História The walking dead- Carl, eu te amo - Capítulo 7


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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Gareth, Glenn Rhee, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Negan, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Tara Chambler
Tags Carl Grimes, The Walking Dead
Exibições 55
Palavras 1.311
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiii! Capítulo novo, espero que gostem. Esse capítulo ficou muito fofo <3
Obrigada pelos 17 favoritos!! Amo vcs <3

Capítulo 7 - Minha nova família


Fanfic / Fanfiction The walking dead- Carl, eu te amo - Capítulo 7 - Minha nova família

Continuação 

 

P.O.V Julie

   -Então tudo bem, já que você já não precisa mais de mim e vou pra casa.

   -Eu vou com você.

   

   Nós descemos as escadas e ouvimos uns gritos um pouco distantes e seguimos para ver o que era. Quando chegamos, vimos Rick e Pete lutando.

   -O que aconteceu? - Perguntei.

   -Não sei - Disse Enid.

   

   Depois de 1 minuto a Deanna aparece e pergunta a mesma coisa que eu. O Rick começa a falar algumas coisas, e depois Michonne desmaia ele e tudo aquilo acaba. Quando acaba Ron vem pra perto de mim.

   

   -Julie, podemos conversar?

   -Sobre o que?

   -O dia da festa.

   -Acho que aquele dia já está esclarecido. - Eu disse

   -Por favor, só 5 minutos. - Que cara insistente hein.

   -Ron, isso não é necessário.

   -Só 5 minutos.

   -Tudo bem, 5 minutos. - Eu aceitei porque sei que ele não ia desistir até eu disse que sim.

 

   Ele me levou pra um lugar mais longe de todos e Carl nos seguiu.

   

   -Posso saber por que você está nos segindo? - Ron disse.

   -Não! - Como eu amo o Carl.

   -Então para de seguir porque a conversa é só entre mim e a Julie.

   -E porque quer que eu saia? Pra você obrigar a Julie a te beijar de novo? Se toca.

   -Você não tem nada a ver com isso.

   -Quer apanhar igual seu pai? - Carl ameaçou e Ron abaixou a cabeça.

   -Então da mais espaço 

   -Não. - kkkkk.

 

   Ron desistiu de discutir com Carl e começou a falar.

   -Julie, me desculpa por aquele dia, eu não aguentava mais continuar gostando de você sem você gostar de mim. Por isso tentei  te beijar, pra você começar a sentir algo por mim. Só que o infeliz do Carl me deu um soco e você foi embora. 

   -Pedir desculpas não vai fazer eu voltar a gostar de você.

   -Então você gostava de mim?

   -COMO AMIGO! Você traiu a minha amizade, me magoou e magoou a Enid. 

   -Por favor Julie, me dá uma chance.

   -Não, eu nunca gostei de você e não é agora que eu vou gostar... - Eu pensei e decidi fazer um negócio pra ver se ele saia do meu pé. - E além disso, eu e o Carl estamos namorando. - Eu disse isso e dei um selinho demorado nele, 

   -Vocês o que?

   -Isso mesmo Ron, agora tchau. 

 

P.O.V Carl

Quando ela disse pra Ron que estávamos namorando eu corei, mas acho que ninguém viu porque ela me beijou e logo depois Julie puxou meu braço como ela sempre faz e saímos de lá.

 

   -Não somos namorados né? 

   -Não, eu só disse pra ver se ele saia do meu pé. Me desculpe pelo beijo, foi só pra ele ter certeza. - Como eu queria que fôssemos.

   -Não precisa se desculpar, eu gostei, podemos fazer isso meus vezes. (Carl safadenho). - Fiz um olhar malicioso.

   -Podemos, super podemos. - Ela disse e ficou quieta por um tempo - Vamos fazer alguma coisa?

   -Tipo o que?

   -Tipo pular o muro.

   -Por que você gosta de pular o muro.

   -Porque é um lugar quieto, ninguém vai pra lá a não ser a gente e é bem mais legal que Alexandria.

   -Disso você tem razão, vamos.

 

   Nós pulamos o muro e fomos para o lugar onde sempre ficamos.

 

   -Carl, você acha que o meu pai tá vivo?

   -Sempre tem uma chance, o que aconteceu mesmo com ele?

   -Ele saiu pra caçar, aí veio um monte de zumbis para o lugar onde eu e o meu tio estávamos e tivemos que fugir, depois daquele dia eu nunca mais vi meu pai.

