História Third - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Jeon Wonwoo, Kim Mingyu
Tags Minkwan, Minwonkwan, Wongyukwan, Wonkwan
Visualizações 127
Palavras 4.106
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi gente~
essa fanfic eu escrevi pq no dia das mães a lizzie e a bea basicamente minhas mãeszinhas postiças me acusaram de não desejae um feliz dia pra elas e só me perdoariam se eu escrevesse uma fanfic minkwan ou wonkwan
entao ta ai pra vcs o pacote completo
chu~

Capítulo 1 - Unique; our third


Fanfic / Fanfiction Third - Capítulo 1 - Unique; our third

Boo Seungkwan percebeu que estava sozinho em casa logo que pisou no hall.

Primeiro porque o lugar estava totalmente silencioso, logo ele podia deduzir rapidamente que nenhum dos seus hyungs estavam ali, já que faziam tanto barulho a todo tempo que quando o Boo ia dormir, seus ouvidos mal conseguiam se acostumar com o silêncio - quer dizer, quando ele não ouvia certos barulhos durante a noite.

Segundo porque a casa estava completamente bagunçada, e isso denunciava que Wonwoo não passara por ali, porque isso nem em mil anos poderia acontecer enquanto seu hyung mais velho estivesse ali, o mesmo um obcecado por limpeza.

Terceiro que, Seungkwan não esquecera por nem um minuto daquele terrível dia, era o aniversário de namoro dos dois.

O Boo passou as duas mãos em seus cabelos loiros enquanto adentrava a casa vazia depois de um longo dia no hospital em que trabalhava.

Rapidamente se dirigiu ao seu quarto e tomou um banho demorado, tentando descarregar tudo que estava sentindo, esperando que a água quente tomasse suas dores corporais e emocionais para si - porém infelizmente não deu certo.

Olhou para a sua cama e soltou o centésimo suspiro daquele dia, vendo milhões de coisas espalhadas por aquela belezura e quase derramando lágrimas de ódio sobre elas, batendo os pés como uma criança que não conseguiu o que queria. Porque a vida era tão má consigo?! Ok, talvez ele estivesse sendo um completo dramaqueen, porém estava cansado demais pra pensar sobre isso.

Suspirou e desenterrou seu travesseiro de baixo das coisas e se dirigiu ao quarto ao lado da cozinha, que por sinal pertencia aos seus dois hyungs que moravam com ele, Kim Mingyu e Jeon Wonwoo.

Seungkwan nem teve medo ao entar e logo se deitar sobre a cama de casal como uma pedra, agradecendo a deus, Buda, Ganesha, Alá ou qualquer um que estivesse ouvindo pela cama não estar bagunçada, apenas com a colcha desarrumada e com uma das cuecas com desenhos de cachorrinhos de Mingyu.

Sorte teria sido se Seungkwan, mesmo muito cansado, tivesse conseguido sequer fechar os olhos.

Aquilo era ridículo, toda aquela atmosfera. Ele se sentia cada vez mais inibido por tudo naquele ambiente, desde as fotos do casal coladas no mural até as roupas penduradas no armário aberto, o cheiro que o banheiro emanava com os aromas dos perfumes dos dois se misturando e ficando ridiculamente gostoso, até o cheiro deles estava sobre a cama e isso com certeza era uma falta de respeito total com a sanidade dele.

Maldito seja o dia em que Boo Seungkwan percebeu que estava apaixonado por duas pessoas. Duas pessoas.

Ele afundou mais a cabeça no seu travesseiro, sofucando um grito e se amaldiçoados eternamente por seu um arazarado tão grande a esse ponto. Chegava a ser ridículo o quanto Seungkwan vivia de auto-tortura.

Ele se lembravava ridiculamente bem - sim, a palavra ridículo vai ser usada de uma forma ridiculamente frequente - como havia se tocado que isso havia acontecido.

Primeiro, ele conhecera Wonwoo. Jeon Wonwoo, um universitário bonito e inteligente, com ar sério e que fazia brincadeiras sem graça além de usar grandes moletons e óculos redondos. Ele tinha os olhos mais profundos que o loirinho já tinha visto em toda a sua vida, e seu sorriso, apesar de não muito frequente, era tão precioso que ele percebera logo que estava completamente perdido naquele ser complexamente lindo e misterioso.

