História The Vampire Slayer - Got7 - Horror In The City (REVISANDO) - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens Jackson, Personagens Originais
Tags Romance, Supense, Terror
Visualizações 128
Palavras 4.365
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, depois de tantas lutas internas comigo mesma...
Eu consegui escrever o fim dessa história!!!
Espero que gostem...
É o fim, mas não uma despedida...
Agradeço a todos que me acompanharam até aqui...GOMAWO 😘💖
BOA LEITURA...😉

Capítulo 35 - THE FINAL FITHING!!!


Fanfic / Fanfiction The Vampire Slayer - Got7 - Horror In The City (REVISANDO) - Capítulo 35 - THE FINAL FITHING!!!

   ...Maya On... 

Eu estava com medo do caminho em que as coisas estavam rumando. Eu espero que Jack e Iago consigam proteger o meu filho e se protegerem. Não posso permitir que o meu filho fique sozinho e se sinta abandonado. Não quero que Yoki sinta o mesmo que eu quando meu pai morreu e minha mãe sumiu. 

Maharet, esse monstro merece a morte. Ele está me ameaçando e não posso permitir que ele empaque os meus planos. Milady precisa ainda confiar em mim, não posso deixar que ele me dedure. Ela vai ter que morrer. 

- Sabe o que eu gosto mais em tudo isso? – ele pergunta rindo debochado. - Ver a sua cara de aflição. 

- E quem disse que eu estou aflita? – pergunto o encarando com raiva. 

- A sua cara de desespero, você não sabe disfarçar. – ele pega em minha bochecha e aperta. – Se você não tivesse sido tão burra, nós...até que poderíamos ter tido algo bem quente. 

- Quente? – eu rio debochando da cara dele. Somos vampiros idiota, e não somos seres quentes. Estamos mortos. – Você é patético. 

 - Tenho certeza que quando eu matar o seu namoradinho seu sangue vai ferver como nunca antes. – ele me ameaça. 

- Sabe como meu sangue vai esquentar? 

 - Me diga. – ele ri debochado. 

- Quando eu matar você. 

 Eu segurei a cabeça dele com minhas mãos e joguei minha perna por cima dele, ele não teve tempo de reagir a isso. Eu o prendi em meus braços tentando enforca-lo. 

Ele conseguiu se levantar comigo dependurada em suas costas e me acertou na parede atrás de mim. Eu bati com a cabeça e me senti meio zonza. Ele aproveitou e segurou o meu pescoço e o apertou. 

- Me solta. 

- Você não passa de uma vadiazinha, pensou que fosse me matar, engano seu queridinha. 

Eu senti uma força muito grande em mim e assim como a minha mãe também era uma bruxa, eu também tinha poderes mágicos. Eu o encarei fixamente e não sabia ao certo mas algo estava acontecendo com ele. 

- Eu disse para você me soltar. – ele me soltou e foi se afastando. 

Maharet me encarou como se estivesse faltando ar para ele respirar. Eu me concentrei mais ainda ate que vi seus olhos incharem como se fossem saltar para fora, sua cara estava inchando também, ele estava ficando roxo e deformado. 

Maharet caiu no chão de joelhos como se estivesse se rendendo, mas eu não o pouparia dessa vez. Ele foi estufando e estufando cada vez mais, até que não aguentou mais a pressão e ele estourou feito uma bexiga, arremessando suas partes para todos os lados. Eu me senti fraca e me ajoelhei no chão, fiquei um tempo de cabeça baixa até recuperar minhas forças. 

Nisso eu vi uma gota de sangue cair na minha frente, eu passei minha mão em meu rosto e minha mão sujou de sangue, eu me esforcei demais fazendo isso, são poderes que eu desconheço. Eu preciso controlar essa força antes que eu acabe me matando ou matando alguém inocente. 

...Maya Off...Jackson On... 

