História The Vampire Diaries - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Mistério, Naruhina, Romance, Sasuhina
Exibições 55
Palavras 1.342
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Loucura, loucura! TVD e Naruto misturados. Será que vale a pena continuar?

No início usei apenas partes da série e do livro, mas, se tiver continuação, também irei colocar pitadas originais.

Capítulo 1 - Prólogo


• Naruto ON •


Por mais de um século vivi em segredo. Escondido nas sombras, sozinho no mundo.

Até agora. 

Não deveria ter voltado para casa, conheço o risco, mas não tenho escolha. Tenho que conhece-la.


***


Querido diário,

Hoje vai ser diferente. Tem que ser. Eu vou sorrir, e será um sorriso convincente. Um sorriso que vai dizer: “Estou bem, obrigada”, “Sim, eu estou bem melhor”. 

Não serei mais a garotinha triste que perdeu os pais. Eu vou recomeçar, ser uma pessoa nova. É o único jeito de eu conseguir seguir em frente. 


Hinata Hyuuga parou de escrever, se levantou caminhando até o elaborado espelho vitoriano acima da cômoda de cerejeira, e respirou fundo. 


• Hinata ON •


Na cozinha, encontro tia Hiromi eufórica.


Hiromi — Torrada. Eu posso fazer torrada. 


— Não é necessário, tia. Apenas um café está bom. 


Neji — Tem café? 


Hiromi — É o primeiro dia de aula e eu não estou nem um pouco preparada. Quer dinheiro pro almoço? — Perguntou oferecendo alguns trocados. 


— Eu tenho.


Hiromi — Estou com a impressão de estar esquecendo alguma coisa. 


— Não tem uma apresentação hoje? 


Hiromi — Tenho um encontro com meu orientador às… — Olhou para o seu relógio de pulso. — Agora. Droga!


— Então vai. Agente se ajeita. 


Ela saiu e então depositei minha atenção em Neji e, quando abri a boca para perguntar se estava tudo bem, ele bufou. 


Neji — Não começa. — E saiu bebendo seu café. 


• Hinata OFF •


Hinata Hyuuga já estava na porta da frente. Ela a fechou depois de passar e foi para a varanda. E parou. 


A rua estava deserta. As altas casas vitorianas pareciam estranhas e silenciosas, como se todas estivessem desocupadas, como as casas de um set de filmagem abandonado. Todas davam a impressão de não conter gente, mas sim coisas estranhas que a observavam. 


Era isso; alguma coisa a observava. O céu não estava azul, mas leitoso e opaco, como uma tigela gigante virada de cabeça para baixo. 


O ar estava abafado e Hinata tinha certeza de que alguém a olhava. Ela teve um vislumbre de alguma coisa escura nos galhos do velho marmeleiro, na frente da casa. Era um corvo, empoleirado imóvel na folhas amareladas. E era aquilo que a observava. 


Ela tentou dizer a si mesma que isso era ridículo, mas de algum modo ela entendeu. Era o mair corvo que vira na vida, roliço e lustroso, com arco-íris cintilando nas penas do dorso. Ela podia ver cada detalhe dele com clareza: as garras escuras e ávidas, o bico afiado, um olho preto reluzindo. Estava tão imóvel que podia ser um modelo de cera de uma ave pousada ali. Mas, enquanto o olhava, Hinata se sentiu corar aos poucos, o calor vindo em ondas pelo pescoço e as bochechas. Porque ele… Olhava para ela. Da mesma maneira que os meninos olhavam quando Ino convenceu-a de colocar uma blusa transparente, ou quando ela usava um biquíni. Como se a estivesse despindo com os olhos. Antes que percebesse o que fazia, ela largou a mochila e pegou uma pedra ao lado da entrada da casa. 


Hinata — Sai daqui! — Disse ela, e ouviu a raiva tremer em sua voz. — Sai! Sai daqui!


Com a última palavra, ela atirou a pedra. Houve uma explosão de folhas, mas o corvo voou sem se ferir. Suas asas eram imensas e o barulho que faziam parecia o de um bando inteiro de corvos. Hinata se agachou, de repente em pânico, enquanto ele voava diretamente sobre sua cabeça, o vento das asas agitando seu cabelo escuro. Mas ele subiu de novo e circulou, uma silhueta preta contra o seu branco como papel. Depois, com um grasnido áspero, voou para o bosque. 


Hinata endireitou o corpo lentamente, e escudou o som de uma buzina de carro. Olhou em volta constrangida, parando seu olhar sobre um carro preto, onde estava Tenten encarando-a com um ponto de interrogação. Como explicaria essa situação? 


