História Theodor - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Manuel Neuer
Exibições 423
Palavras 2.931
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente!!
Hoje de novo mais cedo!!!
Espero que gostem da reação de Manu, ja que era tão esperado.

Capítulo 34 - Quando os olhos teus


Fanfic / Fanfiction Theodor - Capítulo 34 - Quando os olhos teus

 

POV Marie

Depois que saímos do teste, passamos numa loja de artigos esportivos e comprei a luva que Theo queria.

- Amorrrr!!!!!!! Theoooooooooooo!!!! – Manu entrou falando alto em casa e Theo me deu aquela risada gostosa , pois ele mesmo queria contar a novidade ao pai.

- Oi Manu – sorri indo de encontro com ele na sala.

- Como “Oi Manu”? – ele disse gesticulando – Eu fiquei esperando horas por uma mensagem sobre o teste de Theo e você nem me mandou nada...depois saí procurando alguém para me contar sobre Theo e não tinha mais ninguém lá...

- Oi pai – Theo interrompeu o falatório de Manu, com as mãos atrás das costas.

- Então Theo, como foi? – ele ajoelhou na frente do filho.

- Não vou ser um grande atacante um dia ...- Theo disse e abaixou a cabeça.

- Como não??? – Manu exclamou – Eles não sabem o que fazem, vou ligar para Anthony, diretor da base do clube para ele rever seu teste. Impossível, você é um Neuer....

- Pai – Theo chamou enquanto Manu procurava um número no celular.

- Péra Theo, vou resolver isso – Manu disse sem olhar para o filho.

- Manuel Neuer, larga esse celular e dá atenção para o seu filho – eu disse brava quando Manu ergueu os olhos para Theo que agitava os dedos vestidos na luva.

- Mas péra…você disse…- Manu gaguejou.

- Eu disse que não vou ser atacante... porque vou jogar no gol!! – Theo riu e pulou no colo de Manu que ficou em completo silencio. Manu estava sem palavras, apenas abraçou o filho de olhos fechados e quando os abriu, estavam completamente marejados. Então mostrei o vídeo que Dani havia feito, explicando como foi que ele mesmo tinha causado o pênalti enquanto Manu explodia de felicidade, gabando-se sobre sua intuição de pai em ensinar-lhe antecipadamente como ser goleiro.

 

 

 

E eu entrava no meu sétimo mês de gestação, com oito quilos a mais, pés, pernas e seios inchados. Dependia de Mirna, Manu e Theo para quase tudo. Pegar algo que caiu no chão? Impossível.  Usar jeans? Nem pensar. Vestir minhas próprias roupas? Só depois de muito experimenta-las, tudo isso climatizado por um verão de trinta e seis graus.

Manu tinha tido um jogo complicado com um empate contra o Borussia Dortmund pelas etapas finais da Bundelisga e estava voltando para a casa, depois de ter tomado dois gols de Marco Reus, sendo um deles completamente impedido mas mal marcado pelo juiz. Levar gols de qualquer um era dificil, mas de Marco era uma ofensa gigantesca, pois  Marco tinha tido amizade comigo e ele o considerava um moleque. E eu teria que estar linda, cheirosa, amável, simpática porque ele voltaria bravo, birrento, cobrando resultados de si mesmo. Mesmo que eu falasse mil vezes sobre se cobrar menos, esse comportamento dele afetava todos em casa.

Eu tinha acabado de sair do banho, Theo já dormia, quando ouvi o barulho de seu carro entrando, então me preparei psicologicamente para recebe-lo.

-Marie, cheguei – ele falou do corredor.

- Estou no quarto – respondi só de calcinha passando óleo de amêndoas na minha barriga, porém sem nenhuma segunda intenção.

- Nossa que ótimo você me receber assim – ele disse sério – Eu não consigo nem encostar direito em você e você me recebe assim.

- Eu estava fazendo isso no banheiro, mas estava abafado – expliquei calmamente.

- Mas tem que ser na minha frente? – ele continuou bravo.

- Desculpa Neuer, se a minha gravidez te irrita, te incomoda, te ofende – respondi pegando o roupão e fui para o banheiro de um dos quartos de hospedes, onde terminei o que estava fazendo, vesti uma camiseta e voltei para o meu quarto, onde Manu estava vendo tv.

Ignorando a falta de tato do meu marido, deitei calmamente quando ele desligou a tv e me deu um beijo de boa noite. Eu virava de um lado, de outro, de barriga para cima e não tinha uma posição que me fizesse relaxar. Aparentemente esse verão está pior do que o de quando Theo nasceu.

