História The World In Conflict - Capítulo 30


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Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Daniel Sharman, Hayes Grier, Magcon, Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Taylor Caniff
Tags Drama (tragédia), Ficção, Ficção Cientifica, Mistério, Novela, Romance
Exibições 109
Palavras 4.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oooiee, tudo bem lindas? Pois é, eu demorei pra caramba!!! Desculpa meninas. Mas estou pra me redimir com esse cap :)

Como vcs sabem estou em parceria com a fic catastrophe, a qual estamos inetligando, entao, por favor peço que vao la ler, vai ser legal viu :)

É isso, boa leitura a todos!! E ME desculpem algum erro, n tive tempo para revisar!

Kiiiss

Capítulo 30 - Plans


Fanfic / Fanfiction The World In Conflict - Capítulo 30 - Plans

 Era a primeira vez que eu me sentava com todos eles a pedido dos mesmos. Não era bom, mas não era péssimo. Enfim, descobri o que eles tanto conversavam durante o café e não me surpreendi quando descobri que eram apenas bobagens. Coisas que deveriam evitar pensar. Na minha opnião, se a vida já não é mais a mesma, não tem o porquê de ficar lembrando do passado como se ele tivesse algum valor para a atual. É meio que uma farsa; Como se as duas vidas estivessem ligadas e bem. E posso dizer que "bem" não seria um termo muito apropriado para o caos que estamos vivendo.

Os dias tem se passado e as exigências tem aumentado. Treinos após treinos. Apesar de, alguns dos meninos estarem se recuperando depois da nossa última visita à cidade. Nós mal haviamos terminado o café e já nos encaminhamos para a sala de treinamento. E hoje teríamos luta. Onde Hayes ela responsável pelo treino, sendo que muitos lutavam melhor do que ele. Porém, ele conhecia a maior parte das técnicas. Era minha vez. Seria eu contra Aaron Carpenter.

Esfreguei um pouco meus pés na esteira e me posicionei com os braços protegendo o rosto. Fitei meu oponente, enquanto o mesmo se preparava para me atacar. Manti meus olhos nele, sempre nele. Apenas uma distração e ele poderia me acertar. Movimentamos nossos pés fazendo circulos. Esperando o momento certo para tomar uma atitude. Ele tomou a iniciativa levando seus braços à mim em forma de soco. Desviei-me dele e tentei acerta-lo com um chute e ele se defendeu com o braço. Novamente, ele atacou-me com dois socos seguidos a qual desviei. Segurei sua perna quando tentou me chutar e o empurrei para trás quase o desequilibrando. Voltamos a posição inicial e tomei a iniciativa de dois socos seguidos por chutes e uma rasteira a qual o mesmo se esquivou. Mais golpes foram dados. Eu sentia o suor escorrendo pelo meu rosto. Desenhei um circulo com os pés o destraindo e chamando sua atenção. Aproveitei sua destração e chutei sua costela. Dei um giro e acertei sua cara com um soco o fazendo dar passos para trás. Sem lhe dar tempo tempo dei outro golpe em seu queixo.

Nossa respiração estava acelerada e nossos corpos cansados depois de tantos golpes. Ele é bom, eu não imaginava. Eu mantia meus olhos concentrado nele. Porém, uma risada fina acabou chamando a minha atenção e desviei meus olhos por míseros segundos, encarando uma menina ruiva abraçada com Cameron. Garota essa que eu não havia reparado. E foi exatamente esse o meu erro, ter me destraido com uma coisa fútil. E foi essa a deixa para que Aaron me acertasse com um chute na cara me derrubando no chão. Gemi baixinho, murmurando alguns palavrões. Senti um gosto metálico em minha boca. Levei minha mão aos lábios e o mesmo sangrava com o pequeno corte devido ao golpe de Carpenter. Levantei-me rápido fitando os olhos em minha direção. Lambi o sangue em minha boca. Relaxei os músculos e me posicionei novamente. Mas, dessa vez não esperei. Fui para cima dele com tudo dando golpes um atrás do outro para que em algum momento ele cedesse. Recuei dando-lhe a chance de vir para cima de mim. E eu me perguntava se nossa hora já não havia terminado, ou se nossa luta estava boa o suficiente para quererem que continuassemos ali.

- Ok, chega. - Disse Hayes se aprossimando, mas não nos importamos. Isso estava ficando um tanto quanto pessoal ao meu ver - Eu falei chega! - Exclamou ele entrando em nosso meio e nos afastando. Dei uma olhada torta para os dois e caminhei até o canto da sala.

