História Things can change suddenly - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jungkook!top, Kookv, Long-fic, Mpreg, Taehyung!bottom, Taekook, Vkook
Visualizações 159
Palavras 1.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


adivinha quem terminou uma long fic 5 dias atrás e já escreveu 6 caps da fic nova? eu mesma


eu to super empolgada com essa fic aaaaa

espero que gostem, bjins

Capítulo 1 - Chapter one - Quem é você?




[Welcome to TCCS – Chapter one]



POV’s Taehyung on


Abri meus olhos lentamente, vendo o mesmo teto descascado que meu apartamento sempre teve. Tentei colocar minhas ideias no lugar e tentar lembrar de tudo que aconteceu na noite anterior. Me supreendi ao sentir o vento gelado bater em todo meu corpo, estava nú. Senti um arrepio incômodo e puxei a coberta me virando de lado na cama de casal que comprei com muito custo.

Gritei de susto ao ver um homem dormindo ao meu lado, o fazendo acordar pelo barulho. Me afastei bruscamente, cobrindo meu corpo com o lençol fino da cama, grunhi de dor baixinho ao sentir uma pontada no quadril… não pode ser!

- Quem é você!? – Praticamente gritei assustado assim que a pessoa, muito linda diga-se de passagem, se sentou na cama e me olhou confuso.

- Como assim Tae? Você não lembra? – Pediu naturalmente, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

- Lembro do que? Como você sabe meu nome? Não me diga que a gente… - Engoli seco.

- Sim, a gente transou – Disse simples.

- O que!? Saia da minha casa! – Me levantei de supetão ainda me cobrindo com o lençol, acabei vendo que ele também estava sem roupas. Olhei para o lado vendo peças que julgava ser dele e as peguei, jogando-as contra o mesmo.

- Como assim? Sério que você não lembra de nada? – Pediu em um tom levemente preocupado.

- Não, eu não lembro, saia da minha casa! – Gritei, o puxando pelo braço musculoso em direção a saída de meu apartamento.

- Ontem a noite não parecia que esqueceria tão fácil – Sorriu debochado enquanto o levava para fora e eu me segurei para não matá-lo a socos.

- Cala boca seu… seu… - Parei por um momento e lembrei que não lembrava seu nome – Espera, como se chama?

- Você gemeu meu nome a noite toda e não se lembra? – Aquele maldito sorriso de deboche não saia da cara de coelho daquele infeliz. Lhe dei um tapa deveras forte no braço lhe fazendo grunhir – Ai! Estressadinho. É Jungkook, Jeon Jungkook.

- Okay, agora sai da minha casa! – Gritei de novo e abri a porta, lhe empurrando pra fora. Quando ele virou de costas, vi elas cheias de arranhões, engoli seco.

- Ei! Espera, eu não me vesti! – Tentou entrar novamente mas eu fechei a porta na sua cara, trancando-a.

- Foda-se! – Gritei de volta – Nunca mais me procure – Respondi e corri de volta para o quarto, ignorando as batidas e gritos atrás da porta.

Me joguei na cama, desesperado, tentando lembrar de tudo que havia acontecido.

Flashback on – Noite anterior

Cheguei em casa frustrado, segurando o choro.

Não acredito que fui despedido novamente! Como vou me manter agora?

Me sentei no sofá, desabando em lágrimas.

Vou resumir minha vida para você entender meu desespero:

Moro sozinho num apartamento em um bairro pobre de Seoul. Trabalhava de estagiário numa empresa de produção porém acabei de ser despedido por não conseguir pagar o transporte – pois meu local de trabalho ficava do outro lado da cidade – e chegar atrasado muitas vezes. Esse trabalho era minha única fonte de renda. Meus pais são empresários ricos, aí você se pergunta: “como um filho de empresários está nessa situação?”. Simples, eu sai de baixo das asas dos meus pais o mais cedo que pude. Nunca quis depender deles para nada, muito menos de seu dinheiro, então eu prefiro ficar nessa situação. Me chame de orgulhoso, eu sou mesmo. A vida tem seus autos e baixo, não? Prefiro dar a volta sozinho sem pedir nada para eles, que com certeza me ajudariam.

Agora, mal dinheiro para comer eu tenho.

Resolvi jogar tudo para os ares. Vou gastar o resto de meu dinheiro na balada. Eu não aguento mais essa vida monótona e chata, preciso me divertir – mesmo que isso custasse o dinheiro da minha comida.

