História The Walking Dead - They Are Standing - Capítulo 1


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Categorias Originais, The Walking Dead
Personagens Personagens Originais
Tags The Walking Dead
Exibições 6
Palavras 3.385
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiiiie gente linda eu voltei
Me desculpem mesmo por ter sumido e ter excluido minhas fanfics mais eu tive muitos problemas e fiquei sem tempo e tals
Agora eu vim divulgar essa historia de um amigo meu tudo que estiver escrito aqui é de total autorização dele
Bom eu espero que gostem da historia
E tambem vim avisar que em Dezembro eu to de volta

Capítulo 1 - Capitulo 1


Eu não sei...Eu acho que nascemos para morrer. O ser humano nasceu para sofrer. Deus nos criou para que? Qual o nosso objetivo? Eu não faço a mínima ideia, e você? Sabe?

 

(No mesmo universo da serie de TV que teve sucesso)

 

Ando pelo local olhando em volta e vendo escadas, celas e gente morta no chão. Subo uma das escadas lentamente pisei numa mão sem querer. Olhei pro chão e continuei andando pelo andar que era escuro, sem nenhuma luz. Entrei na enfermaria que tinha no local. Escutei gemidos que aquelas coisas sempre fazem e comecei a tremer. Andei um pouco na sala e vi um daqueles Walkers comendo uma mulher morta no chão. Ele se levantou com o rosto sujo de sangue e começou a andar ate mim. Parecia ser um funcionário do local, o crachá em sua roupa estava escrito “Harry”. Peguei meu canivete invés de minha pistola, eu não sabia usar direito, e esperei ele se aproximar. Ele se aproximou e tentei acerta-lo. Caímos no chão quando eu estava desespero e depois de uns segundos encarando ele e enfiei o canivete em seu olho. Tirei aquilo de cima de mim e fiquei olhando o teto

 

THE WALKING DEAD: THEY ARE STANDING

 

...

 

Episodio: Um Novo Mundo

 

ANTES

 

Atlanta – Geórgia – 20:00 de noite

 

 A chuva era forte como um lutador de box e a noite sombria como um olhar de um psicopata. Os noticiários avisaram o alerta de uma tempestade na região, como todo mês, a chuva ficava cada vez mais forte.

Eu só queria me concentrar em chegar em casa, ver minha irmã, minha sobrinha e talvez o idiota do meu cunhado, por incrível que pareça. Acho que meu primeiro dia de trabalho não foi como eu imaginei.

Pra variar, um grande engarrafamento tomou conta do meu caminho, nada que eu não tivesse passado antes, mas só tenho minha carteira a 5 meses, isso me persegue.

Meu telefone começou a tocar, a musica era o refrão de Rádioactive, quando atendi era minha irmã preocupada por causa da chuva. Eu estava feliz, era aniversario da Sara e íamos tirar minha mãe daquele hospício.

A voz de Mary era suave pra um dia de chuva, logo  estranhei, ela sempre teve medo disso. Fez as mesmas perguntas de sempre, “Como foi o trabalho? Tudo bem? O que quer no jantar?”

Quando Mary ia perguntar sobre a mamãe vi algumas pessoas dando ré com os carros e outras indo embora correndo.

Sai do carro ainda com o telefone no ouvido comecei a correr lá pra a frente para ver o que estava acontecendo.

 

Mary: Jacob! Jacob, o que foi? Tudo bem?

 

Foram as palavras de Mary enquanto eu corria lá pra frente.

Dois helicópteros e cinco viaturas começaram a chegar no local e cercavam algo.

Quando cheguei, senti um grande arrepio e um leve medo ao ver os policiais atirando em três pessoas. Desliguei o telefone e guardei no bolso me aproximando.

O que eu vi? Eram humanos com rostos deformados. Eu não fazia ideia do que estava acontecendo então perguntei para os policiais e eles pediram calma. Corri para o meu carro e fui dirigindo o mais rápido pude até a casa da minha irmã.

