História The Vampire and the Hunter - Jikook - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bottom!hoseok, Bottom!namjoon, Jikook, Namjin, Sugamon, Top!jin, Top!jungkook, Top!yoongi, Vhope
Visualizações 110
Palavras 767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O cara que vai aparecer como colega de cela do Jimin existe na vida real.
Song In-ho foi condenado a prisão perpétua por se negar a ir pro exército quando mais jovem. Um caso recorrente na Coréia do Sul, milhares de pessoas a cada ano são presas simplesmente por se negarem a prestar serviço militar, algo que não deveria ser uma obrigação e sim uma escolha.


Boa Leitura.

Capítulo 2 - The rules and the dead man



Dois anos antes...


Cidade de Busan, 22 de novembro de 2014


Nunca tinha levado ao pé da letra a frase "Ver o sol nascer quadrado", mas, definitivamente, estar em uma prisão provava exatamente o contrário daquilo que eu realmente acreditava.


E estar naquele lugar me ensinava cada vez mais de como a vida pode ser extremamente cruel com todos a sua volta. A primeira prova viva disso que me fez acreditar que ser um ser em meio a todo esse caos chamado de humanidados é mais do que uma prova de sobrevivência, foi conhecer a história de Song In-Ho.


Aquele rapaz tinha uma vida pela frente. Assistiu tudo o que seria um futuro próspero e feliz, ir por água abaixo quando resolveu se opor à as regras da socievade da nossa era. Mas especificamente, o fato de sermos obrigados a prestar serviço militar depois de completar certa idade. Ele tinha dezoito anos quando chegou a tal decisão. Não estava sozinho, é  claro,  havia muito mais pessoas que concordavam com o seu modo de pensar, veja só,  onde está a justiça em ser obrigado a lutar por algo apenas porque não tem escolhas? É como um cego no meio de um tiroteio. Ou atirar no escuro. Sem sentido.


Mas como esperado de todo cidadão que corre atrás de seus direitos, ele foi mais uma vítima do descaso das autoridades sul-coreanas que o prenderam de imediato e decretaram prisão perpétua. Drastico, certo? Ainda tinha muito por vir.


Completava mais de um mês desde minha prisão. Algo que nunca teve o menor sentido, eu já tinha levado minha pena sem nem ir à julgamento. Era inacreditável como as coisas tinham tomado um rumo tão inesperado em tão pouco tempo. Em um momento eu estava trabalhando, cumprindo o trabalho que me foi dado por Deus ou por sei lá quem que me assistia do céu. Em outro eu tinha acabado de ser acusado de matar minha própria mãe, minhas digitais está vamos espalhadas pelo local do crime e mais outra digital de um cara que deveria estar morto a mais de 100 anos. Me declararam como cúmplice de assassinato. Pena de dois anos ou mais, dependendo do comportamento.


A violência aqui era sem limites. Nunca sonhei em estar em um mesmo local com vários ladrões, assassinos, estupradores e por aí vai. Diferente do que se pensa, não existia policiais nos vigiando e sim máquinas. Robôs mais especificamente. Uma tentativa de se manterem seguros de nós. Os monstros. Eles costumam vir quando acontece um suicídio. Os poucos que vem geralmente não voltam. Trágico.


Era um dia normal, uma quarta bem chata e silenciosa em que me deitava naquela cama dura e pensava em como minha vida tinha se tornado um pesadelo. Já tinha cansado de tentar entender mas quem sabe eu achasse uma resposta. Pobre iludido. 


Song In-Ho estava ao meu lado, sentado no chão encarando o tetô branco sem nenhum detalhe interessante que pudesse realmente valer a pena admirar.


- Um cara perguntou por você Minie - Song falou com aquela habitual voz carinhosa de sempre. Usava frequentemente um apelido que tinha inventado para mim em um desses dias em que não tínhamos nada pra fazer ou dizer.


- Quem? Aquela cara lá que nos chamou de viadinhos por sempre andarmos juntos?


- Não, ele era novo. Um de cabelos castanhos, olhos meio...avermelhados, eu acho.


Intrigante. Me lembra algo.


- Ele perguntou se meu nome era Jimin, ele parecia bem impaciente, eu falei que era você de brincadeira, você devia ver a cara dele, ele realmente acreditou, um idiota mesmo - Riu alto e eu o acompanhei. Gostava de ve-lo sorrir, quase nunca o via feliz com alguma coisa.


- Você é um idiota Song.


- Você também Jimin.



Que eu me lembre, foi a última vez que conversamos. Naquela mesma noite um cara estranho apareceu e levou Song na calada da noite, estava com os olhos semi abertos quando tudo aconteceu. Ouvi um som parecido com uma arma de choque, um cara de cabelos escuros e outro de cabelos castanhos, tudo o que  me lembro foi de ter apagado.


De manhã acordei sentindo a falta dele do meu lado me cutucando por estar com frio, ou porque queria me perturbar por sempre dormir de mais, ou para me chamar para falar de coisas aleatórias.  Quando fomos liberados para esticar um pouco as pernas, procurei o único cara com quem tinha um pouco de afinidade. Yugyeom.


- Você viu o Song cara? Ele sumiu, não sei como mais sumiu.






- Você não soube? Ele foi encontrado morto. Suicídio parece. Não sei muito bem.


- Não pode ser...Eu...o vi de noite mas tenho quase certeza que era um sonho.





Não era um sonho.








Notas Finais


Esses robôs realmente existem, não foi ficção da minha cabeça. Podem pesquisar.


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