História Theodor - Capítulo 32


Escrita por: ~

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Categorias Manuel Neuer
Exibições 415
Palavras 1.683
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente!!
(textão hoje rsrsrsrs)
O que chama minha atenção é que muitos comentários citam que minhas personagens, assim como Maire, não são magras, modelos, apresentadoras. Respeito todas as pessoas que escrevem com pessoas assim, mas eu gosto mais das pessoas reais. Pq quem foi que disse que um cara fodão, lindo, rico, jogador, talvez como Manu, não possa se apaixonar por alguém normal? É difícil...é. Mas não é impossível.
Então resolvi abordar um pouco disso nesse capitulo, espero que não achem chato. Entendam como a minha homenagem e gratidão á todas nós, mulheres normais, com peito, barriga, celulite, com bunda demais (ou de menos, como eu), sejam de pernas mais finas, de coxas grossas. Que sofrem com TPM, que passam por bullying ou qualquer tipo de atitude do mundo que nos fazem nos sentir diminuídas.

P.S. Aquela pausa habitual para a foto de manu

Capítulo 32 - Essa é a minha mulher


Fanfic / Fanfiction Theodor - Capítulo 32 - Essa é a minha mulher

POV Marie

Nossos dias em Seychelles foram os melhores que poderíamos ter. Mar azul, areia branca, dormir até tarde, ioga no pôr do sol, sexo com Manu e todos os dias acordando com a boca dele beijando a minha barriga. O que mais eu poderia querer da vida?

Quando voltamos para a capital da Baviera, os avós de Theo foram cada um para sua cidade, Manu recomeçou os treinos, Theo foi para a antiga escola e eu comecei a entender de verdade o funcionamento do ONG. Éramos a base para crianças com dificuldades de saúde física e psicológica, sendo que fornecíamos remédios, reforço escolar e atendimento emocional para aqueles que não tinham condição.

Eu estava pensando em meia dúzia de sugestões que gostaria de discutir com Dona Marita, quando Lisa me ligou pedindo se ela e Anna poderiam me visitar. Nunca precisamos pedir permissão para irmos um na casa das outras, então soube que tinha algo acontecendo. Anna chegou cuspindo fogo pela boca e Lisa completamente séria. Lisa Muller, mãe de gêmeos, séria? Ok, deve ser algum meteoro vindo em direção à Terra.

- A gente viu uma coisa na internet e ficou bem chateada, então como sabemos que tudo que tem relação com nossos maridos chega até nos, gostaríamos de estar com você – Lisa disse e eu gelei.

- Fala logo gente – pedi nervosa e Anna me mostrou o tablet, com uma foto minha de biquíni na praia, ao lado de Manu e um texto gigantesco, falando de como um homem como Manu poderia estar como alguém como eu.

- Eu não entendo como as pessoas fazem isso, cada um é um ser único – Anna, a embaixadora da boa forma estava fora de si.

- Gente, estou acostumada – engoli em seco não querendo ler o texto – Cresci sofrendo bullyng por ser gordinha. E outra, a gente mesmo fez isso inúmeras vezes com Nina.

- Mas Nina merecia. É chata, mimada e antipática – Anna enumerou – Você é bonita, gente boa, simpática e nossa amiga.

- Mas Marie, isso é mais que bullyng, quem escreveu isso quase beira a ofensa – Lisa disse séria.

Então quando pensamos em Manuel Neuer, lindo, alto, forte, rico, jogador de alto nível, que só pode estar junto com Marie Marc, por ela ser filha de quem é.” Essa foi uma das poucas frases que li e uma crise de choro, seguida por um enjoo fortíssimo tomou conta de mim.

- Marie, eu tive uma ideia – Lisa comentou enquanto Anna me abraçava de lado. – Mas assim, você vai acabar se expondo.

- Ai Lisa, nem quero nada só me mudar para Marte – falei encostando a cabeça no ombro de Anna.

- Se eu fosse você, eu a escutava. Nós nunca deixamos umas às outras na mão...então, ouve Lisa, depois você retruca – Anna riu.

- Vamos lá, Lisa Müller, me conte sua ideia – sorri.

 

POV Manu

Eu estava saindo para o treino quando achei uma calcinha pink de Marie dentro da minha mochila. Então sorri lembrando daquela que, a partir de agora, era a peça minha preferida e que ia comigo onde eu fosse.

“- Amorrrrr, vamos mudar de posição?  – Marie pediu baixinho no meu ouvido quando eu estava por cima ainda sem penetra-la e ela usando essa calcinha – Quero assim hoje - diz se colocando de pé ao lado da cama, apoiando as mãos na beirada, com a bunda para o alto.

-Ainda bem que faço testes cardíacos periódicos - respondi ouvindo ela rir. Fiquei em pé me colocando atrás dela e massageei seu clitóris, colocando minha mão dentro da minúscula calcinha. Eu tinha levado minha braçadeira e Marie me proibiu de tira-la. Ainda não entendo como um pedaço de pano preço no meu bíceps esquerdo pode fazer loucuras. Marie ficava indomável quando eu a vestia. Não que não fosse bom sem isso, era sempre ótimo, mas quando eu estava com ela, minha mulher ficava insaciável. – Amor, geme bem gostoso para mim – pedi e ela não me decepcionou,  quando coloquei a calcinha  para o lado e a penetrei forte.

- Gostosa…É assim que você quer é? – perguntei enquanto me movimentava dentro dela, segurando firme em sua cintura.

- Sim Capitão, assim, bem forte, bem gostoso – ela respondeu rebolando no meu pênis e gemendo baixinho, quando não resisti e dei um tapa barulhento em sua bunda.

