História The Waking life - Capítulo 3


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Categorias The Walking Dead
Personagens Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lori Grimes, Maggie Greene, Michonne, O Governador, Personagens Originais, Rick Grimes, Shane Walsh
Tags The Walking Dead
Exibições 3
Palavras 1.369
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem deste capitulo.
Não? Ah, que se exploda! Vou continuar postando capítulos assim msm.
Mas se você comentar em que eu posso melhorar, eu mudo sim.

Capítulo 3 - The house of Meredith and Kamylla


Fanfic / Fanfiction The Waking life - Capítulo 3 - The house of Meredith and Kamylla

The walking Life

 

-Então temos que ir logo! –Falei diante daquela breve reunião familiar.

Pegamos tudo que precisaríamos e saímos rapidamente enquanto estava tudo bem por lá.

-estamos levando a água né? –Falou minha mãe.

-O máximo possível. –Disse meu pai.

-Comida? –Ela continuou.

-confere. –Confirmou Amy, minha irmã.

-Troucemos também um machado, três facas sem contar a minha, um facão, um isqueiro, e mais umas coisas extras e pessoais. –Falei em continuação.

-Certo, não sabemos muito que fazer ainda, mas vamos ficar bem. –Falou papai.

-Vamos. –Minha mãe disse.

Saímos de casa e fomos andando até algum lugar mais afastado, em direção a uma região rural que havia por lá, algo que seria bom para se distanciar dos zumbis já que a gente ainda não sabe lidar com eles.

Caminhamos por ruas que nos levaram á umas pistas vazias, carros batidos e capotados em volta, e em torno daquela pista de asfalto só havia mato e arvores por perto. Pudemos avistar zumbi vindo em nossa direção, quando vi, gritei:

-Rápido, vamos para floresta!

Corremos em direção à floresta, fazendo com que os zumbis não pudessem mais nos ver. Continuamos andando em um longo passo para achar um bom lugar, seguimos uma trilha que havia lá.  

Depois de uns 2 km de caminhada, faltava pouco para começar a escurecer. Eram umas 06h00min da tarde, foi quando avistamos uma casa no meio da floresta, sozinha.

-Já está prestes a escurecer, vamos até esta casa e ver se tem alguém lá e se dá pra a gente ficar nela. –Disse meu pai.

-Tudo bem. –Falei.

-Sim, mas alguém tem que ficar aqui fora vigiando enquanto vamos lá dentro ver se é seguro. –Disse minha mãe.

-Eu posso ficar de vigia –Falei.

-Certeza? –Disse Papai.

-Sim, eu fico e vigio. –Confirmei.

Todos foram entrando com as facas no punho em posição de defesa. Enquanto fiquei no lado exterior da casa, uma pequena varanda de madeira que se localizava na frente da casa. Quando de repente veio um zumbi ao meu lado esquerdo que quase me pegou, então quando ele já estava prestes a me morder eu percebi, desembainhei minha faca e enfiei no peito do zumbi, coisa que não deu muito certo, a faca ficou presa e ele não morreu por sinal, puxei minha faca com toda força em uma tentativa de arranca-la quando ela caiu no chão para longe, estava em uma distancia grande de mais para eu pegar. O zumbi começou a se aproximar mais de mim com toda força que ele possuía, me fazendo cair no chão, e quando ele estava se aproximando cada vez mais de mim e eu estava preparado para minha morte... Vi alguém entrar entre mim e ele e pegar uma arma para atirar no zumbi, mas acho que tinha acabado a munição, então ela pegou uma caneta no seu bolso e enfiou na cabeça dele fazendo-o cair no chão.

-Atingir eles na cabeça é a opção certa em que os mata. –Disse uma garota pegando minha faca no chão e me entregando enquanto eu ainda estava deitado no chão.

-Ah, muito obrigado por me salvar e dar esta dica, é que como acabou de acontecer, a gente não sabe muito sobre eles, tentamos ter sempre uma alternativa para estar longe deles. –Falei.

-Uma alternativa longe deles é boa, mas vai aparecer cada vez mais destes e vai ser difícil escapar... E você disse... A gente? Você esta em grupo?

-Sim, minha família está comigo, mas eles entraram lá dentro para ver se lá era seguro enquanto eu vigiava.

-Assim, eu vim por este caminho por que...

-Filho, está tudo be... Quem é essa? –Disse ele a interrompendo.

-Meu nome é Kamylla. –Ela disse abrindo um sorriso no rosto.

-Ata, prazer Kamylla. –Disse minha mãe apertando sua mão.

-Ela salvou minha vida de um zumbi. –Falei.

-Ah, muito obrigado Kamylla. –Disse meu pai.

-Não foi nada gente.

-A Kamylla disse que temos que atingir eles na cabeça para mata-los. –Falei.

