História The way We see the World HALREN(LAUSEY) CAMREN G!P - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, Halsey, Krewella
Personagens Camila Cabello, Halsey, Lauren Jauregui, Yasmine Yousaf
Tags Camila Cabello, Camren, Camrengip, Fifthharmony, Halren, Halsey, Interssexualidade, Krewella, Laurenjauregui, Lausey
Visualizações 184
Palavras 2.594
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, FemmeSlash, Ficção, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Stay


 

BOTAS DO AUTOR

Eu vou fazer um capítulo de 2,5k

Essa fic vai ser curtinha, então favorita logo, salva aí na sua biblio (se tiver no Spirit)

Se você estiver no Wattpad, eu quero que você faça um favor. Crie uma nova lista chamada Halren ou Lausey, qual nome você preferir, porque aos sábados e feriados, vamos ter sorteios de One-shots de fics Lausey, que tal? Vocês comentem ou mandem mensagem dos temas que vocês querem e vamos criar uma fic juntos, okay?

 

Lauren achava desnecessário todo aquele cuidado. A garota que a carregava nos braços tinha um cheiro bom, e levemente familiar, e pelo contorno do braço era magra também.

– Onde estão suas chaves?

– Dimitri. – Lauren murmurou, procurando por sua bolsa – Estavam com aquele cara.

– Tudo bem, não tem problema. Yásmine entra!

– Que inferno! – ela resmungou – Por que tudo sou eu? Yásmine entra, Yásmine, arromba, Yásmine dirige. Que saco!

– Yásmine... vai. – ela respondeu seca

Yásmine resmungou em urdu e então saiu do carro. Em um pulo já estava na varanda das Jauregui, tirou um grampinho do bolso, e breves 15 segundos, a porta estava aberta.

Novamente, em posição de noiva, Halsey a levou até a varanda de casa. Lauren tentava se debater, para sair do colo, mas era inevitável, a garota não a soltava.

– Já disse que não precisa me levar no colo!

– Fica quietinha tá? Só abra a boca se for para agradecer.

– Eu vou contar tudo à minha mãe, Ashley!

– Já disse que é Halsey, e por favor. Espere que eu mesma conto. Ela vai demorar para chegar?

– Ela só chega a noite.

A de cabelos azuis lambeu os lábios frustrada.

– Prefiro aguardar, por segurança.

– Mas...

– Eu não vou deixar você sozinha em casa, garota.

– E eu apóio. – Yásmine se sentou na varanda, ao lado de Halsey

– Tá. – e Lauren torceu os olhos – Podem entrar.

A duas se entreolharam e concordaram.

– Fiquem a vontade, por favor. 

– Tá. Tem wifi na sua casa?

Lauren assentiu e pediu o aparelho de Yásmine. Assim que o tinha nas mãos, tateou, para saber o modelo, e logo colocou a senha do wifi.

– Você digita muito rápido, garota!

– Obrigada.

Yásmine se afundou no sofá, tirando os boots de qualquer jeito, e então deu play no youtube.

– Agora me deem licença, que minha crush lançou vídeo novo e isso requer minha atenção.

– Que crush?

– Camila Cabello. Sigo ela em todas as redes sociais e rt tudo o que ela posta.

– Camila é uma idiota! – Halsey e Lauren falaram ao mesmo tempo, rindo

Se instalou um pequeno silêncio. Finalmente tinham algo em comum. Yásmine deu um risinho abafado e então recolocou os fones aos ouvidos.

– Vocês não sabem o que estão pedendo. – e Yásmine continuou entretida.

– Se me dão licença. Eu acho que preciso trocar de roupas. – Lauren disse olhando para qualquer direção e se retirou – Fiquem à vontade.

Halsey não conseguia tirar os olhos da garota. Assistiu a morena subir com o vestido em frangalhos e a jaqueta abraçada ao corpo.

– Psiu. – Yásmine lançou uma almofada

– Que é?

– Para de comer a ceginha com os olhos.

– Yásmine! Mais respeito! E não estava olhando ela.

A casa das Jauregui era imensa com uma série de decorações modernas e tecnológicas, home theater, aparelhos de som, televisões, e um sistema google que ia desde o aquecedor, ar condicionado, até narrador de tempo, dia da semana. Ashley entendeu que devido a condição de Lauren, tudo o que ela devia se ambientar era sobre sons e se impressionou com a fortuna que deveria custar ter uma filha com aquelas condições.

Halsey tamborilava os dedos, ansiosa. Estava contando os minutos em que a morena estava no banho.