Os rádios estavam pedindo calma, além da tempestade poderíamos ter outro tipo de problema. Dessa vez os humanos ou seja lá o que eram uma ameaça. Eu sabia disso. Eu só queria ver minha família.

Cheguei na frente de casa e sai correndo em alta velocidade fechando a porta e trancando a porta.

 

Mary: Jacob! O que esta fazendo? Por que esta trancando a porta

Jacob: Não sei direito. Apena tranque as portas e fiquem longe das janelas!

A voz da minha irmã não estava mais calma como antes, seu olhar era do tipo “Você esta usando drogas de novo?”

Antes que me critique, mesmo sendo um adolescente de 19 anos eu já passei muito nessa vida. Meu cunhado, Mike chegou na sala perguntando “Que porra é essa, Jacob?”. Pra variar ele estava bêbado.

 

Jacob: Você esta bêbado de novo- Gritei pra ele

Mike: Cala a boca seu merdinha. Acha que é o único que tem problemas aqui?

Mary: Parem! Vocês vão assustar a Sara!

 

Olhei para Mary, suspirei e comecei a olhar pela janela.

 

Jacob: Não estou drogado, muito menos bêbado! Não sei o que esta acontecendo mas a radio dizia pra ficar em casa!

Mike: Mary, tranque-se no quarto com a Sara..

Mary: Mais por que? O que esta...

Mike: VAI!

 

Assim que ele gritou, minha irmã subiu para o quarto se trancando com minha sobrinha

 

Mike: Seja lá o que você viu é melhor prevenir...Se estiver mentindo eu-

Jacob: Eu não estou mentindo! Aquelas coisas eram pessoas! Eu sei o que vi!

Mike: As mesmas coisas que a sua mãe viu e foi parar naquele hospício por isso? To sabendo. Nenhuma Zé Droguinha vai pisar na minha casa!

Jacob:  Eu to falando a verdade!

 

De repente, algo começou a fazer barulhos na porta de casa. Olhei para Mike e fui andando devagar até a porta. Coloquei a mão na maçaneta e comecei a girar devagar. O medo estava preso com correntes na minha mente. Eu não fazia ideia do que poderia encontrar. Logo abri e percebi que era só o filhote de cachorro do vizinho. Me abaixei passando a mão no pelo do mesmo.

 

Jacob: É só o Killer...

Mike: Porra, serio! Isso quase me matou do coração...Vamos devolver isso antes que tenhamos problemas com o Teddy de novo. Por que não compra esse cachorro logo?

Jacob: Porque todo meu dinheiro eu ajudo a pagar as contas e cuidar da Sara já que o marido da minha irmã é um bêbado desempregado.

Mike: Mais uma merda de palavra e você vira mendigo. Vai logo.

 

Começamos a ir ate a casa ao lado tocamos a campainha e esperamos algumas resposta deles.

 

Mike: Não tem ninguém aqui. Apenas deixe o cachorro ai e vamos embora.

Jacob: Vou me certificar que tem alguém aqui.

Mike: Ótimo, além de drogado invade a casa dos outros.

Jacob: Cala a boca um pouco...

 

Girei a maçaneta lentamente e entrei. Killer foi logo atrás de mim e Mike também. Era um casa de dois andares. No primeiro tinha uma cozinha e uma sala. Possivelmente no andar de cima ficava os quartos e o banheiro.

Andei com Killer logo atrás de mim e Mike ficou andando pela sala.

 

Jacob: Senhora Townley? Senhor Townley? Alguém?

 

Vi um celular em cima da mesa, um antigo, peguei e vi as mensagens. Eram 15 perdidas de filho do casal. Estranho. Continuei andando e comecei a subir as  escadas indo para o segundo andar. Mike ficou lá em baixo e Killer me seguiu.

Girei a maçaneta lentamente e quando abri...Eu...Tremi...Da mesma maneira quando vi aquelas coisas na estrada...Eu...Era...O Sr. Townley mas estava comendo a barriga da mulher dele.