Logo depois, viera Mingyu. Kim Mingyu, um calouro enorme e inteligente, porém bastante disperso e aleatório, que chegara e provavelmente já era amigo de todo mundo, inclusive de Seungkwan e Wonwoo. O garoto tinha um ar tão divertidamente calmo e acolhedor como fazer carinho em um filhote de cachorro que fazia todo o ser do Boo se sentir quente ao conversar com ele, além de que sempre fora o melhor conselheiro, não intelectual como Wonwoo, mas com a simplicidade de uma criança que fazia ele se sentir tão bem que poderia derreter. Além disso, Seungkwan amava tudo sobre ele, seus olhos, não profundos como os do Jeon, mas sim reconfortantes e constantemente felizes, poderiam fazer qualquer um se sentir bem, além dos dentinhos fofos de vampiro e o jeito como ele odiava pentear os cabelos e eles viviam levemente avulsos, deixando-o ridiculamente mais charmoso.

Ugh, Seungkwan odiava o que aqueles dois ridículos faziam com seu pobre coração.

Bom, a situação complicou-se talvez um pouco mais quando Mingyu e Wonwoo finalmente declararam que estavam namorando. Todos cochichavam e faziam suas apostas, mas nenhum dos dois haviam se pronunciado sobre, e quando o fizeram, obviamente Seungkwan fez o que qualquer um faria - comprou muito sorvete de creme e chorou a noite toda vendo filmes falsos, horríveis e antigos de romance.

E tudo desabou de vez quando o Boo perdera seu emprego e deixara de pagar o aluguel, sendo chutado maravilhosamente para fora de seu apartamento e sendo abrigado por seus dois hyungs que, depois de algum tempo de namoro, tinha decidido juntar as escovas de dente.

E isso só tornava o dia após dia de Boo Seungkwan cada dia pior. Wonwoo e Mingyu se recusavam de deixar o Boo ir embora, mesmo depois de encontrar um novo emprego, já que eram dois urubus quando se tratavam do mais novo e de sua segurança, chegava a ser estranha a superproteção que os dois tinham em relação a Seungkwan, então ele meio que estava condenado a agonizar pra sempre a cada beijo ou carícia que os dois trocavam.

Não que Seungkwan não gostasse de observá-los, aliás, era uma das únicas coisas que às vezes o reconfortava, só que ele também queria estar entre eles, que o amassem também. Ele estava cansado de usar sua própria mão a cada vez que ouvia os gritos abafados e gemidos vindo do outro quarto.

Os olhos do Boo se fechavam em cansaso, em busca de alguma paz, mas os rostos de Mingyu e Wonwoo se recusavam a ir embora, avisando-o de como sua vida era um inferno - e que seu sono não seria diferente.

Ele até teria tempo pra pensar em sua desgraça se um barulho alto não o tivesse interrompido, fazendo o mesmo dar um pulo sobre a cama de susto. Ouviu coisas sendo empurradas e esbarradas, fazendo barulhos absurdamente enormes, seria impossível não ouvir.

Seungkwan não tinha ouvido a porta da sala ser destrancada! Ou talvez ele só estivesse sonso emergido demais em auto piedade pra ouvir alguma coisa.

Ouviu ainda amendrotado o barulho se aproximar do quarto onde estava, e seu coração quase saltou para fora ao perceber que os donos da casa haviam chegado.

Seungkwan fechou os olhos rapidamente, apertando a colcha sobre si como se pudesse se esconder.

Espiou por um dos olhos enquanto Mingyu e Wonwoo entravam afobados no quarto, numa troca intensa se beijos estalados e carícias em lugares perigosos enquanto tentavam desesperadamente remover os próprios casacos sem se afastar um do outro.

O loiro fechou os olhos sentindo todo o seu ser pesar em si mesmo, esperando que os dois percebessem logo sua presença ali e fossem embora pra transar em qualquer lugar que seja. Também rezou mentalmente para que eles tivessem realmente um pouco de piedade de si, mesmo que não soubessem o que se passava no coração apertado do Boo.

Logo os barulhos pararam e ele soltou um suspiro que alívio que ele julgava que tinha sido discreto, ouviu risadinhas baixas e o barulho da porta se fechando, agradecendo a Ganesha por um pouco de paz emocional.

Quer dizer, o agradecimento durou exatos dois segundos.

Os cabelos de Seungkwan se arrepiaram em lugares inimagináveis quanso sentiu a cama pesar e seu cobertor ser tirado de si com certa delicadeza, e seu corpo teve um espasmo involuntário.