- Você vai ficar se sacudindo a noite toda? – Manu rosnou de olhou fechados.

- Estou tentando achar uma posição confortável – retruquei.

- Eu preciso descansar…- ele continuou resmungou – Tive uma viagem dificil e embarco para a final da Champions em três dias.

- Só você precisa descansar? Porque eu não fiz nada o dia inteiro?? Não trabalhei a distância na ONG, não levei e busquei Theo, não tive que ser firme com ele nas lições da escola, porque agora ele só quer jogar bola, não estou grávida de sete meses e meio, nem enfrentando um calor do infernos...- bufei pegando meu travesseiro e fui dormir num quarto de hospedes, conseguindo dormir eram mais de quatro da manhã e no outro dia, Dona Marita viria para irmos fazer as últimas compras de Verena.

- Está muito bonita com essa camisa de Manu – Dona Marita brincou ao me ver usando um shorts jeans, sandálias rasteiras e uma camisa azul clara do filho dela, pois tive que pegar uma roupa dele já que as minhas me irritavam. Dirigi com alguma dificuldade até a loja de artigos para  bebês, onde finalmente escolhi o berço, mais roupas e a cadeirinha de carro. E horas depois fomos ao supermercado, onde Dona Marita me ajudava com tudo, porque eu mal enxergava as coisas devido a esse calor terrível.

“Então as mulheres da minha vida compraram o berço de Veve?” – Manu mandou uma mensagem com uma foto da internet, onde eu e a mãe dele estávamos na loja de coisas de bebê. Aparentemente Manu tinha um aviso no celular que apitava toda vez que meu nome era citado na internet.

“Conheço bem essa camisa” – ele mandou outra mensagem e também não respondi.

Então depois do supermercado, sentamos num café na Marienplatz para tomarmos um suco.

- Está tão pálida minha filha – Dona Marita comentou.

- Esse calor Dona Marita, quem ia esperar que numa cidade que neva horrores, faz esse calor?? – disse tomando uma garrafinha de agua num gole só.

- Minha neta está judiando de você? - ela sorriu.

- Ser mãe é padecer no paraíso não? – sorri e ela colocou a mão na minha barriga.

- Está dura.... Acho que não chegaremos no nono mês – ela disse. – Não quer ligar para a sua medica, aferir a pressão, tem certeza que está bem?

-Me sinto muito cansada - respondi ameaçando choro. Eu não era de reclamar, mesmo na gravidez.

- Vamos ao hospital? A gente vê se te dão um relaxante, algo assim ...- ela disse e acabei aceitando.

 

Assim que chegamos fui encaminhada para um ultrassom e ligaram para doutora Silvya, minha medica que sugeriu uma cesárea antecipada.

- Marie, seu bebê é perfeito. Você está sofrendo e com certeza, não conseguiremos segurar o bebê muito mais tempo, então porque não fazemos isso já? - ela sorriu tranquilamente.

- Dona Marita, o que eu faço? – pedi chorando.

- Se sua medica está fazendo essa sugestão, é porque é o mais acertado no momento – ela passou a mão no meu cabelo completamente suado. – Eu ligo pro Manu, peço para Mirna passar aqui deixar umas roupas e pegar Theo na escola e também chamo sua mãe... – ela organizou tudo e me deu um beijo na testa.

- Então vamos lá – sorri para a médica.

 

POV Manu

Passei dos limites com Marie ontem à noite. Cheguei estressado, cansado, ansioso por mais uma final de Champions e ela estava lá, linda, cheirosa, só de calcinha, passando óleo no corpo. A culpa não é dela, eu sei que o calor está realmente de matar e ela tão linda, tão gostosa e eu não sei me controlar, mas também nem podia fazer muita coisa. Hoje algum paparazzi pegou ela fazendo compras com minha mãe e ela estava tão graciosa de shorts e uma camisa minha. Eu adorava vê-la com minhas roupas, era tão sexy.

Mas deixei minha linda e sexy esposa fora dos meus pensamentos e me foquei no treino, pois em três dias, embarcaríamos para Londres, para a final da Champions contra o Real Madrid.

- Neuer – Ancelotti acena para mim da beira do gramado. – Vem aqui.

- O que ele quer agora? - Carl, o preparador de goleiros, perguntou.

- Sim treinador – corri até ele.

- Sua esposa está no hospital – ele diz e pareci não entender – Sua mãe ligou para o centro de treinamento já que seu celular está no vestiário.

- Nossa...mas…- gaguejo.

- Se apressa...sua filha vai nascer!! – Ancelotti exclamou e saí para o vestiário, só pegando a mochila, indo para o hospital do jeito que estou.

