História Theodor - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Manuel Neuer
Exibições 414
Palavras 2.662
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Esse é o penultimo capitulo, porque a pessoa aqui precisar se concentrar em coisas da vida real.
E se um dia a vida real, me jogar nos braços de um jogador de futebol, sejam boazinhas comigo, ok?!

P.S. Nao tenho comentarios para esse olhar de Manu nessa foto.

Capítulo 35 - E o tempo passa


Fanfic / Fanfiction Theodor - Capítulo 35 - E o tempo passa

 

POV Marie

Quando Verena tinha pouco mais de um ano, Manu foi convocado para a copa do mundo no Brasil. Eu, Lisa, Dani, Klaudia Lahm e Sara Boateng levamos as crianças para aproveitar a praia, a vila de Santo André onde ficamos hospedadas, compramos artesanatos e até pulseiras da sorte. Enquanto as outras acompanhantes, digo Anna Kathrin e Cathy Fischer, usavam a praia maravilhosa para fazer suas marquinhas sexies de biquínis para seus maridos e namorados, nós passamos protetor solar, colocávamos shorts, blusinhas regatas, bonés e lá íamos nós aproveitar as férias no Brasil.

E, como num destino de uma linda história, voltamos para casa campeões do mundo.

Depois de muita festa em terras brasileiras, pisamos novamente na nossa pátria amada Alemanha.Durante a festa no portão de Bradenburgo, com muita música, cerveja e meio milhão de torcedores, eu estava com as crianças e demais acompanhantes mais para o fundo do palco montado para a festa, quando Helene Fischer, a embaixadora da música da copa, entrou de mini blusa, jeans e salto alto para “animar “a festa.

- Lisa, aquele ali é meu marido olhando duas vezes e sorrindo que nem retardado para senhorita Fischer? – perguntei.

- Ai Marie... – Lisa olhou para Manu bem na beira do palco com uma cerveja nas mãos – Ele está alegre, é campeão do mundo, não deve nem estar enxergando direito.... – ela tentou aliviar a situação do padrinho de sua filha.

Quando embarcamos para a Baviera num voo fretado junto com os demais moradores de Munique, voltei no mais absoluto silencio, com Verena dormindo no meu colo e Theo escorado no meu ombro, enquanto Manu não parava de falar um segundo sobre ser campeão do mundo.

- Nos vermos em Berlim, em uma semana para a cerimônia com Ângela Merkel – Jogi disse quando chegamos em Munique.

- Amorrrrr- Manu disse enrolado – Você está tão quieta, esqueceu a língua no Brasil?

- Não, estou cansada – respondi quando Lisa me olhou cúmplice e Thomas franziu a sobrancelha, pegando Louis que também dormia num dos bancos do avião.

 - Bom, vamos todos descansar então – Thomas disse me encarando – Tchau Marie...se precisar de nós, estaremos no haras - ele me abraçou.

- Obrigada, bom descanso – sorri de volta.

 - Vamos... agora vou planejar férias com minha linda esposa - Manu contou rindo jogando o braço sobre meu ombro quando o motorista que nos esperava colocou nossas malas no carro. – Para onde vamos de férias? Só nos dois...

- Eu vou para marte Neuer...é para lá que vou – respondi cansada e Thomas arregalou os olhos.

- Me liga ta? - Lisa disse com Lilly no colo quando nos despedimos.

 

 

POV Manu

Eu sinceramente não entendi essa mudança de humor de Marie. Poxa, sou campeão do mundo, o pai dela é, nossos amigos são. Foi um bom tempo no Brasil, tivemos muita festa lá no Rio, em Berlim, tudo o que sempre sonhei.

- Que que houve Marie? – perguntei quando chegamos em casa, sentindo o efeito de tanta cerveja já que fazia mais de um ano que não bebia assim, na verdade, desde que Marie entrou na minha vida, diminui as bebedeiras.

- Nada – ela disse entre dentes, me encarando. Quando Marie diz "nada" entredentes depois de uma pergunta minha, é o furacão chegando.

- Não está feliz amor? – insisti.

- Tô, tô felicíssima em ver meu marido rindo e olhando para a senhorita Fischer – ela esbravejou e não entendi de início – Manuel Neuer sorrindo, bebendo, dançando, com Helene. Estou felicíssima, nunca estive tão feliz em todos os meus trina e três anos.