– Ela está demorando demais. Eu vou lá ver.

Yásmine ignorou, por estar focada em Camila Cabello.

Halsey viu que a porta do banheiro estava entreaberta, e uma Lauren encolhida sentada dentro da banheira abraçando os próprios joelhos. Ela chorava incessavelmente.

Ashley se segurou para não se impressionar com a cena. Lauren tinha profundos olhos verdes, as sobrancelhas bem feitas, e todo o seu corpo era pálido e estava cheio de marcas de dedos e vermelhas. Quem teria coragem de fazer aquilo com um anjo daqueles?

– Ashley?

– Lauren? – ela se aproximou – Me desculpe, você estava demorando e eu...

– Por favor, Ashley, preciso ficar sozinha. 

– O que houve?

Halls se sentou na beirada da banheira, e Jauregui quase que imediato a afastou, a repelindo.

– Se acalme. Shhh – e a abraçou com carinho – Eu não vou te machucar, Lauren.

– Não encoste em mim!

Mas Halsey a ignorou, a abraçou, a apertando com todas as forças que podia, mesmo que se molhando. Aos poucos Lauren cedeu, e a abraçou de volta. Ela não respondeu. Apenas fez carinho em seus cabelos, tentando conter as lágrimas da menor.

– Aquele cara. Ele sabia meu nome, ele conhecia minha mãe. E por Deus... ele tentou me tocar. Eu estou com tanto nojo de mim! Da minha pele.

– Shh... – abraçou – está tudo bem agora.

Lauren encaixou ainda mais o queixo em seu pescoço.

– Obrigada. Você salvou a minha vida. Eu não sei o que seria de mim sem você hoje.

– Não fiz nada mais que minha obrigação, Lauren. Você faria o mesmo por mim.

– É. Mas mesmo assim, obrigada.

– Agora pare de chorar, ou vou fazer aquilo de novo.

– Aquilo o quê?

Halsey sorriu e a carregou nos braços feito um bebê.

-Tá. Tudo bem, eu paro! – e sorriu

– Finalmente estou vendo você sorrir.

– Tá, mas não se acostume, Ashley. – e desceu rapidamente – Agora sai que eu preciso me vestir.

 

(...)

 

Lauren se trocou e foi à cozinha. Halsey a seguiu silenciosamente.

– Eu te ofereceria um filme, mas como deve adivinhar, não temos muitos filmes em casa. – riu irônica

– Você fica aqui o tempo todo sozinha?

– Sim, ou fico na minha amiga, Dinah.

– Entendo. – e se sentou na mesa

Lauren se serviu de água, e colocou o dedão dentro do copo, para saber até onde encher, sem deixar vazar. A de cabelos azuis assistia impressionada, o quanto Lauren era independente e sabia se virar, mesmo sendo cega.

– Obrigada. – ela finalmente disse

– Pelo quê?

– Pelo que vocês fizeram por mim. E também...

– E também....

– Por aquilo no banheiro.

– Nada, foi o mesmo que você fez com a máquina de refrigerantes. – Halsey sorriu, e Lauren também

– Está com fome?                              

– Bem, sem querer ser folgada...

– Tudo bem. – a menor sorriu – O que gosta de comer?

– Não tenho muitas preferências na verdade.

– Eu não tenho muitas visitas na verdade, então, faço questão de que escolha.

– Por Alah! Que eu decida então, desde que vocês façam logo! – Yásmine retornou a cozinha

– Bem, a Yásmine é a cozinheira lá de casa, então...

– Então o quê? Sai fora Smurfgay, não vem me explorar aqui não! Naheen, nem vem!

Lauren deu um sorriso, olhando em qualquer direção. Halsey estava gostando dos sorrisos delas.

– Tá! Que saco. Deixa que eu faço então. – e retirou os fones.

 

A paki fez uma espécie de churros do seu país, com recheio de beijinho, e mini-hamburgueres de frango, páprica, queijo minas e molho tártaro. As duas apenas assistiam da bancada da cozinha o quando Yazzy era rápida e concentrada. Em seguida ela pegou um prato para si e disse os dizeres:

Yousaf la yaghsal alasahum!  – deu um breve grito, olhando feio para Halsey – Com licença, Lauren. Bom apetite.

– O que ela disse? – Lauren perguntou enquanto comia um churros

– Yousaf não vai lavar a louça!

– Parece um xingamento.

– É. Mais ou menos. Yazzy tem o jeitinho dela, é meio maluca às vezes.

– Mas parece ser boa pessoa.

– Diz isso à juizinh– quero dizer, à sua mãe.

