História Then - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bts, Jikook, Romance
Visualizações 60
Palavras 1.087
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


pior capitulo que ja escrevi ate hj, 0 criatividade e preguiça, mas o proximo vou tentar detalhar o maximo e deixar bem fofinho ><

Capítulo 5 - V - Ainda vou voltar.


Os barulhos do meu batimento cardíaco indicavam que eu estava em um hospital. Mesmo de olhos fechados sentia a claridade da luz forte em meu rosto e ouvia vozes ao longe. Numa tentativa de tentar levantar meu braço senti que havia algo em minha mão e ao finalmente abrir meus olhos vi que era uma agulha que passava soro. Tudo ao meu redor era da cor branca e não havia nenhuma pessoa no quarto a não ser eu. 

Não fazia ideia de como havia chegado ali. Tudo que me lembrava era de ter passado mal na cidade e ter caído, mas não sabia como cheguei no hospital se não havia mais ninguém em Jilian a não ser eu e Jimin. Talvez ele tivesse conseguido se mostrar para alguma outra pessoa, ou saiu da cidade em busca de ajuda. Eu realmente estava curioso para saber como tudo aconteceu depois que eu desmaiei. 

Com a mão que não tinha nenhuma agulha apertei o botão perto da cama para chamar alguma pessoa e não demorou muito para uma enfermeira aparecer e começar a verificar tudo em mim. Ela saiu em silêncio como se eu não tivesse acordado e logo meu melhor amigo apareceu preocupado e com os braços cruzados. 

— Eu vou te matar. — ele disse simplista e se aproximou colocando a mão em minha testa, afastando meu cabelo dali. — Quase matou sua mãe do coração! — exclamou e embora seu tom de voz fosse de irritado, ele estava sem fazer nenhuma expressão facial.

— Pode ficar em silêncio ou falar baixo? Eu acabei de acordar e não faço ideia de como cheguei nesse lugar. — pedi e era verdade, estava perdido igual cego em tiroteio. — Me explica como você me achou para começo de conversa? 

— Jeon meu querido amigo. — ele bufou e retirou sua mão da minha testa. — Você ficou desaparecido do mapa por um dia, sua mãe quase infartou e foi correndo para minha casa achando que estava por lá, depois foi no Tae e por fim quando viu que não estava em lugar nenhum da cidade ela resolveu comunicar a polícia, então fomos com os policiais para Jilian e você estava desmaiado caído no chão do apartamento que entramos aquele dia. Isso foi ontem de ontem, ou seja, você ficou desacordado por três dias. 

Quase engasguei, se eu tivesse comendo algo eu com certeza engasgaria. Três dias desacordado por causa do abraço do Jimin? Eu estava querendo mesmo era me matar. Mas eu não desmaiei no chão do apartamento dele, isso quer dizer que, mesmo acabando com o restante de energia que eu tinha, ele me levou para dentro. Eu entendia o motivo do meu amigo estar querendo me matar, se acontecesse isso com ele eu iria ficar louco. 

— Pode me contar o motivo de estar voltando sempre para aquele lugar? Você não sabe que aquilo é perigoso? Quantos anos você tem? Oito ou vinte? Se bem que até uma criança de oito anos tem mais noção do que você. 

Eu ia falar se não fosse pela minha mãe que entrou chorando no quarto interrompendo nosso momento de amigo mais velho dando bronca no amigo mais novo. Ela praticamente ignorou a presença do Min ali e foi correndo me abraçar como se eu tivesse ficado cinco anos em coma. 

— Menino eu vou te matar! — exclamou chorando. — Se não fosse pelos seus amigos você estaria morto essa hora. Como foi que você se meteu naquele lugar? Ainda por cima sozinho num completo deserto, você não tem medo de morrer não? 

Na verdade eu não sabia se tinha medo da morte ou não. Eu ultimamente conversava com um morto. 

— O que eu tenho? — perguntei ignorando a bronca dela e de Yoongi. 

— Não sabem, você só estava praticamente morrendo e foi encontrado. — ela explicou mudando completamente seu humor completamente e suavizando a voz. 

Tive alta do hospital na parte da tarde e fui para minha casa, não quis comer nada e sim ir para o meu quarto. Não tinha disposição nem para sentar na minha cadeira e mexer em meu computador, apenas queria deitar, embora tivesse deitado por três dias direto. Minha mãe ainda trancou a minha janela com medo de eu fugir e sumiu com a chave. 

Queria que o Jimin pudesse sair da cidade.

[...]

Na quarta de manhã levantei-me ansioso e nervoso, havia se passado uma semana desde que saí do hospital e disse que ia para a casa do Tae, realmente fazia muito tempo que e não ia na casa dele. 

Toda a família dele era rica e por isso ele morava num nível mais alto do que eu e Yoongi. Enquanto eu morava numa casa de dois andares, mas pequena, Taehyung morava numa casa de dois andares completamente grande, dava para abrigar muitos moradores de ruas lá que ele nem mesmo esbarraria com eles durante o dia. 

Minha mãe só deixou-me sair se ele fosse me buscar para ter certeza que eu ia na casa dele e ele resolveu ir de carro na minha casa. Seu carro era um Bentley branco que seus pais lhe deram de presente quando completou a maioridade, enquanto eu havia ganhado um iPhone do modelo mais novo, mesmo assim depois de implorar por mais de três anos. 

Chegamos em sua casa e fomos direto para seu quarto que era uns três do meu que não era grande e nos sentamos em sua cama de casal.

— Você sumiu. — eu disse puxando assunto, ele tinha sumido desde o dia que saiu da cafeteria irritado por não apoiar a ideia de voltar para Jilian e por causa da foto que peguei, que inclusive a lavei e a pendurei na minha parede. 

— Eu não estava afim de me envolver em maluquice, você tem sorte de ainda não ter ficado radioativo. — disse referente ao exame que me fizeram no hospital antes de eu sair. — Onde estava com a cabeça? 

Eu realmente não sabia.

— Eu conheci uma pessoa. — disse e o vi ficar atento, então tomei coragem para continuar. — Acontece que vocês não conseguem o ver. O nome dele é Jimin.

— Yoongi me disse sobre isso. — comentou. — Sabe, eu não sei se acredito nisso ou não. Tem certeza que não é sua imaginação? 

Droga. Mais uma para duvidar de mim.

— Tenho total certeza. O que custa acreditar em mim? 

— Estamos falando de um fantasma e eu só acredito vendo. — cruzou os braços. — Isso é tão estranho, você é estranho.

Eu queria xingar ele por não acreditar em mim. 

Mas eu ainda ia voltar em Jilian e ninguém ia me segurar. 


Notas Finais


esse eh o poder do abraço do jimin


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