Eu estava no esconderijo onde a mãe do Iago e os meninos estavam escondendo o Yoki. A mãe do Iago me disse que eu podia deixar o Yoki com ela, que ela usaria um feitiço para proteger os dois e que nada de mal iria acontecer a ele. Ela me mandou ir atrás da Maya e salva-la. Eu peguei Yoki no colo e logo ele me abriu um sorriso lindo. 

- Eu queria tanto que sua mãe visse como você cresceu nesses últimos 3 meses. – eu falo encarando Yoki, realmente nesses últimos três meses ele cresceu bastante e infelizmente a Maya não esteve presente nesse tempo. 

- Logo ela vai poder pega-lo no colo e abraça-lo muito. – disse Bambam sorrindo. 

- Não vejo a hora que isso aconteça, nem você neh filhão?! – eu falo com o Yoki que me responde abrindo um sorriso lindo para mim, ele é a minha esperança de que no final as coisas darão certo. 

...Jackson Off...Maya On... 

Os meninos já aviam sido avisados, assim que eu acionar um alarme eles irão fazer um motim junto com o Sr. Yoshinaka e os samurais. Será o único jeito de tira-los daqui. Eu saí do quarto e dei de cara com uma vampira, ela era diferente não a conhecia. 

- Quem é você? – perguntei e ela sorri para mim. 

- Denali e você... 

- Maya. – respondo séria. 

- Maya? – ela me olha surpresa, não entendi porque. – A namoradinha e mãe do filho do Jackson? – ela pergunta tirando sarro da minha cara, eu só assenti. – Pensei que nunca fosse te conhecer. – ela fica me olhando e eu não falo nada. – Bom vim justamente para buscar seu filho. 

- Como assim buscar o meu filho? - Sim, eu vim a mando de Alistair, ele deseja muito conhecer o pirralho, perdão, o menino. – ela sorri sínica. 

Denali era pálida e gélida, muito mais que um vampiro normal, o cinismo fazia parte de sua personalidade. Ela era alta ruiva de cabelos ondulados médios, tinha os olhos cor de mel e lábios robustos vermelhos cor de sangue. Ela era linda, mas repugnante. 

- Diga ao seu mestre, que o meu filho não irá com ele. 

- Você não conhece o Alistar, quando ele quer uma coisa ele tem. – ela me olha furiosa e eu não abaixo a cabeça para ela. Nisso Milady aparece no corredor. 

- Já chegou Denali, tão rápido. 

- Sim, esses assuntos tem de ser tratado rápido. 

- E o Alistair, porque não veio? 

- Ele logo chegará, teve de resolver algo no caminho. – ela me encara com um sorrisinho cínico, eu estava com medo de que ele descobrisse o esconderijo onde o Yoki está. 

- Vamos até a minha sala, lá conversaremos tranquilas sobre negócios. – Milady chama Denali me deixando de lado. 

Era agora, eu tinha de aproveitar esse momento e libertar os meninos. Eu corri até um corredor onde tinham alarmes de incêndio e o acionei e as travas das portas são automaticamente abertas. 

Nisso começou a chover dentro do casarão, eu corri para a parte de baixo do porão e vejo os guardas lutando contra eles. Eu vi um extintor do meu lado e o retirei arremessando contra a cabeça de um que estava prestes a atacar o Mark. 

- Valeu Maya. – ele me agradece. 

- Vocês precisam sair daqui. – eu falo depois deles terem rendido os outros vampiros já os encaminhando para a saída. 

- Mas e você? – pergunta o pai do Iago. - Eu tenho que ficar, tenho que parar a Milady. – eles me olham assustados. 

- Milady? – pergunta os meninos todos confusos. - Minha mãe. – eu falo e eles entendem. 

- Mas você não conseguirá sozinha. – Sr. Yoshinaka me diz preocupado. 

- Eu tenho que tentar, vão antes que seja tarde, cuidem o Jack por mim. – eu falo olhando para os meninos. 

- Pode deixar. 