Aquilo não era mais ele. Era outra coisa. Algo surreal.

Fui andando para trás, mas aquilo me ouviu e virou o rosto pro lado se levantando e me olhando.

Ele começou a andar até mim lentamente eu ia cada vez mais andando para trás. E Killer estava assustado de mais para latir. Eu encarei aquela coisa como se fosse a  ultima coisa que eu ia ver na minha vida. Eu tremia muito e aquilo só ia se aproximando.

 

Jacob: Sr. Townley? S-Sou eu...O Jacob...Lembra...Lembra de mim? Nós assistíamos os jogos juntos no fim de semana. Você me aconselhava quando eu precisava. Vo-você esta doente. Eu, eu

 

Fiquei me afastando e ele se aproximando cada vez mais. Me desliguei do mundo quando fiquei olhando pra ele. Era como se eu ouvisse sua respiração de perto e quando picava via ele normal novamente mais quando piscava de novo, via ele assim. Eu parei de ir para trás pois já estava na parede.

Killer ficou do meu lado, assustado. E de repente Mike apareceu acertando um abajur da cabeça daquela coisa.

 

Mike: Que porra é essa...

Jacob: Meu Deus você...Matou ele?

Mike: Eu sei lá...Eu-

 

Mike foi interrompido pelo bicho que estava grunhindo e pegou o pé dele. Mike pegou o abajur e começou a acertar a cabeça dele repetidas vezes sem parar. O sangue se espalhava pela parede e eu parei de tremer. Isso, por incrível que pareça, não me assustou. A “morte” dele pelo menos...Ser morto por um abajur, isso deveria me assustar...Mas não assustou.

 

Mike: É eu matei isso.

Jacob: Precisamos voltar para casa...Agora!

Mike: Porra...

 

Ouvimos um grito de Mary e começamos a correr de volta pra casa.

 

Mike: MARYYYY!

Jacob: MARY,SARA!

 

Entramos pela porta e fomos correndo até lá e subimos as escadas rapidamente. Abri a porta do quarto e vi uma daquelas coisas tentando pegar a Mary. Mike deu um soco naquela coisa e começou a chutar. De repente percebi que tinha outro entrando pela porta e dei um soco nele. Comecei a pisar na cabeça dele sem parar ate ele não levantar mais. Sara chorou e se abraçou com Mary. Mike matou aquilo e olhou pra elas.

 

Mike: Como diabos isso foi parar aqui?

Mary: Estavam desmaiados no quintal, queríamos ajudar.

Jacob: Bom, acho que não podemos ajudar qualquer um agora.

Mike: Vamos sair dessa maldita cidade.

 

Corremos pro carro e sentei no banco de trás com Sara. Killer sentou no meu colo. Sara parecia assustada.

Ela ficou olhando pela janela. Passamos por diversas pessoas transformadas e começamos a ir pro centro da cidade. Para variar, o engarrafamento tomou conta do meu caminho de novo

 

Jacob: Droga! Não dá pra perder tempo! Temos que volta! Já!

Mary: Temos que buscar ajuda! Os os policiais!

Mike: Não! Vou tirar a gente daqui antes que piore.

Jacob: Mary, temos que pegar a mãe...

Mary: Jacob eu...

Jacob: Não! Não vamos deixa-la!

Mary: Eles vão levar ela pra um lugar seguro! Por isso temos que ir também! Achar um policial sei lá

Mike: Se decidam!

Jacob: Tudo bem. Vou sair e buscar ela sozinho

Mary: Não vou permitir! Você é meu irmão e...Ta bom! Vamos busca-la

Mike: Eu não vou nem discutir! Vamos achar sua mãe e sair dessa maldita cidade! Sem mais!

 

Mike buzinou esperando os carros saírem da frente, mas eles não saíam e, as pessoas começaram a sair dos carros e correr. Outras tentarem dar ré no carro causando acidentes.