- Babaca. - sussurrei ao passar na frente de Cameron. Me encostei na parede enquanto bebia água.

- Bom, agora irei ensinar algumas técnicas... - Disse Hayes.

Uma hora o ouvindo falar de técnicas que eu já conhecia. Aproveitei para treiar um pouco e melhorá-las já que fazia algum tempo que eu não praticava. Não faço ideia de quanto tempo fiquei no meu canto treinando. Mas, acho que foi o suficiente para me chamarem para almoçar.

- O treino acabou faz meia hora. - Ouvi alguém dizer. Olhei para trás encarando Dallas com as mãos no bolso olhando-me travesso.

- É mesmo? Legal. Estou nem aí. - respondi rude.

- Esse estresse todo é devido ao chute que Aaron lhe deu? - Riu.

- Não. Nem um pouco. - Respondi terminando meu último golpe - Por que, você está se sentindo encomodado com isso? - Perguntei ironica o olhando. O olhei de soslaio enquantro trocava de blusa, retirando a soada.

- Na verdade não. Posso até arriscar dizendo que estou orgulhoso do meu amigo por ter lhe acertado. - O observei caminhar até a mesa ao meu lado. - O que a distraiu tanto assim? - perguntou encostando-se na mesa e cruzou os braços.

- Enfim, chegamos ao que interessa. - Prendi o cabelo e ri sarcástica.

- Está com medo de confessar que foi por minha causa? - Disse convencido. Dei uma gargalhada baixa sarcástica e o olhei com desdém.

- É incrivel como você sempre se supera no quesito babaca. - Revirei os olhos.

- Você ainda não me respondeu. - Insistiu olhando-me sério.

- É claro que não foi por sua causa, Cameron.- Confirmei. E não era mentira.

- Engraçado, porque eu jurava ter visto você me olhar no momento em que levou um chute do Aaron. - Ele parecia um tanto quanto convencido sobre isso, mas estava enganado. Completamente enganado.

- Talvez, fosse porque a risada escandalosa, tivesse vindo da sua direção. - Falei e cruzei os braços.

- Sério? - Arquiou as sobrancelha - Ou você está com medo de assumir ?

- Assumir o quê Dallas? - Respirei fundo. Quase perdendo a paciência. Ele me irrita.

- Que sente algo por mim. - Respondeu. Olhei bem em seus olhos e franzi o cenho. Ele me olhava da mesma maneira, porém demonstrava confiança no que estava dizendo.

- Você acha mesmo que eu perderia meu tempo com isso? E logo com você? Acorda Dallas, eu tenho coisas mais importantes para me preocupar. E sentir algo por você fica no topo das coisas que eu se quer nem penso em fazer. - Falei ríspida com o olhar de desdém. Ele respirou fundo e mudou sua expressão ficando mais sério e rígido.

- Isso é o que você me diz... - Falou se desencostando da mesa.

- É sério, não perca seu tempo pensando nisso. Seria muito desvantajoso para você. - Falei. Peguei minha blusa e comecei a andar para fora dali.

- Porque isso é tão ruim pra você? - perguntou vindo atrás de mim. Abri a pora e saí pela mesma.

- Porque ? Tenho mesmo que explicar? Olha a sua volta Dallas. As pessoas não são confiáveis. Esse é um momento em que a sobrevivência é a prioridade. Não é um momento para romances adolescentes. - falei.

- Você está enganada. - Disse ao meu lado enquanto atravessavamos o pátio em direção ao prédio. - Muitos sobrevivem, como todos nós aqui é porque nos importamos. É porque sentimos. E isso é a nossa única garantia de que ainda somos humanos. - rebateu.

- Mas, parece que esse sentimento todo não foi capaz de evitar a confusão que se instalou no mundo. Parece que esse sentimento é o mesmo que matou muitos por acharem que as pessoas ainda são as mesmas e que o amor vence tudo. Isso é ilusão. É só uma maneira de evitar ter que aceitar que está tudo perdido. - Falei com raiva na voz. - Mesmo que você ame, mesmo que sinta piedade, não importa, no final você sempre vai matar alguém para se manter vivo. E me diz, onde vai estar sua humanidade nesse momento? Você vai deixar de se salvar para permitir que alguém que você nunca viu na vida sobreviver e acabar com você? Não, você não vai Dallas, então não me faça querer engolir toda essa hipocresia. - Falei entrando no prédio e indo em direção as escadas. Ele ficou em silêncio por alguns minutos enquanto nos aproximavamos dos quartos.

