História They Don't Know About Us.- Jortini - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Jorge Blanco, Lodovica Comello, Martina Stoessel, Mercedes Lambre, Peter Lanzani, Ruggero Pasquarelli, Violetta
Personagens León Vargas, Violetta Castillo
Tags Jorge Blanco, Jortini, Leon, Leonetta, Martina Stoessel, Violetta
Exibições 220
Palavras 1.899
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ultimo capitulo de hoje, porque to caindo de sono
Particularmente adorei esse capitulo, espero que gostem.
Boa leitura

Capítulo 30 - Nosso infinito.


Fanfic / Fanfiction They Don't Know About Us.- Jortini - Capítulo 30 - Nosso infinito.

Tini on

Estava tão feliz, por ter voltado minha amizade com Mechi, só Deus sabe o quanto senti falta daquela loura, estávamos conversando  mil assuntos, afinal era muito tempo sem se falar, muitas conversas para colocar em dia, até que a porta de meu aurto foi aberta revelando um italiano irritado...

- Eu não acredito que vocês saíram daquela sala me deixando sozinho com aquelas dois – Bufava enquanto sentava em minha cama. – Grande amiagas eu tenho.

- Eu não suporto fica no mesmo ambiente que Stephie – respondi o italiano o encarando.

- Eu também não, eu não sei como Jorge consegue acreditar nela martina, como? – perguntou negando com a cabeça.

- me pergunto a mesma coisa Rugg – Respondi revesando meu olhar entre ele e Mercedes.

- A gente, ela faz o papel de boa moça, muito bem, se você não tivesse me contado tudo eu nunca desconfiaria dela – Soltou, olhando para mim e Rugg.

- Eu também achava que ele era boa moça, mais depois do que Tini me contou, comecei a reparar em seus gestos, da pra ver falsidade estampada em seu rosto. – Rugg falou revirando os olhos e colocando a mão na testa.

- Jorge é bom demais para desconfiar de alguém – conclui simples.

- Ele desconfiava de Peter – Rugg rebateu, me olhando.

- Outro que também faz muito bem a cara de bom moço – Mechi rebateu.

- Porem é um desgraçado – Ruggero travou o maxilar.

Estava tentando me focar na conversa de meus amigos, mais comecei a sentir  uma dor muito forte em minha cabeça, não escutava mais nada, como se eles estivessem longe, tudo em minha volta ficou embasado, minha visão escureceu, minhas pernas amoleceram  antes de cair na escuridão ouvi vozes me chamando, mais meu corpo obedeceu meus sentidos e eu desamaiei...

Rugg on

Estavamos distraídos discutindo, quando vimos Martina ficar pálida, seu olhar estava longe, então o que eu temia aconteceu, ela desmaiou, por sorte a segurei nos braços, pois ela iria cair do lado errado na cama. Sai por aquele hospital gritando um médico desesperadamente, encontrei o meu amigo, no quarto de Yoyi, então entrei em desparada e soltei tudo.

- Doutor estávamos conversando com Tini, estava tudo bem, ela estava bem, mais do nada ela desmaiou, doutor por favor você precisa vir comigo – Nem sei da onde tirei folego para falar tudo tão rápido. O doutor me olhava atento e Jorge estava paralisado. Puxei o médico em direção a porta daquele quarto, então ouvi a  voz de meu amigo...

- Eu vou com vocês – Gritou, fazendo menção de se levantar.

-Não senhor – o médico o reprendeu – você vai ficar ai, quando tivermos qualquer noticias, você será o primeiro a saber.
Jorge bufou,se ajeitando na cama e assentindo com a cabeça.

– Rugg, por favor, cuida dela –suplicou, me encarando.

- Pode deixar irmão – Abri um sorriso sincero, saindo daquele quarto. Corremos para o quarto de Tini e o doutor pediu que saíssemos para examina-la, concordamos e saímos do quarto, voltando para o quarto de Jorge.

- Ela esta bem ? – Ouvi meu amigo mexicano, perguntar assim que entramos no quarto. Olhei para Mechi que deu de ombros, então me aproximei de Jorge.

- Não sabemos – Neguei com a cabeça – o médico esta examinando ela agora, ele pediu que saíssemos.

