História There is only Power. - Capítulo 78


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Visualizações 48
Palavras 1.130
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Gente, agora sim acabou </3 Muito obrigada por todos vocês que leram, favoritaram, comentaram e acompanharam a história da Lucy ❤ Fico muito contente de ter feito algo que vocês gostaram, pois eu adorei escrever cada capítulo, cada fala, cada detalhe dos personagens.

Bjs de luz no coração de vocês ;*

Capítulo 78 - Epílogo


                                                                            5 ANOS DEPOIS

P. V. Lucy

Sentia a areia quente nos meus pés e logo me sentei na mesma, observando o mar imenso em minha frente. Inclinei a cabeça e pude ver Steve brincando com o pequeno garotinho, o perseguindo em uma espécie de pega-pega. Sorri ao ver a cena, mas logo tive a atenção roubada quando o celular tocou. Notei que não era o meu, mas sim o de Steve. O peguei, visualizando o familiar nome no visor e logo atendi.

- Olá. – falei amigavelmente.

Um curto silêncio, talvez por processar quem falava.

- Lucy? – indagou ele.

- Sim, Mark. – respondi colocando os óculos escuros para que protegessem meus olhos do Sol.

- É... Oi... Você está bem? – disse ele naturalmente.

- Sim, você está?

- Estou bem também...

- Fico feliz. – sorri. – Steve não pode atender agora, é algo urgente?

- Não, não. – se apressou em dizer. – O mesmo de sempre... Papéis e mais papéis. Se puder avisá-lo que estou enviando uma cópia por e-mail hoje mesmo para ele e que preciso logo do retorno, ficarei grato.

- Claro, eu aviso sim!

- Obrigado. – disse em um tonzinho de assunto encerrado.

- Aliás, Mark... – falei antes que começasse a despedida. – Parabéns pelo noivado!

- Ah.. – ele soltou uma risada suave. – Muito obrigado, Lucy.

- Ah que isso... Você merece. – olhei para Steve, que agora estava abaixado enquanto conversava com o garotinho.

- Eu só resolvi seguir seu conselho. – respondeu. – Obrigado pelos ''parabéns''...

- Fico feliz que seguiu... – respirei fundo. – Mas enfim... Avisarei Steve sobre os documentos.

- Obrigado por isso também, até mais, Lucy...

- Até mais, Mark.

E então, a chamada foi finalizada.

                                                                                                      . . . . . . . . .

P. V. Steve

Me abaixei para ficar do tamanho do garotinho loiro que possuia apenas cinco anos, mas aparentava ser mais inteligente do que todos de sua idade. Estava no genes da familia.

- Deixa eu ver. – falei colocando a mão em seu rosto.

- Mas não consigo abrir. – resmungou ele com a voz manha. – ''Tá'' arranhando.

- Você precisa abrir os olhos para que eu possa sobrar seu olho e a areia sair, ok? Se não isso não vai funcionar.

- Ou eu posso apenas ficar com ele fechado. – rebateu sabiamente.

- Abre logo o olho, pirralho. – revirei os olhos.

Hesitante ele o abriu, permitindo que eu o soprasse delicadamente. Piscou rapidamente algumas vezes, se certificando de que o olho estava livre da poeira. Logo, abriu um sorriso.

- Saiu!! – comemorou ingenuamente.

- Eu não te disse que era um gênio? – sorri. – Você pode confiar em mim para as coisas, porque eu realmente sei.

- Você sabe de tudo? – indagou ele curioso.

- Não tudo. – entortei a boca. – Mas sei de bastante coisa, caso contrário acha que eu seria casado com a mulher mais bonita desse planeta?

Ele sorriu e balançou a cabeça, concordando que fazia sentido. Me levantei, sentindo os joelhos se aliviarem de finalmente serem esticados.

- Vem, vou te levar pra sua mãe.

Obedientemente, ele estendeu a mão para que eu a segurasse, o que fiz e o guiei, Lucy logo se juntou a nós. Peguei o garotinho no colo e entrei na casa, me direcionando até a cozinha, onde Eva estava com Peter.