 - Eiii calma, estava todo mundo lá – tentei – Até seu pai!

- Justamente, meu pai, não meu marido. Realmente todo estava mundo lá, mas não vi Boateng com cara de idiota, Thomas rindo que nem um descompensado – ela esbravejou mais alto, ignorando nossos filhos dormindo.

- Você está com ciúme???? – perguntei sentindo os efeitos do álcool indo embora – Cadê a mulher feminista, empoderada, que deu voz a tantas outra no mundo há um ano???

- Você está me desafiando Manuel Peter Neuer???? – ela perguntou completamente brava, com o rosto a centímetros do meu.

- Só questionei ...- falei baixo.

- Vou te ensinar a nunca mais olhar duas vezes para a mesma mulher que não seja eu – ela fala alto e sai em direção ao nosso quarto, quando em seguida escuto portas sendo trancadas. Então ela volta, joga lençol e meu travesseiro no sofá.

- O que é isso? – perguntei sem entender.

- E aí que você vai dormir. As portas dos quartos estão trancadas, até você entender que sou feminista porque todas as mulheres tem direitos iguais, mas sou ciumenta porque sou de carne e osso. Marido meu não ri que nem babaca para outra mulher. Não olha duas vezes para uma mulher que não seja eu. – ela falou séria saindo para o nosso quarto e quando fui tentar argumentar ela bateu a porta do quarto na minha cara.

- Ei essa casa é minha, eu comprei, eu entro onde eu quiser!! – bati na porta.

 - Não entra não, pelo que eu me lembre essa casa foi meu presente de aniversário, está em meu nome – ela disse sem abrir a porta, então eu entendi que ela não ia ceder – Porque quem manda nessa casa sou eu, você nem sabe onde guardamos as xicaras, não sabe como anda as notas de Theo na escola, não imagina qual seja o desenho preferido de Verena. Sem mim, essa casa não anda. Portanto quem manda nela, sou eu.

Passei pelos quartos das crianças e olhei Theo esparramado em sua cama, Verena com o urso de pelúcia e suas cobertas vermelhas de bolinhas e fui para o sofá. Marie me ignorou por sete dias consecutivos enquanto eu dormi no sofá da sala de visitas, da sala de tv, da sala de vídeo game, do escritório- biblioteca. E mesmo depois de um sem número de pedido de desculpas, andei só de cueca na frente dela, peguei a braçadeira, sai do chuveiro só de toalha, fui para o closet totalmente nu quando ela estava escolhendo suas roupas e nada dela amolecer comigo.

- Vou sair com Lisa para comprar um vestido para a cerimônia em Berlim – ela me avisou dois dias antes de embarcamos para a capital.

- Usa meu cartão- tentei amenizar a situação.

- Não precisa, ganho o meu próprio dinheiro como assistente da sua mãe – ela disse pegando a bolsa.

 - Marie por favor .... – tentei de novo.

 -Tchau Neuer– ela disse e não me deu tempo de pedir desculpas pela enésima vez.

Então precisei de reforços e liguei para Thomas.

-  Cara, seja lá o que for, se ela te pedir a tal viagem para Marte, já liga para a NASA providenciando. Se ela te pedir uma girafa cor de rosa, você já manda pintar uma.  Se ela pedir para você ajoelhar, você ajoelha. Você deve ter pisado feio na bola com ela, porque Marie não é maluca assim.

Obrigado Thomas.

E lá fomos nós, no mesmo voo fretado de nossos amigos até Berlim, após deixarmos as crianças com Mirna e com meus pais que vieram de Gelsenkirchen. Marie e Lisa sentaram juntas no fundo do avião enquanto as outras WAGS estavam com seus acompanhantes.

- Manu, o que você fez? - Thomas cochichou.

- Aparentemente fiquei rindo que nem tonto para Helene Fischer na festa da semana passada – expliquei.

- Cara, não…você é um retardado mesmo- Thomas me repreendeu.

- Eu estava tão bêbado... – continuei.

- Por que eu acho que você vai pastar por isso? – ele perguntou.

- Mais um pouco? Faz uma semana que durmo no sofá...nem nos quartos de hospedes...no sofá!! Eu, campeão do mundo, dormindo no meu próprio sofá !! – contei inconformado.

- Então você deve ter ficado rindo muito mesmo – ele concordou.