 

Assim que encontro minha mãe, ela está na sala de espera da maternidade.

- Manu!!- ela me abraça forte – Quer entrar para acompanhar Marie?

- Não, não vou conseguir vê-la sofrendo – sento ao seu lado – O que aconteceu? – pergunto e ela me conta da palidez e cansaço de Marie hoje pela manhã. Meu coração se contorce por ter sido rude com ela. – Ela está sofrendo né mãe? – pergunto apoiando a cabeça no ombro dela.

- Um pouquinho só – ela me abraça de lado- Coisas que só as mães podem sentir... e outra, você não queria outros filhos? No plural? Ainda vai passar de novo por isso.

- Não quero mais não mãe, vamos parar em Verena mesmo – disse fechando os olhos. Não faço ideia de quanto tempo depois uma enfermeira nos chamou para irmos até o berçário, onde Verena ficaria na incubadora por algumas horas, coisa normal para recém nascidos prematuros.

A enfermeira nos mostrou minha filha através do vidro, mas pude ver sua pele clara, seu cabelo escuro, sua pequena mão que gesticulava sem parar e quando aqueles olhos acinzentados me encararam, senti minhas pernas amolecerem. Já peguei pênaltis, faltas, dividi bolas difíceis, ergui troféus...mas nada se compara com a visão daqueles olhos.

- Ela é linda não é? – perguntei para minha mãe.

- Sim, linda e perfeita, como o irmão – minha mãe concordou emocionada. – Vamos ver Marie?

Então entramos no quarto onde Marie dormia ainda anestesiada. Estava pálida, com olheiras, tinha soro no braço e uma enfermeira arrumando um monitor.

- Neuer, senhora Neuer – a moça nos cumprimentou – Senhora Marie perdeu muito sangue, mas está bem. Precisa descansar.

- Muito sangue? – perguntei preocupado.

- Mais do que o normal numa parto cesárea, mas não a ponto de precisar de transfusão – a moça explicou – Ela está bem, apenas precisa de tranquilidade – então ela sorriu e nos deixou.

- Marie estava bem, reclamou apenas do calor e de muito cansaço – minha mãe disse quando me sentei no sofá com a cabeça ente as mãos.

- Talvez eu não tenha sido muito gentil com ela ontem mãe – respondi de olhos fechados e contei minha grosseria.

- Manuel Peter Neuer, eu nunca te bati na vida, nem quando você se casou com aquela lá, mas a vontade que eu estou é de te dar uma surra – ela esbravejou e me deu uns tapas no braço – Isso não se faz com mulher nenhuma, muito menos com uma gestante. Eu não te criei assim – ela me bateu ardido.

- Oi gente…- Marie sussurrou – Estou atrapalhando um momento mãe e filho?

- Amor ...- levantei e a abracei – Me desculpe. Como você está?

- Ai Manu, calma, não me aperta – ela disse e afrouxei o abraço, passando a mão pelo seu rosto. – Nossa filha é tão linda, tem sua pele, seu cabelo....

- Ela é saudável, né? – Marie perguntou e minha mãe acenou positivamente.

- Linda e saudável, em poucas horas estará conosco - sorri.

- Como está minha filha? – minha mãe se aproximou e beijou sua testa.

-Preciso de um banho – Marie disse passando a mão no cabelo.

-  Vem, eu te ajudo – disse e segurei sua mão.

- Não, ela ainda está sobre efeito de anestesia, tem que esperar a enfermeira Manu – minha mãe disse e achei melhor obedecer.

Algumas horas depois, finalmente pudemos pegar nossa filha. Verena Marc Neuer, tinha cabelos escuros, pele clara e olhava tranquilamente a mãe enquanto mamava. Eu admirava Marie boquiaberto sentado ao seu lado na cama, ela segurava na pequena mão de nossa filha, falando com ela, enquanto Verena sugava o leite de seu seio.

- Dona Marita, eu sei que já te pedi muita coisa, mas preciso te pedir mais uma – Marie disse sorrindo.

- Depois desses presentes que você me deu que são meus netos, você pode pedir o que quiser – minha mãe respondeu no pé da cama.

- Já que minha mãe e Gerard são padrinhos de Theo, eu gostaria que a senhora e senhor Peter batizassem Verena – Marie pediu – Porque sem vocês eu não seria nada aqui na Alemanha.

- Sério? – minha mãe disse emocionada – Claro que eu batizo minha neta que recebeu o nome da minha mãe - ela continuou e veio até o lado da cama – Sai daí Manu, deixa eu abraçar minha nora – ela ordenou e dei espaço para ela. Era melhor não discutir com as mulheres do quarto e as deixei naquele abraço coletivo.

