História The Walking Dead - Odeio Amar Carl Grimes - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Tags Carl, Dead, Serie, Walkers
Exibições 436
Palavras 1.656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oooi Walkers!! Espero q gostem do capítulo de hj!
Desculpem se tiver erros de digitação...
Boa leitura!! ☆☆☆☆☆

Capítulo 23 - E o que é que eu faço agora?



                    ~ POV CARL ~

  Estou andando de um lado pro outro no meu quarto, completamente inquieto.
    - Abre ai! - Ela bateu na porta, finalmente!
    - Até que em fim você chegou! - Exclamei um pouco impaciente assim que abri a porta. - Entra.
    - Não demorei muito, você que é muito afobado! - Emma falou se sentando na cadeira, me sentei na cama de frente pra ela. - E então... deu certo?
    - Não. - Respondi num suspiro.
    - Como assim "não"? - Indagou. - O que deu errado?
    - Ela tentou me fazer de idiota! - Reclamei exautado. - Ela tentou me enganar!
    - Peraí, como assim? - Emma me olhou confusa.
    - Eu não sei... ela parecia estar bem furiosa quando disse que li o diário dela, mas quando a confrontei ela mudou um pouco... ela inventou uma história qualquer, pra confirmar se eu tinha realmente lido a droga do diário. - Contei balançando a cabeça.
    - Se ela fez isso foi por que você fez alguma coisa que a fez desconfiar... - Disse meio pensativa. - O que foi que você fez?
    - Como assim? Eu só disse pra ela que daria uma chance pra poder se explicar.
  Ela levou a mão ao rosto e balançou a cabeça em reprovação.
    - Carl, você é um idiota. - Destacou cada palavra, olhei pra ela indignado.
    - O que?!
    - Você falou pra ela que daria uma chance pra se explicar?! Sério? - Me olhou como se eu fosse algum tipo de idiota.
    - E daí? - Indaguei balançando os ombros. - Qual foi o meu "erro"?
    - Talvez o fato de querer dar uma chance pra ela se explicar? - Respondeu irônica. - Qual é Carl! Qualquer pessoa que leia aquele diário jamais iria querer ouvir uma "explicação"! - Falou revirando os olhos.
    - E o que queria que eu fizesse? Amarrasse ela numa árvore e a torturasse até ela contar tudo?! - Falei alterado.
    - Claro que não! Mas poderia ter sido um pouco mais esperto também! - Suspirou nervosa. - Tá, e o que você disse a ela?
    - Nada. - Respondi baixando a cabeça.
    - Como assim "nada"?!
    - Não consegui! Acabei entrando no jogo dela e falei que não li o diário! - Confessei meio nervoso.
    - E por que mentiu?! - Perguntou quase gritando.
    - Eu não sei, só... acho que não posso obrigá-la a fazer algo que ela não quer. - Respondi encarando o chão.
  Ouvi Emma suspirar.
    - Carl, você me pediu ajuda pra tentar tomar a decisão certa...
     - Eu sei, eu sei! Mas não é tão fácil assim... aquele diário era cheio de "acho que não fui eu" e "Não tenho certeza",  não tinha nada concreto. Me deixou confuso! - Bati a mão em cima da cama. - Por isso não terminei de ler.
    - Pra começar, você não devia nem ter lido o diário dela! - Repreendeu. - O que esperava que iria encontrar? "Querido diário, hoje matei mais uma pessoa, será que devo amolar minha faca pra vítima de amanhã?". - Debochou imitando uma voz rouca.
     - Não, eu não...
     - Carl, coloca uma coisa na sua cabeça,  Thaylor NÃO é uma assassina psicótica! - Sussurrou destacando as palavras.
     - Eu sei disso! - Falei levantando a cabeça pra ela.
     - Mesmo? - Duvidou e levantou a sobrancelha pra mim.
     -  Eu não me importo com o passado dela, e sim com o presente! - Me levantei da cama e voltei a andar de um lado pro outro. - Você não entende... não quero que ela vá embora! Mas tenho medo de estar protegendo uma psicopata aqui conosco! E se eu fizer a escolha errada e no dia seguinte alguém amanhecer morto? - Parei olhando pra ela, eu praticamente estava implorando por ajuda. Minha cabeça trabalhava a mil.
     - E-eu entendo sua situação complicada. - Disse me encarando. - Mas... ela já está no grupo de vocês a um tempo, e que eu saiba ela nunca teve um surto pra matar ninguém!
    - Ela tentou me matar uma vez. - Contei me jogando na cama. - Tivemos uma briga e... de repente ela estava completamente fora de sí.
     - Ela tentou mesmo te matar? - Perguntou me olhando intrigada.
     - Tentou.
  Ela deu um suspiro e coçou a cabeça antes de perguntar.
