História Alone In The Apocalypse - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Andrea, Beth Greene, Bob Stookey, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Hershel Greene, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Negan, O Governador, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Tara Chambler, Tyreese
Tags Apocalipse
Exibições 90
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oeee gente!!! Boa leituraaaa ❤

Ps: Isa abaixo ^^

Capítulo 2 - Rick


Fanfic / Fanfiction Alone In The Apocalypse - Capítulo 2 - Rick

Pov. Miranda

Acordo com um barulho no mato, mas não de zumbis e sim de pessoas, acordo Isa rapidamente e entrego sua faca, em seguida pego minha arma e aponto para a direção do barulho. Devia ser umas oito horas da manhã pois o sol ainda era um pouco fraco, pisquei algumas vezes por causa da claridade. Segundos se passaram e logo avistamos três homens e um garoto aparentemente da minha idade.  

Um dos homens tinha roupa de xerife e olhos azuis, o outro parecia coreano e o último homem tinha uma jaqueta de couro e uma besta em mãos. O garoto tinha um chapéu de xerife e o cabelo um pouco grande. Eu observava atentamente cada passo deles, só tínhamos visto um grupo de pessoas,  me lembro bem. 


Flashback ON


- Miranda!!! Tem pessoas ali olha. - Isa me chamava porque dizia ter visto um tal grupo.

Eu não acreditei, tínhamos andando por uns dois anos e não víamos sinal de ninguém. 

Mesmo assim a segui, logo avistei o grupo que Isa tanto falava e eram pessoas mesmo. Isa queria se aproximar mas eu a puxei para uma moita onde nos escondemos. 

- O que estamos esperando Miranda? São sobreviventes, como nós. - Ela me olhava confusa.

Apesar de ser nova Isa sempre soube que precisávamos nos proteger e não confiar em qualquer um. Se as pessoas já eram ruins normalmente, imagine em um apocalipse zumbi.

- Isa você sabe aue existem pessoas más. Vamos esperar mais um pouco, só para ter certeza de que essas pessoas são boas. - Disse calmamente.

 Mal terminei a frase e ouvimos um tiro, Isa me abraçou e eu a acalmei. Dei uma espiadinha e vi um homem ensanguentado no chão, enquanto o outro apontava uma arma para o homem caído, ele se mecheu um pouco e pude perceber um "W" em sua testa. Sem esperar puxei Isabelly e começamos a correr para longe daquelas pessoas. E por sorte não os encontramos mais... eu espero.


Flashback OFF


Despertei dos meus pensamentos quando Isabelly escorregou do galho, ela iria cair e eu segurei seu braço com força, devagar a puxei para cima, ela estava ofegante e assustada. Olhei para baixo e todos os homens e o garoto apontaran suas armas pra gente. 

- Merda. - Murmurei.

- Quem são vocês? - Perguntou o cara com roupa de xerife, provavelmente o líder. Não respondi sua pergunta - Responda! Quem são vocês? 

 Me assusto com seu tom de voz e gaguejando respondo.

- M-Miranda e Isabelly. - Respondo não tirando meus olhos deles.

- Cadê o seu grupo? - Pergunta o xerife.

- Não temos grupo. Somos só nós duas. - Aponto para Isabelly.

- Eu acho bem difícil duas crianças sobreviverem sozinhas. - O cara da besta fala em tom de ironia, oque me irrita.

- Eu não sou criança! - Digo quase gritando.

- Quantos anos você tem? - Pergunta o asiático.

Ele parecia simpático, mas como não confio facilmente em pessoas não respondo.

- Olha, não temos suprimentos nem nada. Não oferecemos risco nenhum então por favor vão embora e nos deixem em paz. - Digo olhando nos olhos do xerife.

- Calma, sei que é difícil confiar em pessoas estranhas mas queremos ajudar. Temos um um lugar seguro com... - O interrompo.

- Seguro? E que lugar nesse mundo de merda é seguro? - Eles se assustam um pouco com meu linguajar, que eu só usava quando estava irritada.

- A garota é esperta Rick. - Fala o cara da besta olhando para o xerife.

- Olha esse lugar tem muros altos e tem mais gente conosco. Nós temos armas, suprimentos, cuidados médicos, camas... venham com a gente. - Fala o coreano.

- Porque querem mais pessoas? - Cerro os olhos encarando o xerife.

- Com mais pessoas somos mais fortes. - Diz o xerife.

- Não sei... - Olho para Isa.

Vi em seus olhos ela implorar para eu aceitar. Imaginei como deve ser difícil sobreviver em um apocalipse quando na verdade ela devia estar brincando de bonecas. Me vi na sua idade, recebendo a notícia de que meus pais faleceram. Órfã que teria que morar com seus vizinhos, pois eram as pessoas mais próximas que tinha. Me lembrei tambem da promessa que fiz a mim mesma sobre Isabelly.

Eu farei de tudo pela Isa. Isso é uma promessa.

- Tudo bem... aceitamos. - Respondo e Isa abre o maior sorriso do mundo. 

Não sei se fiz a escolha certa, mas algo me diz que sim. Descemos da enorme árvore e assim que chegamos ao chão Rick começa a me fazer perguntas. 

- Quantos zumbis você já matou? 

- É sério isso? Sei lá, parei de contar depois de trinta. - Respondo.

- Quantas pessoas já matou? - Aquela pergunta me acertou em cheio.

Me lembro de Sam e Jasmim. Os gritos deles não saíam da minha cabeça. Um nó na minha garganta se formou, tomei fôlego e respondi sua pergunta. 

- Duas. - Tento soar firme.

- Porque? - Aquilo já estava me fazendo mal.

- Os zumbis os pegaram. Não queria vê-los sofrer. - Tento me segurar mas o nó na garganta só aumentava.

- E ela? - Ele aponta para Isabelly.

 Me coloco em sua frente e o fuzilo com o olhar. 

- Não toque nela. - Respondo entre dentes.

- Tá bom. - Ele se afasta - É sua filha? 

- Oque? Claro que não! - Franzo o cenho.

- Quem é? - Pergunta o coreano.

- Minha irmã. - Era a forma como eu a enxergava.

- Rick chega de interrogatório. A garota parece ser boa, vamos. - Diz homem da besta.

- Tudo bem Daryl. - Fala o xerife.

Eles pegaram suas mochilas e armas. Mas antes Rick se vira pra mim e começa a falar.

- Eu sou Rick. Ele é o Daryl. - Apontou pro cara da besta, depois para o asiático - Ele é o Glenn. - O asiático sorri pra mim e eu retribuo o sorriso - E esse é meu filho Carl. - Ele foi até o garoto de cabelos compridos e chapéu. O mesmo levantou o olhar e então percebi que ele tinha olhos azuis, de um brilho completamente diferente.






Notas Finais


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