História The Vampires (Hiatus) - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Interativa, Vampires
Exibições 89
Palavras 1.169
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


IMPORTANTE:
Agora que todas as personagens vão se encontrar, pra não ficar todo momento escrevendo: "tal personagem disse", "tal personagem perguntou"... Eu resolvi usar símbolos, então separei assim:
Alaska: °
Park Sasah Kwon:§
Aninha: @
Yumi: #
Taegeuk: £
Min Soo: ¬
Park Mee: *
É isso, bjos

Capítulo 7 - 7 - Park Mee


Fanfic / Fanfiction The Vampires (Hiatus) - Capítulo 7 - 7 - Park Mee

P.O.V Park Mee on

 

O sangue escorria na minha direção, era muito, muito mesmo, eu vou me afogar com tanto sangue, minhas pernas não se moviam, era horrível, o sangue estava me afogando...

- AAAHH. – Meu grito agudo ecoou pela casa fazendo a empregada vir correndo.

- Park Mee, a senhorita está bem?

- S-sim, foi só um pesadelo. – Falo com a minha respiração descompassada.

- O café já foi servido senhorita, com licença.

Me levantei com aquela cena horrível passando na minha cabeça, fui até o banheiro e me despi entrando no box em seguida. A água escorria pelo meu corpo que ainda tremia um pouco, aquela foi a cena mais horrível que eu já tive o desprazer de presenciar. Saí do chuveiro pra evitar pensar nisso.

Entrei no closet e foquei meus pensamentos na roupa que colocaria, eu não tenho nada decente pra vestir, resolvi colocar um vestido simples da Calvin Klein, é lógico que eu não sou louca de sair com isso pra rua. Desci pra tomar café, meu pai estava sentado na sua cadeira de sempre lendo o famoso jornal La Marseillaise, não teria notado a minha presença se eu não tivesse dado um beijo na sua bochecha.

- Bom dia papa.

- Bom dia Park Mee, dormiu bem?

- Não muito, eu tive um pesadelo. – Digo me sentando na cadeira ao lado da sua.

Olhei para a mesa de café, Cécile sabe mesmo me agradar, ela é a única que me dá atenção nessa casa, desde que minha mãe morreu ela cuida de mim como se eu fosse sua filha, já o meu pai, às vezes até esquece que eu vivo, só queria que ele me desse atenção. Dentre os vários pratos que haviam sobre a mesa estavam os meus três favoritos: Croissant, Profiterole e o amor da minha vida Petit Gâteau.

- Papa, eu vou ao shopping com as minhas amigas hoje, tudo bem?

- Claro filha, mais volte antes das 18:00h, alguns patrocinadores virão jantar aqui em casa e eu quero que esteja aqui.

- Por que a minha presença é tão importante?

- Porque o filho do meu sócio mais importante virá.

- E daí?

- Olha Park Mee, não queria te contar agora, mas eu e meu sócio estamos planejando um casamento pra unir as duas famílias.

- O QUE?

- Park Mee, abaixe o tom pra falar comigo.

- EU NÃO VOU ME CASAR COM ESSE HOMEM QUE EU NEM CONHEÇO.

- Enquanto você for menor de idade e estiver morando na minha casa você vai fazer o que eu quiser. – Saí dali correndo, AH MAIS EU NÃO VOU ME CASAR MESMO.

Subi correndo para o meu quarto, me joguei na cama sentindo a dor de cabeça começando a vir, eu não posso me casar com um desconhecido, não posso. Fui até o meu banheiro e peguei um remédio pra dor de cabeça, olhei meu reflexo no espelho, eu pareço com a minha mãe, principalmente o meu sorriso de dentes abertos, gostaria que ela estivesse aqui pra ver.

 

***

 

Meus pensamentos estavam focados nos vestidos dispostos a minha frente, por um lado Gucci, por outro Louis Vuitton, MEU DEUS QUE INDECISÃO, resolvi levar os dois, paguei com o cartão e saí da loja. Entreguei as sacolas para o meu empregado e analisei o local, decidindo qual seria a próxima loja que eu visitaria. Meu celular toca e pego-o percebendo ser Cécile me ligando, atendo-a com bondade.

- Seu pai está tendo um colapso nervoso aqui Park Mee, aonde você esta?

- No shopping, eu avisei a ele que viria.

- Você se esqueceu do jantar?

- Nossa, é mesmo, já já chego ai Cécile.

Encerrei a ligação e caminhei calmamente até o estacionamento onde se encontrava o meu carro, entrei no mesmo enquanto meu empregado guardava minhas sacolas, logo ele entrou e deu partida. Cheguei em casa e fui direto para o meu quarto, entrei na banheira sentindo meu corpo todo relaxar, fiquei ali por longos minutos. Quem será esse estranho com quem meu pai quer me condenar pelo resto da vida? Por um lado, casar pode não ser tão ruim assim, pro meu pai querer casar-nos ele deve ser podre de rico, mais por outro pode ser a minha condenação, afinal foi assim que a minha mãe morreu, por causa desse maldito casamento arranjado entre ela e o papa.

Saí da banheira indo até o meu closet, preciso de um maior, quase não cabe as minhas roupas aqui, depois falo sobre isso com o papa, agora tenho que arrumar uma roupa. Revirei o lugar todo, eu definitivamente não tenho nada pra vestir. Bem lá no fundo encontrei um vestido preto, o reconheci assim que bati os olhos, era da minha mãe, ela estava usando na minha primeira apresentação de violino, vou colocar esse, com certeza meu pai não vai gostar.

Vesti o vestido da minha mãe fazendo a maquiagem em seguida e me observei no grande espelho dali, ela teria orgulho de mim se me visse agora, mais elegante impossível. Batidas na porta do quarto ecoaram, era Cécile, ela disse pra eu descer pois os convidados já estavam chegando, suspirei e desci. Recebi os patrocinadores do meu pai, inclusive o rapaz que ele queria que eu me casasse.

Depois do jantar servido por Cécile e outros empregados meu pai chamou-nos para dar uma volta pela maravilhosa Paris já que o rapaz e seu pai eram estrangeiros. A cada segundo meu coração se apertava mais de ter que aguentar aquele homem contando das suas viagens e as festas que frequentava, eu com certeza não vou aguentá-lo pelo resto da minha vida.

Por um momento me peguei observando motoqueiros que estavam parados a uns metros de nós, atraindo um deles na nossa direção, sua aproximação me causou um arrepio, ele é estranho.

- A senhorita gostaria de dar uma volta?

- Por favor rapaz, afaste-se da minha filha. – O moço deu um riso debochado e me olhou esperando a minha resposta, nenhum som saiu da minha boca. Ele então começou a se afastar e pude vislumbrar o sorriso vencedor do meu pai.

- Espera. – Ele se voltou pra mim e por baixo do capacete eu pude vislumbrar seus olhos violetas. Ele estendeu a mão e eu prontamente a segurei.

- Park Mee, não faça isso. Não na frente do seu futuro noivo.

- Eu não vou me casar com ele, não se for pra ser infeliz o resto da vida. Foi assim que a minha mãe morreu.

Subi na moto e me sentei meio de lado, colocando o capacete. O estranho deu partida e logo adquiriu uma velocidade rápida, a adrenalina que estava sentindo era incrível, porém alguma coisa nele me dava medo.

Ele parou em uma estrada e mandou eu descer, seus olhos me assustaram, estavam mais escuros.

- Q-quem é v-você? – Ele sorriu sarcasticamente.

- Ninguém. – Senti um murro acertar em cheio a minha barriga e minha visão ficou turva, desde então eu não me lembro de nada.


Notas Finais




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