História The Village Of Terror. (2°Temporada) - Capítulo 10


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Categorias Originais
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Palavras 1.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - 2°Temporada// Algo relacionado a "amor".


Júlia on: Ao voltarmos pra igreja, Knox me olha estranho... Fico um pouco sem jeito.--O que é?

Knox--Nada... Só... Você que é encantadora. Parece a Yara.

Júlia--Ela deve ser muito gata pra tá falando isso.

Knox--Claro... Mas, agora me fala, quem é aquela garota?

Júlia--Qual?

Knox--A da pousada.

Júlia--Minha... Minha... Minha...--Não posso falar sobre a Emma.--Amiga.

Knox--Amiga?--Disse desconfiado--E por acaso amigas se beijam?

Júlia--O que?--Me fiz de desentendida.

Knox--Tudo bem, se não quiser me contar a verdade... Ok!--Ergui as mãos me rendendo.

Júlia--Tudo o que precisa saber Knox é que eu sou uma garota que veio contra a vontade pra esse lugar horrível e que é "obrigada"--Fiz aspas com os dedos--a procurar uma bruxa perdida.

Knox--E tudo o que você precisa saber, é que eu sou um lendário e posso te matar quando me der vontade.--A encarei com um sorriso zombador.

Júlia--Se não me matou até agora, é por que sabe que sem mim não conseguirá acabar com o vovozinho que está prestes a ser "desenterrado".--Retribuí o sorriso.

Knox--É melhor tomar cuidado.--A alertei por que a mesma estava prestes a cair da escada de descida pra ir pra cozinha.

Júlia--Meu querido! Eu não tenho medo de você, enfrentei coisa pior no verão passado.--Disse me achando, e quando me virei para prosseguir, por uma fração de segundos eu não caí e quebrei os meus braços e pernas, pois Knox foi ágil e me segurou, paramos por alguns instantes, e tive tempo o bastante para olhar aqueles olhos lindos e aquela boca linda... Credo! O que estou pensando? Saí do meu mundo de fantasias e me endireitei saindo daqueles braços musculosos... De novo? O que é isso? . Sorri timidamente e disse--O-obrigada Knox!--Droga! Por que gaguejei?.

Knox--Não sei o que senti naquele momento, de olhar dentro daqueles olhos verdes, e apreciar os traços de seu rosto angelical. Meu coração acelerou, e me senti em um lugar diferente naquele momento. Após vê-la desaparecer do meu campo de visão, senti uma certa falta de tê-la nos meus braços de novo... O que está acontecendo comigo?

(Enquanto isso... Pousada Santa Fé)

Baby--Calma, respira...--Tentei acalmar Emma, pois ela estava com os olhos negros de raiva--Conta direito o que aconteceu?

Emma--QUEM ELA PENSA QUE É PRA ME DEIXAR PLANTADA COM CARA DE IDIOTA E SIMPLESMENTE IR EMBORA COM AQUELE COSS PLAY DE HARRY POTTER?--Ele não era parecido com o Harry Potter, mas estava com raiva demais para raciocinar. 

Chiara--De quem você tá falando Emma? Está a duas horas andando de um lado para outro sem dizer nada.

Emma--É QUE...--Antes que eu terminasse de falar, Bento e Matt entram no meu quarto.--PRONTO! A GANGUE INTEIRA REUNIDA!

Matt--Vim assim que recebi a mensagem. O que foi?

Emma--CAROS AMIGOS! JÚLIA PETTERSON ESTÁ AQUI POR ESSAS BANDAS, MAS TÁ ACOMPANHADA!

Bento--O que? Você viu minha irmã?--Meu coração disparou nesse momento.

Emma--Respirei fundo e me acalmei.--Sim, ela tava disfarçada de freira, não sei bem o motivo... Veio deixar a minha toalha e o shampoo, eu a reconheci. Trocamos idéias, mas um esquisito a chamou e ela SIMPLESMENTE FOI!--A cena se repetia na minha cabeça.

Bento--Então, ela só deve estar na Igreja!--Disse o óbvio.--Amanhã cedo iremos lá, e levaremos ela embora e quando chegarmos em Evil City, ela vai explicar tim, tim por tim, tim.

Emma--E por que não podemos ir agora?--Me levantei impaciente.

Bento--Está escurecendo Emma, e não podemos correr o risco de sermos pegos pelos Lendários. A Bertha nos falou do que eles são capazes. Vamos acordar bem cedo e acabar logo com isso.

Matt--Olha o gênio!--Disse impressionado.

Bento--Não sou tão jumento quanto pareço.--Rimos.

Foi escurecendo, Knox e Júlia preparavam a mochila com suprimentos pra viagem, pois iriam partir pela manhã. Enquanto eles arrumavam as coisas, um clima ia pintando aos poucos.