Eu voltei e encontrei Denali saindo do casarão junto com Milady, eu fui atrás delas. 

- O que aconteceu? – Denali pergunta irritada e ensopada. 

- Eu não sei, esse casarão é muito velho deve ter acionado o alarme sozinho. – Milady se explica. 

- Não, isso me cheira a armação. – Denali fala irada e se vira olhando para mim. – Foi você. 

- Eu o que? – me fiz de desentendida. 

- Eu sei que foi você que fez isso. – ela me acusa e Milady me encara. 

- Você está equivocada, o alarme acionou sozinho. – eu falo com sarcasmo e ela me olha irritada. 

- Cadê o Maharet? Eu preciso dele. – Milady pergunta irritada. 

- Não o vi desde que a Milady o mandou inspecionar os presos, será que não foi ele quem acionou o alarme? 

- Aquele imbecil, eu vou matar ele. – Milady diz com ódio. 

Nisso Alistair e mais dez guardiões seus chegam, ele nos mede dos pés a cabeça e ri debochado. 

- Vocês tomaram banho e esqueceram de tirar a roupa? – ele ri da nossa cara. 

- Não Sr. alguém soltou os presos acionando o alarme de incêndio. – ela fala olhando para mim e ele automaticamente entende a situação. 

- Hum...audacioso não?! – ela para me olhando. 

- Muito Sr. – ela o responde cinicamente. 

- E o que fazemos com quem nos trai? – ele se aproxima de mim me analisando. 

- Matamos. – Denali diz rindo olhando para mim. 

- Sim Denali, mas não tão depressa, primeiro damos uma lição. – ele pega em meu rosto apertando sua mão em minha bochecha, parecia que eu estava vendo o Maharet em minha frente, mas esse vampiro é mais cauteloso e experiente também. – Guardas. – ele dá ordem me soltando, dando de costas e eu não entendo o que está acontecendo até dois deles me segurarem. 

- Hey, o que estão fazendo me soltem. – eu gritava irritada, com um misto de pânico e de medo. 

- Você vai pagar por ter feito isso. 

- O que eu... – eu levo um soco da Denali direto na boca. Eu cuspo sangue e ela não para de me bater, dá socos em minha cara e em minha costela. 

Eu já estava ficando sem forças quando Alistair estala seus dedos e Denali para na hora de me bater. 

- Por enquanto é o suficiente Denali. – ele aproxima de mim. – Tsc...Tsc...Tsc...é uma judiação ter de fazer isso com você. – ele segura meu rosto me fazendo encara-lo. - Uma jovem tão bela, dá para se notar porque Jackson cedeu tão rapidamente aos seus encantos – ele encara fixamente, seu olhar estava brando, mas do nada se tornou escuro e sombrio. - Mas isso não será suficiente para te poupar queridinha. – eu o encaro com asco e cuspo meu sangue em sua cara. 

Ele passa o dedo no lugar e lambe sentindo o sabor do meu sangue, ele se levanta fazendo menção de se afastar, mas ele volta e me dá um sapa na cara que me fez desmaiar por alguns minutos. 

...Maya Off...Jackson On... 

Eu, Iago, Bambam e Yugyeom estávamos voltando para o casarão, mas no meio do caminho encontramos o resto dos meninos e os samurais com o pai do Iago, mas sem a Maya. 

- Onde está a Maya? – eu perguntei assustado. 

- Ela ficou. – JB fala cabisbaixo. 

- Como assim ficou? – dessa vez Iago pergunta bravo. 

- Ela disse para virmos embora e que ela tinha de resolver algo com a mãe dela. – disse Mark também chateado. 

- Eu juro que se ela morrer eu mato vocês com minhas próprias mãos. – eu falo irritado passando por eles e indo na direção do casarão. 

- E porque vocês não ficaram papai? – pergunta Iago. 

- Porque se ficássemos, iremos morrer. – ele diz cabisbaixo também. 

