História The Witch and the Heir - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Droy, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jet, Juvia Lockser, Levy McGarden, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Metallicana, Natsu Dragneel, Pantherlily, Rogue Cheney, Zeref
Tags Fairytail, Fairytales, Gale
Exibições 22
Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Hentai, Magia

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente descobri que tenho um grave transtorno: sou compradora compulsiva se livros! Tenho um monte pra ler em casa e tive a coragem de pedir mais! hahahah coisas da vida... Aproveitem a leitura 😘😘

Capítulo 3 - Fazendo planos


Depois de se arrumar Levy saiu de seu quarto para tomar café. Escolheu um vestido simples laranja e uma faixa combinando no cabelo, ela quase sempre usava preto como manda os estereótipos de uma boa bruxa, mas achou mais sensato passar despercebida: era verão, quase todos usavam roupas leves e coloridas. 

 Na pousada em que se instalara haviam apenas 4 hóspedes: um homem de negócios cujo carro havia quebrado nas proximidades e iria embora assim que estivesse consertado, ela própria e dois homens que estavam juntos. Um desses era moreno, tinha cabelos na altura dos ombros e olhos estranhamente avermelhados, o outro era loiro, os cabelos eram curtos e bagunçados e os olhos azuis escuros. Ambos pareceriam igualmente fortes e altos, percebeu que eles a estavam observando e tentou não dar atenção.

 Enquanto bebericava um café fraco de mais se perguntou o que eles estavam fazendo naquele vilarejo. Não há absolutamente nada para se fazer ali, a não ser que se considere visitar a plantação te milho uma coisa a se fazer, aliás era disso que quase toda a população ali se ocupava. Ela mesma teve que usar toda sua criatividade para pensar em uma desculpa convincente para estar ali. Talvez estivessem viajando para um lugar bem distante e resolveram parar para descansar, pensou que poderiam estar fora a trabalho, no entanto eles eram jovens demais, não deviam ter mais que 20 anos. Provavelmente, estavam viajando para algum festival de música ou algo do tipo, era isso que os jovens faziam, não? Bom, a azulada não sabia então empurrou a curiosidade para um canto de sua mente. Terminou o café e comeu um pouco, cumprimentou a dona da estalagem e voltou para seu quarto. Sentiu que os dois jovens se levantaram logo depois dela, indo para os próprios aposentos.

 Quando Levy se viu sozinha pôde finalmente dar uma boa olhada no livro, ele estava bem acabado, parecia meio comido e, quando o sacudiu, dois insetos saíram dele. Estava escrito em uma língua antiga pouco conhecida, ela havia sido criada para proteger feitiços poderosos e impedir que muitos tivessem acesso a eles. Levy aprendeu a decifrar aquela língua tão estranha quando ainda era bem nova com o ancião de se antigo Coven. Abriu em uma página aleatório e passou o dedo pelas linhas que formavam o estranho símbolo ali desenhado. Logo abaixo havia uma legenda, pelo que a baixinha podia compreender era um símbolo usado para destrancar coisas. "Destrancar?" 

-Será que li isso direito?- pensou alto - Bom, posso testar isso mais tarde.

 Marcou aquela página do livro e foi tratar de coisas mais relevantes. Tirou da mala um mapa, por sorte o havia pego em um restaurante à beira da estrada, pensando que talvez o mesmo fosse útil. Magnólia era relativamente longe dali, se parasse para descansar à noite levaria dois dias. Traçou o caminho mais curto e marcou a cidade onde dormiria, mais ou menos no meio do trajeto. Aproveitou para checar suas provisões, de um compartimento mais escondido a azulada retirou alguns macos de dinheiro, separou o que seria necessário para pagar sua diária ali e durante a viagem. Fazendo as contas, percebeu que seus recursos estavam perigosamente baixos, talvez tivesse que arranjar um trabalho temporário em Magnólia para se manter lá até que toda aquela loucura tivesse passado e seus sonhos fossem apenas sonhos outra vez. 

 Começou a divagar e se socou mentalmente por quase ter esquecido uma informação muito relevante: Magnólia era a cidade sede de uma das guildas mais importante de todo o mundo. Guildas eram associações de todo tipo de ser mágico: bruxas, anjos, demônios, magos e tudo mais que poderia haver. A Fairy Tail em especial tinha uma certa fama e por sorte conhecia alguém que era membro. Pegou seu celular, era um modelo bem antigo, já que não se dava muito bem com tecnologia, e procurou em sua curta lista de contatos a pessoa com que desejava falar. O celular tocou algumas vezes até que a ligação foi atendida.

 -Alô? - perguntou a voz masculina do outro lado da linha. 

 -Jet? - a pequena perguntou, apenas para confirmar e a pessoa consentiu - Sou eu, Levy MacGarden. 

 -Levy-chan... Nossa! Faz tanto tempo desde que nos falamos, perdi o seu contato e quando tentei ligar para sua casa fiquei sabendo que você tinha partido. - a voz de Jet exalava alegria. Os dois se conheciam desde pequenos e formavam um belo trio junto com Droy, outro amigo deles. Tanto Jet como Droy eram magos e haviam partido de sua cidade anos atrás para realizar o sonho de entrar em uma Guilda. 

 -Realmente faz muito tempo... Mas infelizmente não liguei apenas para conversar, tenho um favor importante para te pedir.

 -Pode falar, Lê. Você sabe que eu e Droy sempre estaremos dispostos a ajudá-la com qualquer coisa! 

 -Estarei chegando em Magnólia em dois dias e preciso de ajuda para me instalar ai, ainda não sei quanto tempo vou ficar. Poderia ser um apartamento, porém o aluguel não pode ser muito alto, de preferência algo que não chame atenção. Acha que pode me ajudar com isso? - Levy sabia que ele não recusaria, ambos os amigos de infância cresceram e criaram sentimentos um pouco mais fortes por ela, que nunca correspondera nenhum dos dois, entretando também não os havia dispensado. 

 -Claro que posso! Vou procurar começar a procurar algo agora mesmo, te ligo assim que achar algo tudo bem?

 -Obrigada, sabia que podia contar com você! Senti sua falta... 

 -Também sinto sua falta Levy! - houve um momento esquisito em que ficaram os dois apenas escutando a respiração um do outro - Então, é melhor eu começar, certo? - Jet disse retomando a conversa. 

Despediram-se, e assim que baixinha encerrou a ligação se arrependeu do que havia dito: "senti sua falta". Foi algo estúpido a se dizer, não queria que o rapaz interpretasse sua fala de forma errônea. Ela o via como um amigo, assim como Droy, esperava que ele não continuasse nutrindo certos sentimentos por ela. 

 Levy suspirou, isso não era assim tão relevante, tinha que continuar com o plano. 


Notas Finais


Me digam o que estão achando por enquanto! O próximo capítulo vai explicar o passado da nossa bruxinha 😊 bjss


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