Sentiu também uma mão invadir seu espaço pessoal, os dedos frios dedilhando seu pescoço quente, sentindo cada vez mais seu corpo perder os sentidos enquanto outra mão - dessa vez maior e mais quente - tocar a sua cintura um pouco descoberta pelo blusão que usava, mas não se atreviu a abrir os olhos, estava com medo de uma enxurrada de sentimentos indesejados.

Demoraram mais alguns minutos com alguns toques sutis que estavam levando Seungkwan à loucura - Há quanto tempo ele não ficava com ninguém, oh deus? - até que ele finalmente desabou quando sentiu algo encostar em seu ouvido.

- Pode se entregar, Seungkwannie. Nós sabemos que você está acordado. - a voz de Wonwoo ressoou nos ouvidos despreparados do Boo e ele se contorceu, fazendo-o cruzar as pernas diante da voz grave e rouca do mais velho.

Mal teve tempo pra abrir os olhos e seu corpo foi puxado pra frente por duas mãos fortes, porém de uma forma delicada, fazendo o loirinho se sentar na cama. Ele sentiu os braços de Wonwoo lhe envolverem por trás e levantou um pouco a cabeça, encarando timidamente Mingyu que estava à sua frente com um lindo sorriso que fazia o coração de Seungkwan bater três vezes mais forte em poucos segundos, e ouviu uma risadinha baixa do Jeon, que provavelmente podia ouvir seu coração dando pulos de nervoso dentro do seu peito.

O Kim segurou-o pela cintura, puxando Seungkwan pra si e o sentando em seu colo como se ele fosse uma pequena boneca de porcelana e tivesse medo de quebrá-lo.

Todos os sentidos e pensamentos do Boo estavam em uma completa desordem, tanto que sua cama teria inveja de seus sentimentos. Ele não sabia falar, se mover ou questionar o que estava acontecendo, não sabia mais o que fazer.

Seu choque foi tanto quando o Jeon, antes que parecia estar agindo como um gatinho manhoso, começou a beijar o pescoço de Seungkwan, fazendo ele reagir pela primeira vez e retesar os músculos e arfar. Mingyu por sua vez, levantou a camiseta do loiro, sentindo-o distribuir beijos molhados pela região macia e branquinha.

A mente de Seungkwan não parecia estar funcionando plenamente, ele sabia que aquilo estava errado. Estava errado, certo? Sem falar que ele tinha plena certeza de que aqueles dois estavam bêbados e não iriam se lembrar de nada do que estavam fazendo depois, e provavelmente Seungkwan perceberia isso quando acordasse e iria se consolar com muito chocolate e filmes muito mal produzidos - novamente.

Mas perguntasse se ele estava dando a mínima pra aquilo naquele momento?

O loiro não sentia seu corpo tão sedento a tanto tempo e aquilo estava dando calafrios em sua pele, os dois estavam levando o interior de Seungkwan à loucura, mas de um jeito complemente bom.

Wonwoo segurou a barra da blusa de Seungkwan, deslizando-a delicadamente pra cima fazendo os dedos do mais velho roçarem contra a pele despreparada do outro e causando mais reações inexplicáveis - sinceramente, ele estava cansado delas.

Mingyu ajudou no processo, e quando as mãos dos dois se encontraram na pele do mais novo, os dois sorriram cúmplices.

As mãos do Kim foram de encontro o rosto de Seungkwan, puxando-o pra perto e rapidamente selando seus lábios e sentindo o gosto tão doce que o mais novo exalava de todo o seu ser. No momento que o beijo cessou, Mingyu se perguntou mentalmente como poderia ter vivido tanto tempo sem aquele gosto.

Wonwoo desceu as mãos pelo abdômen de Seungkwan, massageando e estimulando seus mamilos, arracando suspiros e arfares abafados pela boca de Mingyu que voltara a tomar a do outro para si, rapidamente descendo os beijos para o seu pescoço, deixando uma série de chupões que com certeza deixariam algumas marcas roxas mais tarde.

Sentiu a outra mão do Jeon adentrar o short fino de dormir que usava e um gemido arrastado deixou sua boca quando as grandes mãos do moreno faziam movimentos circulares sobre o membro coberto de Seungkwan, levando-o a se movimentar no colo de Mingyu que soltou seu primeiro gemido.

A mãos de Wonwoo estavam ficando cada vez mais traiçoeiras e Seungkwan já via que ele já podia sentir toda a sua excitação, fazendo-o contrair as pernas um pouco tímido.

