História The Walking Dead - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Daryl Dixon, Personagens Originais
Visualizações 93
Palavras 2.436
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Quem são meus Cookies favoritos??? SÃO VOCÊS MEU CAROS LEITORES!!!! 😍😍

Capítulo 11 - Perdoado.


Fanfic / Fanfiction The Walking Dead - Capítulo 11 - Perdoado.

Abro os olhos e uma luz forte me cega, meu corpo todo dói junto com a minha cabeça, esfrego os olhos e começo a abri-los devagar para poder me acostumar com a luz, olho ao redor e vejo paredes brancas, ao meu lado a um criado mudo também branco, e em cima dele a dois comprimidos, um copo da água e um bilhete, o pego e abro.

Os comprimidos são para dor, os tome, irá se sentir melhor. Tome um banho, deixei roupas para você no pé da cama, vista as e desça, estaremos lá embaixo quando acordar.

M.G "

Pego os comprimidos e o copo da água e fico olhando de um para outro -  se eles quisessem me matar teriam feito isso enquanto eu dormia -, coloco os dois na boca e em seguida tomo a água, acabo por toma-la toda, nem percebi que estava com sede. Me levanto devagar e percebo que estou vestindo apenas camiseta e calcinha, pego as roupas e caminho até a porta onde deduzo ser o banheiro - na mosca -, entro e fecho a porta atrás de mim trancando a mesma, ligo o chuveiro e sinto a água quente cair, sorrio, tiro a roupa e entro embaixo do mesmo, sorrio como a muito tempo não fazia, a água cai pelas minhas costas e pelo meu cabelo, olho para baixo e vejo a toda a sujeira sair de mim e ir ralo a baixo. 

Depois de uns 40 minutos embaixo do chuveiro, saio e enrolo a coberta ao meu redor, caminho até o espelho que tem ali e passo a mão pelo mesmo para tirar o vapor da água, a imagem que reflete me deixa um pouco assustada, meus cabelos molhados estão secos e sem vida, minhas bochechas estão mais fundas, deixo a toalha cair e o que vejo me deixo mais assustada, minhas costelas estão visíveisque nem quando eu tinha 16 anos, olho para o lado esquerdo do meu quadril e vejo o meu dilema ali atuado, passo os dedos pelo mesmo e suspiro, sinto meus olhos ficarem marejados, tenho tentado não pensar neles, mas é difícil. É difícil pensar que meus irmãos estão mortos, não acredito que estejam, mas... E se estiverem? 

Balanço a cabeça de um m para o outro tirando o este pensamento de minha mente, pego a toalha no chão e termino de me secar e penteio os cabelos, pego a roupa que deixaram para mim e a visto, era um short jeans claro e folgadinho nas coxas e uma blusa larguinha beje, de manga comprida e caída no ombro, saio do banheiro a procura dos meus coturnos, minha Colte ou minha faca, mas não acho nada, olho para o criado mudo e vejo o bilhete ali - Ok, melhor descer e conhecer meu anfitrião -, vou até a outra porta do quarto e a abro, entro em um corredor e viro para e sigo para onde acho que estão escada, dali de cima vejo todo o grupo e algumas pessoas que eu não conheço, estão todos sentados ao redor de uma mesa em um completo silêncio o que é muito estranho, instantaneamente procuro por Daryl, mas não o vejo, ainda estou magoada com ele, mas isso não quer dizer que não me preocupo com aquele idiota, resolvo me pronunciar.

- Meu Deus, é melhor alguém ter morrido na minha ausência, porque isso aqui tá parecendo um velório. - digo sorrindo, todos olham para cima e sorriem ao me ver

- Sam! -olho para baixo e vejo Sophia correr até o pé da escada, sorrio de lado e desço  rápido​. Quando estou no último degrau ela me abraça fortemente. - Estavamos todos preocupados. Você simplesmente desmaiou! - diz ela com olhos marejados, passo a mão pelo seu rosto e beijo sua testa.

- Mas agora estou bem, não precisa se preocupar. - ela sorri e volta a me abraçar, olho para o resto do grupo é os vejo me encarando com sorrisos no rosto. - O que aconteceu? Por quanto tempo eu apaguei? - um senhor se levanta e se aproxima.

- Eu sou o Hershel, porque não se senta e come com a gente.

- Claro, estou faminta. - vejo uma garota de cabelos curtos e escuros se levantar e pegar um prato e talheres para mim, ela se aproxima e me entrega os mesmos.

- Sou Maggie, e aquela é minha irmã Beth, aquele é o Jimmy e aquela é a Patrícia. Senta com a gente.

- É um prazer - digo enquanto me sirvo - Maggie? Que nem no bilhete? 

- Isso. Papai falou que logo você acordaria, por isso deixei as roupa, os comprimidos e o bilhete para quando acordasse.

