História The Walking Dead: Hide and "Sick" - Interativa- - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, The Walking Dead, Zumbis
Visualizações 30
Palavras 626
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa não é uma história de humanos contra zumbis, mas sim de sobrevivência e drama. Então não esperem ver muitas cenas de tiro, lutas e ação, ocasionalmente elas vão ocorrer, mas esse não é o foco. :)

Capítulo 2 - 1x02 - Father


Quinto dia -

Eu passei o dia todo ligando para a minha ex-esposa, mas todas foram em vão. O que, de verdade, era ótimo para mim, já que eu podia ficar o dia todo com a minha filha, sendo o pai que já há muito tempo eu não era. Eu queria ter tido essa chance com ela antes de toda essa bagunça começar, assim eu poderia levar ela em algum parquinho, cinema ou em qualquer coisa desse tipo. 

Como escritor, eu conheço várias histórias e também sei como criar uma, então eu passei horas e horas contando histórias para ela e o sorriso daquele pequeno anjinho era o que tornava o meu dia feliz. 

Sexto dia -

O sinal da TV começou a falhar, porque vândalos estão arrancando os fios de cobre para vender. O que leva uma pessoa à sair na rua, no estado em que o país está, para roubar um fio? E nem é fácil arrancar esse tipo de fio. 

Eu continuei tentando contactar a minha ex-esposa, mas nada d'ela atender, ou retornar a ligação. Eu estou começando a ficar preocupado com isso, minha filha não merece crescer sem uma mãe... mas ela também não merece crescer em um mundo onde os mortos andam. 

Sétimo dia -

Já faz uma semana que o mundo está assim e cada vez mais tem mortos andando pelas ruas. Eles são assustadores e fazem barulhos estranhos!

Eu precisava ir comprar comida, mas não podia sair na rua com Anna. Esperei que ela pegasse no sono e, usando tudo aquilo que observei, fui até ao mercado. Como os estoques estavam acabando, o preço estava absurdamente mais caro, porém as pessoas ainda lotavam a loja e só saíam de lá com o carrinho cheio.

Percebi que, sem polícia, as lojas começaram a contratar pequenas máfias para fazer a proteção da mercadoria e clientes. Outra coisa engraçada é que o serviço não era pago com dinheiro, mas sim com produtos. Uma troca.

Quando cheguei em casa, graça à Deus, Anninha ainda estava bem, no mesmo lugar em que eu a deixei dormindo.

Agora, com o estoque cheio, posso ficar tranquilo em relação à alimentação da minha filha. 

Oitavo dia - 

Logo cedo, estava eu na varanda, olhando e analisando o comportamento dos mortos, quando eu vejo uma garotinha correndo de alguns mortos. Ela não parecia fugir só deles, mas também de alguma outra coisa. Suas pernas pareciam confundir os movimentos, então ela acabava dando leves tropeços no meio da corrido, ela também estava "abraçando" o  braço direito e sua mão estava sangrando. 

Eu aprendi que devemos sempre ajudar o próximo e, por mais que eu não a conhecesse, era uma criança aparentemente sozinha.

Peguei Anna no colo e desci o mais rápido que pude até a recepção. Chegando lá, coloquei Anna no pequeno sofá que ficava lá e fui até o portão esperar pela menina. Óbvio que eu não fiquei esperando ela do lado de fora, apenas o deixei meio aberto e dei pequenas espiadas para saber onde ela estava, e aí quando ela passou pela frente do portão, eu a puxei para dentro e o tranquei.

Por reação, ela me encheu de soco, mas nada muito forte. Até que ela viu que eu tinha a salvado e que tinha um bebê comigo, então eu expliquei que tinha visto ela em perigo e quis ajudar. De começo ela desconfiou e depois ela desconfiou mais ainda, mas depois de um longo discurso eu a convenci à ir até o meu apartamento para pelo menos fazer um curativo naquela mão e comer alguma coisa. Eu sentia que ela ainda não acreditava muito em mim e estava em alerta, mas eu não a culpo, afinal, nesse novo mundo, essa é a atitude certa.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. :)
Pessoal que já teve o personagem aceito, por favor me mandem fotos de seus personagens (pessoas reais, please). :3


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