Mingyu colocou suas duas mãos na cintura do Boo, levantando-o rapidamente e o fazendo deitar na cama novamente, trocando a posição de Wonwoo, que se colocou entre as pernas do outro de uma maneira que Seungkwan nem podia distinguir mais o quão rápidos eles estavam sendo, ou talvez sua mente estivesse nevoada demais pra isso.

Sentiu seu short deslizar pelas suas pernas também devagar - pernas aos quais o Jeon quase conseguia se sentir salivar ao olhar - e começou a distribuir beijos pela parte interna da coxa, olhando pra cima e sentindo-se ficar molhando pela visão de Seungkwan com as bochechas afogueadas e a boquinha entreaberta, enquanto o seu peito subia e descia enquanto seu namorado lambia e chupava os mamilos do mesmo.

Seungkwan não conseguia se nortear mais, sua cabeça rodava e seu corpo parecia estar em chamas e sua mente se preenchia cada vez mais por pensamentos libidinosos e ele só conseguia pensar que estava sonhando.

Wonwoo começou a fazer movimentos circulares com uma mão em cima de sua cueca enquanto ainda beijava a parte interna da sua coxa por lugares que estavam começando a ficar perigosos demais para a sanidade do Boo. Mingyu prendia seus braços pra trás, impedindo-os de se movimentarem por contra própria, ele provavelmente acabaria batendo em um dos dois.

Seungkwan sufocou um grito quando sentiu sua cueca ser arrancada - dessa vez nada devagar - e Wonwoo envolveu sua intimidade completamente excitada com os dedos, fazendo movimentos torturantes de vai e vem. Logo o mais velho desistiu de fazer o outro sofrer e abocanhou o membro, se arriscando novamente a levantar os olhos e enxergar a expressão manhosa de seu dongsaeng que arfava sem parar.

- Hyung...- finalmente a voz de Seungkwan foi ouvida, e de repente os dois sentiram as próprias ereções presas em suas calças.

Wonwoo aumentou a velocidade dos seus movimentos, sentindo o membro do outro tocar a ponta de sua garganta e os dedos na base da intimidade melecados de pré-gozo.

Não demorou muito tempo pra logo Seungkwan se desfazer na boca do outro, e Wonwoo sorriu satisfeito para a expressão aliviada do outro enquanto limpava os lábios.

Seungkwan por sua vez entrava em um estado de êxtase tão extremo que ele não podia explicar o que estava acontecendo - apenas estava.

Os dois namorados, já impacientes, praticamente arrancaram fora as roupas um do outro, fazendo os dois se olharem por alguns segundos com os olhares transbordando de pura luxúria, e Seungkwan observava os dois sentindo-se cada vez mais quente e excitado.

Mingyu rapidamente agarrou Wonwoo pelo pescoço, tomando os lábios do outro num beijo feroz e violento, os corpos dos dois se movendo em uniformidade e beleza - o Boo descreveria como arte.

Porém, como em um dos sonhos que tivera - e sim, ninguém imaginava quantos sonhos Seungkwan já tivera com aqueles dois - e como todas as imagens de sua imaginação, sentiu os corpos dos dois deslizarem em sua direção, e o loiro só voltou a respirar quando percebeu que estava entre os dois, sua pele branquinha como a de um bebê recém nascido estava sendo marcada ferozmente por aqueles dois que alternavam em atacá-lo e se atacar, fazendo com que os corpos dos três se movessem em uma perfeita harmonia. Ele conseguia sentir o calor e a excitação dos dois, as peles morenas suadas contra a sua. O membro de Mingyu roçava contra suas costas enquanto o de Wonwoo provocava uma fricção terrível com o seu próprio, e se alguém pudesse morrer de prazer, esse alguém com toda certeza seria Boo Seungkwan. O mais novo gemia de uma forma que poderia ser ouvida a três quarteirões do lugar, e estava se sentindo completamente imundo e coberto de libido.

Wonwoo passou seus braços pelos ombros de Seungkwan e Mingyu e levou uma das mãos à boca do Kim, fazendo-o abrir um dos seus sorrisos de vampiro, que prontamente abocanhou os dedos do Jeon e lubrificou-os com uma expressão tão sexy que o loiro jurava que podia morrer.

Um grito abafado da boca vermelhinha de Seungkwan quando sentiu aqueles mesmos dedos que entraram na boca de Mingyu se apossarem de sua entrada e ele pendeu sua cabeça sobre o ombro de Wonwoo, os cabelos da nuca suados e a dor ficando cada vez mais incômoda em seu ventre.