- Obrigado, foi muito bom tomar um banho. Mas ninguém me respondeu ainda. - digo olhando diretamente para Hershel.

- Você desmaiou por cinco dias - arregalo os olhos.

- Nossa. Por que?

- Cansaço e desnutrição, você ficou tempo de mais sem comer. - franzo o cenho.

- Foi só por isso que eu apaguei por cinco dias direto?. -Vejo todos me olharem confusos.

- Só? - pergunta Hershel - Você poderia ficar bulímica se continuasse daquele jeito.

- Tive bulimia por três anos, vai por mim, eu não estava nem perto de ficar bulímica. - olho ao redor e não vejo Carl - Cadê o Carl? - vejo Lori olhar para baixo e Rick a olhar. - Ele..- sinto minha voz fraquejar e limpo a garganta - Ele morreu?

- Graças ao Shane não. - diz Rick. - Ele levou um tiro. - arregalo os olhos.

- Ele está bem? - Olho para todos. 

- Sim, está. Hershel cuidou dele. - suspiro aliviada e sorrio. 

- Que bom. Depois vou ver ele. - volto a comer, quero perguntar sobre Daryl, mas estou com medo da resposta. Depois de comer ajudo a lavar a louça, Lori me leva até o quarto onde Carl está, e o ver ali deitado de olhos fechados me parte o coração, me aproximo da cama e me sento na ponta, passo a mão pelo seus cabelos.

- E aí garotão. Soube que levou um tiro, vai ficar uma cicatriz bem legal, andei pensando em te ensinar a atirar de longe, claro, se sua mãe deixar - sorrio - mas pra isso acontecer você precisa acordar. - beijo sua testa e me levanto, caminho até Lori, e vejo sua enorme vontade de chorar, a abraço e deixo que chore em meu ombro, ficando assim por uns cinco minutos, até que ela se afasta e seca os olhos. - Ele vai acordar, Carl é forte. - Ela confirma com a cabeça e caminha até a cama do filho, alguém bate na porta, caminho até a mesma e a abro, vejo Carol sorrindo enquanto segura um prato com comida, franzo o cenho. - Carol, pra quem é isso? - aponto para o pranto.

- É por isso que estou aqui. Esse é o prato pra Daryl - arregalo os olhos - Então o cretino tá vivo -. Eu ia levar para ele, mas pensei que talvez você quisesse fazer Isso - confirmo com a cabeça e ela me entrega o prato, começo a caminhar em direção às escadas - Sam! - viro para trás e Carol se aproxima - Só quero que você saiba que ele não saio do seu lado, desde o momento que você desmaiou ele ficou com você, ele só saio hoje mais cedo para caçar e acabou se machucando. Estou te dizendo isso porque sei que ele jamais o faria. - apenas confirmo com a cabeça, estou chocada demais para falar alguma coisa.- Há! Ele está no quarto ao lado do seu, suas coisas estão lá também. - Depois disso ela sai andando, me deixando ali parada. 

Estou na porta do quarto dele, bato e escuto um 'entra' abafado, abro a porta com cuidado e o vejo de costas para a mesma, abro um pequeno sorriso.

- Daryl? - ele se vira e me encara surpreso - Trouxe seu jantar. - ele continua apenas me encarando. - Quer parar de me encarar. - ele pisca os olhos, acordando para a realidade. Dou a volta na cama e me sento na poltrona que tem ali, que consequentemente fica ao lado de onde ele está deitado, coloco o prato em cima do criado mudo, e o olho.

- Quando você acordou? - pergunta rude como sempre.

- Deve fazer umas duas horas. - ele apenas balança a cabeça.- Como isso aconteceu? - pergunto apontando para seu ferimento.

- Estava caçando um veado quando escorreguei em uma droga de barranco e cai em cima de uma das minhas flechas, acordei com um zumbi mordendo minha bota - arregalo os olhos e começo a rir - Do que você tá rindo? - grosso como sempre.

- De você. Quer dizer o Daryl eu-sou-foda Dixon caio em cima das próprias flechas, percebe o quanto é engraçado. - falo rindo.

- Há há há! Você é muito engraçada. - fala ele fingindo rir, levanto com um sorriso no rosto e caminho até minha mochila, pego meu cigarro e o isqueiro, vou até a janela a abro e sento na mesma, o ascendo e trago.

- A propósito, nunca mais me dê um susto desses, você preocupou todo mundo. - olho para ele que evita meu olhar, acho que aquilo é o mais próximo de um " você me deixou preocupado, sua idiota " . Sorrio e me aproximo do lado desocupado da cama, me sento com as costas encostadas na cabeceira, estendo o cigarro para ele que o pega e traga.

