História The Rainbow Side - Capítulo 22


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lésbica, Lgbt, Shoujo-ai, Shounen Ai, Transexual, Transgênero, Yaoi, Yuri
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Palavras 2.298
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, FemmeSlash, Fluffy, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


É HOOOJEEE!

Capítulo 22 - Bandinha de fundo de quintal


Fanfic / Fanfiction The Rainbow Side - Capítulo 22 - Bandinha de fundo de quintal

P.O.V. Nat on:

(segunda-feira)

Depois de o colégio adiar a apresentação umas três vezes, hoje vamos tê-la. Finalmente! E a melhor parte é que isso vai ocupar metade do tempo das aulas, ou seja, DIA DE FOLGAAA :D Empolgante. E eles ainda deixaram a gente ir com a roupa que vamos usar na apresentação, gente tá bom demais isso. :)

Boto um leguin preta uma camisa solta branca, um AllStar e um colar com pingente de chave(a chave do porão da casa do Eren pra ser mais específica) e passo lápis de olho, já que hoje tá liberado. Pego o meu violão(sim, eu tenho um violão, mas ele não tem muita utilidade. Eu afinei ele pra Alex tocar). Entro no carro e lá vamos nós!!! Tô muito asinsiosa. Sou muito ansiosa... acho que tenho sérios problemas de ansiedade.

Chego perto da sala e no pátio tem tipo um palco armado. Entro na sala e encontro o meu grupo, a Nick nem falou comigo, estava muito ocupada correndo pra lá e pra cá com bandeiras vermelhas. Arthur já estava lá todo estressado. Vestia uma camisa de botão branca dobrada até o cotovelo.
-Henrique tá nos ajudando com os microfones ~ ele falava enquanto tentava colocar uma gravata borboleta preta ~ ALGUÉM ME AJUDA A BOTAR ESSA PORRA DE GRAVATA? 

Eu tentei colocar pra tranquilizá-lo, mas eu não sabia. Então Rafa veio correndo e o ajudou
-Ai gente cadê a A... ~ eu digo olhando pela porta da sala ~ achei...

Peraí... ela estava de cabelo preso, com uma camisa de botão branca, e uma gravata preta toda errada(se ela estudasse em um colégio interno ia se dar bem, já que ela ama usar essas gravatinhas... acabei de lembrar que ela teria que usar saia, então ela odiaria). Mas dessa vez e roupa dela tava diferente, ela tava usando um jeans preto que marcava bem o seu corpo... que curvas... Fiquei tão distraída que nem percebi que ela tava andando com dificuldade... Fiquei tão distraída que nem percebi que ELA TAVA CARREGANDO UM FUCKING TECLADO E UM CAJON(cajon é aqueles tambores em formato de caixa que a pessoa senta em cima). Fui correndo ajudar antes que ela derrube aquela bagaça.
-Oii
-Oi... ~ ela botou o cajon no chão e se sentou nele, tentando recuperar o fôlego. entramos com os instrumento na sala e eu fui ajudá-la com a gravata.
-Que roupitcha é essa? Nunca vi você usando algo assim...
-Se lembra que eu perdi o Livre Arbitrio das Vestimentas?
-Ah... pensei que eles tinham esquecido.
-Nah...;-;
-POVU, FORMAÇÃO! ~ Art gritou e eu, Alex, ele... Nick e Rafa fizemos um círculo.
-Qué que cês tão fazeno aqui, traitores?
-Viemos desejar boa sorte. ~Rafael disse enquanto ajeitava o boné de aba reta.

Art relembrou como ia ser o esquema, claro que ele excluiu Rafa e Nick pra ele não receberem spoiler. O grupo de Nick foi primeiro, depois o de Rafa. É sempre assim, tem o grupo dos meninos, o grupo das meninas e o grupo do ISOLAAADOOOS. Tá,parei. Chegou a nossa vez, subimos no palco, Arthur se sentou no cajon, eu me posicionei no teclado e Alex pegou a violão. Henrique posicionou os microfones móveis, daqueles que prende na orelha e começamos a tocar Photograph:

A primeira parte foi do Arthur:
Loving can hurt
Loving can hurt sometimes
But it's the only thing that I know

É impressão minha ou ele olho pro Rafa? Se olhou, depois ele recebeu um olhar de raio lazer do Rick
And when it gets hard
You know it can get hard sometimes
It is the only thing that makes us feel alive

Agora é e vez da Alex. Ela começou a cantar e foi se aproximando de mim enquanto me olhava e eu sorria.
We keep this love in a photograph
We made these memories for ourselves
Where our eyes are never closing
Hearts were never broken
And time's forever frozen still

Depois dessa última palavra nós paramos por um segundo. Alguém achou que já tinha acabado e bateu palmas antes da hora. Nós três cantamos o refrão:
So you can keep me inside the pocket
Of your ripped jeans
Holding me close until our eyes meet
You won't ever be alone
Wait for me to come home