-Sério? Que bizarro! Saber disso já é uma boa coisa. –Falou a Amy.

-Vamos entrar, esta casa é um local seguro. –Disse mamãe.

-Tudo bem, já está escurecendo e precisamos de abrigo, então vamos. –Falou Kamylla.

Entramos todos dentro da casa. Apesar de parecer um lugar feio e velho, por dentro até que era uma casinha bem charmosa e aconchegante. Todos se sentarão e foram colocando suas mochilas no chão, coloquei minha mochila no chão também e fui até o banheiro ver se tinha água para tomar banho, tinha água encanada e o chuveiro estava funcionando. Andei até a sala pegar outra roupa para colocar depois do banho, enquanto eu estava abaixado procurando uma roupa dentro da mochila, minha irmã

disse:

-Eu estava pensando em a gente nomear todos os lugares que a gente passa a noite, assim vamos poder criar um calendário de locais e tempo. –Disse Amy.

-verdade. –Mamãe disse.

-É uma boa. –Falou meu pai sorrindo.

-É, que tal “Casa de Meredith”? –Falei.

-Esse é um bom nome. –Disse Kamylla.

-Tudo bem, esta é a Casa de Meredith então. –Declamou meu pai sorrindo em seguida.

Então todos sorriram com tudo isso. Apesar de ter iniciado um apocalipse zumbi, percebi que momentos de fraternização não vão acabar assim.

-Vou começar a fazer um mapa a partir de hoje de todos os lugares que nós vamos e passamos. –Disse mamãe.

-Tá, estou indo procurar lápis, papel e estas coisas. –Falou a Amy.

Peguei minha roupa e fui de volta até ao banheiro, Coloquei minha roupa em cima da pia e fechei a porta. Tirei a roupa que já estava grudando de suor. Fui para debaixo do chuveiro e o abri.

A água que caia sobre mim, não era das mais quentes, mas até que estava morna. Terminei de me lavar, coloquei minha roupa e saí do banheiro.

-Markus, me ajuda a achar algo para minha mãe fazer o mapa? –A Amy falou.

-Tudo bem. –disse.

-Mas só precisamos procurar lápis, ou seja, algo para escrever. Por que o papel já tinha na sala.

Então nos dividimos, fui até uma porta, e nela havia uma plaquinha escrita: Dylan. Abri e era um quarto de criança, logo raciocinei que com certeza haveria lápis lá, revirei o quarto e achei um estojo de lápis preto meio transparente. O peguei e levei para minha mãe.

-Pessoal, será que nós conseguimos achar algum outro lugar amanhã? –Disse meu pai.

-Talvez sim. Se aqui tinha criança, com certeza elas estudavam, o que significa que havia uma escola por perto ou algo assim. –Falei imediatamente.

-É, pode ser que tenha coisas por perto. –Disse minha mãe enquanto fazia o mapa.

-E você Kamylla? Sabe de algo? Você tem um destino? –Falou Amy.

-Assim, verdade. Eu estou indo em busca de um grupo de sobreviventes, ouvi-os em uma frequência de rádio e agora estou à procura deles.

-Bem, isso seria uma boa, se talvez a gente puder ir com você... –Disse meu pai.

-Sim, mas é claro que podem. –Falou a Kamylla.

-Já esteve lá antes? Você sabe como é lá? –Perguntei.

-Bem, nuca estive lá mas me disseram que lá é uma espécie de acampamento, umaclareira, tem um riozinho, e não chegam muitos zumbis até lá. –Afirmou Kamylla.

-Parece ótimo. –Disse a Amy entusiasmada.

-Então nós vamos ir para lá amanhã, partiremos de manhã. Deixaremos a Casa de Meredith logo cedo. –Falou meu pai.

-Tudo bem. –Disse.

-Mas você sabe onde fica, Kamylla? –Interrogou minha mãe.

-Não exatamente, mas todo dia eles falam comigo pela frequência e me falam o caminho. –Afirmou Kamylla.

-Como assim todo dia? Isso começou hoje. –Perguntou a Amy confusa.

-Não é bem assim não, isso tudo se iniciou a mais de uma semana, só aqui na região de vocês que foi começar agora. –Afirmou Kamylla.

-Nossa, dessa a gente não sabia. –Disse minha mãe surpresa.

-Pois é gente, agora precisamos descansar que o dia vai ser longo amanhã. -Falou meu pai.

-Tudo bem, eu já terminei o mapa aqui.

Então Minha mãe foi pegar uns lençóis que havia em um quarto, e colocou nos sofás. Deitamos todos nos sofás, então veio automaticamente, só a gente deitar, que o sono veio rapidamente, hoje foi um longo dia.


Notas Finais


Perguntas? Respostas?
Defeitos? Qualidades?
Diz ai para eu saber... Ou não, se não quiser. Mas de preferencia comente.
Abraços queridos leitores!


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