Algumas daquelas coisas estavam andando pela rua, e viaturas e helicópteros da policia começaram a chegar no local.

 

Mary: O que está acontecendo?

Jacob: Ah droga droga!

Mike: Não vai dar pra ir de carro. Mary, pegue Sara no colo. Nós vamos ter que ir correndo.

Jacob: Mas, aquelas coisas estão lá!

Mike: Seremos rápidos! Corram, sem olhar pra trás.

 

Saímos do carro e Mary pegou Sara no colo. Sara fechou os olhos e começamos a correr entre os carros e ouvimos os tiros e gritos.

 

Jacob: NÃO OLHEM PRA TRÁS! VAI,VAI.

 

Continuamos a correr pela calçada rapidamente. Olhei pra trás vendo algumas daquelas coisas comendo umas pessoas. Nunca senti tanta adrenalina na vida. E também nunca corri tanto.

Na nossa frente a policia atirando contra aquelas coisas e paramos por que eles estavam bloqueando a rua enquanto atiravam.

 

Jacob: Temos que dar meia volta!

Mike: Nem pensar! Tem muito mais lá atrás

Mary: O que vamos fazer?

 

Olhei para Killer que tinha corrido com a gente. E ele rosnou para uma direção. Quando olhei, vi uns três vindo na nossa direção

 

Jacob: Droga

 

Olhei para os policias e eles estavam sendo cercados por vários mortos que estavam vindo e então foram devorados.

 

Mary; Aqueles dois estão bloqueando um beco mas é perigoso ir!

Jacob: Não dá pra matar eles, não temos nada!

Mike: Drogaaa!

 

E então, um homem de camisa laranja saiu do beco e atirou na cabeça dos dois que estavam na frente do beco e depois atirou em mais um

 

??: Venham!

 

Gritou o desconhecido e sem ter opção corremos até o beco

 

Mike: Quem é você?

??: Explicações depois gente

 

Começamos a correr pelo beco que por sorte tinha outra saída e então começamos a correr pela rua. Entramos numa cafeteria e o homem já entrou na frente atirando em dois mortos

 

??: Malditos!

 

Entrei por ultimo e tranquei a porta. Mike colocou uma mesa na porta e aquelas coisas começaram a querer entrar pela janela

 

??: Droga, eu odeio essas coisas.

Mike: Tá, mas agora quem é você

??: Sou Tony. Eu diria que é um prazer se não estivéssemos sendo cercados por mortos m-

Jacob: Temos que ir pro hospício

Tony: como é?

Jacob: Minha mãe...Tá no hospício. Temos que busca-la

Mike: Primeiro temos que viver! Hey, onde conseguiu essa arma e como atira tão bem!

Tony: é uma vantagem de ser um ex-policial.

Mary: Temos que sair daqui.

Sara: Mamãe eu to com medo...

 

Olhei para Killer que se escondeu atrás de mim.

 

Jacob: Calma amigão...Vamos sair dessa.

Tony. Droga, cadê você Feth.

Jacob: Que?

Tony: Feth, uma garota que mora na minha rua. Saímos daquela rua trabalhando juntos...Nós separamos pra procurar alguma autoridade...Não foi nada esperto o que fizemos.

Mike: Eu agradeceria por salvar minha vida, mas acho que vamos morrer de qualquer jeito.

Tony: Acho que não, peguei um radio de um policial morto e Feth pegou o outro...Vou tentar contato.

 

Disse Tony e ligou o radio...

 

Feth: Tony?

Tony: Feth! Você ainda tá no centro?

Feth: Acabei de quase morrer...Mas to ainda. Cadê você?

Tony: To na cafeteria perto do centro, preciso de uma ajudinha. Lembra como tiramos os Walkers de perto das casas.

Mike: Walkers?

Feth; Lembro...Som, é claro. Voala, fica calmo. A ajuda tá chegando! E ela é boa.

Jacob: O que são Walkers?

Mike: Bom, já é melhor que chamar sempre de mortos.