Minha vez solo, CARALHO, QUE NERVOUSER!
Loving can heal
Loving can mend your soul
And it's the only thing that I know
I swear it will get easier
Remember that with every piece of you
And it's the only thing we take with us when we die

Art deixou eu a Alex cantarmos essa parte juntas. E da plateia deu pra ouvir um: “WOU, Eu shippo!“ quando eu olhei, era Giovanna com o carinha loiro do lado, ela sorriu e acenou pra mim.
We keep this love in a photograph
We made these memories for ourselves
Where our eyes are never closing
Our hearts were never broken
And time's forever frozen still

Acho que o povo percebeu a química... Enfim...nós três cantamos juntos de novo...
So you can keep me inside the pocket
Of your ripped jeans
Holding me close until our eyes meet
You won't ever be alone
And if you hurt me that's okay baby
Only words bleed
Inside these pages you just hold me
And I won't ever let you go
Wait for me to come home

Oh you can fit me
Inside the necklace you got
When you were sixteen
Next to your heartbeat where I should be
Keep it deep within your soul

And if you hurt me
Well that's okay baby
Only words bleed
Inside these pages you just hold me
And I won't ever let you go

E essa parte foi só da Alex:
When I'm away
I will remember how you kissed me
Under the lamppost back on 6th street
Hearing you whisper through the phone

Mas o final foi meu e do Art
Wait for me to come home

Meu nervosismo acabou... acabou o trabalho, ESTAMOS LIVRES... até que foi legal.

A plateia bateu palmas e descemos do palco. Eu me sentei junto com Nick enquanto Alex e Art foram guardar as coisas. Nem deu tempo de abraçar eles, comemorar... então minha ansiedade voltou, só que dessa vez pra encontrar eles.

(...)

No caminho de volta pra sala, algumas pessoas que passaram por mim elogiaram nossa apresentação e talz... Chego na sala e lá estão eles, corro pra abraçar Alex e naquele momento, senti como se nada existisse, só ela e eu... ali...
-Foi muito lindoo ~ eu falando da apresentação.
-Você é linda ~ ela abraça minha cintura e ficamos ali nos olhando por um tempo. 

Ela pega a minha mão e beija, olha e lá está o anel de coquinho que ela me deu. Ela meche no bolso e tira o colar que ela sempre usa, desprende o anel dela dele e  me entrega. Depois ela estende a mão com a palma pra baixo e eu entendo o recado. Gente, tô me sentido fazendo tipo mini votos, que emoçaum ;-; Eu coloco o anel nela e e a gente fica se olhando, ela vai no meu ouvido e...
-Então... comemora... não importa o que os outros disserem.

Man... é sério? Parece um sonho. Lembrei da conversa que tivemos quando ela me deu o anel: “É só questão de tempo“. Passo a mão pelos ombros dela e vou me aproximando. Damos um selinho demorado, parecia uma eternidade. Nos separamos, encostamos as testa e ela sorri.

É teria sido perfeito se, ao olharmos pro lado, uma das putas da sala estivesse lá, bem atrás de Arthur, que estava com um sorriso bobo. Depois ele se virou e deu um pulo:
-AI PEXTE! quer me matar de susto, assombração?

(no meio da última aula...)

-Psiu, Nat! ~ Alex sussurrou no meu ouvido e eu me arrepiei

Ela estava sentada atrás de mim e me mandou uma folha de caderno inteira, costumamos conversar na aula assim, faz menos barulho. Ela escreveu de caneta e eu de lápis.
(Quer ir pra minha casa ver um filme?
Mas e sua mãe?
Vai demorar um pouco pra toda essa treta chegar nela.
Que filme?
Você escolhe.
Tava querendo ver Hoje eu quero voltar sozinho.
Como é?
Só sei que é brasileiro e gay.
Tá... me convenceu.)

Assim que a conversa acabou, ela rasgou o papel e voltou a mexer no meio cabelo,penteando ele com os dedos, fazendo um cafuné... até que eu vejo Rick cochichando algo pra Pedro que tava sentado na frente dele. Sabe quando você sabe que a pessoa tá falando de você porque ela olha diretamente nos seus olhos enquanto fala no ouvido de outra pessoa? Então, isso tem acontecido ultimamente. Eu apenas devolvi o dedo do meio.

Uma moça de óculos que era monitora bateu a porta da sala e apenas chamou a professora pra conversar, depois de um tempo...
-Natasha e Alexandra... tão chamando vocês.

Deu pra ouvir um “IIIIIIH“ em coro da turma. Mas na minha cabeça eu também pensava “iiiiih... fudeu!“. Fomos até a coordenação e no caminho:
-Pensa pelo lado bom ~ Alex começa ~ pelo menos vamos faltar a última aula.

