História They pay me to chase you - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Casual, Fotografia, Jimin, Lesbicas, Paparazzi, Romance
Visualizações 9
Palavras 1.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eoeo! td bom? dcp a demora, mas eu n tava achando inspiraçao, fiquei a tarde inteiraaaa escrevendo. bjao pces boa leitura
nao esta revisado entapo desculpem os erros

Capítulo 7 - Babaca


Fanfic / Fanfiction They pay me to chase you - Capítulo 7 - Babaca

Depois de algum tempo trabalhando com as mesmas pessoas, no mesmo lugar, fazendo as mesmas coisas, tudo passa a ficar mais... fácil. Isso se você não tiver que lidar com problemas, o que é inevitável. Mas eu acho que já me acostumei. Tendo que ler e ver documentários o tempo todo, viver no youtube e wikipedia, é uma rotina. Você acaba adquirindo técnicas e meios mais simplistas de desvendar certas coisas.

Mas e o dia no trabalho? O mesmo de sempre. Os comentários constrangedores de yan mi, dizendo o que poderia estar fazendo se estivesse em casa, o entregador gato que traz nosso almoço e sempre pisca para mim. Eu tenho apenas 21 anos e já me sinto mais cansada que um camelo no deserto.

Envio o arquivo que meu chefe pediu para o computador da empresa e recosto-me na cadeira, passando a mao pelo pescoço, fechando os olhos por alguns segundos e respirando fundo. Eu preciso de um tempo. Desde que eu recebi minha carteira de trabalho, sou empregada do Senhor Sun, e essa empresa esta me preocupando mais que o normal. Eu posso até não uma vici, posso não estar em um cargo tao importante, mas o meu chefe me enche de tarefas mais serias, e vive dizendo que eu sou a mais competente para assumir seu cargo quando se aposentar. Apesar de só estar aqui por causa de uma assinatura em um contrato, não pretendo parar de trabalhar aqui. Infelizmente ele ainda não pode tornar o meu status na empresa superior, diz que daqui a alguns meses, provavelmente. Mas isso não significa nada mais do que: mais trabalho. Além de mais salario, claro.

Pego minha mochila preta e me despeço de alguns funcionários que estavam desligando as maquinas e combinando o próximo encontro no bar. Vou até o guarda-volume numero 13 e abro, tirando de la meu skate. Saio da secretaria pelas ruas apedradas de seoul e continuo meu caminho, deslizando rapidamente até o edifício onde moro.

Ao abrir a porta de meu apartamento, suspiro de alivio. Hoje foi o dia mais cansativo da minha vida. Eu teria de lidar com jimin, o resto do ano. Talvez isso seja até bom, certo? Já que eu conhece ele de perto, seria mais fácil de extrair informações, não?

Dou um pulo com o toque alto do celular. Era um anônimo. Anônimo? Que coisa, a operadora nunca liga. Atendo:

-alo?

-eu falei que ia achar você

-...jimin? eu não acredito...

-eu disse que ia conseguir falar com você –risos- eu preciso falar com você...

-jimin, não.

-por favor, eu te imploro.

-o que você quer?

-te conhecer –engole seco.

-me...conhecer? conta outra

-não tenho outra, é isso. Por favor, em qualquer lugar, vai ser rápido

-agora?

-sim.

-onde?

-conhece o... sun light?

-conheço. Fica perto de casa.

-otimo, vai agora –ele parece se movimentar- eu já to indo

-ta...

-beijo –ele desliga

Beijo? Ele me mandou beijo? Quem ele pensa que é?

Pego minha mochila, com raiva, e bato a porta do apartamento, passando reto pelo elevador e descendo as escadas. Chegando no portao, apenas saio e vou na direção da lanchonete e entro, vendo que jimin já estava la, com um olhar preocupado. Assim que me ve, me puxa para fora de la  e fico sem entender. Me puxa para um beco e escuro sem saída. A lua estava minguante e se ouviam risadas abafadas vindas do bar ao outro lado da rua.

-o que foi agora, park?

-não me chama assim... –ele molha a boca com a língua

-quer me conhecer encurralada num beco?

-não quero te conhecer. Caiu mesmo nessa?

 

-sabia que era mentira.

-e veio mesmo assim?

-voce pode falar de uma vez o que voce quer?

-e-eu quero te ajudar

-por que?

-porque acho que ninguém deve ser obrigada a trabalhar em um lugar que não quer.

-eu quero trabalhar la, só não quero ter que lidar com você

-entao pare de lidar comigo

-voce me chamou para vir aqui. Seria tudo mais fácil se você me dissesse algumas coisas e pronto –reviro os olhos

-voce quer dinheiro? –ele me olha- eu posso te dar dinheiro.

-não quero seu dinheiro

-o que você quer então? –ele me encurrala na parede e sorri de lado. Filho da puta.

-pode me... –tento o empurrar, mas de novo, ele é mais forte que eu.

-não, não posso. –ele me força a olhar em seus olhos- agora aceita esse dinheiro de uma vez e some.

-já era para eu ter sumido se você não tivesse me chamado aqui.

-por que você só não aceita de uma vez?

-não sou esse tipo de garota –engulo seco- eu não quero nada que venha de voc...

Paro a frase quando sinto seus lábios quentes e rechonchudos encostarem nos meus, sua respiração lenta se misturando com a minha acelerada. Antes de eu poder raciocinar alguma coisa, sua língua já esta adentrando minha boca, sem nem pedir. Ele agarra minha cintura e a aperta, me fazendo arfar entre o beijo. O que esse menino esta fazendo? Quem ele pensa que é? O choque que eu senti quando seu rosto se aproximou rapidamente do meu, de forma tao... inesperada me fez arrepiar. Não resisto ao impulso e puxo sua nuca mais para perto, sentindo cada centímetro de sua boca, em movimentos leves da minha língua. Beija-lo parecia uma sensação tao errada segundos atrás, mas agora... tudo isso me parece tao inocente.

A maldita falta de ar se faz presente e acabamos separando nossos rostos. Como se não fosse suficiente, ele ainda volta e me da um selinho, que me faz revirar os olhos.

-o que foi? Não gostou?

-voce é tao estupido...

-aposto que não me achou estupido quando você puxou minha nuca.

Dou dois passos na direção da rua, sentindo seu olhar pesar sobre mim, quando ele me puxa e me beija mais uma vez, dessa vez de uma forma mais selvagem, mas logo me solta e sai, como se nada tivesse acontecido. Babaca.

 


Notas Finais


:)


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