 

- Podemos entrar?  - todos os avós de Verena vieram vê-la juntos, no fim do dia. Uns vindo de Paris, outro de Gelsenkirchen e Jogi e Dani que estavam de férias na Grécia.

- Claro – Marie sorriu ajeitando o roupão. Não era fácil ter três avôs e três avós babando em cima da minha filha, mas era o momento deles, onde cada um via em Verena alguma característica de si. Até Gerard, que não tinha nenhum laço biológico, jurava ver alguma coisa sua na minha filha.

-Amor – sentei do lado de Marie na cama – Me perdoa de verdade, eu estava muito irritado, mas não tinha o direito de descontar em você.

- Tudo bem Manu, já passou – ela sorriu vendo a filha passar de colo em colo.

- Vou pedir para o clube me dispensar da viagem a Londres – disse segurando em sua mão.

- Porque? – ela me encarou surpresa.

- Ah Marie, não vou deixar você, Verena, Theo…viajarei em três dias, nem sei se vocês já estarão em casa – expliquei.

- Manu, é uma viagem de poucos dias e olha quanta gente tem para cuidar de nós – ela disse olhando todo mundo em volta da filha – E ainda está faltando Mirna e Theo. Ou você acha que eles vão nos deixar em paz, assim, do nada? – ela sorriu.

- Não sei não – disse ainda preocupado.

- Vai sim e ganha por nós tá? – ela riu – Eu nunca tive uma medalha de Champions, então se você ganhar, você dá essa pra mim, já que você já tem algumas dessa. – ela continuou rindo. – Ei, você está com essa roupa de treino desde cedo, vai ficar andando de chuteira até que horas?

- Muita coisa junto para eu lembrar de trocar – respondi pegando a mochila e fui até o banheiro.

 

Theo veio no dia seguinte, quando nossas mulheres tiveram alta. E assim que saímos do hospital, fomos recebidos por um mar de torcedores e jornalistas na porta do hospital, quando Marie ficou bem desconfortável com Stern des Sudens sendo cantada para Verena. Acenei para os torcedores dando a mão para Theo e com o braço em volta de Marie com Verena nos braços, a confortando nesse momento que era totalmente novo para ela.

- Meu Deus, isso virou um evento – ela disse quando entramos no carro.

- Calma amor, eles ficam animados quando a família bávara aumenta – sorri de lado.

- E que animação – ela disse abaixando a cabeça de leve para os fotógrafos.

- Mãe, o bebê tem um defeito... – Theo disse no banco de trás olhando a irmã na cadeirinha.

- Que defeito? – Marie olhou para trás.

- Olha esse cabelo escuro...o pai é loiro, eu sou loiro...tem certeza que não trocaram o bebê ??? – Theo passou a mão na cabeça da irmã.

- Ei…e o meu cabelo, não conta? – Marie perguntou.

- Ah é, tem você também ...- ele suspirou segurando a mão da irmã – Veve, eu vou te amar muito, desde que você não se torne uma garota chata – ele disse para a irmã que dormia profundamente.

Quando chegamos em casa, minha mãe e Therese se organizaram num revezamento para ajudar Marie com Verena, Dani e Mirna com Theo e os avôs, fazendo o que precisasse. Eles ficariam em casa até eu voltar de Londres, já que Marie insistiu que eu viajasse, coisa que fez com que os torcedores a admirassem mais ainda, já que ela não exigiu que eu ficasse com ela.

- Amor, estou indo – disse e bati na porta banheiro, dois dias depois dela estar em casa com nossa filha.

- Me ajuda aqui – ela pediu – Não consigo soltar o fecho do sutiã – ela riu sem graça e fui ajuda-la. Ela estava de calcinha, sem o curativo do parto e ia tomar banho, quando pude ver a segunda linha fina, um pouco acima da outra cicatriz.

- Mais uma cicatriz, é isso que está olhando? – ela disse quando olhei os pontos. - Já está pensando em me trocar por outra que não precise ser recauchutada?

- Em hipótese alguma... estou pensando na mulher forte e corajosa que eu tenho, que teve dois filhos por cirurgia e, nas duas vezes, fez isso sozinha – sorri e a abracei – Obrigado por Theo, por Verena, por existir na minha vida – disse e seus olhos se encheram de água.

- Ganha pela gente. Lembra que eu nunca tive uma medalha da Champions –ela sorriu e me beijou.

 

E como era um pedido de Marie, eu fui lá e fiz a minha parte. Ganhamos a Champions de três a zero em cima do Real Madrid.

 

 


Notas Finais


bejos!!


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