- Ainda sim - Quebrou o silêncio - Nos é permitido sentir. Mesmo que eu não queira morrer por um desconhecido, em algum momento, vamos querer nos arriscar por alguém. É aí que provamos que há humanidade. - falou. Parei em frente ao meu quarto e o olhei de cenho franzido.

- Sabe Cameron, ao que me parece, se tem alguém que está sentindo algo aqui esse alguém é vocé e não eu. - Seus olhos castanhos me fitaram e ele ficou em silêncio. Abri a porta do quarto e entrei a fechando em seguida.

Avistei Daniel em minha cama sentado comendo. Andei até o mesmo e peguei uma bolacha de sua mão e a enfiando na boca.

- Intenso a conversa né? - Disse.

- Você deveria parar de ouvir as conversas das pessoas. - O repreendir.

- Então, vocês deveriam falar mais baixo. Caso não tenha percebido, eu não tenho outro lugar pra ir para deixar os pombinhos a sós. E aliás eu concordo e descordo com você. - opinou mas o ignorei.

- Hum... Mas não estou a fim de saber o que você acha. - falei pegando algumas roupas no armário de madeira já velha.

- Na parte em que você disse que ele sente algo por você é até verdade. Eu também percebi isso. - Disse ignorando o que eu disse - Porém, o garoto ate que está um pouquinho certo sobre humanidade e essas coisas clichês. - Falou enfiando uma bolacha na boca.

- Blá, blá, blá. Vocês só abrem a boca pra falar merda. - Andei pro banheiro e bati a porta ao entrar.

Encarei meus cabelos molhados e meu lábio cortado no espelho. Eu havia emagrecido mais nessas últimas semanas. Fique um tempo parada apenas me fitando com o cheiro floral de sabonete que envolvia o ar do banheiro. Tirei a toalha que estava enrolada em meu corpo e comecei a me trocar. Peguei o pente em cima do vaso e comecei a desenbaraçar meu cabelo.

- Kayla! - Ouvi Daniel gritar. Corri até a porta do banheiro a abrindo e o olhando séria.

- Mas que merda! Está maluco?! Para de gritar ou Cameron vai... - O mesmo me interrompeu vindo em minha direção puxando-me pelo braço até a janela.

- Olha isso. - Disse apontando para os portões. Arregalei meus olhos ao ver a cena.

- Não pode ser... Merda! Mil vezes merda! O que eles querem? - Falei observando o grupo que acabara de entrar na comunidade.

- Isso não é muito bom, você sabe não é mesmo? - Disse Sharman sério e um tanto irritado. - Não acredito que esse desgraçado está aqui... - Travou o maxilar.

 Saí de perto da janela com pressa e peguei minha arma dentro da armário.

- Não saia daqui. - Falei e o mesmo se virou em minha direção - E tranque a porta. E toma cuidado para que não te vejam aqui. - Falei antes de sair do quarto correndo pelo corredor e descendo as escadas. Andei em passos largos e rápidos passando pela porta do prédio. Os homens estavam posicionados com a atenção vontada para o grupo a nossa frente. O mesmo grupo que encontramos na cidade. Destravei a arma e me aproximei de Matthew e Cameron. Os mesmos me olharam como se esperasse que eu dissesse algo.

Olhei para Cameron com o cenho franzido.

- Mas , que merda eles estão fazendo aqui? - Sussurrei para Dallas e o mesmo balançou a cabeça negativamente.

- Não faço ideia. Mas é estranho.- Falou com so semblante sério.

Era óbvio que Johnson sabia sobre esse lugar. Não é uma mera coinscidência. Não pode ser...

- Isso é incomun. Faz muito tempo que ninguém aparece por aqui. - Olhei para Matthew fitando sua expressão séria e fria. Como um líder deveria ser, como na primeira vez que o vi.

- Eu cuido disso. - falei me aproximando do grupo em passos pesados e firmes . Os encarei séria.

- O que vocês querem? - perguntei olhando diretamente para Johnson. E eu sabia que Daniel estava observando tudo lá de cima.

Olhei para Gilinsky que segurava a garota em seus braços e era possível ver o quanto ele estava exausto.

