História Then, Now, Forever - Capítulo 50


Escrita por: ~

Postado
Categorias Laura Marano, R5
Personagens Ellington Ratliff, Laura Marano, Ross Lynch, Rydel Lynch
Tags Ellington Ratliff, Laura Marano, Raura, Romace, Ross Lynch, Rydel Lynch
Visualizações 112
Palavras 1.925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores
mil desculpas pela demora
essa semana foi super corrida (para vocês terem um a ideia, essa semana estou cheia de provas)
não sei se eu já comentei com vocês, mas eu estou no terceiro ano e com a aproximação do vestibular as coisas estão bem corridas
espero que vocês gostem do capítulo
beijinhos S2

Capítulo 50 - Sunflowers


Fanfic / Fanfiction Then, Now, Forever - Capítulo 50 - Sunflowers

-adivinha quem tem um encontro com o Rocky?

A Lice chegou saltitando e me mostrando a mensagem no celular. Ele parecia ser fofo e eu estava extremante feliz por ela, mesmo que o assunto “amor” estivesse um pouco delicado para mim no momento. Eu e o Ross? Já faz um mês e meio que terminamos e, bem, temos conversado um pouco mais do que antes e continuamos nossa rotina. Íamos para a faculdade juntos e nos tratávamos bem para não dar ainda mais assunto para a mídia. E por falar em mídia, ela não nos tem dado mais sossego. Todos os dias os tabloides inventam alguma história sobre o término. Já disseram que eu engravidei e abortei, o que deixou o Ross bravo e levou ao nosso término. Cada história consegue ser ainda mais absurda que a outra.

-Lau, o que você acha?

-eu amei essa roupa- falei verdadeiramente- vou roubar seu quarto para mim, ele é tão aconchegante

-você só pode estra brincando Laura Marano, você tem uma cama de casal só para você

-é....- falei pensando em todas as vezes que eu havia dividido ela com o Ross- mas, enfim, você está disposta a me ajudar a encontrar o garoto da pulseira amarela com girassóis? - ela assentiu

-estou tão feliz por você- sorriu- esse garoto ficou para a história, hein? – assenti conectando a caixinha de música ao celular da Lice.

 Coloquei em uma playlist de funk e começamos a dançar feito loucas no quarto. Nunca fui de gostar de funk, mas era engraçado dançar com as minhas amigas por perto. Já rendeu altas risadas no nosso tempo de colégio. As músicas tocavam, a gente dançava e paramos ofegantes quando a Pietra, a irmã da Lice, entrou no quarto querendo dançar com a gente

-sai

-por favor, só uma música- minha amiga negou e ela começou a fazer birra

-vou chamar a mamãe se você não sair em 3 segundos- elas se encararam- 1, 2

-está bem, Alice- ela saiu depois de me dar um abraço.

-adoro a relação de vocês- falei rindo. As duas sempre foram assim, como cão e gato, mas a verdade é que elas se amam para caramba. É nítido no olhar das duas.

-próxima música- e então uma música começou a tocar e o que antes era dança virou gritos, pulos, risadas e lágrimas.

Aquela era a nossa música.

Nos abraçamos e cantávamos o mais alto que a gente podia. Aumentamos o som e então éramos duas loucas desfrutando de um momento de felicidade. Fomos até a varanda e cantamos para todo o condomínio. Já havíamos feito isso antes no antigo prédio dela em São Paulo. Acordamos toda a vizinhança e até fomos aplaudidas pelo vizinho bêbado do andar de cima. Velhos e bons tempos. A música acabou e desabamos as duas em cima da cama. Suadas e com os cabelos bagunçados. Foi então que eu olhei a casa ao lado e reparei que o Ross estava no meu quarto junto com a Sah analisando a pulseira e sorrindo bobamente. Fixei meu olhar e caminhei até a varanda o encarando. Seu olhar sustentou o meu e de forma silenciosa ele mexeu os lábios formando um “preciso falar com você”. Assenti pacificamente e escrevi em um papel “agora não da”. Ele concordou com a cabeça formando um sorriso de canto e saiu com a Sah no colo.