 

Enquanto eu fazia o nó da gravata, Marie se vestia para sair. Eu conheço o dress code dessas ocasiões, nós os jogadores e comissão estaríamos de preto, consequentemente as acompanhantes usariam cores escuras também. Menos a minha linda, amável e gentil esposa.

 Marie usava um vestido vermelho e dourado, justo, quase um daqueles á vácuo que ela usava antigamente, salto altíssimo, cabelo encaracolado e sua maquiagem ressaltava-os olhos. Eu ia morrer, sério, estava muito tempo sem ela na concentração, depois vieram os festejos no Brasil, depois o surto dela.

- Você não acha que esse vestido é demais não? – perguntei.

- Não – ela disse ajeitando o cabelo – Uhmm, pensando bem, está bem justo, está feio essa parte debaixo – ela comentou erguendo o vestido e tirando a calcinha.

- Eiiiii, pode por isso de novo !!!! – ordenei.

- Não, estava feio – ela me encarou.

- Troca de vestido – retruquei.

- Não trouxe outro – ela continuou me encarando.

- Com você sem calcinha eu não vou – cruzei os braços e ela riu debochada.

- Azar o seu, porque eu vou !!- ela disse pegando a bolsa – Que foi Neuer, está com medinho que eu olhe mais de uma vez para algum cara??? Ou que algum cara sorria demais para mim??? – ela retrucou e abriu a porta saindo enquanto eu pegava meu terno.

Então era isso, hoje ela ia me castigar. E que Deus me ajudasse, porque quando ela quer judiar, consegue fazer isso perfeitamente.

Estávamos todos entrando no Parlamento de Berlim, cada um com sua acompanhante, todas vestidas com cores sóbrias e Marie parecia um presente. Cada vez que um repórter me chamava, Marie gentilmente se colocava alguns passos para trás, mesmo que estivesse de braço dado comigo, alegando que a noite era minha e não dela. Numa das vezes que parei para conversar com um dos jornalistas, Mesut parou de nosso lado.

-  Mesut, sozinho hoje? - um repórter perguntou, pois mesmo que eu estivesse falando com um jornalista, estava de radar ligado, já que ele chegou e abraçou carinhosamente demais Marie.

- Sim, ainda não achei uma alma gêmea. Não tive a sorte de alguns colegas, como Manu por exemplo – ele disse apontando o meu lado e eu o olhei de canto. – Veja, Manu é um cara de sorte, melhor goleiro da Alemanha, campeão do mundo, tem dois filhos lindos e uma esposa que o apoia.

- Então todo grande homem tem sempre uma grande mulher atrás dele? - o repórter perguntou e eu fazia um esforço descomunal para manter o foco na minha entrevista.

- Não, de maneira nenhuma – ele sorriu para a minha esposa – Acho que todo grande homem tem uma mulher incrível ao lado dele. Nunca atrás, como a senhora Neuer aqui , sempre ao lado ...– ele terminou e se retirou, assim que Marie sorriu para ele.

- Vamos? - a chamei para entrarmos – Então é assim??

- Assim o que??- ela disse gentil – Ah, você ficou irritado porque sorri para Mesut?? Hum...dureza né Neuer? – ela terminou ao me deixar junto com o time e se dirigiu ao lugar dos convidados com Dani e Lisa.

Se ela queria me enlouquecer, estava conseguindo.

Depois da cerimônia, enquanto ainda estava preso nas entrevistas, fotos e tudo mais, Marie falava com todo mundo, sorria gentil, tirava fotos com as amigas.

- Amor, podemos ir? - pedi baixinho.

- Já? Mas eu estou me divertindo tanto, você não??- ela disse me encarando.

- Não, não estou me divertindo nenhum pouco em ver a minha mulher, nesse vestido chamativo, sem calcinha, sorrindo desse jeito… – disse entredentes.

- Não é uma dureza Neuer, quando a outra pessoa sorri e não é pra gente ??– ela falou séria.

- Vamos – a peguei pela mão , saindo  sem nos despedir de ninguém e quando entramos no carro de luxo que nos levaria até o hotel, pedi ao motorista que subisse a divisão entre a parte da frente e a detrás - Você está tentando me enlouquecer???- disse firme segurando seu rosto entre as mãos.

