História There's Still Sun - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias BtoB
Personagens Changsub, Eunkwang, Hyunsik, Ilhoon, Minhyuk, Peniel, Sungjae
Tags Iljae, Kwon Sohyun, Nam Jihyun, Pensik
Exibições 9
Palavras 1.901
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ah esqueci de falar q essa fic também foi baseada em who are you onde o sungjae esteve e pa odmsldmxlx dá p perceber, se vcs assistiram, o q eu quero dizer zkmsldmxlx

Capítulo 2 - (i would still adore you)


- Sungjae-ah, pare de se mexer tanto - a enfermeira sorriu, amarrando a borracha em volta do seu braço - Desse jeito vou errar sua veia e terei que tentar várias vezes.

O moreno engoliu em seco, fazendo uma careta determinada, e tentando manter o braço imóvel em cima do apoio.

- Desculpe, Jihyun noona - pediu, olhando para o outro lado quando a moça foi lidar com as agulhas - Tenho medo dessas coisinhas pontudas. E se quebrarem dentro de mim? Não vou parar de sangrar, e vou morrer de hemorragia. E nunca vou saber se as fadinhas do jardim venceram a batalha contra as borboletas - foi falando cada vez mais baixo, até passar a sussurrar - Borboletas estão planejando a dominação mundial, junto com os duendes, sabia noona? As fadas vão impedi-las. Junto com as formigas. Elas estão do lado do bem.

Jihyun riu, preparando o primeiro potinho.

- Espero que as fadinhas vençam então - Sungjae assentiu, com um 'eu também' baixinho - Mas a agulha não vai quebrar dentro de você, okay? Vai dar tudo certo e você vai poder ver a batalha no jardim se continuar parado.

Ele tentou, mas era difícil quando seu cérebro não o deixava parar de sacudir a perna. Jihyun tirou suas amostras e logo desfez o nó da borracha, a guardando numa gaveta e pondo um algodão para estancar o sangue enquanto procurava por um band-aid.

- Hmm.. Tem das Tartarugas Ninja e da Hello Kitty, qual você quer? - se virou pra ele com um em cada mão.

Sungjae prendeu a respiração em surpresa.

- Hello Kitty, noona! Deixa eu por! - esticou os braços pedindo pelo adesivo.

A enfermeira riu, entregando na sua mão, e ele tirou o algodão, colando onde já estava escapando mais sangue. Depois de tudo feito, se virou para prestar atenção na sua noona, reparando na quantidade de potinhos que ela tinha tirado.

- Wow - exclamou impressionado - Vocês vão me clonar?

Jihyun sorriu, negando com a cabeça.

- Não, Sungjae-ssi - pegou os potes entre os dedos - Só precisamos para vários exames.

O moreno fez um bico, se levantando da maca e a seguindo enquanto saia da sala.

- Chato - resmungou.

Ele a acompanhou até a sala de exames, onde já não podia mais entrar. Antes de se despedir dele, porém, Jihyun se lembrou de algo, e se virou para dizer.

- Sungjae, o menino de ontem... - isso chamou sua atenção, e o fez parar de brincar com a ponta do seu band-aid - Ele está bem, e acordou algumas vezes, mas está em observação ainda. Talvez amanhã esteja aberto pra visitação.

Sungjae assentiu animado, pensando em várias maneiras de ignorar o que a enfermeira estava dizendo e ir ver por si mesmo se o garoto estava realmente bem. Jihyun sorriu, parecendo perceber, e somente bagunçou seus cabelos antes de entrar na sala.

  O moreno não sabia explicar o que era - mas também, ele geralmente não sabia explicar muita coisa -, mas tinha algo naquele garoto loiro... Que o fazia lembrar de biscoitos saídos do forno e chocolate quente, num dia de inverno.








 

A porta do seu quarto se abriu devagar, e Ilhoon virou o rosto para ver quem era. Sentia-se bem melhor agora, apesar das dores constantes - mais lúcido. Sua cabeça ainda latejava, porém, e seu braço e perna engessada davam a entender de que nada de bom tinha acontecido.

Não se lembrava nada do dia anterior. Eram apenas flashes de luzes brancas, e uma casa de onde tinha saído correndo, irritado, até o seu carro. Teria recebido uma ligação ruim? Brigara com alguém? Aquela casa era sua? Se não, a quem pertencia? Era frustrante não saber.