- Não precisa se preocupar Dixon, isso não vai mais acontecer. A propósito, eu te perdôo. - ele me encara, olho para ele - Mas se disser aquilo para mim de novo, eu arranco suas bolas com uma faca cega. - ele faz uma careta o que me faz sorrir ainda mais, pego o cigarro que estava no canto de sua boca e o trago, ficamos em silêncio por um tempo, só fumando e olhando para a janela. Quando o cigarro acaba faço Daryl comer, depois de terminar pego seu prato e vou até a porta.

- Aonde vai? - pergunta ele se sentando.

- Levar seu prato lá para baixo. Já volto.- desço às escadas e vou até a cozinha, lavo o prato de Daryl.

- Sam? - viro e vejo Maggie na porta da cozinha.

- Oi Maggie, algum problema?

- Não, só queria te fazer uma pergunta.

- Pode fazer - digo secando as mãos no pano de prato e encostando o quadril no balcão.

- Você e o Glenn tem alguma coisa?- pisco duas vezes antes de cair na risada.

- Aí meu Deus! - digo colocando a mão na barriga que começa a doer, tento me acalmar e respiro fundo, ainda querendo rir. - Não Maggie, eu e Glenn somos só bons amigos. Não precisa se preocupar comigo. Mas me diga, tá gostando do coreano? - ela arregala os olhos.

- O que? Não, claro que não!- diz balançando a cabeça negativamente e movendo as mãos de um lado para o outro, começo a rir de novo. - Nós só transamos quando fomos buscar remédios. - ela coloca a mão na boca - acho que não era para mim saber disso - arregalo os olhos e começo a rir mais alto.

- Aí ai Maggie - me aproximo dela. - Acho que vamos ser grandes amigas - digo sorrindo, ela tira a mão da boca e sorri de volta - Não precisa ficar assim, se você gosta dele invista. - começo a me afastar indo em direção às escadas.

- Sam - me viro para ela - Você e o Daryl estão juntos?

- O que ? Não. Por que tá perguntando isso?

- É que quando vocês chegaram aqui, ele tirou você do carro e veio correndo até meu pai pedindo para ele olhar você. Ele parecia desesperado e muito preocupado.

- Não estamos juntos. Só nos apegamos um ao outro. - sorrio. - O quarto onde eu estava era seu ? - ela confirma com a cabeça - pode voltar a dormir nele. Minhas coisas estão no quarto do Daryl, vou ficar lá. - ela sorri maliciosamente, apenas reviro os olhos e continuo meu caminho.

Entro no quarto e Daryl está deitado de barriga para cima terminando um cigarro, pego a bituca e jogo pela janela, fechando a mesma em seguida, sigo até a cama e me deito nela.

- Vai dormir aqui? - pergunta Daryl do seu jeito delicado.

- Minhas coisas estão aqui. E alguém precisa cuidar do seu machucado, já que obviamente você não vai fazer isso. - o vejo revirar os olhos, deito de frente para ele e o encaro.- Agora falando sério, por favor, nunca mais fale nada daquilo para, por favor - digo com a voz um pouco embargada, Daryl me encara e se vira de frente para mim.

- Não vou, prometo. - diz ele suavemente colocando meu cabelo atrás da orelha. Ele se aproxima devagar e encosta seus lábios nos meus delicadamente, sinto sua mão agarrar minha cintura e me puxar para mais perto, aprofundo o beijo, ele me puxa para seu colo, passo a perna esquerda para o outro lado de corpo, suas duas mãos vão para minhas coxas, ele pede passagem com a língua e eu dou, passo as mãos pela sua barriga e peito, e depois agarro seu cabelo e o puxo, sinto Daryl gemendo em meus lábios, mordo seu lábio inferior enquanto ele agarra minha bunda fortemente, sinto sua ereção na minha coxa e sorrio enquanto ele beija meu pescoço, Daryl tenta se sentar para facilitar a brincadeira mas geme e se afasta.

- Dessa vez eu que vou ter que parar. - diz ele, olho para a mão dele que está em cima do curativo.

- Tá doendo muito? - ele apenas confirma com a cabeça.- Que tal a gente só conversa? - ele resmunga alguma coisa inatingível.

- Pelo jeito vamos ter que fazer isso.- conversamos até de madrugada.

Acordo na manhã seguinte com um braço ao redor da minha cintura, olho para o lado e vejo Daryl dormindo tranquilamente, - isso é muito raro para ele -, tiro seu delicadamente seu braço da minha cintura e me levanto, saio do quarto desço às escadas, vejo a Hershel e suas filhas tomando café, Maggie me oferece uma xícara de café, agradeço imensamente, ficamos conversando.

- Sam, posso falar com você ? - pergunta Lori.

- Claro. - caminho com ela até o lado de fora e nos sentamos na varanda. - O que foi?- ela respira fundo e me olha.

- Eu tô grávida. E não sei quem é o pai - arregalo os olhos, e a única coisa que me vem a cabeça é: FUDEO!!


Notas Finais


Aí está Cookies, até o próximo capítulo 😘😘


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