Talvez eu deveria dizer que estava atirando pedras em um pervertido que estava me espiando, pensou ela, e quase riu. 


• Hinata ON •


Tenten — Minha avó me disse que sou médium. Nossas ancestrais eram de Salém, bruxas, e essa coisa. Eu sei, é louco, mas ela não para de falar isso. E eu pensei: Nossa! É para ir pro hospício. — Ela falava alguma coisa enquanto dirigia, mas eu não estava realmente prestando atenção. — Mas daí eu comecei a me dar conta… Eu previ o Obama, e previ o Heath Ledger. E eu ainda acho que a Flórida vai se soltar e virar um monte de pequenas ilhas. Hinata, volta pro carro! 


— Eu estava viajando de novo, não é? Me desculpe Tenten. Você estava dizendo… 


Tenten — Que eu sou médium agora. 


— Ah é? Então preveja algo sobre mim. 


Tenten — Eu vejo… — Antes dela terminar de falar, um corvo bate no parabrisa, fazendo Tenten ir com tudo para o canto da rua. — O que foi isso? Meu deus! Hinata, você está bem? 


— Sim, estou bem. 


Tenten — Acho que foi um pássaro, um corvo. Veio do nada. 


— Não posso me assustar com carros pelo resto da vida. 


Tenten — Eu prevejo que esse ano vai ser o máximo. Prevejo o fim dos tempos de tristeza e escuridão, e você será mais do que feliz. 


.


.


.


O corvo se chocou com o alto de um carvalho imenso e a cabeça de Naruto se voltou repentinamente por reflexo. Quando viu que era só um corvo, relaxou. 


Seus olhos se voltaram para a forma branca e flácida em suas mãos e ele sentiu o rosto contorcer de arrependimento. Ele não pretendia matá-lo. Teria caçado algo maior que um coelho se soubesse que estava com tanta fome. Mas é claro que era isso que o assustava: jamais saber a intensidade de sua fome, ou o que poderia fazer para aplacá-la. Ele teve sorte por, desta vez, ter matado apenas um coelho. Ele estava em baixo dos antigos carvalhos, a luz do sol infiltrando-se até o cabelo loiro. De jeans e camiseta, Naruto Uzumaki parecia exatamente um aluno normal do Ensino Médio. Mas não era. Imerso no bosque, onde ninguém poderia vê-lo, ele foi se alimentar. Agora lambia meticulosamente as gengivas e os lábios, para se assegurar de não ter deixado nenhuma mancha. Ele não queria se arriscar. Este embuste já seria difícil o suficiente sem isso.


Por um momento ele se perguntou, mais uma vez, se devia desistir de tudo isso. Talvez devesse voltar à Itália, a seu esconderijo. Mas ele já estava cansado de viver nas sombras, e acima de tudo, precisava conhece-lá. 


Naruto percebeu que ainda segurava o coelho. Delicadamente, depositou-o no meio das folhas marrons do carvalho. Ao longe, distantes de mais para os ouvidos captarem, ele reconheceu os ruídos de uma raposa.


Venha, irmã caçadora, pensou ele com tristeza. Seu café da manhã a espera. Enquanto pendurava o casaco no ombro, ele percebeu o corvo que o pertubara mais cedo. Ainda empoleirado no carvalho e parecia observá-lo.


Havia algo de errado nisso. Naruto começou a se concentrar, examinando a ave, mas se deteve. Lembre-se de sua promessa, pensou. Não usa os Poderes a não ser que seja absolutamente necessário. A não ser que não haja alternativa. 


Movendo-se quase em silêncio em meia às folhas mortas e galhos secos, ele chegou à beira do bosque. Seu carro estava estacionado ali. Ele olhou para trás, uma vez, e viu que o corvo havia deixado os galhos e descera até o coelho. Havia alguma coisa sinistra no modo como ele abria as asas sobre o corpo branco e flácido, algo funesto e triunfante. Naruto hesitou por um instante e quase correu de volta para afugentar o pássaro. Ainda assim, a ave tinha tanto direito de comer quanto a raposa, lembrou a si mesmo. Tanto direito quanto ele próprio. Se ele o encontrasse de novo, olharia em sua mente, decidiu. 

Então, Naruto tirou os olhos do corvo e correu pelo bosque, com o queixo empinado. Não queria se atrasar para as aulas na Hashirama Senju. 



   



Notas Finais


Devo continuar ou jogo fora?
Sim, se continuar, irei misturar o livro e a série, e também minha imaginação.


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