Esperou o doutor entrar.

- Boa tarde, Jung-ssi. Dormiu bem? - perguntou, com um sorriso leve no rosto.

O loiro assentiu, mas não tinha dormido. Não sentira como se conseguisse.

- Bom, bom. Bem, vou me apresentar, já que aparentemente vamos conviver por algum tempo, e ai conversaremos sobre a sua condição - deixou uma prancheta no criado-mudo ao lado da cama, puxando o sofá extra da sala mais pra perto.

Ilhoon assentiu de novo.

O quarto onde se encontrava era como qualquer outro quarto de hospital. Tinha sua cama, e as máquinas presas em volta dela. À frente tinha uma cômoda, onde pode ver roupas dobradas, que supôs que fosse a que usava antes de parar ali. Pendurada na parede, uma TV, e seu controle estava ao lado da prancheta, no criado-mudo perto da cama. Junto, uma poltrona onde seu médico se encontrava sentado, e uma mini cama contra a parede para qualquer visita que fosse passar a noite. Ilhoon duvidava que fosse ser muito usada. Seus pais, a única família que tinha, tendo sofrido um acidente de carro no ano passado.

- Meu nome é Lee Minhyuk, vou tomar conta de você enquanto estiver aqui - o médico disse, cruzando as pernas, e o loiro finalmente pode ler o 'Doutor Lee' em letra cursiva na nametag do seu jaleco - Você se lembra de alguma coisa? Sua família, trabalho, escola, idade? Alguma coisa não parece certo aí dentro?

O garoto fechou os olhos, obviamente se esforçando para sair com qualquer coisa, mas novamente, não tinha nada. Apenas os malditos flashes aqui e ali.

Limpou a garganta.

- Tem... Luzes. Brancas. Toda vez que tento me lembrar de algo relacionado ao acidente - deu de ombros, abrindo os olhos - Fora isso, nada parece muito... Fora do normal.

O doutor sorriu, anotando as novidades na prancheta.

- Tudo bem não se lembrar de nada relacionado ao que aconteceu agora, Jung-ssi. O acidente está muito recente e você tem tempo - disse, olhando-o nos olhos - Seu estado não é nem tão crítico quanto poderia ser. Um braço quebrado, e um tornozelo fraturado - o médico gesticulava, tentando transformar o ambiente em algo mais confortável - Mas vai estar tudo bem dentro de alguns meses, e você vai poder ficar aqui até o fim da sua recuperação, e um pouco mais se não se sentir confortável em casa até lá.

Ilhoon assentiu, pela enésima vez.

- E se eu nunca me lembrar do... que quer que fosse? - sua voz falhou.

O doutor se levantou, fazendo carinho de leve nos cabelos loiros do outro, como se reconfortasse uma criança.

- Você vai, Ilhoon-ssi. Sua perda de memória é devido ao trauma, você não bateu a cabeça nem nada do tipo. Suas lembranças vão voltar com o tempo - então se afastou, pegando sua prancheta e indo em direção a porta - Ah, e ligamos para o seu irmão. Ele foi informado do seu acidente e está a caminho. Vai voltar a sua vida antes que possa piscar - com um sorriso, o médico pediu licença, se retirando da sala com um aviso para que descansasse bastante.

Ilhoon se perguntava do que ele estava falando, mas não foi rápido o suficiente. O doutor se foi, e o loiro ficou encarando a porta com uma careta.

- Mas eu não tenho irmão - disse para o nada, pendendo a cabeça para o lado e suspirando.

Talvez apenas não se lembrasse, tentou se confortar. Um rosto familiar - mesmo falho na sua memória - faria maravilhas pro seu consciente.

Fechou os olhos e relaxou contra seu travesseiro, engolindo a vontade de chorar.








Talvez aquilo não fosse uma boa ideia.

Não, definitivamente não era uma boa ideia.

Jihyun noona devia estar tão preocupada.

Mas, bem, era em partes culpa dela também. Fora ela quem não permitiu que ele fosse a cafeteria sem nem ao menos perguntar ao hyung, só porque era do outro lado da rua e não tinha ninguém para ir com ele. Sungjae não era uma criança. Ele sabia olhar para os dois lados antes de atravessar.