Levantei do sofá, limpando meu rosto com as mãos. Tomei um banho demorado, vesti as melhores roupas que tinha – que não passava de uma calça de couro e uma jaqueta do mesmo tecido – e passei muito perfume – que mesmo não sendo tão caro tinha um cheiro agradável.

Peguei o pouco dinheiro que tinha guardado o colocando em minha carteira. Peguei meu celular, não tão tecnológico assim, e sai de meu apartamento.

[…]

O som alto da música envolvente entrava pelos meus ouvidos, me impossibilitando de escutar algo além dela. A bebida já começava a fazer efeito mesmo não tendo tomado tantas doses assim.

Até o momento, não havia passado de apenas beijos com alguém – ninguém me interessou o suficiente para passar disso.

Fui para a pista de dança. Me coloquei no meio da multidão de pessoas, deixando meu corpo se envolver pelo ritmo da música, até sentir um corpo se aproximar de mim.

Olhei para o homem, ficando levemente hipnotizado com sua beleza – não deixei de encarar seus lábios vermelhos e muito convidativos.

- Sozinho? – Disse alto o suficiente para mim ouvir e sorrir ladino com a voz sedutora.

- Está vendo mais alguém? – Disse risonho e no mesmo tom.

- Bem direto, gostei – Sorriu debochado, um sorriso tão infantil que, se não fosse pelo corpo bem musculoso, julgaria ser um adolescente.

Foi em questão de segundos que senti os tais lábios chamativos colados nos meus, me fazendo soltar um suspiro baixinho de satisfação. Meu corpo reagiu na hora exata em que o vi, nem tentaria afastá-lo.

O ósculo se aprofundou, e se não fosse pelo barulho alto da música – que por um tempo mal escutei – estaria audível os estralos das línguas de soltando.

Gemi contido ao sentir as mãos alheias descendo pela minha cintura, onde não ficou por muito tempo, e deslizou até chegar as minhas nádegas.

- Podemos ir para um lugar reservado? – Arfou contra meu ouvido fazendo meu corpo inteiro arrepiar. Por um momento esquecemos que estávamos em público.

- Meu apartamento fica à poucas quadras – Sem demora nos encontrávamos em seu carro.

Flashback off

Cobri meu rosto relembrando tudo. Não lembrava mais nada além disso, mas já tinha certeza do que aconteceu depois.

Me perguntava porque eu deixei ele vim para meu apartamento, ou pior, porque convidei, me lembrem de nunca mais beber na vida.

Tentei, inutilmente, esquecer isso por um momento e me levantei rumo ao único banheiro da minha casa, mas antes de sair do quarto ouvi meu celular apitar.

O peguei, vendo uma notificação nova na tela.

Número Desconhecido: Não sei se lembra, mas você me passou seu número ;).

Aonde eu fui me meter.

Abri o chat, vendo que realmente era Jeon pela foto do perfil.

Ignorei a mensagem e fui para o banho. Tinha preocupações novas no momento, como procurar um emprego.

Agradeci aos céus por ser sábado. Pensei em sair distribuindo currículo ou até um papel escrito “me contrata por favor” pela cidade, mas eu tentei isso da outra vez, não deu certo, então desisti da ideia.

Fui para a cozinha, comi qualquer coisa que achei e resolvi assistir tevê antes que cortem minha energia – o síndico não aguenta mais me ouvir dizendo “semana que vem eu pago” quando vem cobrar aluguel ou a luz.

Sem emprego e com uma dor infernal no quadril, era minha situação no momento.

Ouvi meu celular apitar novamente, revirei os olhos ao ver outra mensagem de Jungkook.

Número desconhecido: Poxa, me deixou no vácuo.

Eu: Vou te bloquear, me deixa em paz.

Número desconhecido: Quero te ajudar.

Número desconhecido: Ontem me disse que estava desempregado e não tinha mais dinheiro.

Número desconhecido: Na empresa que eu trabalho estamos precisando de um secretário.

Número desconhecido: *endereço*

Número desconhecido: Te vejo segunda as 6.

Eu: Até parece que eu vou ir trabalhar aí, se liga Jeon

Bloquear contato (x) sim ( ) não





Notas Finais


Taehyung é uma bixa difícil

comentem! ♡


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