Tony: Temos que esperar.

 

Depois de alguns minutos, uma musica começou a tocar alto, era Feth dirigindo um caminhão com varias caixas de som. Ela dirigiu atraindo os Walkers que cercavam a loja pra longe. E então saímos da cafeteria e começamos a correr pela rua

 

Jacob: Cadê ela?

Tony: Espera...Espera...

 

Ela apareceu com o caminhão e entramos no mesmo

 

Feth: Vamos sai dessa droga de lugar

 

Depois de um tempo dirigindo ela começou a falar

 

Feth: Pra onde vamos?

Tony: A mãe do garoto tá no hospício, vamos pegar ela.

Feth: Eu não sabia que isso era um ônibus, mas ok.

Mary: Obrigada por nós salvar.

Feth: De nada...Hey, garoto emo, cachorro bonito.

Jacob: Era do meu vizinho, até ele virar...Depois disso Killer começou a me seguir.

Mike: Infelizmente...

Sara: Mãe, eu to com fome...

 

Tony pegou um pacote de bolachas e entregou pra Sara.

 

Sara: Obrigada senhor

Jacob: Obrigado por nós salvar antes também, Tony

Tony: De nada, afinal os inimigos são os mortos.

Mike: É, isso é estranho pra caralho...

Mary: Não fale palavrão na frente da Sara...

 

Mike olhou Mary e suspirou virando os olhos. Depois de um tempo na estrada chegamos no hospício e saímos do caminhão.

 

Tony: Podem ter vários ali, e eu sou o único armado, então eu vou na frente

 

Tony empurrou a porta e entrou já mirando. De inicio não vimos nenhum Walker, então entramos.

 

Feth: Não façam muito barulho, se estiver vários aqui serão atraídos!

Jacob: Temos que procurar ela, eu sei a sala onde ela esta.

Mike: Hm...Vai lá

Mary: Cuidado.

Tony: Se tiverem problemas, grite, por mais que seja perigoso.

Feth: Vou com você...Tenho um canivete então não será necessário gritar. Só se a coisa ficar feia.

Jacob: Tudo bem.

 

Entramos pela porta e fomos andando pela sala até chegar na enfermaria. Coloquei o pé na porta e empurrei. Percebi que Killer havia me seguido e olho pra ele

 

Jacob: Xiu...

 

Entrei devagar junto com Killer e depois Feth entrou com o canivete na mão. Escutamos um choro e vimos uma mulher com uniforme de enfermeira, uma garota de blusa branca e um home idoso sentado numa maca. Nós aproximamos devagar.

 

??: Graças a Deu! Não são mortos!

Jacob: É, felizmente não somos.

Feth: Quem são vocês?

??: Meu nome é Hannah, e esse é meu avô, Daniel. Essa é minha irmã Ashley.

Ashley: Olá...

Daniel: Como é bom encontrar vivos...Quer dizer, depois dessa confusão, não sabemos o que fazer.

Feth: Nos muito menos...

Hannah: São só vocês?

Jacob: Na verdade não, minha irmã, minha sobrinha, meu cunhado e mais um cara estão lá perto da estrada. Estamos procurando minha mãe.

Hannah: Acho que posso ajudar, qual o nome dela?

Jacob: Marta Clark

Hannah: A mulher que basicamente viu uma dessas coisas a uns meses, ninguém acreditou nela. Ela começou a alucinar, sinto muito, mas uns policiais entraram mais cedo, foram buscar os pacientes e não voltaram. Um deles me deu essa arma.

 

Disse Hannah mostrando um revolver e Daniel tirou de uma mochila seu rifle.

 

Daniel: É bom estar preparado...

Ashley: Hannah, pergunta do Sam.

Feth: Quem?

Hannah: Nosso irmão mais novo se perdeu na confusão, acreditamos que ele ainda esteja vivo mais...

Ashley: Ele tá vivo! E temos que sair daqui pra encontrar ele!