-Lau, o Rocky vem me buscar em 1 hora, posso esperar ele na sua casa e me trocar lá? Só para não ter que contar detalhadamente para a minha mãe- ela sorriu amarelo e eu concordei sorrindo

-claro que sim, Lice. - ela pegou as coisas, depois de tomar banho, e nos dirigimos para a casa ao lado, mais especificamente, a minha casa.

Parece que todos tiraram o dia para ficar em casa hoje, até a Domi estava lá com o Dani dividindo uma pizza. Todos assistiam a um filme quando eu cheguei e o Ross me encarava profundamente, algo que vem acontecendo muito nesses últimos dias. Sustentei seu olhar e ele sorriu deixando transparecer sua covinha. Evitei ao máximo deixa-lo perceber o quanto aquilo estava me afetando, mas meu corpo se entregou e um sorriso surgiu no meu rosto. Desviei o olhar rapidamente e nós duas nos sentamos junto com a Domi e com a Delly enquanto conversávamos sobre o garoto da pulseira amarela.

-só sei que eu quero descobrir quem era. Sei lá, foi estranho, como se eu tivesse me apaixonado por ele- falei sorrindo – tem como ser mais patético?

-não acho. Se ele beijava bem, qual o problema de um “repeteco”?

-é que ele me lembra alguém, Delly –sussurrei e percebi que o Ross se mexia de forma desconfortável no sofá- o beijo dele me lembra o beijo de alguém- sussurrei ainda mais baixo e mais uma vez ele se mexeu no sofá.

-esquece isso e se joga

-tem razão, só não sei como encontra-lo

-não deve ser tão difícil- O Ross falou- posso te ajudar se você quiser

-você quer me ajudar? – perguntei me engasgando com o ar

-claro- ele sorriu ainda mais.

-ok, então, bem, eu....

A campainha tocou me interrompendo e a Lice me olhou desesperada correndo para se trocar. Ela voltou cinco minutos depois já pronta. Ela estava linda. O Rocky a encarou e os dois trocaram um selinho.

-trago ela de volta até meia noite, Lau, não se preocupe- ele brincou

-acho bom mesmo- sorri os abraçando

Os dois saíram e eu encarei a porta agora fechada pensando em como é bom ter alguém para amar e ter alguém que te ame de volta. É bom ter alguém para mandar mensagens de bom dia e de boa noite, alguém para compartilhar seu dia e suas conquistas. E por mais que eu negasse, cada conquista, cada coisa boa que acontecia, era para o Ross que eu tinha vontade de contar. Sorri bobamente lembrando de alguns momentos nossos e logo afastei os pensamentos para longe.  Fui até meu quarto e no meio do caminho alguém segurou meu braço. Assim que olhei para a pessoa meu coração deu um pulo, o lugar em que ele tocava esquentou e eu respirei profundamente.

-Laura, eu preciso falar com você

-tudo bem, pode falar- respondi

-não aqui no meio do corredor

-não tem ninguém, Ross- ele olhou para os dois lados e me puxou para o quarto dele.

-só não surta, ok?

-do que você está falando?

-eu sei quem é o cara da pulseira e eu posso te ajudar a encontra-lo

-você o conhece?

-bem mais do que você imagina- ele afastou meu cabelo e depositou um beijo na minha testa. Ele se afastou indo até uma pequena caixa dentro do armário e retirou algo cintilante de dentro- está pronta? - assenti

Foi quando meus olhos encontraram o pequeno objeto que eu venho perseguindo a dias. Arregalei os olhos e encarei o loiro que tinha um enorme sorriso no rosto. Seu polegar levantou meu queixo delicadamente e nossos corpos foram projetados para a frente.