Knox e Júlia--Me passa aquela...--Em uníssono, ambos riram da situação.

Júlia--Me passa aquela garrafa térmica?

Knox--Aqui está!--Quando lhe dei nossas mãos se tocaram, nos olhamos por alguns instantes mas logo voltamos ao "trabalho".--Me passa aquela capa preta?

Júlia--Esse seu estilo é bem stylle, mas esquisito.--Proferi lhe entregando a mesma.

Knox--Hahaha... Lembre-se, sairemos daqui as cinco da manhã, e não se preocupe com o veículo, tenho um feitiço de teletransporte.

Júlia--Ok... Mas não é isso que me preocupa. 

Knox--Então? 

Júlia--É o fato dos meus amigos estarem aqui... Não quero sair sem dar uma explicação.

Knox--Não esquenta com isso. Eu vou te ajudar.--Sorri sem mostrar os dentes.

Júlia--Assim me deixa sem jeito Knox...--Senti minhas bochechas esquentarem.--Pra um bruxo e Lendário é bem gentil.

Knox--Só por que tenho um sangue de lendário, tenho que ser como eles.--Me aproximei da mesma, e os nossos rostos ficaram próximos--Eu vou te proteger, não se preocupe.

Júlia--Confio em você.--Nesse momento senti meu coração acelerar, minhas mãos suarem e minhas pernas ficarem bambas. Faz tempo que não sinto isso, da última vez que senti foi quando estava me apaixo... nando... Não pode ser! Eu não posso fazer isso! Não posso fazer isso com a Emma! Mas foi em vão eu querer me afastar, minhas emoções estavam falando por si. Antes que eu pensasse em dizer "Não", nossos lábios já estavam selados, e sua língua pedindo passagem e eu prontamente concedendo... Suas mãos deslizando pelo meu corpo, nossas línguas disputando por espaço. Foi boa sentir de volta essa sensação, o Knox me fez sentir algo inexplicável. E quando nos afastamos em busca de ar, e finalizamos com um selinho... Eu cheguei a conclusão de que, a maneira que Knox me fez sentir, tirando o meu foco e a minha fala, nem mesmo a Emma conseguiu me fazer chegar a esse ponto. E agora? O que eu faço da minha vida?

Knox-- Eu realmente não sei onde estava com a cabeça. Quando dei por mim já estava a beijando, faz tempo que não sentia aquela sensação boa, que me tirou do planeta terra. O que está acontecendo comigo? Não posso me apaixonar por ela, não vai ser possível ficarmos juntos! Mas agora me encontrava inerte olhando naqueles olhos verdes e tímidos tentando não me olhar, depois dessa pedi licença e me retirei do quarto, preciso conversar com a minha amiga que vocês sabem muito bem quem é. (...) Ao sair do quarto, fui até o santuário e me ajoelhei por referência a Santa.--Olá, sou eu de novo! Sabe... Estou sentindo algo estranho por aquela garota, algo que não posso sentir. O que vou fazer? Se eu acabar me apaixonando? Por favor, preciso de um conselho de alguém.--Sinto uma mão repousar em meu ombro, quando me viro, só é o padre me encarando com seu olhar de compaixão.--Olá padre.

Padre Lucca--O que faz aqui sozinho?

Knox--Conversando com a única "pessoa" que me entende.--Me referi a Santa.

Padre Lucca--O que houve?

Knox--Padre, estou sentindo algo estranho dentro de mim... Por alguém... Mas não devo sentir.

Padre Lucca--Ah... Está apaixonado.--Sorri.--O amor é assim meu caro, quando chega... uhmm.

Knox--Tenho opção de não sentir esse tal amor? 

Padre Lucca--Ter tem, mas é difícil se desfazer. Posso saber quem é a sortuda?

Knox--Bem... Não sei se devo...

Padre Lucca--Confie em mim, o que me contar, fica aqui entre nós. 

Knox--É que estou sentindo algo pela...--Antes que eu falasse, a mesma aparece sem o disfarce. 

Júlia--Knox eu...--Droga! O padre estava com ele.

Padre Lucca--Júlia?--Levantei de imediato.--O que faz aqui? 

Júlia--Eu...--Não tivemos escolha, Knox e eu contamos tudo para o padre, o mesmo queria me levar diretamente para os meus amigos, mas após implorarmos pra ele, relutante concordou em não dizer nada.--E partiremos amanhã de manhã. 

Padre Lucca--Tenha cuidado, eles são perigosos! Eu ainda não estou de acordo. Mas, tudo bem!

Knox--Confie em nós padre, iremos num pé e votaremos no outro.--Disse evitando olhar pra Júlia, mas foi impossível nossos olhos acabaram se cruzando.




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