— Precisamos de ajuda. — Respondeu o loiro falso. Seus olhos estavam fundos e suas roupas suja de sangue.

- E o que o faz pensar que iremos ajudá-lo? Será que terei que recuperar as vagas lembranças do nosso recente encontro? - Minha voz saia firme e como Matthew se quer se mexeu, eu sabia que estava liberada a continuar. - Vocês balearam um dos nossos, não espere que teremos certa compaixão. - Falei encarando Gilinsky com a garota no colo, provavelmente inconsciente. Eles pareciam cansados. Exaustos...

— Um dos seus foi baleado, todos nós fomos baleados e passamos dias na mata. — Respondeu um outro garoto.

- Como encontraram a comunidade? - Ouvi Dallas perguntar com a voz alta e firme. virei meu rosto para olha-lo e vi a expressao dura e fria em seu rosto. Parece que os treinos tem realmente ajudado.

— Passamos por aqui e vimos os portões, não pensamos duas vezes. — Explicou, mas eu sabia que era mentira.

- Sim, vocês foram baleados. Por conseguência dos próprios atos. Mas, estando aqui a circunstância são diferente. Eu não me importo. - falei com a frieza na voz e no olhar. - E também não acredito que tenham parado aqui por conscidência. - olhei para Johnson.

- Esse não é o tipo de lugar que se encontra assim desse jeito. - Pronunciou-se Matthew dando um passo a nossa direção, ficando um pouco atrás de mim. - Me dê um bom motivo para que eu permitar a estadia de vocês aqui.

Olhei para Espinosa pensando se realmente passava por sua cabeça a possibilidade de deixa-los ficar. Era óbvio que sim.

— É simples, se não quiser acreditar, não acreditem. Só queremos ajuda...Se quiserem, podemos ajudar enquanto estivermos aqui. — Disse o loiro falso falou recebendo atenção do nosso líder.

Olhei para Johnson com o olhar irônico. Mas como eu não podia desmintir fui obrigada a ficar calada.

- Não é bom confiar neles. - falei para Matthew que me olhou. O loiro fez uma proposta tentadora para Espinosa, mas não para mim.

- Talvez, possamos ajuda-los ao menos com os ferimentos. - Respondeu-me Matthew.

- Eles quase mataram seus amigos. - o lembrei. Ele olhou para frente encarando os jovens.

- A garota parece mal... Vamos ao menos dar um auxílio. Preciso saber melhor sobre eles. - Revirei os olhos.

- Acha mesmo que contariam a verdade? - questionei.

- Talvez não. Mas, nunca se sabe. Eles não podem ser pior do que você. - falou atacando-me com as palavras, mas não me importei. Isso soou como um elogio. " E eles não são... " pensei. Porém, ainda são inimigos e nada confiáveis.

- Sem ofertas de ajuda. - falei alto -Digam o nome de vocês.

— Samuel Wilkinson. — O loiro falso disse.

— Nathan Maloley. — Respondeu o outro.

— Jack Johnson. — o loiro falou ajeitando sua arma. Odeio ele.

— Jack Gilinsky. — respondeu e ajeitou a garota em seu colo. — E Alexia Lewis.

Observei atentamente cada um. Gravando o nome daqueles a qual eu não conhecia. Matthew os analisava. Meus dois maiores inimigos estavam ali na minha frente. Não sei se tê-los por perto é bom. Porém, terei mais acesso a eles. Contando que poderei vijia-los e realizar o que quero com facilidade. Isso seria bom para Sharman também já que ele anseia pela morte do Johnson.

- E então? - perguntou Cameron se aproximando - Precisamos tomar uma decisão... Kayla?

Respirei fundo. Uma decisão.

- Vocês sabem que o melhor é os dois estarem de acordo... mesmo que um tenha que ceder... - disse Dallas alternando o olhar. Lambi os lábios sentindo a pequena ferida na minha boca por conta do treino.

- É o seguinte. Já que querem tanto nossa ajuda, primeiro, quero que se livrem das armas. Qualquer tipo de arma. - falei em alto som e Espinosa concordou balançando a cabeça.

Eles ficaram pensativos e exitaram um pouco. Mas, era provável que iriam precisar da gente.

— Ok. Estamos de acordo. — Disse o garoto fazendo seus amigos o encarar incrédulos.

Gilinsky aceitou mais rápido do que eu imaginava.

- Ótimo. Joguem as armas no chão distante de vocês. - Ordenei e esperei que fizessem o que eu falei.