- Só espero que minha Tini fique bem – pensou em voz alta. Mechi se aproximou também.

- Também espero amigo – toquei em seu ombro, dando um sorrisinho.

- Ela vai ficar – Mercedes se pronunciou confiante – Tini é uma garota muito forte, já passou por tantas coisas que isso é fichinha para ela – Abriu um sorriso reconfortante, sorrimos de volta e trocamos o assunto, para que parássemos de pensar o pior...

Tini on

Abri os olhos lentamente, encarando um quarto branco, reconheci, era o quarto que estava naquele hospital, olhei e vi que haviam tubos ligados ao meu corpo e o doutor me olhava atento.

- Eu sabia que você não estava totalmente bem senhorita Stoessel – Ouvi o doutor falar, enquanto me examinava. Por incrível que pareça eu estava bem, deveria ser por conta de todo soro que stava entrando em meu corpo.

- O que aconteceu doutor?

- Me diga você senhorita – respondeu me olhando.

- Mais o médico é você e não eu, sou atriz doutor – debochei.

- Muito engraçado senhorita Stoessel – Me olhou serio, com sarcasmo – Quando você foi ver Jorge, você não estava totalmente bem certo?

- Apenas assenti com a cabeça – Fazendo bico.

- Eu sabia, sua batida foi forte, não seria normal, se você estivese totalmente bem.

- Então porque o senhor me deu permissão para sair? – Perguntei, começando a me irritar.

- Porque eu tinha esperanças, que você tiraria Jorge do coma – Me olhou, abrindo um sorriso gentil. Desfiz meu bico e abri um sorriso gentil o imitando, afinal o que ele tinha falado, fez meu coraçao se encher de alegria, ele acreditava que eu a cura para Jorge.

- Porque o senhor achava isso doutor? – Perguntei inocentemente.

- Porque senhorita Stoessel, o amor verdadeiro é capaz de tudo. – Abriu mais ainda seu sorriso. Abri mais ainda meu sorriso, se é que isso era possível e senti minha alegria transbordar pelos olhos em formas de lagrimas, as palavras dele haviam me tocado muito, eu nunca admiti que amava Jorge  e mesmo assim o doutor tinha certeza disso.

- Como eu senhor sabe? – Perguntei me referindo sobre amar Jorge.

- Ta escrito em seu olhar, cada vez que você o olha Tini – Respondeu sincero – agora chega de enrolação mocinha, me fala tudo que você sentiu quando a acordou a primeira vez.

- Dores muito fortes em todo meu corpo, minha cabeça parecia que ia explodir, eu tive alguns falshbacks mais por algum motivo, não consigo me lembrar o motivo do acidente, as coisas não estão muito claras em minha mente.

- Tudo isso é normal – Respondeu olhando em sua fixa – Só não foi normal à senhorita desmaiar – Completou pensativo.

- Viu doutor, falei que eu estava bem – Respondi, me fingindo de brava.

-Você se alimentou direito hoje senhorita? Quando ele me perguntou isso, senti meu estomago vazio, fiquei tão ocupada com tudo que aconteceu, que nem me lembrei de me alimentar, Então apenas neguei com a cabeça e dei um sorrisinho sem graça.

- Bonito dona Martina – Reprendeu, me olhando. – Então foi por isso que a senhorita desmaiou.

- Então posso ir ver meus amigos – perguntei, tentando soar convincente.

- Seus amigos e o Yoyi ? – perguntou debochado.

- Posso ou não – Revirei os olhos, ignorando sua gracinha.

- Se você prometer se alimentar direito, eu dou essa permissão.

- Eu prometo chefe – Respondi brincalhona, batendo continência.

- Então pode ir senhorita, vou pedir para que levem comida ao quarto de Yoyi. O doutor tirou as sondas que estavam em mim com cuidado e me ajudou a levantar da cama, me guiando até o quarto de Jorge. Não precisava de tudo isso eu podia andar sozinha.

- Tinita – Ouvi a voz de meu amor, assim que abri a porta.

- O que aconteceu com ela? – Rugg perguntou, me ajudando a caminhar até a cama de Jorge, fazendo me soltar do médico. Enquanto eu revirava os olhos, com o exagero do italiano.