- Somos samurais, damos nossas vidas por quem amamos se preciso for. – Iago diz bravo me seguindo. 

Os outros respiram fundo e voltam, precisávamos ser fortes agora antes que seja tarde demais. Quando chegamos lá Maya estava desacordada e tinha apanhado muito. Meu sangue ferveu, eu iria matar quem fez isso com ela, há se ia. 

...Jackson Off...Maya On... 

Eu acordei ouvindo a voz do Jackson ordenando eles para que me soltassem. 

 - Soltem ela agora. 

- Cadê o seu filho? Achei que o traria para nos apresentarem. – Alistair fala ironicamente. 

- Você nunca vai por um dedo nele está me ouvindo? – Jackson estava aponto de trucidar alguém. 

- Veremos. – ele dá de costas rindo. – Guardas! 

Os guardiões de Alistair foram para cima dos meninos. A guerra estava formada, essa será a nossa última batalha. Eu consegui me soltar dos dois brutamontes que me seguravam enquanto Bambam e Mark lutavam contra eles, eu corri indo atrás de Denali. Ela me viu e riu esperando eu ataca-la eu pulei por cima dela a rodopiando e a arremessando com força ao chão. Ela me olhou assustada e eu subi em cima dela. 

- Sai de cima de mim sua vadia. – ela fala tentando me empurrar de cima dela, mas sem êxito. 

- Vocês só sabem falar isso? Vamos ver se vai continuar falando depois que eu fizer isso. – eu me abaixei e ela me olhava assustada, eu me transformei e mordi o pescoço dela a fazendo gritar e em um só lance, eu arranquei a sua jugular. – Fala alguma coisa agora, vadia? 

 Eu me levantei e vi todos atracados em alguém, lutando como se isso dependesse das nossas vidas, e realmente dependia. Alistair tinha acabado de matar a minha mãe, eu corri em sua direção. Ele me vê e estava tão confiante como Denali ao me ver, ele afiou suas garras vindo ao meu encontro por um deslize eu pensei que eu fosse me atingir mas alguém me empurra no chão. Eu estava atordoada pelo impacto com o chão, mas quando voltei a minha visão para cima, vi o que não queria ter visto. 

- NÃO!!! – eu gritei, não, isso não podia estar acontecendo, não com o Iago. Alistair havia golpeado em cheio o corpo de Iago, ele caiu no chão na hora. – DESGRAÇADO!!! – eu me levantei e corri até onde Alistair estava e comecei a lutar arduamente com ele. 

Meu ódio me consumiu por inteira, eu tinha de mata-lo. Ele feriu uma das pessoas mais importantes da minha vida. Esse desgraçado merece a morte. Foram golpes e mais golpes, mas meus olhos estavam banhados de lágrimas e eu não conseguia acerta-lo. Ele só se defendia facilmente e ria da minha cara debochando de mim até que ele se cansa e me dá um soco na cara. 

Eu fui parar no chão, tentei me levantar e ele deu um chute em meu estômago, de longe ouvi Jackson gritar o meu nome. Ele tentava driblar alguns vampiros mas eles se juntaram para não deixar ele me ajudar. Eu estava atordoada e pensei em ter ouvido meu pai falar comigo. 

...Flashback On... 

- Maya, você esta com muita energia acumulada, mas não consegue fazer nada. O saco de areia continua no mesmo lugar. – ele me mostra. 

- É muito difícil papai. – reclamei brava. 

- Você é que é mole, só os meninos deveriam aprender a lutar, as meninas não são de nada. – Iago debocha de mim. 

- Cala a boca Iago. – eu falo irritada tentando acertar o saco, mas eu não conseguia atingir os pontos certos e ele ficava no mesmo lugar, o que me deixava mais irritada ainda. 

- Iago, tanto homens quanto mulheres podem sim aprender a lutar para se defender. No caso da Maya você está deixando a raiva te dominar filha. Lembrem-se das nossas aulas de luta. Lembra da primeira regra: Nunca fique cega de raiva, respire e acalme o seu coração. Sua luta não valerá de nada se estiver com raiva, você não raciocinará direito e acabará apanhando do seu adversário. 

