História The Youngest Princess - Capítulo 2


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Palavras 704
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Fantasia, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha eu de noovooooooo por aqui
Mais um cap fresquinho p vcs!!! Beijinhos 😘😘😘

Capítulo 2 - Preparativos



– Não, não! – falei quase num tom irritadiço. – Com toda certeza o melhor é o veludo vermelho como cortina e seda verde escuro para almofada. Algodão para os lençóis, e, claro, Carvalho queimado para as camas. Os rapazes precisam de paredes claras e lençóis escuros. 
O Mordomo Kuller estava anotando atentamente minhas observações enquanto eu viajava nas diversas decorações para meus candidatos. Escolhi a decoração de acordo com cada impressão que tive deles. 
Illea estava extasiada com o anúncio dos participantes e eu estava mais que animada para os preparativos. A comida eu ia escolher a dedo. As festas, as decorações do palácio, as reformas permanentes para meu futuro reinado, etc. mas ainda havia algo no meu peito que doía; meu amigo Ryan, não o via com frequência mais, sentia saudades das lutas, dos guardas, dos camponeses lá fora, das pessoas, da minha pequena e humilde vida de segunda princesa. 
– Kiki? – ele dizia ao meu lado. – Kiki, você está bem? 
Assenti, segurando-me para não abraçá-lo ali mesmo na frente dos meus pais, dos meus avós, tios, tias e primos. 
– Sr. Kuller, coloque também um pequeno bar para cada garoto. – falei. – Só se conhece um homem quando ele tem todas as bebidas possíveis a seu dispor. 
Saí discretamente depois disso esperando que Ryan viesse logo atrás de mim. E lá estava ele, tentando me encurralar nos corredores. 
– Você é incrível. – ele murmurou no meu ouvido. 
Senti suas mãos tocarem minha cintura e me puxarem para mais perto. Eu logo me virei para poder abraçá-lo também. 
– Sei que sou. – respondi. – Por lembrar sobre os problemas com álcool do seu pai, tentando os rapazes logo no primeiro dia no palácio. Se algum deles beber demais saberei que ele não serviria para o trono. 
– "Autocontrole é a principal característica que um rei precisa". Lembra de tudo que eu te digo? 
Seus olhos acinzentados me encararam de uma maneira tão doce que eu quase me senti enjoada da sua ternura. Mesmo amando seu olhar. 
– As mais sábias, ou seja, quase tudo. – sussurrei. Ele ficou tão próximo de mim, mal podia respirar. 
Seus olhos nos meus, seu nariz quase tocando o meu, sua boca tão próxima. Eu devia estar mais a vontade, afinal lutamos juntos, estamos acostumados com a proximidade física, mas daquela vez era diferente. Meu coração estava palpitando, eu estava com medo, mas não queria me afastar. 
– Eu preciso de você. – ele sussurrou com a voz embargada. 
Pisquei duas ou três vezes até ele completar sua frase; 
– preciso tanto de você que não consigo nem respirar, eu amo você, Kiara. Amo tanto que me sinto burro por ter deixado você cair nos braços dos trinta e cinco rapazes sem sequer tentar competir. 
Ele me prensou contra a porta do meu quarto, era um jeito delicado de mostrar seu sentimento de angústia. 
– Mas se eu fosse um dos seus selecionados, quem seria seu herói? Preciso de você, Kiara. Sempre precisei. 
Ele se aconchegou no meu colo, sua cabeça se encaixava no meu pescoço e seus braços envolviam meus ombros. Acariciei seu cabelo negro e o acolhi em um abraço. 
– Eu sei que você não pode corresponder, mas, eu não posso ficar sem te dizer isso. Não posso viver e te ver casar sem que você saiba disso. 
Ryan se recompôs e ajeitou seu uniforme. Arrumei o vestido e abri a porta do quarto. Ele sorriu e antes que eu fechasse a porta o puxei para dentro. Minhas mãos chegaram ao seu rosto e o beijei. 
No início pensei que havia sido meu pior erro, afinal ele nem sequer se moveu, mas depois que meu guarda envolveu seus braços na minha cintura eu percebi que era a melhor decisão da minha vida. 
Meu coração não pulsava mais e tudo que eu podia pensar era em nossos melhores momentos, pensei naqueles olhos, naquele sorriso e em como ele me fez tão feliz e segura esses anos todos. Ele era meu melhor amigo, mas depois daquele beijo seria como meu amante. 
– Por que fez isso? – ele perguntou com um sorriso bobo. 
– Porque eu pensei que não me arrependeria de ter meu primeiro beijo com você. 
Ele estagnou e percebi seu rosto pálido e gélido. 
– e você se arrependeu? – ele perguntou.
– Nem um pouco. 



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