Quando Seungkwan estava se preparando para o segundo, se remexendo um pouco no dedo de Wonwoo, ele se assustou ele foi deixado pelos dois rapazes, ficando sozinho e estupefato com as mãos nos joelhos.

Mingyu abraçou o tronco de Seungkwan e sussurrou:

- Empina pra gente.

O Boo soltou a respiração que nem tinha percebido que estava prendendo quando ele foi virado pra trás, e levou suas duas mãos à cabeceira da cama, sentindo um tapa forte sendo direcionado a suas coxas e um gemido arrastado saiu de sua boca, que foi ouvida atentamente pelos dois namorados mais como uma petição.

Mingyu direcionou suas mãos para a cintura de Seungkwan, não antes de distribuir beijos de suas costas até a base de sua bunda. O Boo gemeu com o outro tapa que viera a seguir, logo sentindo um beijo molhado ser depositado no lugar.

Sem aviso prévio o mesmo lhe penetrou devagar, com vários gritos e lágrimas de Seungkwan sendo direcionados a qualquer um que pudesse ouvir. Ele se sentia um adolescente virgem novamente perto daqueles dois.

Antes que Seungkwan pudesse chegar no seu ápice novamente, o vazio voltou ao seu ser, e ele engasgou quando novamente foi invadido, desta vez acompanhado pelas mãos firmes de Wonwoo abraçando seu tronco enquanto o suor pingava em seu travesseiro, agarrando a cabeceira de cama com tanta força que o material fraco estava quase quebrando sobre suas mãos.

Wonwoo puxou seu tronco pra cima, fazendo-o se sentar de costas para o moreno mais velho tomava a iniciativa de subir e descer, cada vez mais o prazer encorporava-se em Seungkwan, o quarto estava com um cheiro de sexo indescritível.

Mingyu voltou a juntar os corpos dos outros dois ao seu, apoiando seu queixo no ombro do Boo enquanto beijava a pele dali, dessa vez descendo suas mãos ao membro esquecido e excitado de Seungkwan que pulsava na grande mão do Kim, usando a sua outra mão pra cuidar de sua própria ereção.

Talvez o cansaso já os tivessem dominado inteiros quando o ápice dos três quando foram ouvidos gemidos e gritos engasgados, e nem perceberam quando os suspiros e respirações fracas já podiam ser ouvidas em um leve sono.



Seungkwan acordou sozinho e se espreguiçou, agradecendo por ser um sábado e não ter que ir fazer plantão no hospital naquele dia.

Ele olhou em volta rapidamente e logo percebeu que ainda estava no quarto dos seus hyungs, e suspirou com o cheiro deles ainda tão presente naquele lugar, isso era uma completa maldição.

Ele tivera mais um de seus sonhos com Mingyu e Wonwoo, e quis chorar ao mesmo tempo que queria rir por ter sido tão bom.

Batidas na porta o despertaram, e ele murmurou um "entre", logo vendo as faces sorridentes do Kim e do Jeon, que ao abrirem a porta revelaram que traziam uma bandeja de café da manhã.

- Bom dia, atrapalhei vocês? - o Boo perguntou ainda envergonhado por ter dormindo ali. O que a preguiça não fazia na vida das pessoas, certo?

- De forma alguma. - Mingyu abriu um sorriso lindo e Seungkwan teve que conter os batimentos cardíacos cruzando os braços por cima do peito.

Wonwoo empurrou a comida para o loiro, exibindo o bonito e colorido café da manhã que Mingyu provavelmente havia feito.

- Você deve estar com fome. - disse olhando preocupado para Seungkwan que balançou a cabeça afirmativamente, estranhando a situação. Desde já eles eram tão atenciosos a esse ponto?

Os dois namorados observaram o Boo comer por algum tempo, e depois de uma xícara de chá gelado e três torradas com pasta de amendoim, Seungkwan voltou a encarar eles com uma cara estranha, afinal estavam olhando pra ele igual dois patetas.

- Vocês estão bem? - disse franzindo a testa enquanto dava uma golada em seu chá e Wonwoo pareceu acordar, balançando a cabeça fazendo que sim e alisando os cabelos negros. Já Mingyu continuava parado, parecia que ia babar a qualquer momento, mas o Jeon o cutucou.

- Sim. Podemos conversar...? - Wonwoo disse tranquilamente e Mingyu parecia um pouco envergonhado.

- Sobre? - Seungkwan bateu as palmas uma contra a outra pra limpar os farelos de torrada mas acabou por sujar a blusa, tentando tirar mas só acabou piorando porque eles acabaram por cima da cama, e o loiro fez um bico. Os dois á sua frente sorriram instantaneamente.

