História The Youngest Princess - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Visualizações 4
Palavras 1.369
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Fantasia, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aí galerinha tuuuuuuuuuuudo bom?
Hj eu trouxe mais um cap, depois de muitos tempo, né?
Comenta aí oq acharam!!!

Capítulo 3 - Meus 18 anos


   Era a noite da festa do meu aniversário, pouco antes de os meninos chegarem. Ryan esperava a porta do meu quarto enquanto as meninas me ajudavam com o vestido, o cabelo e a maquiagem. Meu vestido era em um tom azul celeste, com camadas de vários tecidos, ele era cheio até o chão, num estilo semi sereia. Meu cabelo estava preso num coque desleixado e nele havia pequenos acessórios em forma de flor. Já minha maquiagem era simples e delicada, pouca base para que minhas sardas apareçam é apenas um delineador para acentuar a cor dos meus olhos. Sem batom, sem cílios postiços e sem muita base. Eu não era muito fã de usar muita maquiagem então raramente me viam com algo assim. 
– O zíper do vestido emperrou e não temos força para fechar! – exclamou Mia. 
Mia, Karen e Nakine eram minhas criadas, mas eu não gostava de chamá-las assim, afinal elas eram como irmãs para mim. Nakine era minha melhor amiga, logo depois de Kerttu, é claro, mas depois da fuga da minha irmã as coisas ficaram meio complicadas entre nós. 
Mamãe e vovó também tentaram pixar o zíper, assim como tia Josie e tia Hanah. 
– É, não dá. O pior é que ele emperrou logo acima da calcinha. – debochou vovó. 
– Pior por que? – perguntei confusa. 
– Porque vamos ter que chamar Ryan para fechar o vestido, meu amor. – ela sorriu como se tivesse executando um plano malvado. 
Mamãe e minhas tias também riram enquanto eu continuava estagnada conforme a porta ia abrindo. 
– Pode nos ajudar um minutinho, Ryan? – perguntou minha avó. – O zíper da Kiara não quer fechar, nos todas tentamos e não conseguimos fechar, pode tentar? 
Ele hesitou, mas não teve coragem de recusar. Mas assim que viu até onde o vestido estava aberto, recuou. O vi ficar vermelho como um tomate e descer o olhar para o chão. 
– Não temos muito tempo, garoto. – falou Karen, a prima dele. – para de desejar minha amiga e vai logo. 
Ele tocou minhas costas para fechar, mas o zíper não se moveu nem por um milímetro. Ryan passou um dos dedos pelo zíper e se distanciou indo em direção ao banheiro. Segundos depois ele voltou com um potinho de óleo de côco e o passou por todo o zíper. 
Quando ele foi tentar novamente senti o seu toque frio nas covinhas das minhas costas, a região que me dá cócegas quando alguém toca, arrepiei tentando segurar a sensação de aflição. Ele percebeu e hesitou, mas começou a fechar o zíper logo depois. Assim que o zíper se fechou todas comemoramos. 
– Finalmente! – disse mamãe. – Que bom que ficou certinho no seu corpo. 
– É. – falei. 
As mulheres foram seguindo pelo corredor para receber as visitas, enquanto eu e as meninas e Ryan ficamos no quarto. 
– Meninas, se arrumem rápido! Obrigada por me ajudarem, espero vocês lá na pista de dança. – assim que terminei minhas frase as três começaram a comemorar. Eu havia pegado elas de surpresa. 
– Você vem comigo mocinho. – falei. 
O puxei até um dos quartos dos meninos da seleção. Ele entrou com olhar suspeito para cima de mim, mas eu retribuí com um sorriso brincalhão. Ryan fica corado muito fácil. 
– O que estamos fazendo aqui, Kiki? – ele perguntou com a voz nervosa. 
– Vou arranjar uma roupa bonita para você, Ryan. – falei fuçando dentro do armário. 
Ele sorriu. 
– Eu já estou muito bem vestido com meu uniforme usual. – ele respondeu. 
Olhei para ele séria, ele estava falando sério, mesmo que pareça brincadeira.
– Apesar de adorar você de uniforme, hoje é um dia especial, e tenho certeza que você fica muito mais bonito com um terno assim. 
Posicionei um conjunto preto e branco normal, porém um terno feito de tecido tropical inglês preto com linhas sutis em tons escuros de cinza. A gravata borboleta era preta também e as abotoaduras tinham um símbolo da família real. Escolhi seu sapato de couro a dedo e o fiz usar mesmo ele insistindo que não era necessário. Ele se trocou no banheiro, mas não consegui dar o nó certo na gravata. 