- Está sendo fácil demais. - comentou Dallas.

- Eu sei... mas eles não tem muita escolha. Eles precisam da nossa ajuda.

- Não vamos esperar por muito tempo! - falei sem paciência.

Nate foi o primeiro a colocar sua arma no chão, seguido de Johnson que depois tirou as de Gilinsky. Sammy não foi muito com a proposta, mas acabou aceitando.

— Sem armas! — Nate levantou os braços, assim como Johnson e Sammy.

Os encarei satisfeita. Mas ainda estava desconfiada.

- Ótimo. Mas irei revista-los para ter certeza.

Caminhei até os mesmo e olhei em volta encarado os olhares das pessoas atentas. Fui até o Johnson ficando cara a cara com ele e lançando um olhar sério. Passei minhas mãos entre as pernas, braços,costa... E o mesmo parecia estar livre. Fui até o loiro falso que se chama Sammy e o revistei também, não encontrando nada. Nate me olhava sério e observando-me atentamente. Passei a mãos o revistando, porém estava puro. Me aproximei de Gilinsky e a Garota em seu colo, chamada Alexia. Fiz o mesmo procedimento com os dois. Parecem que estavam mesmo sem nada. Voltei ao meu lugar e olhei para Matthew.

- Agora é com você. - cruzei os braço e senti Cameron parar ao meu lado encostando o braço dele em mim.

- Daremos dois dias a vocês para se recuperarem. Até lá vocês estaram sobre a vigilância de Kayla. Ela está livre para tomar qualquer decisão com vocês se tentarem algo. - sorri de canto - E depois de recuperados iremos conversar. Agora, vão leva-los até a enfermaria. Nash e Taylor levem-os! - Os mesmo os olharam e fizeram sinal para que o seguissem.

Os olhei de soslaio enquanto seguiam os meninos. Matthew havia me dado a responsabilidade de vigia-los e ele não poderia ter feito algo melhor.

- Então, tem algo em mente? - Perguntou Dallas formando uma roda.

- Não temos muito o que fazer por enquanto. - Disse Matthew - Vamos esperar que eles melhorem um pouco. - Bufou - E Kayla, quero que fique de olho neles. Tudo bem passar a noite de guarda na enfermaria? - Perguntou-me.

- Não. Sem problemas. - respondi.

- Vocês acham que eles podem ter vindo de alguma comunidade ou um grupo qualquer? - Perguntou Cameron.

- Talvez. Não sei ao certo.

Ficamos conversando e minutos depois os outros garotos acompanhados de Lox se aproximaram.

- Vou subir - pronunciei-me - Taylor, tem como ficar de guarda enquanto isso? - Perguntei.

- Sim. - respondeu movimentando a cabeça.

- Ok. - Virei-me de costa e saí andando.

Entrei em meu quarto e fitei Sharman sentado na cama com os olhos vidrados no chão.

- Hey. - Estalei os dedos em sua frente o dispertando - Estou vendo uma fumaça sair da sua cabeça. - Andei até o armário, resolvendo pegar uma roupa e tomar outro banho.

- Espera... Eu realmente ouvi isso? - Arquiou as sobrancelhas e o olhei de cenho franzido. - Você fazendo piadinhas? - perguntou confuso.

- Não. Foi apenas uma ironia - Andei até o banheiro - Não reconhece uma quando a ouve? - entrei no banheiro e fechei a porta.

Já havia anoitecido e eu e Sharman conversamos por algumas horas sobre o que fariamos. Decidimos que por enquanto iremos ficar de olho. Atacá-los agora seria arriscado. Precisamos saber o porque vieram para cá, mesmo eu desconfiando que tem algum plano por trás disso. Acho que estão se infiltrando. Porém,Sharman me contou que tem tido algumas fugas na "X". E eles podem ter fugido.

Caminhei até a enfermaria. Preciso falar com johnson. Avistei Taylor em pé na porta conversando e me aproximei dele.

- Pode ir Taylor. - falei entrando.

- Valeu. - Respondeu indo embora.

Ohei pelo vidro e o vi no terceiro quarto. Abri a porta e vi johnson ali deitado sendo medicado. Olhei para a mulher e fiz sinal para que saisse e me aproximei dele.

- Eu vou ser curta e grossa. E não tente me enganar... Eu sei que isso foi um plano. Sei que não estão aqui à toa. O que vocês querem?