-eu sabia que era você- ele disse- eu só precisava da confirmação. Achei que eu estivesse ficando louco quando vi você na balada. Achei que era coisa da minha cabeça e que era apenas uma menina normal, mas quando a gente se beijou não tinha como ser outra pessoa. Laura, eu tentei seguir em frente durante essas semanas, mas a verdade é que eu não quero seguir em frente. Eu quero estar com você e eu fui um completo idiota do jeito que eu agi, eu só... fiquei com ciúmes e queria quebrar a cara do Bruno por tudo o que ele te fez passar. Vê-lo te tocando daquele jeito simplesmente me enlouqueceu. Desculpa por tudo o que eu falei, por ter sido um idiota completo e por ter te magoado. Você é a pessoa mais especial que eu conheço e sei que você nunca teria deitado com alguém enquanto estávamos juntos. Você jamais estaria comigo por interesse porque quando você ama, você ama para valer. E eu sei disso. Precisei desse tempo para entender que minha vida sem você não faz mais sentido algum. Nenhuma outra boca se encaixa perfeitamente na minha, nenhuma outra menina faz com que eu me sinta o cara mais sortudo do mundo e nenhuma consegue fazer eu me sentir do jeito que você consegue. Eu sinto muito por ter te feito passar por tudo isso.

-Ross, eu... merda, eu sabia. O jeito que você me tocou, ninguém me toca assim- sorri- eu deveria ter sacado antes- ele me encarou com os olhos brilhando

-está vendo isso- ele levou minha mão até seu peito. O coração dele estava acelerado e batia em um ritmo perfeito, estava completamente em sincronia com o meu- só você consegue fazer isso- peguei sua mão levando até o meu peito mostrando nossa sincronia

-hm... E aquela menina que te acompanhou aquele dia? - ele pareceu confuso e depois soltou uma risada gostosa

-A Melanie? Ela é minha prima. Aquele dia do boliche eu fui mais cedo e voltei mais cedo para você não ficar sozinha muito tempo. Não que eu ache que você não saiba se defender sozinha, mas queria que você tivesse companhia.

-última pergunta, você não estava na casa do Rat jogando vídeo game no dia da balada?

-como você sabe?

-tenho meus contatos-pisquei e nós dois rimos

-bem, eu fui para a casa dele e então a Melanie me convenceu a ir com ela para esta balada porque o “crush” dela estaria lá. Então como sou um ótimo primo eu acabei indo com ela.

E naquele momento eu entendi tudo. Não importa quantas voltas déssemos tudo acabaria no mesmo lugar. Nos encontraríamos por acaso em uma balada cheia de gente enquanto eu procuro por um banheiro. Então ele esbarra em mim, derruba a bebida e nos beijamos. A única verdade que eu consigo ver é que o único que pode me ajudar a esquecer o Ross é o próprio Ross, ou seja, não tem como. Simplesmente porque eu não quero esquece-lo. Passei dias procurando pelo garoto da pulseira amarela e ele estava ao meu lado este tempo todo. Ele é o único que consegue me beijar daquele jeito, me tocar daquele jeito e fazer com que eu me sinta daquele jeito.

-eu te amo- ele falou- será que você pode me deixar provar para você que mesmo eu ainda tendo muita coisa para mudar eu vou dar o meu melhor? Prometo nunca mais desconfiar de você. Prometo te ouvir mais e pensar mil vezes antes de deixar uma palavra sair da minha boca. Uma menina linda me disse que não tem o que fazer depois que as palavras são ditas. E olha que sorte a minha, essa menina é extremamente sábia- assenti me entregando a ele. Era impossível lutar contra.

- eu também te amo- falei- e sim, eu te dou uma chance

Sua mão percorreu minha bochecha enquanto nossos olhares estavam fixos um no outro. Ele encontrou nossas testas e roçando nossos narizes depositou um beijo no meu lábio. Abri minha boca para que ele aprofundasse o beijo e então uma explosão no meu estômago me deixou desnorteada. As borboletas estavam em festa e eu também. Eu era a borboleta e ele era o girassol. A verdade é que fomos feitos um para o outro. Nossas pulseiras só deixavam isso ainda mais claro.

Senti braços nos envolvendo e nos afastamos. A Sah sorria no meio de nós dois e naquele momento éramos apenas nós três desfrutando de um momento em família.


Notas Finais


O que acharam?
Raura :)
vejo vocês no próximo capítulo
beijinhos S2


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