Eu fiz o que meu pai me mandou, inspirei e soltei o ar por diversas vezes até ficar mais calma. Depois disso era minha vez de lutar com o Iago, eu consegui golpeá-lo e joga-lo diretamente no chão. O mesmo reclamou e não gostou nada de ter sido derrubado por mim, mas no final ele entendeu o que o meu pai quis dizer rimos disso. 

...Flashback Off... 

Eu me acalmei e respirei fundo várias vezes, inspirei e expirei. Consegui me levantar e Alistair ria da minha cara. 

- Olha só, a mocinha ainda tem forças para se levantar. – ele ria em escárnio. 

- Não só para levantar, mas para acabar com você de uma vez. – falei o encarando com ódio. 

- Você não aprende mesmo não é garota?! Quanto ainda vai ter de apanhar para aprender?! 

- É caindo que se aprende. – eu falo em sarcasmo. 

- Então eu vou te derrubar, mas para sempre. 

Mais uma vez estávamos lutando, ele tentava me atacar e eu me defendia. Consegui pular e deixa-lo de costas para mim, nisso JB aparece em minha frente e joga minha espada Katana, eu me viro e acerto ela de cima para baixo a cravando em seu estômago a fazendo atravessar o outro lado das suas costas. Alistair me encara de olhos arregalados e muito sangue caía de sua boca. Eu retirei a espada do seu corpo e ele cai ajoelhado no chão. 

- Quais são as suas últimas palavras? 

- Vai se ferrar sua vad... – ele nem termina e eu corto sua cabeça fora. 

- Vocês me irritam com essa frase decorada. – eu cuspo em cima dele. 

Iago estava no chão agonizando de dor, os outros vampiros que acompanhavam Alistair foram embora ao ver o chefe deles morto. Jackson matou o guardião de Alistair, e veio atrás de mim. Eu me aproximei do Iago e tentei acalma-lo mas eu estava uma pilha de nervos. 

- Se acalma Iago, a gente vai te ajudar... 

- Maya não... 

- Calma você vai sair dessa tá, você vai ficar bem. – eu tentava mais me fazer acreditar nisso do que ele. 

- Maya, para, minha hora chegou...aii... 

- Não fala isso, você me prometeu que aconteça o que acontecer você ia sempre estar do meu lado. – eu o recordo da promessa e ele me olha chateado. 

- Creio que não poderei cumprir...hum...essa promessa. – ele fala resmungando de dor. 

- Você está desistindo é isso? – eu pergunto impaciente e indignada com ele, ele estava desistindo de tudo. 

- Maya eu... 

- Eu não posso aceitar isso, eu não vou aceitar ainda mais vindo de você, não Iago. – eu falo brava com ele, não podia permitir que ele me abandonasse, não assim. 

- Maya me escuta, eu amo você, sempre amei, eu cuidei de você, fiz de tudo para te proteger, mas você sempre foi forte, sempre soube se cuidar e se defender. Eu quero que me prometa que você vai se cuidar... 

- Não. – eu chorava sem parar. 

- Me promete que aconteça o que acontecer você vai ficar bem, se não for por mim, prometa pelo Yoki, ele precisa de você. – ele me pede e vejo uma lágrima rolar no canto dos seus olhos. 

- Não faz isso. – eu peço com o coração na mão, não quero perde-lo. 

- Me promete, só assim eu vou poder descansar em paz, por favor. – ele implora. 

- Eu prometo. – eu falo em um sussurro e soluçando muito. 

- Obrigado, obrigado por tudo Maya e você, cuida bem dela. – ele olha para Jack. 

- Pode deixar. – Jackson responde. 