Bufou, sacudindo os pés. Retirava o que disse, era tudo culpa da noona.

- Yah! Yook Sungjae! Yook Sungjae! O que diabos pensa que está fazendo? - Jihyun gritava de cima, o encarando do telhado através da mureta. Era óbvia a preocupação no seu tom de voz.

Mas ele estava tendo um dia ruim, então apenas lhe deu a língua, continuando a descer o andaime com a corda. Se ninguém ia deixar que ele saísse do hospital, daria seu jeito. Nem que fosse usando uma madeira fajuta pra descer a parede do prédio pelo lado de fora, igual tinha visto um personagem de um drama fazer.

Ignorou a noona e continuou descendo. Apenas parou quando chegou em frente à janela do seu melhor amigo, Changsub hyung. O único que parecia sempre entender o que ele estava falando, e ver o que ele estava vendo.

Chutou a janela de leve para chamar a atenção do mais velho, que estava jogado no chão, assistindo a um programa de tevê. Changsub se ergueu na hora, olhando através do vidro, sua boca se abrindo num sorriso maravilhado ao ver o que o mais novo estava fazendo.

Sungjae sorriu de volta, e acenou, sendo correspondido, e no instante seguinte lá estava ele perdendo o aperto na corda que o impedia de cair, e fazendo exatamente isso.

O andaime desceu por mais uns andares antes que o moreno conseguisse agarrar a corda novamente. Jihyun, que apenas observava tudo de cima, aflita enquanto avisava a segurança do que estava acontecendo, gritou, esticando os braços na esperança de conseguir segurar o mais novo, como se ele já não estivesse longe demais.

- Sungjae! Sungjae! - soltou um suspiro aliviado ao ver que nada tinha acontecido - Por que está fazendo isso? Apenas desça daí! 

O moreno a encarou, o coração acelerado, mas sem querer dar o braço à torcer. Formou um bico nos lábios.

- Se você tivesse me deixado ir na cafeteria, eu não teria feito isso! - resmungou, voltando a ignora-la.

Jihyun bufou, puxando os próprios cabelos de leve.

- Você vai me dar rugas antes da hora, criatura!

Sungjae desceu mais um pouco, olhando pela janela por puro reflexo. Mas parou instantaneamente ao ver de quem era o quarto.

Deitado na cama, de olhos fechados, estava o menino da maca daquele dia. Os cabelos loiros espalhados para todo lado no travesseiro. Sungjae piscou, sem saber o que fazer, e desistindo momentaneamente de chegar ao chão, porque sua vista dali era tão-

O loiro abriu os olhos, parecendo sentir que era observado, se sentou na cama, sem saber para onde olhar, até avistar Sungjae na sua janela. No lado de fora dela.

Os dois se encararam alguns instantes, ambos sem saber o que fazer. Sungjae estando tão imerso em pensamentos e se esquecendo de que, na verdade, não se encontrava no chão.

Soltou a corda sem pensar, e o andaime despencou.

Ilhoon arregalou os olhos e levantou num salto, esquecendo por um momento da dor que sentia toda vez que encostava o pé esquerdo no chão. Às pressas, chegou na janela, apoiando o braço engessado no peitoril e se debruçando através dela para ver o chão.

O moreno estava levantando e resmungando de dor. Ilhoon agradeceu ao perceber, então, que estava no primeiro andar e a queda foi pequena. Podia ouvir uma voz feminina gritando, alguns andares acima.

O outro ignorou totalmente a voz, apenas limpando a roupa onde tinha estado em contato com a terra, e saiu correndo em direção à rua. Ilhoon entreabriu a boca, o vendo olhar os dois lados antes de atravessar, e entrar numa cafeteria do outro lado.

Ilhoon franziu o cenho, tentando se livrar da sensação em seu peito que o fazia querer sair correndo para encontrar o moreno, e voltou mancando pra cama. Resmungando da dor que estava sentindo, e do que o susto tinha feito ao seu coração.

Aquele garoto... Era maluco, só podia ser.


Notas Finais


eu fiz meu dever de casa, mas um médico provavelmente não fala desse jeito ddkmdldmdld ah e é mais baseado em as crônicas de spiderwick do q vcs pensam, provavelmente dkmdldmd


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