Chegamos na coordenação e era escritório com ar-condicionada e cadeiras acolchoadas, um ambiente bem confortável. A coordenadora pediu para nos sentarmos e começou:
-Recebi a informação de um aluno anônimo, que ouve um contato desagradável ~ é... já tô com vontade de matar aquela mulher ~ entre vocês duas. Eu não me importo com a espécie de relação que vocês tem, mas como devem ter visto nas normas do colégio que todos receberam, é proibido qualquer tipo de demonstração de afeto entre dois alunos no na escola.

Ela falava de uma maneira tão gélida... mas até que era verdade, eu não vi ninguém se beijando aqui, pelo menos não em público.
-O que vocês fazem fora daqui é problema de vocês. Mas aqui no colégio está terminantemente proibido, para qualquer um, afinal esse colégio é religioso e sério, temos uma reputação a zelar. Certo?
-Está certo ~ Alex falava com tanta convicção e seriedade, que quase não dava pra perceber o medo que ela sentia ~ não vai se repetir, senhora.
-Bom... desta vez não vou contatar os seus pais, mas se se repetir, eles serão chamados aqui para conversar comigo. ~ ela disse ajeitando os óculos, e eu senti um alívio imediato. ~ Está liberadas.

E como um sinal dos deuses, o toque de liberação tocou. Eu saí com a expressão neutra intacta, quando passei pela porta, suspirei:
-Foi por pouco.
-Pouquíssimo, me senti no juízo final.

Eu ri e Nick, e Art já estavam lá nos esperando com suas mochilas, e um pouco atrás deles, vinha Rafael carregando três mochilas, a dele, a minha e a de Alex.
-Parece que seu escravoceta está de volta. ~ Nick
-Vai tomar no cu! ~ Rafa
- E aí, foram expulsas? Condenadas a morte por esta abominação da natureza que é o amor? ~ Arthur começou a zoar enquanto nos aproximávamos da saída.
-Rápido! ~ Alex nos assustou enquanto botava rapidamente o braço de Art sobre os ombros. Rafa estranhou. Quando eu vi de longe: a mãe dela. ~ Você ainda vai né Nat?
-Deixa eu ligar pra minha mãe.

Liguei pra ela e ela deixou, ela é muito liberal. Depois fomos nos aproximando da mãe da Alex e ela deu um sorrisinho ao vê-la com o Art.Rafa nos entregou as mochilas e entramos no carro. Não conversamos muito no caminho, ficamos ouvindo música, Sabe quando você tá apaixonada e toda música que fala sobre o amor na rádio, você acha que é a sua música? Ficamos num clima assim... chegamos na casa dela e almoçamos uma macarronada. ela me deu uma roupa limpa, uma camisa branca e um shortinho que eu nem sabia que existia. ela botou uma calca de moleton e uma camisa preta.

Fomos pro quarto dela e ligamos o ventilador. Era uma sessão de cinema bem humilde.
-Minha mãe já já vai sair pra trabalhar...
-E o seu pai?
-Meu pai tá sempre trabalhando...

Ouvimos o som do carro ligando e quando o som se distanciou, nos deitamos na cama, dividimos um fone e começamos a tentar ver o filme numa pequena tela de celular. Eu tava segurando o celular e ela deitou no meu ombro, chegamos até a parte que o principal era zoado.
-Nossa, que babaca.
-Conheço muitos assim...

Assim que ela terminou a frase, a tela do celular apagou. Ela tentou ligar mas tava descarregado.
-Me diga que isso não foi um plano pra não ver esse filme.
-Eu juro ~ ela disse se levantando pra guardar o celular ~ eu tava curiosa pra ver...

Ela se deitou do meu lado.
-Então... o que vamos fazer agora? ~ ela disse passando a mão de leve no meu braço. Foi descendo até minhas pernas, me arrepiei. - Hum? O que vamos fazer.

Ela começa e a beijar o meu pescoço. Eu fechei os olhos e minha respiração ficou mais pesada. Me viro e fico encarando ela. Aqueles olhos verdes inquietos sem saber para que olho olhar.
-Foi muito fofo o que você fez hoje... ~ eu alisei seu cabelo loiro, já estava grande. Tirei ele do rosto e começei a beijá-la.

Um beijo calmo, que foi ganhando intensidade. Passei a perna sobre o quadril dela e ela pediu passagem com a língua enquanto me abraçava. Queria trazê-la para mais perto, mas não sabia se era possível. Nos separamos pra respirar a depois voltamos. Eu fiquei encima dela e continuei a beijá-la. Ela botou as mãos acima da cabeça e eu as segurei, fazendo ela soltar um gemido. Me aproximei do ouvido dela e senti ela se arrepiar. Mordi o lóbulo de leve e perguntei:
-Vamos?

CONTINUA... 

 


Notas Finais


SAIU, esse cap finalmente saiu.
acho q é o cap mais longo da minha veda.
desculpe por terminar ele assim, mas é que eu fiquei adiando mt.
mas é até bom, pra a interação de vcs.
E aí? Vcs querem ( ͡° ͜ʖ ͡°) ? ou ñ querem?


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