Seus olhos estavam pesando, eu não queria deixa-lo dormir pois sabia que ele iria dormir para sempre. Eu o chacoalhava tentava chamar a sua atenção, mas foi em vão. Ele se foi! Depois de tudo pelo que eu tive de passar, como irei encarar a Sra. Yoshinaka? Como conseguirei contar que o único filho que lhe restou também se foi? E o pior, por minha culpa ele se foi. 

Eu estava arrasada, meu irmão, meu melhor amigo e meu primeiro amor, isso é o que o Iago foi em minha vida, sua proteção e o seu carinho para mim, eram muito importante. E agora não me sobrou nada, ele era a única lembrança boa do meu pai, era minha família e agora ele se foi. 

- Maya, amor. – eu não conseguia reagir, eu só sabia chorar. 

Minha raiva e o meu ódio me consumia, mesmo eu já tendo acabado com a raça do Alistair. Ver ele ali caído em minha frente sem vida, foi como se uma parte de mim tivesse morrido junto com ele. A dor era sufocante. 

- Vamos, nós temos que sair daqui. 


- Me deixa Jackson. – eu pedi em um sussurro. 

- Maya eu só... 

- Me deixa em paz! – eu gritei com ele que se assustou. Eu não queria sair dali, meu mundo tinha caído em minha cabeça, eu estava atordoada me sentindo perdida. O que menos precisava agora, era de alguém tentando me afastar da realidade. – A única coisa que eu quero é me despedir dele em paz. – eu disse entre soluços. 

- Eu entendo, vou te deixar sozinha para se despedir dele. – ele se afasta cabisbaixo, eu sabia que tinha sido estúpida com ele, mas a minha dor é muito grande que eu não consegui suportar. 

- Obrigada. – eu sussurrei em um tom inaudível, mas ele tem boa audição e com certeza me ouviu. 

Eu fiquei um tempo olhando para o rosto do Iago, ele estava tão sereno, parecia que ele só estava dormindo profundamente, mas logo iria acordar. Doce ilusão! Seus cabelos negros, sua pele alva e seus lábios rosados que agora estão ficando roxo. Eu comecei a me lembrar de tudo que passamos juntos. E me peguei sorrindo por um instante. 

- Você sempre implicava comigo, estava sempre me importunando, como na primeira vez que nos conhecemos lembra? Você não falava comigo e mesmo a Chu tentando nos aproximar você sempre parecia irritado com alguma coisa. – eu ri ao me lembrar. – Você ficava assim porque estava envergonhado em admitir que gostava de mim, então a única forma que você encontrou para demonstrar isso era me irritando. A Chu ainda dizia que a gente ia acabar ficando juntos no final. – nisso eu voltei a chorar. – Porque você não ficou comigo? – eu falava entre os soluços. – Você prometeu que sempre estaria do meu lado, você mentiu pra mim, eu te odeio, eu te odeio. – eu chorava desesperada, uma comoção tomou conta de mim, nas eu respirei fundo e sabia que estava sendo injusta com ele, pois ele ficou até o final, comigo. – Me desculpa, você sabe que... que isso é mentira, eu sempre amei você e sempre vou amar, você sempre vai estar mas minhas lembranças e no meu coração. Nada nem ninguém irá apagar você da minha vida. Eu odeio despedidas, não queria estar tendo de fazer isso principalmente com você. – eu olhei para trás, Jackson estava me observando atentamente. – Adeus, meu amigo! – eu dou um beijo um pouco longo em sua testa. 

Mas ao vê-lo assim, pálido e sem vida mais uma vez, uma força veio de dentro de mim em forma de grito misturado com choro. Eu gritei tão forte que todos ouviram e se assustaram com a minha reação. 

Era difícil de aceitar que eu não o veria nunca mais, que eu não ouviria mais sua risada, que ele não iria implicar mais comigo ou me provocar para me ver irritada. Eu perdi algo precioso para mim, eu perdi um membro da minha família. 

