História Thinking Out Loud - Capítulo 15


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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Jonathan Christopher Morgenstern, Jordan Kyle, Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Sebastian Verlac, Valentim Morgenstern
Tags Os Instrumentos Mortais
Exibições 83
Palavras 660
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi pessoal, estou no trabalho então não posso prometer um capítulo tão longo quanto os outros, mas de noite com o note consigo postar mais. Desculpem eventuais erros, estou digitando do celular.

Capítulo 15 - Passodo que assombra


Jace (P.O.V)

Eu simplesmente não acreditava em tudo que ouvi da ruiva, fiquei processando a história toda por mais de horas, e sou tirado desse meu devaneio por ela.

- Jace, tá me ouvindo?- Ela questionou com um lampejo de raiva no olhar.

- Claro que sim princesa, apenas processando o fato da minha namorada linda, ser um prodígio. - Digo encerrando o assunto com um beijo nela. E quando nos afastamos,  vejo  seus olhos brilhando, mas não de raiva ou curiosidade como antes, mas sim de luxúria. E foi aí que do nada ela simplesmente me atacou, sentou no meu colo de frente e comecou a me beijar com uma voracidade que eu nunca tinha visto nela. Os nossos beijos começaram a ficar mais quentes, e eu me levantei com ela em meu colo, prenssando-a na parede e apertando suas coxas, quando recebi um gemido baixo e rouco em resposta. Descinoa beijos pelo seu pescoço e ela pensei a cabeça para o lado. Foi quando a porta foi aberta (ou melhor escancarada) pela Aline. Que por** essa garota tinha que vir aqui. A ruiva se encolheu no meu colo e escondeu o rosto na curvatura do meu pescoço. Mas foi só até o tempo de solta-la no chão e ela se ajeitar.

- Hora, hora..... Se não é a órfã que paga de boa moça tendo uma sessão pré sexo com você gatinho. - Falou Aline com um senso de humor que me enoja.

-E como você mesma poderá concluir, nos atrapalhou, então dá o fora Aline. - Falei o mais seco e indiferente que pude. E nessa hora foi instintivo, me pus em frente à Clary para esconde-la (ou seria proteção) da Aline.

-Calma gatinho, tenho certeza que essa aí é virgem, e você tem suas necessidasea amor, então se quiser um remember dos nossos bons tempos, já sabe onde me encontrar lindinho. - E eu simplesmente não acredito que ela falou isso com a maior cara de pau do universo. E foi nesse momento que Clary se pronunciou.

- Sabe Aline, pessoas como você me enojam e dão pena, a que ponto teve que se rebaixar para dizer isso? Sabe eu nunca corri atras do Jace, nem de homem nenhum, se ele está comigo e porque ele quer, se ele estava me beijando daquela forma em nossa "sessão pré sexo na parede" e porque ele quer, porque ele sentiu tesão suficiente por mim pra fazer isso sem eu precisar me oferecer. Eu o amo verdadeiramente, e se ele realmente quiser fod** com você, ele estará livre pois o amor não prende, mas nesse caso eu te agradecer eu pois se ele fizer isso é sinal que não me merece. Eu sinceramente não quero ficar no meio dessa picuinha infantik de vocês dois.- C.H.O.C.A.D.O. É assim que eu estou mas nem consigo pensar, ou sequer a tança da Aline, porque a ruiva já emenda.

- Então Jace, eu te amo e estarei esperando uma resposta sua lá no dormitório do Simon. Agora se vocês dois me dão licença. - e dito isso ela simplesmente saiu, graciosa como sempre.

-Vamos lá então gatinho? - Insistiu Aline.

- Aline você não entendeu que eu não te quero, não mais. Eu quero a Clarissa, eu amo ela, e somente ela. O que eu faço ou deixo de fazer com minha namorada não é da sua conta.

-Mas ela é virgem amor, não pode.....

- Ainda, mas não será por muito tempo, a hora que ela decidir nos o faremos e isso não é da sua conta.

- Já ouviu tudo que precisava piranha? Agora da o fora. - E quem veio me ajudar? A Izzy, claro.

Aline sai bufando e batendo o pé e Izzy me olha de um jeito fofo e diz compreensivamente.

- Vai atrás da Clary, depois eu converso com ela também.

E sem pensar duas vezes eu vou correndo atras da ruiva. Ela era minha vida agora.

 



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