- A senhorita não comeu nada, desde a hora que acordou, foi uma queda de pressão, por favor, façam a amiga de vocês comer. Ouvi o doutor falar com eles e revirei os olhos, odiava que se preocupassem comigo.

-Pode deixar doutor – Yoyi – Respondeu me encarando com um olhar repreensivo.

- Martina você ta querendo o que? Sumir? – Agora foi a vez de a loura me dar bronca

O médico deu um risinho e avisou que trariam a comida, saindo do quarto. Olhei todos meus amigos fazendo bico.

- Acabaram os sermões? Ou mais alguém vai entrar por aquela porta para me dar bronca hoje? – Perguntei debochada.

- Para de ser debochada garota, isso é preocupação – O italiano respondeu bravo.

- Desculpa não ta mais aqui quem falou – Levantei as mãos no ar, me rendendo.

- Agora vem cá Tini, vem me dar aquele abraço gostoso – Jorge me olhou com seu sorriso cafajeste. Encarei meus dois amigos, na intenção de que eles se tocassem.

- Humm nossa Rugg, de repente me deu uma sede – Agradeci, por a minha amiga não ser lerda, diferente do italiano, que não tinha entendido nada.

- Você bebeu agua agora pou...

- Vamos Rugg, comer...é... comer alguma coisa, afinal você não quer acabar igual nossa amiga Tini né? – Mercedes deu um olhar cumplice para o topetudo, que pareceu se ligar e assentiu acompanhando a loura ate a porta.

Jorge me olhava segurando o riso e eu corri para seus braços o beijando com urgência, como se minha vida dependesse daquele beijo.

- Senti tanta falta de seus lábios – Jorge sussurrou contra meus lábios ofegantes, sem separar seu rosto do meu. – Senti tanta sua falta.

- Então me beija – pedi sorrindo – Me beija porque eu não aguento mais um segundo sem te beijar. Jorge atendeu meu pedido me puxando para cima dele e me beijando, nossas bocas travavam uma batalha, naquele momento seu beijo era meu oxigênio, o beijo foi se intensificando e Jorge começou a passar suas mãos por todo meu corpo, aquilo estava muito bom, comecei a puxar os cabelos de Jorge...

- Érr licença – A enfermeira falou constrangida abrindo  aporta e percebendo, o clima que interrompeu – desculpa a atrapalhar, mais o medico pediu que trouxesse sua comida senhorita Stoessel. Sai rapidamente de cima de Jorge e dei um sorriso sem graça...

- Okay pode deixar aqui – me aproximei da mulher – Desculpa e obrigada. – corei. A enfermeira sorriu e saiu da sala apressadamente, não a culpo, se fosse eu estaria pior. Olhei para Jorge e ele estava rindo descaradamente.

- Seu ridículo – isso é tudo culpa sua – me fiz de brava, fazendo bico.

- Se você continuar com esse bico, eu vou ser obrigado a levantar dessa cama e desmanchar ele Martina – Falou sério, fazendo menção de que iria levantar. Lembrei-me da ultima vez que ele disse isso e bem acabamos nos beijando no sofá de minha casa e depois juntos em minha cama,

Então desfiz o bico bem rápido. Não que eu não quisesse Jorge, eu o queria muito, cada parte do meu corpo desejava aquele homem, mais guardaria tudo para quando saíssemos daquele hospital.

Voltei para cama e sentei ao lado de Jorge, que me puxou para seus braços, enquanto beijava todo meu rosto.

- Eu acho que gosto de você – Sussurei, dando lhe um selinho.

- Eu acho que gosto de você – Imitou, me beijando e me deitando em seu peito.

Olhei no fundo de seus olhos e lembrei-me da primeira vez que percebi que amava Jorge, então decidi usar as mesma palavras, que poderiam não ser as mais bonitas, mais para nós significavam mais que “ eu te amo”, dentro do nosso infinito aquelas palavras significavam exatamente o amor, todo o amor que sentíamos...


Notas Finais


Esse capitulo foi para fechar a maratona de hoje com chave de ouro
Queria um médico assim kkkk muito bonzinho
Amanha continuo a maratona, então por favor comentem!
Beijos doces


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