   -Quando esse inferno começou meu pai estava no hospital, eu e minha mãe tivemos que fugir com o amigo dele, Shane. E depois de um tempo ele apareceu no acampamento. Eu pensei que o meu pai tinha morrido, mas ele estava vivo. Mesmo seu pai estando vivo ou não, tenha certeza de que ele está vivo em um lugar, que é o seu coração.

   -Own, que fofo Carl. Você pensou nisso quando estava sem ele?

   -Sim.

   -Vai sentir falta de mim se eu morrer? - Ela perguntou e eu respondi imediatamente.

   -Óbvio! Você é uma grande amiga, ou melhor, mais que isso. 

   -O que você quer dizer com "mais que isso"?

   -Quero dizer que, desde o primeiro dia que eu te vi senti algo, e hoje esse sentimento tá aumentando mais ainda cada dia que eu fico com você. O nosso primeiro beijo, foi tipo uma brincadeira, mas eu já queria aquilo desde o primeiro dia. 

   

   Nós dois ficamos nos encarando, fomos chegando perto um do rosto do outro até que novamente nossos lábios se encontraram, era calmo e apaixonado. Nós fomos caminhando e ao mesmo tempo nos beijando, até que batemos em uma árvore e ficamos por lá. Paramos de nos beijar por causa do maldito ar e quando recuperávamos o fôlegos continuamos nos beijando, só que um beijo mais feroz.

 

   P.O.V Julie

   Quando eu e Carl ficamos nos olhando tive uma sensação boa. Aquela sensação de beijar novamente tomou conta de mim, então comecei a aproximar o meu rosto do dele e ele fez o mesmo, quando vi estávamos nos beijando, um beijo calmo e apaixonado. Batemos em uma árvore e ficamos por lá, recuperamos o fôlego e continuamos a nos beijar, só que de um jeito diferente, um jeito que nem tenho palavras para explicar de tão bom que era, esse sim tirava o fôlego. 

   -Vamos voltar, já está na hora do almoço.

   -Não podemos ficar mais? - Ele perguntou e fez uma cara de falso choro.

   -Não, eu to com fome.

   -Tá bom então. 

 

   Nós voltamos para casa e Michonne estava segurando Judith.

 

   -Onde vocês estavam?

   -A gente? A gente tava... - Carl tá se embaralhando todo. Eu mereço...

   -A gente tava andando por Alexandria.

   -Sei... já que estão aqui vão almoçar, o almoço hoje vai ser na casa da Maggie. - Michonne disse.

   -Você não vai? - Perguntei.

   -Não, vou ficar cuidando do Rick.

   -Meu pai tá bem? - Carl disse preocupado.

   -Tá sim, só ainda não acordou do desmaio, mas ele está ótimo. Podem levar Judith para o Gabriel? Ela ainda não almoçou também.

   -Claro! 

 

   Carl pegou Judith e fomos para a casa da Maggie. 

   -Olá! - Eu disse.

   - Oi! Podem se servir. Onde está Michonne e Rick? - Perguntou Glenn.

   -Michonne está cuidando do Rick, ele ainda não acordou. Ela pediu para entregar Judith para o Padre, ele está? 

   -Estou! - Disse o padre brotando do nada. - Deixe-me pega-lá. - Carl entregou Judith para ele e fomos sentar. 

   

   -Aprendeu a atirar? - Maggie disse.

   -Sim, o Carl até que é um bom professor.

   -Aprendeu a atirar hoje Julie? - Abraham perguntou e eu assenti - Qual arma?

   -Pistola, acho que é um bom começo.

   -É sim, quando quiser aprender a atirar outras armas fale comigo, sei atirar qualquer uma... - Tá se achando - menos crossbow. Esse só o Daryl sabe.

   -Eu também sei, aprendi quando era pequena com meu tio, eu atirava muito bem com aquilo, tenho saudades. 

   -Duvido que você atire melhor que eu - Nunca tinha ouvido a voz do Daryl.

   -Talvez, quem sabe? 

   -Por que não mostra depois do almoço o que você sabe com crossbow? - Petguntou Carol.

   -Pode ser, só que posso errar no começo. Faz muito tempo que eu não atiro com aquilo.

   -Quem sabe atirar com crossbow nunca perde a manha. - Disse Daryl tentando provocar.

   -Veremos.

  

   Continuamos conversando sobre várias coisas. Senti como se esse grupo fosse a minha família, fazia muito tempo que não me sentia assim. Eu estava amando, todos conversando felizes como uma família, me lembrei de quando minha família era unida, minha mãe viva, meu tio, meu pai. Fiquei quieta por um tempo pensando em tudo isso até que Carl me tira dos meus pensamentos.

 

Continua...


Notas Finais


Continuo?


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