- Encomenda entregue. – falei colocando Adam na cadeira.

- Quais ensinamentos você proporcionou ao meu filho hoje? – ironizou Eva. – Porque estou pensando seriamente eu não deixá-lo mais sozinho com você.

Escutei Lucy gargalhando.

- Steve disse que eu vou começar a viver quando tiver dezoito anos. – entregou Adam enquanto me olhava com os olhinhos brilhando. – Então eu não vivo hoje?!?

- Steve!! – repreendeu Eva indo em direção ao filho.

- O que?? – gargalhei. – Eu não tenho culpa de ser o tio legal.

Senti Lucy me puxando enquanto ria, nos direcionando até a sala, onde ela me fez sentar no sofá e logo se sentou em meu colo.

- Eu não fiz nada de errado... – comecei a dizer.

- Ainda. – ela gargalhou. – Amor, por mais que eu ame ficar aqui na Austrália...

- Eu sei, eu sei... – me apressei. – Charlie vai se formar na faculdade e você precisa estar lá.

- Exato! – ela sorriu.

- Relaxa, ele está super bem... Soube até que arrumou uma namoradinha nova.

- Sério? – ela franziu o cenho um pouco por fora do assunto.

- Mark disse que ele até postou uma foto com ela...

Ela se silenciou um pouco, tentando puxar da memória alguma foto. Quando nitidamente já estava desistindo, se recordou de algo.

- Não, não... – sorriu em negação e balançou as mãos. – Charlie postou uma foto com Ana, mas...

- Vish...

Lucy me fitou, com o olhar que ela fazia para processar algo que se recusava a acreditar.

- Oh, não!! – Lucy fechou os olhos e balançou a cabeça. – Meu irmão está namorando a ex do meu marido.

A abracei enquanto gargalhava da situção.

- Relaxa, a gente dá um jeito de separar os dois.

- É, porque é exatamente isso que eu faço. – ironizou ela. – E você ainda acha graça!!

Lucy desferiu um tapa no meu ombro.

- Deixa isso pra lá... – falei. – Eu estava pensando em coisas mais importantes...

- Tipo? – ela ergueu uma sobrancelha.

- Tipo... Eu não sei, eu gosto de brincar com Adam... Uma criança, sabe...

Ela semicerrou os olhos e me fitou com um sorrisinho nos lábios.

- Você está falando sobre...

- Se você não quiser, eu vou entender comple...

- Filhos? – indagou ela.

- Foi só uma ideia e pode ter sido e...

- Podemos começar a tentar agora? – ela sorriu maliciosamente.

A fitei e logo sorri também. Levantei, a segurando no colo.

- Seu desejo é uma ordem. – falei enquanto ela gargalhava e eu a levava para o andar de cima.

                                                                                            . . . . . . . . . . .

P. V. Charlie

Me sentei na cadeira da presidência das Empresas Floyd, ato que eu já havia até me acostumado, pois Lucy me deixava representando ela sempre que viajava ou precisava. Apertei a mesa na mesma hora que joguei a cabeça para trás, sentindo um explosão por todo o meu corpo. Em segundos, Ana saiu de debaixo da mesa, sorrindo para mim. Arrumei minha calça e me recumpus na cadeira, bem no momento em que meu celular resolveu tocar.

Respirei fundo e passei a mão pelo rosto antes de atender o mesmo. Logo em seguida, o fiz.

- Oi.

- Charlie?? – uma voz masculina familiar soou do outro lado.

- Pai? – indaguei franzindo o cenho.

- Charlie...

- O que foi?? – perguntei não muito interessado.

Ele fez um longo silêncio antes de prosseguir.

- Sua mãe, Charlie.... Sua mãe fugiu da cadeia.

E como se tivesse levado um soco no estômago, deixei que o celular caisse no chão.

 

                                                     FIM...


Notas Finais


Não vou demorar a voltar, até porque já estou viciada em criar histórias... Me agurdem que já já eu estou voltando com outra!


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