-Você quem começou – ela respondeu no mesmo tom com a respiração pesada. Eu não aguentava mais, então a puxei perto de mim e juntei nossas bocas, pois sentia muita falta dela. No início ela tentou se soltar, mas eu não ia deixar ela livre de mim. Beijei Marie com toda a vontade acumulada, todo o tesão reprimido de vê-la naquele vestido, sorrindo para todos os marmanjos que passavam perto dela.

- Nunca mais faça isso – disse a encarando.

- Nunca mais brinque comigo desse jeito – ela retrucou quando chegamos no quarto – Você me deve desculpas.

- Desculpa – disse lembrando dos conselhos de Thomas.

- Não me convenceu. Pede direito. Ou melhor, ajoelha e pede desculpas – ela disse com os braços cruzados. Eu não pensei duas vezes, porque eu ia reverter essa situação.

- Me desculpa Marie, nunca mais te chatearei- disse ajoelhado e ela esboçou um sorriso. Então a puxei pelas coxas, mais próxima da minha boca e comecei a beijar sua intimidade sobre o vestido. Ergui o fino tecido, passando pelos seus braços e a apertei contra mim, beijando sem interrupção. Marie tirava minha roupa, beijando meu pescoço enquanto passava delicadamente suas unhas pelas minhas costas.

- Espera – pedi e fui até a minha mala – Hoje você comanda – disse e prendi a braçadeira no braço dela.

- Eu não acredito que você trouxe isso – ela riu só de sutiã, sandálias e a braçadeira.

- Eu tinha esperanças ...- rí quando ela me jogou de costas na cama.

 

POV Marie

- Então hoje eu sou a capitã? – perguntei rindo.

- Sim, hoje e sempre – Manu disse rouco enquanto eu fui até nossas roupas jogadas no chão do quarto e peguei a gravata preta que ele tinha acabado de usar - Ergue os braços – pedi e ele ergueu, muito a contragosto, mas ergueu.

- Não vai me deixar pelado, duro e amarrado e vai sair por horas? Vai? – ele perguntou desconfiado.

- Não é uma má ideia…- ri debochada e ele arregalou os olhos – Não né amor.... Não vou desperdiçar a chance de ser capitã – disse e assim que prendi seus pulsos, desci beijando seu tórax ouvindo-o reclamar por não poder me tocar.

- Não sei se gostei disso – ele reclama.

- Eu gostei e.... quem manda mesmo Manuel Neuer? – perguntei mordendo o lábio.

- Você – ele disse rouco quando mordi levemente seu umbigo.

- Quem é que manda na sua casa Manuel Neuer? - perguntei de novo.

- Você – ele respondeu ofegante.

- Quem é sua mulher??- perguntei quando cheguei perto de seu pênis.

- Você e só você – ele respondeu mordendo o lábio inferior. Desci mais um pouco, chupando suavemente seu pênis, ouvindo-o gemer.  Então virei-me de costas para ele, dando ampla visão da minha bunda, me esfregando em seu pênis.

- Você não acha que devia me soltar? – ele pergunta ofegante.

- Não...- respondo voltando na posição inicial, tirando o sutiã e apertando meus seios, gemendo, vendo seu rosto ficar vermelho, suor escorrer da testa e sua respiração ficar pesada. Mas eu ainda estava longe de acabar a brincadeira. Estiquei meu braço e inseri dois dedos na boca dele. - Chupa – ordenei e mais que depressa ele fez o que eu pedi, sugando meus como sempre fazia com meus seios. Retirei meus dedos e levei-os ao meu clitóris. Seu peito subia e descia freneticamente, o suor escorria por suas têmporas e ele me devorava com os olhos. Então comecei a massagear meu clitóris, segurei firme seu membro e fui descendo sobre ele com os olhos fechados, sussurrando:

- Ah Manu, é disso que eu gosto, você me fodendo bem gostoso... forte e fundo ... – disse acelerando os movimentos de vai e vem.

-  Me solta - ordenou pausando as palavras.

 Como resistir? Soltei-o e imediatamente ele me virou na cama, vindo por cima de mim, me penetrando forte, quando me deu um tapa ardido na coxa.

- É isso que você gosta né? É isso que você quer?  - ele dizia firme movimentando-se.

-  Sim...é isso que eu gosto. Gosto de você me fodendo gostoso – disse completamente fora de mim, quando o orgasmo tomou conta de nós e gemidos altos ecoaram no quarto.

 


Notas Finais


Bjos ><


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