- Sobre ontem. Eu acho. - Mingyu disse confuso pela pergunta.

- O que tem ontem? - as bochechas de Seungkwan adquiriram um tom avermelhado ao pensar em seus sonhos libidinosos.

- Vai me dizer que não se lembra de...? - O Jeon disse passando a língua nos lábios e semicerrando os olhos.

- Lembro do q...- o mais novo não teve tempo de completar sua frase pois seu coração falhou uma batida e ele deixou a colher que estava em sua mão cair. Seu braço tremia e seu corpo não se movia.

Seungkwan moveu seus olhos levemente em direção aos dois que de repente sustentavam sorrisos maléficos no rosto.

Wonwoo puxou a bandeja pra trás e eles foram chegando mais perto do loiro, fazendo ele se mover instintivamente pra trás e com o estômago se revirando cada vez mais ao tentar digerir... tudo.

Senhor, ele iria vomitar agora.

- Lembrou de tudo? - Mingyu disse com um sorrisinho tão fofo que nem parecia o mesmo do dia anterior.

Seungkwan colocou as duas mais sobre o rosto. Aquilo não podia ser real. Ele iria acordar agora. Ele iria acordar agora. Ele iria...

Bom, porém nada aconteceu. Nada do que ele esperava.

Os dois puxaram cada um uma mão do Boo de seu rosto, e rapidamente depositaram dois beijos, um de cada lado de suas bochechas extremamente coradas.

- Não é escolha sua. Você está com a gente agora. - Mingyu falou pendendo a cabeça pro lado.

- O quê vocês estão querendo dizer? - o corpo de Seungkwan pegava fogo, ele estava sendo consumido aos poucos por um sentimento nunca antes sentido na vida.

- Bom, num dia que você foi pra casa do Jun, eu e o Mingyu estávamos conversando e a conversa ficou meio... complicada. - Wonwoo meneou a cabeça.

- Complicada? - a palavra saiu entrecortada da boca de Seungkwan. Os dois tinham sentado novamente e Wonwoo pendia sua cabeça pra trás, deixando á mostra um pescoço com algumas marcas vermelhas.

- É... De repente o Wonnie me confessou que ele se sentia estranho em relação a você, e bom, a minha consciência também estava pesada em relação a isso. - Seungkwan ia vomitar. - Então a gente chorou e depois riu muito e decidiu que... - Mingyu segurou a mão trêmula do Boo. - A gente precisa de você, Kwan. Não podemos seguir em frente sem você.

- Achamos que no nosso aniversário de namoro a gente conversaria com você e estaríamos completos logo em seguida... Porém a situação foi tão oportuna que a gente não se conteve. Também queríamos te pedir desculpa pelo susto. - Wonwoo acariciou o joelho de Seungkwan, umedecendo os lábios em um tipo de tique nervoso.

Os dois esperaram alguma comemoração do do Boo, afinal, os dois sabiam que o mais novo gostava deles - Até porque Seungkwan era uma pessoa super discreta - mas receberam uma coisa inusitada.

Seungkwan começou a chorar.

Lágrimas e mais lágrimas salgadas de pura dor sendo jogadas pra fora. Ele se sentia feliz, confuso, extasiado, cansado e principalmente depois de muito tempo, se sentia amado e isso era tão bom que ele não conseguia expressar em palavras. Algumas coisas saíam da boca do mesmo, porém nenhuma com nexo visível, porém Mingyu e Wonwoo sabiam o que aquilo significava, afinal eles conheciam tão bem aquele homem como eles mesmos.

- Então isso é um sim? Aceita ser nosso terceiro namorado? - Mingyu se pronunciou, fazendo Seungkwan o encará-lo por exatos três segundos e voltar a chorar que nem uma criança. Os dois entenderam isso como um sim.

Com um movimento quase combinado, eles se lançaram uns contra os outros num abraço apertado e caloroso, enquanto Seungkwan ainda chorava desesperadamente no ombro deles, e o Kim e o Jeon sabiam que ele não pararia tão cedo, porém eles podiam aguentar. Podiam aguentar qualquer coisa por aquele loirinho.

Seungkwan por sua vez, imaginava se aquilo não era mais um de seus sonhos, e se porventura fosse, ele ficaria muito bravo quando acordasse. 


Notas Finais


agr os erros estão corrigidos grAÇAS A DEUS


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