– Tudo bem. Ela tem o jeitinho dela, é meio maluca as vezes. – respondeu ao mesmo tom e sem querer babou calda de beijinho

Lauren levou o dedo à boca para se limpar, e sem saber o porquê, Halsey achou aquilo tão sexy. Mordeu os próprios lábios.

– E qual o seu jeitinho, senhorita Jauregui?

– Oh, o que é isso? Um questionário?

– Não. Perguntei por perguntar.

– Não te interessa qual o meu jeitinho, Ashley.

– Eu sei. Nada em você me interessa.

– Ah é? – e lambeu os dedos, provocando lentamente

Ela pôde ouvir Halsey engolir seco.

– É. Você. É muito... muito... muito...

– Muito? – Lauren ergueu uma sobrancelha

– Certinha demais pro meu gosto.

– Deixa eu adivinhar. Pelo pouco que eu conheço de você, você é a cafajeste, o desejo de todas as garotas. A arrasa-coração.

– Acabou de descrever a Camila Cabello, acredita?

Foi a vez de Lauren engolir seco.

– Ela estuda na minha escola. Todas as meninas se derretem por ela.

– Achei que ela morava em outro estado.

– Não, não. Ela mora bem aqui em Miami mesmo.

De repente Lauren sentiu-se tonta, e perdeu o apetite.

– Tudo bem? – Halsey se levantou

– Ah, não é nada. – sentiu seu coração doer um pouco, lutou demais para superar Camila, se é que havia superado

– Eu quero que você, fale. O que é?

– Já disse que não é nada. Só não gosto de falar dela.

– Tudo bem, vamos falar de mim então.

Lauren deu uma gargalhada e em seguida uma palma.

– Boa pinta. Charmosa. Hmm. Que mais? Não sou moleca igual à Cabello. Prefiro mulheres mais velhas, mais adultas, sabe, que saibam aproveitar não só do meu corpinho, mas como da minha companhia também.

A morena não se contentava de rir.

– Eu sei fazer as mulheres sorrirem, Jauregui. Exemplo disso é você. Para de sorrir! Para! – Halsey insistia, mas quanto mais ela falava, mais Lauren continuava sorrindo – Viu? – disse e Lauren segurou a boca, tentando parar de rir, mas foi inevitável. – Não precisa me agradecer.

 

 

(...)

– Yásmine Yousaf – Clara perguntou assustada, assim que abriu a porta de casa – Você deveria estar no juizado de menores!

– Boa noite pra você também, juizinha. – Yásmine respondeu, no mesmo tom– Vem, Halsey! Agora sua amiga já está em boas mãos, já podemos ir

A de cabelos azuis, ria na cozinha, imediatamente parou, vindo ao encontro delas.

– Boa noite, juizinha.

– O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI? – Clara quase ligou para a polícia – Ashley Frangipane! O juiz Hansen não lhe proibiu de

– Ele me proibiu de salvar ela de ser.... argh! Esquece! – esbravejou

– Ser o quê...

– Nada, passar bem, Jauregui. Se soubesse que ela era sua filha, tinha deixado ela lá. – Halsey saiu pela porta, vestindo a jaqueta de couro

– Halsey! – Lauren foi atrás dela – Onde está indo?

– Parece que não sou bem vinda na casa da juizinha.

– Não. Por favor. Desculpe a minha mãe.

– Relaxa, Lauren. Boa noite. – Halsey se despediu amigável

– Fica. – ela ronronou – Quero dizer, vocês podem ficar se quiserem. Nós nos divertimos muito hoje, e acho que não tem problema.

– Do que é que vocês estão falando? Dê o fora da minha casa, Ashley!

– Com todo o prazer, senhora Jauregui, mas antes. – e ela pegou o telefone, e mostrou o vídeo, de Lauren sendo carregada a força no beco por um homem estranho

– Meu Deus... – ela assistiu perplexa – E o que houve?

– Seu amigo Hansen me liberou rápido. Ele disse que eu não seria uma despesa a mais para o Estado então nem quis me julgar, sendo assim, eu saí a tempo de ver um babaca seguindo sua filha, antes dela ser estuprada.

– E-eu não sei o que dizer, Ashley.

– Não diga nada, juizinha.

– Isso é verdade, Lauren?

– Sim. Um advogado do Dude Tribunal, disse que era seu amigo e que me daria uma carona, eu recusei e então... você sabe o que ia acontecer.

Clara suspirou. Serviu-se de um whiksy no canto do bar, e tornou em um gole só.