– Você pode por favor me ajudar com esse negócio? – ele falou atrapalhado.
Me aproximei rindo e dei o nó facilmente. 
– Pronto. Você está lindíssimo. – falei admirando seu look. – Agora vamos dar um jeito nesse cabelo? 
– Sem gel, sem gel, sem gel. – ele achou que se repetisse eu esqueceria do gel, pena que não funcionou. 
Depois de muita lábia dele acabei desistindo do gel, mas pedi para arrumar o cabelo dele. Deixei ele bem bonito. Nunca pensei que diria isso, mas eu achei ele tão bonito que não conseguia parar de observar ele. 
– Ei, Kiki – ele disse interrompendo meus pensamentos. – limpa essa baba aqui. 
Ele riu quando fiquei vermelha, mas eu fechei a cara e fiquei emburrada. Meu biquinho sempre deixava ele meio bobo, e dessa vez não foi diferente. 
– Se você continuar com esse bico, eu vou mordê-lo. 
Desfiz o bico, pois sabia que ele morderia mesmo. 
Levei ele até a saleta onde esperaríamos para entrar no salão. Ele ia dançar comigo na minha festa de apresentação a sociedade como uma moça que está na idade de se casar. Tanto que dois dias depois meus pretendentes chegariam. 
– Você não vai comer todos os canapés como no ano retrasado né? – ele me perguntou. Seu rosto estava descontraído. – Ou beber o drink errado e cuspir tudo na cara do barman, como no ano passado? 
– Cala a boca, vai. – falei rindo. – Você vai ter que dançar comigo e não com todas as outras meninas da festa, como sempre. Está disposto a ser restrito a mim?
Ele sorriu do jeito fofo e meigo dele. 
– Eu estou disposto a ser exclusivo à você em todas as maneiras. – sua voz era tão suave e calma, como as nuvens.
Ele se aproximou devagar para me beijar, se ele não tivesse me beijado naquele momento, eu o teria. Seu beijo começou doce e apaixonado no começo, mas se tornou profundo e ardente depois de um tempo. Segurei sua camisa sem medo de puxa-la, e ele segurou minha cintura firme, talvez com um pouco de hesitação. 
Eu sentia tantas coisas naquele beijo. Eu sentia ternura, desejo e adrenalina. Isso movia nossos encontros, o fato de ele ser meu guarda costas também ajudava, em partes porque estávamos sempre perto um do outro, em partes porque eu teria que escolher outro rapaz para casar. Era como se nós fossemos amantes fora de um relacionamento que eu não tenho ainda.
Minhas mais se arrastaram até as costas de Ryan enquanto as dele desceram até meu quadril. Ele tinha medo de me desrespeitar, até porque eu me fazia de difícil muitas vezes desde nosso primeiro beijo. Eu gostava da sensação de fazê-lo me procurar, me desejar, fazia com que nossos encontros sempre fossem especiais, mesmo estando um do lado do outro o dia todo. 
– Kiara você tem que ent... – a voz de Nakine se calou. – Ai caramba! Desculpa! 
Nos separamos assim que ouvi sua exclamação, estávamos vermelhos de vergonha, vinque Nakine estava virada de costas e cobria os olhos com as mãos. Sorri sem jeito é pedi que ela se virasse. 
– Vocês dois... – ela estava corada. – Se eu não tivesse chegado...
Corei ainda mais com a sua insinuação.
– Nós já vamos descer. – falei. 
Fui até o espelho arrumando o vestido enquanto Ryan arrumava o paletó e a gravata borboleta. 
Estávamos rindo da situação no caminho até a escadaria do salão principal. 
– Seu segredo está a salvo comigo. – Nakine disse rindo. 
– Obrigada, amiga. – falei corada. 
Ryan me ofereceu o braço e descemos a escadaria do salão. Dançamos a valsa mais linda que eu já havia ouvido na vida. Comi muitos canapés e ele dançou mais um pouco comigo. 
Vi meus primos da França, vi meus conhecidos príncipes e princesas dos países aliados, vi Anita, minha amiga herdeira do trono italiano e muitos outros conhecidos e amigos. Fui entrevistada sobre a seleção e comi muitas comidinhas de festa. 
Tudo estava bem, até vê-lo chegar, meu antigo amor e canalha Gregory Illea, o inimigo que faz pose de amigo da realeza. Eu nunca sei se eles são mesmo convidados ou se entram sem ser convidados mesmo. 
– Olá, meu amor. – disse Gregory. – Pronta para reviver algumas lembranças ótimas do nosso passado? 

 



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