História The Walking Dead - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Daryl Dixon, Personagens Originais
Visualizações 142
Palavras 1.587
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Noite Chuvosa.


Fanfic / Fanfiction The Walking Dead - Capítulo 11 - Noite Chuvosa.

Já se passaram dois dias desde que Lori me contou que está grávida, e pra ser bem sincera, eu não sei o que pensar sobre isso, quer dizer, gravidez sempre foi um assunto delicado, mas agora é como se voltássemos para o século 19. A cinco meses atrás se alguém me perguntasse se eu queria ter filhos, minha resposta seria sim, se hoje alguém me fizesse a mesma pergunta eu responderia um sonoro, é óbvio que não. Ela também me contou que está pensando em abortar, na minha opinião, ela teria que conversar com Rick, e até mesmo com o cretino do Shane sobre esse assunto, mas ela não quer, então não posso fazer nada em relação a isso.

No dia anterior Daryl decidiu que já estava incomodando demais o velho Hershel, então simplesmente pegou as nossas coisas - sim, eu disse nossas, já que ele decidiu que eu também já estava incomodando demais - e levou para sua barraca, quando eu o questionei sobre isso a única coisa que ele disse foi: 

- Você vai dormir comigo ou no trailer?- e meio óbvio que fiquei ali com ele, até porque não tinha mais lugar no trailer.

O dia estava meio nublado e eu não tinha nada pra fazer, então fiquei dentro da barraca lendo Acesso aos bastidores de Olívia Cunning, eu avia ficado de ler e depois contar para Hannah o que eu avia achado do livro, mas acabei adiando mais e mais, e então tudo aconteceu.

- Você vai ficar aí o dia todo? - pergunta Daryl entrando na barraca e se sentando em seu colchonete.

- Hershel e Maggie disseram que não tinham nada pra mim, Rick e Shane estão ensinando o pessoal a atirar, o que eu não preciso, e Lori e Carol não precisam de mim, então resolvi ler um pouco, senti saudades de pegar um livro na mão. - Daryl apenas me encara, reviro os olhos e volto a ler, até que ouço um estrondo e dou um pulo do colchonete - Mas que porra foi essa? - pergunto com os olhos arregalados.

- Isso se chama trovão. - responde Daryl sendo sarcástico, ele coloca a cabeça para fora da barraca. - pelo jeito logo logo vai chover, vou pegar alguma coisa pra gente comer e colocar a lona em cima da barraca.

- Eu te ajudo. - digo levantando e pegando a lona, começo a prende-la no chão quando vejo Daryl voltando com dois enlatados, uma garrafa da água e duas barrinhas de cereal, depois de guarda-las ele me ajuda a colocar a lona, assim que terminamos a chuva começa a cair, entramos na barraca a fechamos.

- Acho que não vai passar tão cedo. - digo escutando a chuva cair mais forte na lona. Ficamos em silêncio por um tempo, até que começa a esfriar, pego o resto dos cobertores que tem ali e divido entre nós dois. 

Depois de algumas horas apenas lendo eu acabo o livro - agora eu sei porque a Hannah gostava dele, o livro é ótimo - olho para Daryl que está dormindo tranquilamente ao meu lado, levo a mão até seu rosto e acaricio sua buchecha, sinto o sono chegar e acabo dormindo de frente para ele.

Acordo com um barulho alto, a chuva ainda cai forte do lado de fora da barraca.

- Daryl? - está tudo escuro e não consigo vê-lo.

- Aqui - sinto sua respiração quente em meu rosto. Me sento e começo a procurar pela lanterna, quando a encontro a ligo, olho para o lado e lá está ele ainda deitado, olho para meu relógio de pulso e vejo que já passou das nove da noite, me jogo no colchonete e viro o rosto para Daryl que está me encarando.

- O apocalipse é um saco - ele dá um sorriso de lado - O que a gente vai fazer até essa chuva parar? - o seu sorriso de lado se torna um grande sorriso malicioso.

- Eu posso pensar em uma ou duas coisinhas. - diz ele com sua voz rouca se aproximando do meu rosto e roçando nossos lábios, como eu não tô com vontade de só ficar roçando lábios eu o puxo pela nuca e grudo seus lábios nos meus em um beijo quente e cheio de desejo, Daryl pede passagem com a língua e a dou, depois de um tempo apenas beijando, ele me puxa para cima de si agarrando minha bunda com força, ele leva seus lábios até meu pescoço o mordendo e chupando, levo minhas mãos até a barra de sua blusa a puxando para cima, ele se afasta para que eu possa tirá-la por completo, logo sua boca volta para meu pescoço e suas mãos​ vão para a barra de minha blusa que acaba tendo o mesmo destino que a sua, sinto sua boca descer até o vão dos meus seios, levo minhas mãos até o fecho do sutiã e o tiro, jogo a cabeça para trás e solto um gemido baixo quando o calor de sua língua encontra meu mamilo gelado, ele o chupa e mordiscar​ enquanto sua mão aperta e belisca o outro.