     - E depois ela disse que não sabia o que tinha acontecido, certo?
  Franzi a testa pra ela.
    - Certo. - Minha voz saiu meio vaga, como ela sabia disso?
    - Está vendo? Não adianta você querer arrancar a verdade dela! Nem ela sabe o que faz Carl!
    - Ahh eu não sei... - Esfreguei as mãos no rosto com aflição. - ... não adiantou de nada ter lido aquilo. Só... me fez ficar mais confuso.
   - Nunca deveria ter lido ele...
   - É, mas agora já está feito! - Retruquei ríspido. - E não dá pra mudar isso!
    - É, e agora você vai ficar assim, completamente angustiado e perturbado com isso! - Jogou na minha cara.
    - E o que você sugere? - Perguntei olhando pro teto.
    - Sugiro que tente esquecer tudo isso, melhor fingir que nada aconteceu. - Revirei os olhos, ela falava isso como se fosse fácil assim. -  E nunca conte a ela que realmente leu o diário, mantenha isso em segredo e seu pescoço estará a salvo. - Preveniu e soltou uma risada.
    - Nem precisava avisar, quando eu disse que tinha lido ela me deu um tapa na cara. - Contei, Emma me olhou de boca aberta e começou a rir.
    - Ta falando sério? Ela fez isso mesmo? - Riu ainda mais alto. - E você revidou?
    - Ta maluca? Eu não bato em garotas! - Exclamei jogando um travesseiro nela.
   - Mas agora é sério, esquece isso Carl. - Agora sua expressão mudou de descontraída pra séria. - Ela mesma já sofre em não saber o que aconteceu. Quando ela surta, ela vira outra pessoa e não é mais responsável pelos seus atos, você leu o diário e sabe disso. Então não adianta confrontar ela porque nem ela sabe o que fez e nem "se" fez. Não da pra saber o que se passa na cabeça da Thaylor.
   Suspirei e fechei os olhos por um segundo, era muito difícil não saber o que fazer, eu poderia estar colocando todos em perigo.. e se algum dia ela surtar? O que vai acontecer?
    - Só tenta... esquecer isso. - Aconselhou.
    - Odeio a sua mãe por ter dito aquelas coisas. - Falei rancoroso, se ela não tivesse falado nada, eu nunca teria feito a burrice de ler a droga daquele diário!
    - Deveria se odiar por ter se quer ouvido o que ela tinha a dizer! - Retrucou me olhando feio.
  E o pior é que ela tinha razão, e eu me odiava por isso.
   - A Thaylor tem medo que ser descoberta, ela até disse que sua mãe era louca, falou que ela nem teve outra filha além de você.
    - O que?
    - Pois é, ela realmente tentou me enganar...
    - Não, não é isso! - Gritou de repente. - Você contou a ela o que a minha mãe falou pra vocês?!
    - Contei... por que? - Perguntei franzindo a testa, Emma ficou calada por um instante, ela estava paralisada. - Emma?
    - Não devia ter contado a ela Carl... - Me olhava meio assustada.
    - Por que não? - Perguntei franzindo o cenho.
    - Porq...
  Foi interrompida por alguém que bateu na porta.
    - Entra! - Falei e a porta abriu, revelando justamente a Thaylor. - Oi.
    - Oi. - Nos cumprimentou entrando no quarto.
    - Oi Thaylor. - Falou Emma forjando um sorrisinho.
    - Eu soube que você estava aqui. - Falou pra Emma.
    - É.. Carl e eu estávamos conversando.
    - Entendi. Eu vim perguntar se você quer dormir lá em casa hoje.
  Emma ficou pensativa por um instante.
    - Tudo bem. - Respondeu.
    - Ótimo. - Thaylor falou com um sorriso. - Eu to indo, tchau.
     - Eu também já vou indo! - Emma se levantou da cadeira. - Até mais Carl. - Falou me lançando um olhar de "pensa no que eu te disse", e sairam fechando a porta.
   Fechei os olhos e suspirei. Eu estava frustrado, sem saber o que fazer. Pensei em contar isso pro meu pai, e o que iria acontecer?
  Talvez eu devesse mesmo seguir o conselho da Emma e esquecer tudo isso. Mas seria muito mais fácil se não tivesse vidas em perigo. Thaylor podia ser mesmo culpada dos assassinatos que Skyler a acusou, mas também poderia ser inocente. As câmeras de segurança gravaram Thaylor "supostamente" matando a filha da Sky, mas e se isso fosse apenas uma coisa que aquela mulher inventou só pra gente acreditar nela? Afinal, Thaylor não falava nada sobre esse tal "vídeo" no diário.
 
Não sei o que eu iria fazer... mas alguma coisa tinha que ser feita. Eu tenho que tomar uma decisão.


Notas Finais


Espero q tenham gostado...
Vou tentar postar o próximo cap o quanto antes!
Se puderem comentem oq acharam por favor,
Vlw e até maisss!😘😘😘


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