Mesmo sabendo que daqui para frente tudo seria melhor e as coisas voltariam a normalidade, eu não estava feliz. Eu não pude salvar minha mãe que também se perdeu dentro dela mesma e acabou sendo morta por Alistair e agora o Iago que foi morto pelo próprio. 

Mas o que me conforta é que meu bebê está a salvo, que eu poderei finalmente carrega-lo em meus braços e poder dizer o quanto eu senti a sua falta. Meu amor pelo Jackson também é muito grande, temos um vínculo que nos une. 

Não posso dizer que o amor que eu sinto por ele seja igual ou maior do que eu sentia pelo Iago, mas eu não suportaria se ele estivesse em seu lugar. Eu me levantei e caminhei de vagar até o Jackson e o abracei, ele retribuiu e me apertou em seus braços. 

- Eu te amo, me desculpa ter agido fria com você. – eu me desculpo com ele. 

- Relaxa amor, até porque agir friamente é um dom dos vampiros, uma hora você se acostuma. – ele diz rindo e eu sorrio para ele. 

 Eu me separei dele e olhei em volta todos que nos ajudaram estavam ali. Os amigos de Jackson, o JB, Bambam, Mark, Youngjae, Jinyoung e o Yugyeom. Além também dos poucos samurais que sobreviveram e que nos ajudaram muito, tem o pai do Iago que estava inconsolável. No fundo todos sabíamos que isso poderia acontecer. Só não estávamos contando com isso. 

Eu sei que de agora em diante eu tenho a minha família, a que eu construí em meio aos desafios. Todos que estão aqui e que contribuíram para que possamos respirar aliviados hoje, são nossos amigos e parte da nossa família. Hoje é um ciclo que se encerra, de tantos desastres, tantas mortes e tantos sofrimentos. Hoje finalmente podemos colocar um ponto final nessa história de horrores. 

 Mas também, a partir de hoje recomeçamos em busca de uma nova história. Nós fomos até o esconderijo onde meu filho estava, eu não consegui dar a notícia para a mãe do Iago eu só a abracei forte e ela sendo uma bruxa logo entendeu o que havia acontecido, ela me apertou forte e chorou. Senti o seu desespero e a sua angústia, imagino que se algo tivesse acontecido com o Yoki eu estaria do mesmo jeito ou pior. 

Eu corri para o quarto onde ela me disse que ele estava dormindo. Eu abri de vagar a porta do quarto e me deparei com uma imagem linda, meu bebê brincando com os pezinhos fazendo alguns sons engraçadinhos com a boca. Eu me aproximei do berço para vê-lo melhor. 

- Oi meu amor. – ele me olha e sorri. – A mamãe estava morrendo de saudades de você. 

- Pode ter certeza de que ele também sentiu a sua falta. – Jackson fala encostado no batente da porta com um sorriso nos lábios. 

- Vocês cuidaram muito bem dele, ele está com uma aparência ótima, está saudável. – Jackson aproximou de mim e abraçou a minha cintura. 

- São os suplementos alimentares que ele está tomando pra ficar forte igual o papai neh grandão?! – Jack fala me fazendo rir ao lembrar da primeira vez que ele dormiu em casa e não quis tomar o café da manhã porque tomava "Suplementos", enquanto isso ele pega em um dos pezinhos de Yoki e começa a fazer cosquinha nele o fazendo dar uma gargalhada muito gostosa. Eu peguei Yoki no colo e o abracei. 

- Finalmente vamos poder criar o nosso bebê juntos. – eu suspiro aliviada. 

- Sim, finalmente, eu estava contando os dias, as horas e os minutos para isso acontecer. – ele diz sorrindo para mim e depois olhando para o nosso filho. 

 - Será que o mal acabou? – eu pergunto ainda preocupada. 

- O mal sempre irá existir. – Jack diz sério. - Não importa quantas pessoas tenham que morrer por isso, mas esse não será o fim! 


Notas Finais


Bom, desculpem algum erro e espero que tenham gostado!!!
Até a próxima...Bjokass 😘😘😘


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