- Marie!!!! – gemi alto, gozando dentro dela, que movimentou-se prendendo meu pênis. -  A partir de hoje, essa sua calcinha é minha – disse quando caímos na cama exaustos e ela finalmente tirou a peça.

- Desde que você tenha sempre sua braçadeira em mãos, o que você quiser é seu – ela respondeu colando seu corpo suado ao meu.”

 

Logo que voltamos da lua de mel, uma foto de Marie de biquíni causou um certo alvoroço na mídia. Eu não entendo como as pessoas podem julgar as outras, porque elas tem uma ou outra coisinha fora do lugar. No início eu também não entedia a implicância com Nina, mas depois passei a entender a falta de empatia dela com as pessoas. Mas Marie, era tão simpática, amável, cumprimentava todos aqui no clube, tratava nossas empregadas como sendo da família, ia para a ONG e abraçava e beijava todas as crianças, nas fotos de jogos, Marie estava sempre rindo com Lisa e Anna. Nem era sorrindo como as outras esposas, as três riam mesmo, se divertiam de verdade. E Theo ia pelo mesmo caminho, falava com todo mundo, vivia pendurado em Anna, conversava com a barriga de Lisa, ria quando questionavam sobre  a camisa 25 do Bayern e não a do goleiro.

- Manu, você viu isso? – Thomas me chamou no vestiário depois do treino e me entregou o celular. Aparentemente era uma conta do Instagram que, por ora, só havia uma única foto.

Uma única foto da minha mulher. Provavelmente do dia do nosso casamento, seu cabelo estava preso, ela estava sentada em sua cama no apartamento de Therese, extremamente maquiada. Abaixo tinha um texto sobre o empoderamento feminino.

“Em que mundo as pessoas agem como se só mulheres com ossos dos quadris saltados pudessem namorar pessoas como jogadores de futebol? O restante de nós não é digna de atrair olhares e ganhar o amor de pessoas como eles?

Eu tenho uma faculdade, mestrado e doutorado. Tenho um filho lindo e um outro a caminho, cozinho bem e falo três idiomas. Não seria possível alguém como Manuel Neuer se apaixonar por mim só porque tenho minhas curvas e uma ou outra celulite?

Eu sou uma mulher de verdade, que trabalha, que leva filho para a escola, que tem enxaquecas, mas que sei conversar de muitos assuntos, que entende de verdade de futebol, até mais que muito homem. Posso falar de política, arte e economia e cor de esmaltes, corte de cabelo da moda com a mesma facilidade.  Tem dias que meu cabelo acorda liso, tem dia que está encaracolado. Tem dias que saio de casa parecendo a Beyonce e em muitos outros, tenho vontade de sair de pijama. E sei que não devemos ter a obrigação de ficar bonitas, magras, de cabelo perfeito, maquiagem impecável para os olhos dos outros. Porque tem dias que me sinto bem ,maquiada como a Beyonce,  mas também me sinto confortável de cara lavada e camiseta.

Só porque eu não troco um sorvete com meu filho por uma folha de alface, não sou digna de ser amada? Só porque não vivo a base de exercícios, salada, agua e luz, um homem como Manuel Neuer não poderia se apaixonar por mim?

E tem mais, vocês acham que jogadores de futebol são os mestres do universo?? Ora, ora... Está na hora de conceitos serem revistos.”

 

“O que significa isso? “Enviei imediatamente uma mensagem para Marie, pois não ia aguentar chegar em casa.

“Falaram que sou gorda demais para você e as meninas resolveram me defender" – ela me explicou nervosa e me enviou o texto com nossas fotos na praia – “Anna criou a conta, que só vai ter essa foto minha e daqui uns dias vamos apagar. Lisa escolheu a foto e eu escrevi o texto.”

- Thomas, lê isso – mostrei o texto com as ofensas para meu amigo.

- Manu – ele disse com o telefone nas mãos – Porque eu acho que tem dedo de Nina nisso?

- Por que você acha isso? – perguntei preocupado.

- Olha essa parte: "e então dizem que essa moça, teve uma gravidez inesperada de Manu há anos atrás. Não estaria ela planejando um bom futuro atrás de um filho bastardo? “– Thomas leu – A única pessoa no mundo que tem coragem para falar assim de Theo é ela.

Uma raiva incontrolável tomou conta de mim e Thomas clareou meus pensamentos. Marie já tinha dado um tapa na cara de quem quer que tivesse escrito isso e, para garantir que Nina ficasse longe, pedi ao advogado do clube que entrasse com uma ação na justiça para que Nina não se referisse ou se aproximasse de ninguém da minha família.

Nos dias que se seguiram, começou uma campanha sobre o empoderamento feminino pelas redes sociais, onde meninas, jovens e mulheres que sempre se sentiram oprimidas por não se encaixarem nas regras que a sociedade impunha, tiveram a voz para falar de seus sentimentos, da repressão e principalmente, começarem a se libertar dos moldes da sociedade moderna.

Várias revistas e jornais, além de muitas empresas de produtos de beleza, fizeram contato com o setor de imprensa do Bayern, para tentar um contato com Marie. Uns queriam entrevistas, outros queriam que ela fosse  protagonista de campanhas de beleza, de maquiagens, roupas, sapatos, bolsas. Não preciso nem dizer que Marie recusou uma por uma, agradecendo o convite, apenas pediu que divulgassem uma nota para a imprensa dizendo que não fez isso com segundas intenções, para se promover ou ganhar dinheiro, era apenas uma maneira dar voz á milhões muitas mulheres normais do mundo.

 Uma semana depois, a conta do Instagram usada para a divulgação da ideia de Marie foi encerrada, conforme estava nos planos das meninas. Realmente, não dava para brincar quando essas três se juntavam e essa sim, era a minha mulher.

 

 

 

 


Notas Finais


bejos!


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