— Nós não queremos nada além de um lugar, não tem mais planos, fugimos daquela comunidade. Não estou te enganando, Kayla. Eu sei que é difícil confiar em mim depois do que aconteceu, eu era controlado. Mas veja só agora, eu estou dependendo do seu grupo. — o loiro falou encarando-me.

- Eu não acredito em você. Em nenhum de vocês. Eu sei que você quer algo. Nem tudo o que você fazia era porque era controlado e eu sei muito bem disso.

— O que quer que eu diga? É simples e pura verdade, eu trouxe meus amigos para cá sabendo que seria um lugar bom para ficarmos. Esse foi o único plano, conseguir um lugar aqui.

 - E você espera que eu acredite nessa tolice? Ou preciso te lembrar do porque que você estava rondando a comunidade??

— Caralho, você é difícil. Eu sei que o mundo não é mais o mesmo, mas as pessoas nem sempre mentem, e eu não estou mentindo.

- Sou difícil?? - ri sarcástica - Você já parou para pensar para quem servia e de onde era? Acha que sou estúpida? Acha mesmo que vou cair nessa?- me aproximei mais dele o fitando com raiva. Tem que ter mais, não pode ser assim tão simples - Me diz de uma vez o que vocês querem. Ou as coisas vão se tornar difíceis pra vocês.- o ameacei.

— Sim, eu sei. — o garoto bufou. — Só acredite pelo menos dessa vez, ok? Eu estou dizendo a verdade. Só queremos ajuda. — falou pausadamente.

- Não ache que vou acreditar. Se dependesse de mim vocês aprodeceriam lá fora. - me afastei - estarei de olho em vocês e espero não ter que ir longe demais pra saber a verdade.

Sai do quarto estressada e batendo a porta. Olhei pela janela os outros integrantes e bufei

— Só vai perder tempo, Kayla. — Johnson disse alto o suficiente para que eu o ouvisse.

Olhei para seus outros amigos nos outros quartos e saí da enfermaria, sentando-me no chão em frente. Olhei para meu quarto vendo a luz acesa.

Minutos depois percebi Cameron se aproximando com algumas coisas na mão. Observei o garoto. O mesmo andava tranquilo com uma calsa preta rasgada no joelho, uma blusa rosa com um caso jeans. Seus cabelos estavam bagunçados. Ele aproximou-se e sentou-se ao meu lado. Virei meu rosto o fitando.

- Oi. - comprimentou-me.

- Oi. - Comprimentei de volta.

Ele colocou duas xícaras com café entre nós dois e me olhou.

- Bom, percebi que você ainda não comeu ainda. - Disse e fiquei em silêncio o olhando - Então, resolvi trazer isso para você.

Manti-me calada apenas o fitando. Observando seus movimentos.

- Isso é preocupação? - perguntei.

- Depende em qual sentido. - respondeu tirando dois sanduiches da sacola.

- E qual sentido você quis dizer? - perguntei.

- Você precisa vigiá-los e se você ficar com fome vai querer ir comer algo e deixará a guarda, isso não seria legal. - respondeu limpando as mãos.

- Hum, nossa quanta preocupação com os recéns chegados.- respondi ironica.

Peguei uma xícara e um sanduíche de atum e comecei a comer em silêncio. Senti-me meio incomodada e não sabia o que era. Então de vez em quando eu me mexia ou batia os pés.

Fui pega desprevinida quando Cameron se aproximou e passou seus dedos no canto da minha boca. O olhei com o cenho franzido.

- Estava sujo... De atum. - disse meio sem graça - Agora, está limpo... - Falou dando um sorriso de lado.

Olhei para frente e mordi os lábios com o cenho franzido. Que isso era estranho eu sabia. Não sabia que ele havia virado quardanapo. O olhei de soslaio e o mesmo batia as mãos em sua perna. Ele olhou-me e desviei o olhar.

- Obrigado, guardanapo - Falei por impulso me xingando mentalmente por isso.

O mesmo riu e me condenei me perguntando porque porra o respondi.Não era pra ser engraçado. O olhei novamente vendo um sorriso estampado em seu rosto. Às vezes me pergunto o porquê que as pessoas ainda sorriem como se não houvesse problema nenhum no mundo.


Notas Finais


Ooie de novo, espero que tenham gostado meus amores :)

Desculpe a demora viu lindas!!
Vejo vcs no prox!!!! N Deixem de me falar o que acharam , amo vcs!!!

Kiiiiiss


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