– Obrigada, Ashley. Eu devo minha vida a você. – disse finalmente

– Tendi. Bem, já que meu trabalho aqui acabou, acho melhor irmos.

– Não. Não se sinta ofendida, por favor. Você poderia ficar para jantar? Ao menos para eu me desculpar formalmente.

– AÍ SIM EU VI VANTAGEM! – Yásmine, que já estava na caminhonete voltou em menos de cinco segundos – Ela pode sim, dona Jauregui. Com tooodo o prazer.

Halsey deu de ombros. Yásmine e Clara foram para a cozinha, pedir uma pizza enquanto Lauren segurou sua mão.

– Quer conhecer o meu quarto?

– Geralmente nunca escuto isso em um primeiro encontro. – ela sorriu e depois fingiu cansaço – Mas o que eu não faço pelas mulheres, não é?

Lauren deu uma deliciosa gargalhada, e a trouxe pela mão.

 

Se sentaram na cama de Lauren. Era um quarto simples, um guarda roupa, computador, aparelho de som, e uma prateleira imensa de livros em braille.

– Você lê bastante, né?

– Na maior parte do tempo, sim.

– Eu também não tenho muitos amigos. Vida thug life, sabe como é?

– Onde estão seus pais?

– Também gostaria de saber.

– Eu posso te ver?

– Claro! – e sorriu, se sentando de frente para ela – Só o rosto?

– Você é a primeira pessoa que eu não tenho que ficar explicando o que fazer.

– E você foi a primeira que avisou que eu iria tropeçar. – Halsey sorriu, tirando a jaqueta, e ficando a vontade para Lauren

Lauren sentiu com o dedão, todo o seu rosto, os olhos, as sobrancelhas,

– A cor do meu cabelo é azul, meus olhos são claros, e eu tenho um piercing na língua.

– Puxa, você é linda!

Halsey corou violentamente.

– Eu disse! – brincou e ganhou um tapinha de Lauren

– Deixe de ser tão convencida, Halsey.

– Olha, está me chamando de Halsey! Finalmente! Preciso te colocar um apelido também.

– Oh, não!

– Laws. Eu gosto de Laws, porque significa lei, e como sua mãe é da lei, é isso aí!

– Menos, Ashley, menos!    

 

Yásmine estava enxugando pratos e Clara colocava a mesa.

– É. A senhora Willians fica me dizendo para ir para a escola e essas coisas. Eu até que me viro bem, juizinha, quero dizer... senhora Jauregui.

– Só Clara tá bom.

– Okay, Clara-tá-bom!

– Oh, Yásmine já te disseram o quanto você é engraçadinha?

– Não, nunca me disseram isso, dona Clara-tá-bom!

Halsey ainda sorria, encostada na porta.

– Pediu pizza de que, Clara-tá-bom? – Lauren entrou na brincadeira, pegando copos e talheres em seus devidos lugares

– Aquela brasileira que você gosta, e uma de marguerita para as meninas. – ela concluiu

– Boa idéia, Clara-tá-bom. – Halsey também deu continuidade

 

Foi uma noite agradável, mas Lauren sentiu quando Clara e Halsey se levantaram da mesa, rumo à varanda.

– Aceita um cigarro? – ela ofereceu

Halsey aceitou prontamente e acendeu o cigarro dela, sendo cavalheira.

– Obrigada. Então, Ashley. Me conte exatamente o que aconteceu hoje.

– No tribunal, ou com a sua filha.

– Os dois. – ela tragou o cigarro, com um olhar odioso

– O Juiz Hansen me odeia.

– Sinceramente, eu odeio também. Não só vocês, como toda a corja que você chama de Krewella

– Obrigada pela parte que me toca. Pois bem, ele acha que eu vou morrer nas ruas, e como ele me liberou mais cedo, esse cara, esse tal de Dimitri.

– Engraçado como isso nunca aconteceu antes.

– Está duvidando de mim?

– Não. Quero dizer, sim, mas me desculpe. Devo muito à você. Vamos fazer um acordo, sim?

– Que acordo.

– Eu libero você, até limpo sua ficha se você quiser. Mas se eu ver você perto da minha filha de novo, eu mesma chamo a polícia.

Halsey olhou horrorizada para aquela mulher ingrata. Sentiu seu nariz bufar e uma vontade imensa de mandá-la ir a merda, mas olhou pela janela e viu Lauren e Yásmine arrumando a cozinha.

“Ah é, juizinha. Acho bom chamar a polícia então.” – Halsey pensou

 

 

BOTAS FINAIS

LEMBRANDO:

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