Daryl inverte as posições e fica por cima de mim, ele tira minha calça com rapidez e beija minhas coxas nuas, subindo lentamente até a barra da calcinha, ele a tira com a boca enquanto olha em meus olhos - que filho da puta mais sexy - penso enquanto ele se aproxima da minha entrada, gemo quando sinto seu dedo entrar em mim.

- Puta merda Sam, você tá tão molhada - diz ele entre uma chupada e outra - Tão pronta pra pra mim, tem ideia de como isso me deixa - me arrepio ao escutar sua voz grossa e rouca, agarro seus cabelos quando o sinto colocar mais um dedo e estocar com força.

- D-Daryl, por favor - sussurro quando ele estica com mais força. - E-Eu preciso d-de você... - ele aproxima sua boca da minha orelha.

- Seja mais específica Sam - sussurra ele com a voz rouca, aproximo minha mão de sua ereção e dou uma apertada, ele geme em meu ouvido.

- Eu preciso de você dentro de mim - digo em seu ouvido, vejo os pelos de sua nuca se arrepiarem. Ele se afasta e começa a abrir o zíper da calça, me aproximo dele e beijo seu pescoço enquanto minha mão agarra sua grande e grossa ereção.

- Precisamos de camisinha. - diz ele entre um gemido e outro. Fico de quatro para poder alcançar minha mochila, quando sinto dois dedos entrarem em mim, encosto a cabeça no chão da barraca e começo a gemer.

- Daryl - sussurro seu nome, jogo a mão para frente e agarro minha mochila, enfio a mão dentro do bolso e pego a embalagem metálica a estendendo para Daryl, me ajoelho e sua frente ofegante enquanto ele rasga a camisinha com a boca - tem como ser mais sexy, meu Deus-.

- Fica de costas e apoia as mãos e a cabeça no colchão e depois empina a bunda. - diz ele com a voz rouca enquanto coloca a camisinha, dou um sorriso malicioso e faço o que ele pediu, sua ereção entra em mim devagar, sinto seu peito encostar em minhas costas, ele não se move, não faz nenhum movimento.

- Daryl, se move - digo mexendo o quadril impaciente, ele afasta seu peita e agarra meu quadril com força o puxando para trás.

- Tão apertada - geme ele. Sinto sua ereção entrar e sair, entrar e sair, até que ele sai de mim e me deita no colchonete e entra em mim de novo, ele começa a se mover mais rápido e com mais força, sinto meu ventre se contrair.

- Daryl, eu vou gozar. - sussurro em seu ouvido.

- Isso, goza pra mim - diz ele levando a boca até meu seio o mordiscando, e então o melhor orgasmo da minha vida chega.

- Daryl - enfiando as unhas em suas costas, ele estoca mais três vezes e goza com a cabeça em meu ombro, ele fica naquela posição enquanto deposita vários beijos em meu pescoço, depois se joga ao meu lado me puxando para seu peito.

- Por que não fizemos isso antes? - pergunto enquanto faço círculos em seu peito.

- Não sei, mas que bom que fizemos - olho para ele e sorrio.

- Faz cafuné? - ele me encara sério.

- Não - diz ele me fazendo cair na gargalhada.

- Seu chato - resmungo quando paro de rir, vejo um pequeno sorriso se formar em seus lábios. O sono chega e me entrego a ele, ali mesmo deitada no peito de Daryl.

Acordo no dia seguinte na mesma posição em que dormir, Daryl está dormindo tranquilamente, me afasto com cuidado para não acorda-ló​, coloco uma calça jeans toda rasgada e uma regata. Quando saio da barraca vejo o grupo reunido tomando café, me sirvo um xícara.

- Bom dia - falo enquanto me sento ao lado de Carol.

- Bom dia - deseja ela enquanto olha para meu pescoço - Sam, isso são chupões? - pergunta ela apontando para meu pescoço - vou matar o Daryl -.

- Não. - digo na maior cara de pau.

- Sam - ouço Glenn me chamar - Posso falar com você. - confirmo com a cabeça e me levanto caminhando até ele.

- O que foi? Parece nervoso.

- Nervoso? Quem? Eu? - pergunta ele rapidamente.

- É Glenn. Você não tá olhando para um lugar específico e fica torcendo os dedos. Então, o que foi? - ele me olha de olhos arregalados.

- Tem zumbis no celeiro.


Notas Finais


Então meus lindo e maravilhosos Cookies esse capítulo não foi grande e me desculpem por isso.
Esse foi o primeiro Hot que eu escrevi espero que esteja bom, beijos amores 😘😘😘
PS: Gente pra quem gosta de livros picantes eu super aconselho o livro que a Sam lê. Acesso aos bastidores - Olivia Cunning.


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