha boneca! - Diz coçando o nariz.

- VOCÊ...você cheirou drogas? - pergunto puxando ela para um corredor mais vazio.

- Não. Porque perguntou isso? - Pergunta olhando para outro lado.

- porque a merda do seu nariz esta branco! - Pergunto segurando seu rosto e limpando o pó do seu nariz.

- Ah! Isso? Foi o sal que estava comendo! - Diz saindo de minhas mãos e voltou a andar em direção a sala de cirurgia.

Respiro fundo e fecho os meus olhos contando até dez mentalmente, e me acalmando aos poucos e volto a andar em direção a sala de cirurgia onde penelope esta. Me sento em uma cadeira ao seu lado, e começo a mexer nos meus longos e trabalhosos cabelos estavam precisando de uma bela arrumada, mais dona penelope diz que os clientes de sua lanchonete feminina gosta de cabelos grande e pretos, eu quase essa semana ponto meus cabelos de verdes a cor que eu mais gosto.

Mais vê que meu emprego estaria em perigo e minha vida também já que fiz muitas divididas para conseguir pagar a cirurgia de Juno. Olho para Penélope que estava comendo as unhas de tanta ansiedade e seus pés batiam descompessadamente no chão, ela com certeza fez uso de drogas antes de vim para cá.

- Da próxima vez irei impedir que veja Juno se fizer uso de drogas novamente! - Digo olhando para a parede.

- Você não está com direito nenhum para fazer isso! - Diz se levantando nervosa.

- tenho muitos. Sou eu que estou pagando o tratamento de Juno e não você! - Digo olhando para ela.

- Isso não significa nada, ela saiu de mim e não de você, tenho mais direito que você tem! - diz jogando alguns bancos no chão.

- Você se controla, se não chamo a policia! - Digo me levantando e olhando para ela.

Ela fez o favor de mostrar o seus dentes trincados de raiva por gritar com ela, eu não ligo para o que ela pensa ou fale mais sobre Juno eu tenho direitos até mais que ela, pelo fato de uma ligação minha e a guarda de Juno vem para mim. Vou andando até a porta e vejo o corredor muito movimentado, Juno era a única pessoa na sala de cirurgia mais porque então tudo estava mais movimentado que o normal? Vejo uma enfermeira baixinha vir ate a porta.

- moça? Quero saber sobre Juno, como ela está? - Pergunto cercando a mulher que se assusta com meu ato.

- Eu não posso dizer nada nesse momento! - diz me olhando de cima a baixo.

- por favor, sou a irmã dela! - Digo pegando em sua mão.

- Ok! - Diz sussurrando - A paciente Juno teve uma parada cardíaca, estamos fazendo de tudo para trazer ela de volta! - diz olhando para penelope.

Foi como uma punhalada certeira em meu coração, a única coisa que eu ouve antes de me afastar da enfermeira foi os gritos de desespero de minha mãe. Me encosto ma parede não acreditando em tudo que eu ouve, minha cabeça começa a dor como nunca antes doeu, me ajoelho no chão e pressiono minha cabeça afim de diminuir a dor.

Sinto alguém pegar em minhas costas e meu corpo começa a ficar mole diante desse toque, fecho os meus olhos e nem sei onde eu cai so sei que foi em algo com pelo, pode ser tudo então não posso afirmar nada. Abro os meus olhos vendo que estava no espaço e estava pisando em uma passarela muito brilhante que fez meus olhos arderem. Olho para os lados vendo as estrelas de perto como nunca antes pensei em ver ou e um sono ou ate mesmo que estou morrendo.

Me sento na passarela e suspiro fundo ao lembrar do porque que vim parar bem aqui, vejo uma luz em minha frente então levanto minha cabeça vendo um homem barbudo em cima de uma pedra.

- Que merda é essa? - pergunto me levantando assustada.

- Valeu por me chamar de merda, fico lisonjeado! - Diz o homem barbudo se sentando na pedra.

- Quem é você? - pergunto dando mais um passo para trás.

- Uma coisa de cada vez não é  minha filha? - pergunta sumindo.

- o que você quer comigo? - pergunto olhando para a pedra.

- me chamo universo ou destino, vocês me conhecem não é? Não se preocupe com sua irmã nesse momento ela esta instável e a cirurgia foi um sucesso! - Diz com uma voz cheia de eco.

- como você sabe disso? - pergunto assustada.

- Fui eu que deixei ela assim, mais tinha um porque de eu ter feito isso tudo, eu precisava conversar com você sobre algo! - diz aparecendo em minha frente.

- então comece a falar! - digo impaciente e nervosa.

- você foi escolhida por mim para guardar um grande poder e nesse momento está pronta para usar! - Diz estendendo sua mão em minha direção.

Uma luz cinza com marrom saiu de sua mão e cercou todo o meu corpo me fazendo ficar assustada, e meu corpo foi tirado do chão me levanto o mais alto possível. Sinto meu corpo ficar duro como uma pedra, mais não me machucava ao contrário me sentia livre e leve não sentia mais dores e me sentia muito forte. Vejo uma espada cinza com uma esmeralda na sua ponta, estico minha mão em sua direção e ao triscar na espada ele vira um anel de esmeraldas.

Abro os olhos vendo que estava dentro de um quarto de hospital, olho para os lados ouvindo o barulho de máquina que controla meus batimentos cardíacos. Me sento e olho para o quarto vazio que não tinha nada de interessante a não ser a parede cinza escuro na parede, jogo minhas pernas para o lado de fora da cama e vou andando em direção ao banheiro. Abro a porta e quase caio no chão, meus cabelos estavam cinza com umas luzes verdes, caio de joelhos no chão e começo a me tremer toda.


Notas Finais


Pronto o capitulo completo...


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