Jacob; Nos vamos...Agora vão até a minha família, nos vamos procurar os guardas...

Daniel: Tomem cuidado.

 

Hannah entregou o revolver para Jacob

 

Hannah: Cuidado vocês dois.

Feth: Nos vamos

 

Daniel, Hannah e Ashley foram até a sala de entrada e eu e Feth começamos a ir pela sala de celas procurando minha mãe.

 

Jacob: É um lugar grande...Não seria melhor nos separar?

Feth: Não vá muito longe...Não disse que sabia a cela?

Jacob: E sei, mas podem ter levado eles pra alguma outra, sei lá, tem muitos corpos no chão.

Feth: Ok.

 

Nos separamos e ela ficou no andar de baixo. Feth começou a andar ate que ouviu alguém tossindo e começou a seguir o barulho. Feth se agachou perto do policial que tinha uma mordida no ombro.

 

Feth: Meu deus...Você esta...

Policial: Morto...Praticamente.

Feth: Preciso buscar ajuda...Rápido.

Policial: Não! Sem ajuda...Deixe eu morrer...Já estou...Quase lá

Feth: Mas...

Policial: Essas coisas são monstros...Foi o que meu parceiro disse quando nos separamos...

Feth: Onde ele esta?

Policial: Eu não sei...Só sei que você tem que sair da cidade...Logo!

Feth: Estou ajudando umas pessoas, mas é o que farei...Meus pais estão mortos, mas acho que essa gente também vai sair.

Policial: Vão precisar de ajuda...Minha pistola com silenciador...Pegue, vão precisar.

Feth: Ok

 

Feth pegou a pistola e suspirou.

 

Policial: De um fim nisso...Não quero me transformar...

Feth: Não, eu não posso fazer isso.

Policial: Por favor, por favor.

Feth: Mas...Eu não consigo fazer isso.

Policial: Consegue, eu sei que consegue...

Feth:...

 

Feth levantou e suspirou apontando a arma pra cabeça do policial, depois de um tempo de olhos fechados ela atirou e depois suspirou.

 

Feth: Desculpa...

 

...

 

Já eu...Eu...Achei um canivete no bolso de um dos mortos e então.

 

Ando pelo local olhando em volta e vendo escadas, celas e gente morta no chão. Subo uma das escadas lentamente pisei numa mão sem querer. Olhei pro chão e continuei andando pelo andar que era escuro, sem nenhuma luz. Entrei na enfermaria que tinha no local. Escutei gemidos que aquelas coisas sempre fazem e comecei a tremer. Andei um pouco pela sala e vi um daqueles Walkers comendo uma mulher morta no chão. Ele se levantou com o rosto sujo de sangue e começou a andar até mim. Parecia ser um funcionário do local, o crachá em sua roupa estava escrito “Harry” Peguei meu canivete invés de minha pistola, eu não sabia usar direito, e esperei ele se aproximar. Ele se aproximou e tentei acerta-lo. Caímos no chão quando eu estava desespero e depois de uns segundos encarando ele e enfiei o canivete em seu olho. Tirei aquilo de cima de mim e fiquei olhando o teto. Resolvi continuar a andar, sai da sala e continuei andando...

Escutei um grunhido, de uma daquelas coisas, estava atrás de mim. Suspirei e me virei...Era minha mãe...Transformada...Olhei no fundo dos seus olhos e comecei a imaginar todo sofrimento que ela passou. Algumas lagrimas minhas caíram e fui andando pra trás chorando cada vez mais. Imaginei ela normal por um tempo e apontei o revolver pra ela ainda chorando. Fechei os olhos e abri, puxei o gatinho, aquele momento pra mim foi em câmera lenta. Acertei bem na sua testa e ela caiu no chão. Fiquei parado olhando ela deitada e continuei chorando e depois me ajoelhei fazendo o mesmo...


Notas Finais


Espero que tenham gostado comentem o que acharam
e nos vemos no proximo capitulo
Escrito por: Nichulas Langdon Grimes


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